Sandman é uma das séries de HQs mais premiadas de todos os tempos, meio que reinventando todo um gênero de histórias de terror e quadrinhos para adultos. Pelas mão de Neil Gaiman (autor também de Coraline e Stardust, que inclusive viraram filmes) Morpheus, o Senhor do Sonhar, vive suas aventuras pelos mistérios da mente distorcida de seu autor.

Ah, mas isso todo mundo já sabe! O que talvez você não saiba é que a história já passou pelas mãos de diversas pessoas para ser rodada live action, tanto no cinema quanto em série de TV. Mas parece que agora a coisa é concreta.

Ao que tudo indica, a Warner está em conversas com a DC para comprar os direitos de produção de uma série para Morpheus. Já existem inclusive interessados na obra, como é o caso de Erick Kripke, criador de Supernatural.

Espero, do fundo do meu coração, que isso dê certo, e que Gaiman esteja envolvido no projeto (como aconteceu com Coraline). Na verdade, esperava que a negociação anterior, com a HBO, desse certo, pois sabemos como o canal trata suas séries e tal… Agora é esperar para ver!

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Com o título What is iPad? (O que é o iPad?), vai ao ar o primeiro comercial do iPad, voltado para a TV americana. Coincidência ou não, ele se parece demais com o conceito do comercial do super-inovador Newton, lançado em 90, antecedendo iPhones, Palms e qualquer outro gadget que conhecemos. Confira abaixo e diga o que achou da nova postura publicitária da Apple.

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Quando ainda criança, assisti ao sofrível filme de He-Man. Sim! Um famigerado filme em live action do herói dos desenhos animados das manhãs da Globo e também dos bonecos (nada de action figure) da outrora desejada Estrela. Uma tentativa de imortalizar na sétima arte uma das obras mais aclamadas da cultura infantil dos anos 80, falha miseravelmente como adaptação.

Depois dessa triste experiência, Hollywood fica tímida e menos receptiva a tais adaptações. E após um longo período de jejum, o sucesso de adaptações de quadrinhos traz uma nova esperança (na nossa galáxia mesmo) e eis que então vão pipocando rumores de interesse em se fazer um filme de Transformers e até um novo He-Man; este na época dos boatos teria direção de John Woo.

Eis que o público deu uma segunda chance e Hollywood mostrou que fez a lição de casa. Com o sucesso de Transformers, o pessoal das gravatas decidiu trazer pro cinema a série de brinquedos e desenhos com o maior acervo de personagens e veículos que tínhamos conhecimento: G.I. Joe, ou melhor, Comandos em Ação.

No final de 2008 surge um trailer fan made de Thundercats, muito bem elaborado, usando cenas de 27 filmes, um editor de imagens quadro por quadro e um editor de vídeo, mostrando como poderia (ou poderá) ser legal um filme dos felinos de Thundera, continuando num bom nível de adaptações deste gênero, com safra iniciada por Michael Bay.

Comandos em Ação, agora com nome definido: “G.I. Joe – The Rise of Cobra”, já nos teasers os críticos desceram a lenha, dizendo que os gráficos eram muito artificiais/não-realistas. Mas os “Comandos” não eram? Combatentes paramilitares com trajes ultra modernos aliados a ninjas e mercenários, com veículos futuristas (salvo alguns reais, como o caça F-14 e o helicóptero AH-1 Cobra) em histórias mais que fantasiosas.

Se isso fez sucesso, por que tirar a graça da brincadeira? Era justamente esse o diferencial de G.I. Joe. Eu não quero ver um documentário sobre as forças armadas dos Estados Unidos ou de qualquer outro país. Quero ver Comandos em Ação. Os mesmos que me levaram à inúmeras vitórias em “batalhas épicas” na minha infância (Não vamos falar das derrotas, ok?).

Os trailers saiam, eu lia as piores críticas e lembrava o que um amigo costuma falar: “Quer realismo? Vai ver documentário!”. A curiosidade pra ver o filme aumentou, mas sem gerar fortes expectativas, a não ser pelo fato de virar criança novamente, da mesma forma que aconteceu ao assistir Transformers.

No elenco alguns nomes me chamaram atenção: Arnold Vosloo, Dennis Quaid, Marlon Wayans, a beldade Sienna Miller, o espadachim Ray Park (Darth Maul de Star Wars Episódio I, Groxo de X-Men) e mais uma participação não creditada do fanfarrão Brendan Fraser. Achei interessante também a escolha do diretor Stephen Sommers, responsável pelos títulos sobrenaturais A Múmia (cinessérie) e Van Helsing.

Sem preconceito e sem expectativas exageradas, fui ver o filme. Ele puxa um pouco para o lado sóbrio e adulto, sem excessos de realismo e sem perder o “infanto-juvenil” dos marmanjos que curtiram os Comandos em Ação quando moleques. A história não tem enrolação, pois como no clássico desenho a premissa é ação. As principais origens são mostradas rapidamente e ao longo do filme, com explicações fáceis auxiliadas por flash-backs.

A indumentária dos personagens é diferente dos desenhos, com menos cores e mais seriedade, salvo a exceção de Snake Eyes (Ray Park) e Storm Shadow (Byung-hun Lee) que estão iguais aos clássicos. A Baronesa (Sienna Miller) é mais gata que a Scarlett (Rachel Nichols), ao contrário dos desenhos.

Os cenários são os mais diversos: Ártico, Deserto do Saara, Paris e Washington. A “enxurrada” de veículos é muito boa. A batalhas acontecem em terra, na água e no ar, com uma citação especial para o avião negro de Cobra, Night Raven.

Ou seja, temos no filme os Comandos em Ação (no duplo sentido). O filme tem algumas pequenas modificações necessárias ou não com relação ao desenho, sem perder o seu conceito original. E como sempre nas histórias dos “Joes”, fica um ótimo gancho para uma próxima aventura.

Não é aquele filme para ganhar o Oscar. É apenas uma diversão. Assim como os Comandos em Ação eram na minha infância.

Um ótimo filme pra quem é saudosista e não virou adulto, no sentido “ficção-científica” da palavra. Nada de ficar reclamando que isso ou aquilo é fisicamente impossível.

Que se exploda. Quero mais é fantasiar. E é nisso que o filme se baseia. Fantasia e ficção-científica (aquilo que foge às regras da ciência aplicada).

Assisti duas vezes, vou comprar quando sair em DVD e recomendo.

Se você ainda não teve a oportunidade, assista ao trailer abaixo:

Nota: Conteúdo fornecido por Renato Carneiro, em antiga parceria com o Geração Internet.
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“Então é isso, será tudo em 3D?”

Nada demais nessa afirmação, já que vivemos em 3 dimensões, certo? Mas é o que mais se ouve as pessoas falando. E é o que estamos presenciando com cada vez mais frequência nos cinemas.

O fato é que a industria do entretenimento inteira está se movendo nesta direção. Quando foram anunciados os primeiros filmes em 3D (falo aqui dos mais recentes), não dei muito crédito.

Sempre achei se tratar de uma mania passageira. Bem, posso até estar certo. Ainda pode ser uma mania passageira, mas não sei quanto tempo essa mania irá durar. A Sony, por exemplo, anunciou que, até o final deste ano, lançará TVs 3D da linha BRAVIA. Quando a Sony toma a frente de algo, costuma ser seguida.

Já imaginou assistir aquele puta filme no cinema em 3D com a mesma qualidade na sua casa, também em 3D? Em termos, é uma pena, porque o advento do 3D parecia, pelo menos em parte, ser a solução para a indústria do cinema em termos de concorrência com os home theaters.

É notável o número de pessoas que não vão mais ao cinema porque possuem um aparelho de home theater de última geração em casa. Mas, com os filmes em 3D existindo somente nso cinemas, o espectador teria que abrir mão do seu conforto se quisesse assistir em 3D, indo atrás de alguma rede de cinema que possua uma sala equipada com a tecnologia (felizmente, hoje grande parte delas já possui).

Mesmo assim, tudo isso parece lindo e maravilhoso. Dá até vontade de soltar um UAU! Mas uma coisa me preocupa: muito provavelmente teremos uma onda desenfreada de filmes em 3D. E não só de filmes novos. James Cameron já anunciou que adaptará Titanic para a nova tecnologia. Mas para quê ver o casalzinho em 3D? Qual seria o atrativo? Vê-los trepando em 3D? Não não, acho que não.

Deverão surgir muitos filmes oba-oba, somente para mostrar efeitos em 3D, dá mesma forma que aconteceu quando os efeitos especiais começaram a virar rotina e tudo era novidade. Quantos filmes você lembra onde o reoteiro era péssimo e os efeitos especiais eram bacaninhas? Bem, quase todos os filmes-catástrofe são assim.

Hoje mesmo, também foi anunciado o novo projeto de Nicolas Cage, Drive Angry que, advinhem, será em 3D. O 1º filme do Homem de Ferro será relançado em 3D e, o novo, adivinhe? =)

E assim o merccado mais uma vez vai encher os bolsos vendendo esta tecnologia. Você comprou uma TV LED? Bem, sinto comunicar.

Ela já está ultrapassada. Exaageros a parte é claro mas, não deixa de fazer sentido. Também não se sabe se a tecnologia 3D vai realmente pegar e ser o padrão daqui para frente. Acho bem difícil, principalmente pelos custos. Além disso, após a aura de novidade ter se dissipado, teremos a geração de produção “de volta a raiz”. Normal, afinal, tudo é um ciclo.

UPDATE:

A Panasonic acabou de anunciar, na feira IFA, a mais importante da Europa, uma TV HD 3D de nada menos que 103″. Acompanhe o desenrolar da feira dando um search no twitter através da hashtag #ifa2009. O site oficial da feira é esse. Não tô falando que é tudo 3D? =)

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O 1º Festival de Criação Digital Fnac foi criado para reconhecer o mercado publicitário brasileiro por meio da integração de profissionais e estudantes com as mídias digitais.
A ideia, além de enaltecer peças de criativos brasileiros – geralmente muito premiados em festivais pelo mundo afora -, é trazer a influência exercida pela cultura francesa no dia-a-dia do brasileiro.

TEMA: Em comemoração ao Ano da França no Brasil, o tema deste Festival será: A influência da cultura francesa na identidade brasileira.

O evento será suportado pela nova plataforma de mídia proprietária da Fnac, a Fnac OOH!

A Fnac OOH! é um projeto que foi desenvolvido para atender a necessidade interna de comunicação das lojas e ao interesse de diversos anunciantes que buscam espaço neste mercado.
A mídia aplicada deve corresponder aos propósitos da Fnac de oferecer sempre aos seus clientes conteúdo informativo de qualidade e tecnologia de última geração.
A plataforma Fnac OOH! oferece os seguintes produtos: Fnac TV, Web, Projetos Especiais e Escadas Rolantes.
Na Fnac TV são apresentadas diversas editorias do interesse dos consumidores Fnac.

PREMIAÇÃO: Será dividida em duas categorias, Profissionais e Estudantes. O festival ainda contará com as premiações especiais pelos quesitos: Criatividade, Edição e Direção de Arte. Os prêmios vão de assinaturas de revista, à uma viagem para Cannes – França (passagem aérea + hospedagem + credencial para assistir o Festival Internacional de Publicidade).

Os interessados em participar do Festival deverão se inscrever no período de 6 de abril a 22 de maio 27 de maio e escolher entre as duas categorias existentes: Profissionais e Estudantes.

Todos os trabalhos deverão ser enviados dentro da modalidade Motion Design voltada para digital signage* e deverão ser pensados no formato 768×1366 pixels para veiculação na Fnac TV – uma das mídias componentes da plataforma Fnac OOH!.

Consulte o Regulamento do Festival para mais informações e especificações técnicas.

Tá esperando o que?

Update: (dica do Leandro)

ATENÇÃO: INSCRIÇÕES PRORROGADAS ATÉ 27 DE MAIO

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Ontem, decisão de vários campeonatos regionais de futebol, comecei a me procupar. Apesar demorar em São Paulo, não torço para nenhum dos quatro grandes times paulistas. Meu time, o Figueirense (infelizmente rebaixado para a série A do campeonato brasileiro) não estava nas finais.

Assim, o que me restava era torcer para meu time do Rio de Janeiro, o Botafogo. Para assistir a final entre Botafogo x Flamengo no Maraca, não foi fácil. A sim, eu teria uma saída óbvia: ligar para a NET e comprar um jogo avulso do pacote pay per view, oferecido pela entresa.

Mas, como meu conversor ainda é analógico (ainda não tomei vergonha de mudar para o digital), a atendente me informou que não seria possível comprar o jogo sem o plano digital. Espertinhos heim?

Minha saída foi buscar no google por bares que iriam transmitir a final do campeonato carioca em São Paulo. Nem é preciso dizer que esta era uma tarefa complicada. Mesmo São Paulo sendo a metrópole que é, dificilmente você conseguirá assistir em um bar um campeonato que não o paulista.

Mesmo assim, o google me apresentou algumas soluções. Consegui encontrar 3 lugares que iriam transmitir Botafogo x Flamengo, além de uma matéria falando sobre os locais que iriam veicular o jogo.

Mas, o que fazer quando esses resultados foram encontrados faltando 1 hora para o início da partida? Certamente, os bares já estavam cheios, não há dúvida. Graças a minha esposa, que volta e meia está ligada em canais do Justin, encontramos um canal que transmitiria a final do campeonato carioca.

Pronto, tudo resolvido. Passei a acompanhar por um canal do Justin, que estava transmitindo a Rede Globo Carioca, a final do campeonato. Inconvenientes a parte, como problemas de interrupção da partida por excesso de pessoas conectadas, não fizeram com que o prazer de assistir o jogo fosse interrompido.

Hoje é assim: você não assiste o que quer se não quiser. Perdeu o CQC ou o Programa do Jô? YouTube na cabeça. Quer assistir algum seriado que ainda nã oestreou no Brasil ao vivo, sendo transmitido por outra pessoa diretamente de outro país? Vai no Justin.

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Gosta de pizza? Não? Então você deve estar mentindo. Se você conhece alguém que não gosta de pizza, fique certo que muito provavelmente você conhece uma raridade.

Eu não sou uma raridade. Comeria pizza todos os dias. Minha esposa não é diferente. Ontem, levamos horas procurando no Google uma pizzaria rodízio aqui na região da Av. Paulista, em São Paulo, onde moramos.

Depois de muito “googlar” e nada encontrar, decidimos ir pra rua procurar. Não por culpa do Google. Quando você sabe o nome do local que você quer ir, tudo é muito fácil.

Quando não, prepare-se. Nas buscas que fizemos, caíamos sempre em portais muito mal organizados, onde a informação se confundia.

Por conicidência, ontem, quando resolvi dar uma olhada no twitter da patroa @melcarioca, encontrei um vídeo bem bacana, que demonstra a facilidade em chamar uma pizza através do serviço TiVo. A empresa tem convênio com a pizzaria Domino’s.

O vídeo abaixo mostra a navegação simples e intuitiva através dos menus do TiVo, onde o telespectador resolve pedir uma pizza através de seu aparelho de TV. Certamente, bastante útil, mas para dias de chuva e dias de extrema preguiça.

Nada como sair e comer em uma boa pizzaria. Aproveito o tema, para deixar uma dica para quem gosta de pizza, principalmente de salmom. Não há nada como a pizzaria MARGUERITA, localizada na esquina da Alameda Tietê com a Bela Cintra, nos Jardins.

Mas, se prefere comer em casa com todo o sossego e conforto, veja o vídeo abaixo:

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Domingo, dia 22 de Fevereiro. 1º dia de transmissão do espetáculo que é o desfile das escolas de samba do Rio. Certamente, os sambas-enredo das escolas de samba nos tempos atuais não tem mais o apeal que tinham na década de 80 ou até menos no início dos anos 90 (ouça aqui vários sambas-enredo clássicos e concorde comigo, por favor).

Nesta época, os sambas das maiores escolas de samana do Rio eram cantados no Brasil inteiro, de norte a Sul. Hoje, o samba é mais rápido, tem um ritmo mais acelerado, onde temos mais “tremilique de bundas e seios” do que ginga em si. Hoje mesmo assisti um programa sobre sambas-enredo na Globo News, onde Dudu Nobre e o grupo Fundo de Quintal deram uma verdadeira aula sobre o samba.

Algo que eu não sabia, mas que muito me chamou a atenção: No Japão, 95% do público que frequenta shows de samba, são os próprios japoneses. Eles cantam em português, mas não sabem falar português”, disse Dudu Nobre.

Mas, por que diabos estou falando de samba em um blog sobre publicidade, web e tecnologia? Explico. Hoje, pela manhã, me dei conta de que a Rede Globo, que detém os direitos de transmissão do Oscar, não irá transmitir o evento na íntegra. Eu, um cinéfilo de carteirinha, logicamente não fiquei nada contente com a “descoberta” que, de certa forma, é até óbvia.

Li em vários lugares, pessoas condenando a Globo, falando mal da emissora, para variar. ” a Globo não presta, a Globo é feia e prefere colocar mulheres peladas dançando samba a transmitir a festa dos meus filmes prediletos”. Alto lá: a Globo não prefere nada. Quem, na maioria das vezes prefere as coisas são os próprios telespectadores. Para isso existem as pesquisas de IBOPE.

Pense comigo: Entre a transmissão de uma festa cultural como os desfiles das escolas de samba do Rio e a transmissão do Oscar, qual você acredita dar mais audiência? Bingo. Nem era preciso fazer a pergunta.

O Oscar é uma festa elitizada que, cabe dizer aqui, vem perdendo cada vez mais audiência, tanto que para este ano, a equipe que vinha organizando o evento foi toda substituita, na esperança de recuperar a audiência perdida.

O que isso quer dizer? Que a festa do Oscar é chata e ninguém mais quer assistir? Não necessariamente. O mesmo vem acontecendo com as novelas da Globo, que não param de despencar na audiência. Isso significa que as novelas atualmente no ar são ruins?Não neceessariamente.

Não irei iniciar este tema aqui, mas todos sabemos que a web continua a entregar mais opções para o mundo inteiro. Graças a Deus, não dependemos mais da TV como único canal de informação e transmissão de eventos.

Pronto, agora cheguei onde queria. Quero falar com você, que não quer assistir o desfile das escolas de samba do Rio e quer assistir ao Oscar. Quero falar com você, que já comprou pipoca e vai torcer que “Slumdog Millionaire (Quem quer ser um Milionário)” ganhe na gategoria Melhor Filme (é impressão minha ou este filme vem apagando até o suspense da premiação póstuma de Heath Ledger como melhor ator coadjuvante?).

Vamos lá. Caso você não tenha Tv a Cabo (a cerimônia será transmitida somente no canal TNT), faça o seguinte: Baixe o programa TVU e sintonize o canal ABC, que irá transmitir o evento na íntegra, acredito eu, lá pelas 22h). Pare de reclamar da Globo, pare de reclamar das nossas maravilhosas escolas de samba. Faça o download do TVU e seja feliz.

Dica: Assista ao Oscar em seu laptop, sentado em frente a TV sintonizada na Globo, que estará transmitindo os desfiles. Não é assim que assistimos TV atualmente?

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Talvez eu esteja falando de algo velho. Francamente, não sei. Mas, aqui fica a dica para pessoas que gostam de assistir vídeos non-stop: iSofa. Acabei de conhecer, e gostei do que vi.

O iSofa é um portal que exibe em sequência ininterrupta, os vídeos mais votados do YouTube. Os vídeos são exibidos em tela cheia e há a possibilidade de visualizá-los em alta definição.

Ideal para festas, eventos ou simplesmente paraa sentar em um sofá e assistir em sequência, já que na TV nem sempre há algo que preste, o iSofa é interessante. Outro ponto positivo é a velocidade de carregamento dos vídeos. Utilizo Net Virtua de 3 Mega e não tive nenhum problemaa em visualizar vários vídeos em sequência

Tudo bem, o serviço não revoluciona e não tem nada de sensacional, já que de certa forma, não passa de um agregador de vídeos. Mas quem disse que tudo precisa revolucionar e reinventar a roda? Além do mais, o iSofa é um tremendo facilitador para quem não tem muita paciência em ficar fuçando vídeos.

Poderia ser melhor se houvesse uma forma de selecionar a exibição de vídeos por castegoria. Mas, talvez esta seja apenas uma versão experimental. De qualquer forma, já há inclusive, publicidade sendo veiculada por lá, de uma forma nada invasiva. Vai lá e confere!

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O SuperBowl é famoso por exibir, durante os intervalos, os comerciais mais caros da TV americana. Fala-se que, este ano, anunciantes pagaram até US$ 3 milhões para veicular seus anuncios nos intervalos dos jogos.

Mããããs, o que chamou a atenção deste blog foi um anuncio do HULU (aquele site que oferece filmes e séries gratuidamente na Web que, até agora, não tem uma versão internacional) veiculado no SuperBowl. Até então, a empresa nunca tinha feito anuncio “offline” e este foi feito para TV.

Além disso, o anuncio tem um tom M.I.B., e exibe extraterrestres trabalhando no portal. Ah, ainda tem o Alec Baldwin, o bad boy eterno, apresentando o HULU. O comercial passa uma imagem de dominação. Algo que irá tomar conta do mundo. Pretenção demais? Ou somente o rumo natural da mídia?

Fico com o último, pra variar. Confira o comercial abaixo:

Via: Tiago Dória
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