Muito bacana a campanha da Oxfam, confederação de 13 organizações e mais de 3000 parceiros, que atua em mais de 100 países na busca de soluções para o problema da pobreza e da injustiça, através de campanhas, programas de desenvolvimento e ações emergenciais.

Para divulgar a instituição e o canal do YouTube, foi criado um vídeo que chama a atençã para o problema das mudanças climáticas. O mais curioso é, quando você ativa a visualização do vídeo, a barra de carregamento e veiculação funciona como um termômetro onde a temperatura só aumenta.

Em determinado momento, o vídeo oferece a opção de “pausar” o aquecimento. Se o usuário interaje e clica no botão de pausa que é exibido no meio da tela,é diferecionado para o canal da Oxfam no YouTube. Vale a pena conferir o vídeo!

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As discussões colocadas em pauta pelo Brainscast TV, programa do Brainstorm#9, de Carlos Merigo, sempre giram em torno de assutos relavantes a publicitários e pessoas que trabalham no meio internet.

A 2ª parte do 11º programa não foge a essa regra. Dentre os temas discutidos temos  “A humanização da marca no Twitter”, “Métricas para Mídia Social”, “O banner morreu ou não” e etc.

Confira abaixo:

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É crescente o número de marcas que estão se preocupando com a tal da “Presença Digital”. O Clima Tempo acaba de criar um perfil no Twitter para comunicar seus seguidores sobre a previsão do tempo em todo o país. Bem, parece quase regra que todo portal tenha um perfil no Twitter.

Mas, a loja de artigos esportivos Centauro, decidiu partir para outro caminho, não menos interessante. A empresa montou um perfil no MySpace, onde o usuário pode baixar trilhas sonoras para diversas atividades, bastando que para efetuar o download, ele participe da promoção “Na centauro seu esporte tem trilha sonora”, através do site http://www.centauro.com.br

O espaço no MySpace além de muito bem produzido, representa uma espécie de rede social, formando uma comunidade e exibindo pessoas que já estão participando da promoção.

Gostei bastante, principalmente por ainda não ter visto nada da loja no meio online.

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Divulgado agora a pouco pelo próprio Luli (via Twitter), eu não poderia deixar de divulgar e comentar a “Aula Magna para os alunos ingressantes em 2009 na ECA/USP, também chamados de bixos”.

“Você acredita que você pode saber tudo… Mas isso é tão estúpido.”

Trata-se das “boas vindas” aos caloudos da ECA-SUP (Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo), mas que serve a qualquer um que está, ou pretende estar, ligado na comunicação dos dias de hoje. Uma aula magna com uma mistura de bom humor, cultura digital, web 2.0 e “ônibus velozes” (?!).

Extraindo alguns links citados: digg labs, amaztype.
Mais sobre Luli Radfahrer em luli.com.br.

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Parece que a reportagem sobre o Twitter, publicada recentemente na revista Época abriu precedentes. A DELL, que parece estar querendo investir em sua Presença Digital, está veiculando um anuncio de uma página na Revista Época desta semana.

E o mais bacana: não se trata de um anúncio de um notebook. Trata-se de um anúncio que divulga o Twitter da empresa, o @dellnobrasil. Através dele, a empresa vem se relacionando com atuais e potenciais clientes, servindo como um novo canal de comunicação de ofertas especiais e, de certa forma, como um SAC Online.

Ponto para a DELL, que está buscando incrementar sua presença digital e se comunicar de forma mais eficiente com atuais e potenciais clientes e também para a Revista Época, que foi bastante ousada em colocar uma ferramenta como o Twitter, que ainda não é tão popular no Brasil como o Orkut, em sua capa.

Além disso, a Revista Época foi a primeira revista brasileira de grande circulação a veicular um anúncio onde não é informada a URL de um site ou hotsite, mas sim o endereço do Twitter de uma empresa (me corrijam, por favor, se eu estiver errado).


Fica a dica do Twitter da DELL, que já conta com mais de 1.000 seguidores http://twitter.com/dellnobrasil

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Acabei de ler um texto bacana sobre Presença Digital no UoD. Ele fala sobre a importância de termos presença no meio online.

Por que não paramos de atualizar nosso twitter? Por que não deixamos de acompanhar o perfil de determinada pessoa em uma rede social? Certamente não deixamos de atualizar nosso twitter porque queremos ser relevantes. Queremos audiência.

E, certamente, vivemos acompanhando o perfil de determinada pessoa em uma rede social simplesmente porque ela tem algo a oferecer. Ela tem conteúdo, Presença Digital. E é essa “substância” que as marcas estão em busca na Internet. Bem, fique com o texto na íntegra abaixo, publicado originalmente no blog da HSM:

“Os usuários da internet vivenciam um fenômeno previsível, já colocado por Cris Anderson em seu livro The Long Tail, e que hoje é facilmente observado em qualquer rede social: a economia da reputação.

O que faz com que uma pessoa passe parte do seu dia respondendo à pergunta “o que você está fazendo?” para que seus seguidores possam acompanhá-la no Twitter? Por que existe uma busca frenética para alcançar elevados números de amigos e comunidades no Orkut,  escrever em blogs pessoais, coletivos e postar fotos do cotidiano no Flickr?

Na vida onde não existe a divisão on e off a presença digital se torna muito importante, pois ela não tem fronteiras e faz com que as pessoas estejam em qualquer lugar, interagindo com que for, e é isso o que realmente importa agora. Você é o que você freqüenta e com quem anda.

Mas a reputação na web conflita com a privacidade da vida real, ou melhor, se alimenta dela. Neste momento existe uma grande discussão sobre o conceito de privacidade. Alguns dizem que ela vai acabar, inclusive.

Não acredito em sua extinção, mas é visível a necessidade de tornar público parte dela. Ao contrário, você não existe na rede. Em resumo, a economia da reputação é a audiência pessoal. É através dela que pessoas se destacam ou somem em meio à multidão.

Se as marcas ainda estão pensando em como criar diálogo com as pessoas, elas já estão atrasadas. Hoje elas precisam pensar em sua presença digital, de uma forma que as tornem tão interessantes a ponto de as pessoas doarem parte de seu tempo para acompanhá-las, como elas acompanham o seu amigo hype no Facebook ou sua banda preferida no My Space.

Com o livre acesso às ferramentas de produção de conteúdo e de divulgação através da web qualquer pessoa pode disputar a audiência com as grandes corporações, desde que ela seja mais interessante, e elas estão sendo.”

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Eu confesso que já ouvi esse papo de fim de consoles de games muitas vezes.

Tenho 32 anos, e jogo games desde a época do Odissey, console que muitos que me lêem agora nem sabem que existiu. Divido minha “vida gamesr” em 2 etapas: A primeira compreende a fase onde tive um Atari 2600, depois passando  pelo Master System, Mega Drive e finalizando no Super Nintendo. Este último foi o que menos joguei, pois já estava deixando os games de console lado.

Nessa fase, que acredito ter começado em meados de 1998, meu interesse por games diminui demais. Cheguei inclusive a pensar que entretenimentoeletrônico não fazia mais a minha cabeça. Virei um jogador de PC. Mas, como nunca tive um computador de ponta, toda vez que tentava rodar grandes games, me frustrava, porque minha máquina nunca suportava aqueles jogos que exigiam muito processamento. Aí, me distanciei dos games.

No entanto, NUNCA deixei de acompanhar os desdobramentos desta indústria fascinante, que chega a movimentar mais dinheiro que a própria indústria do cinema.

Amei marcas como Capcom, Konami, Acclaim, Sega, Electronic Arts, Midway, Takara, entre ouras mil que não me lembro agora, mas que me fizeram muito feliz durante minha infância/adolescência.

Pois bem, resumindo a ópera, em 2003/2004, comprei um Playstation e, na sequência, um Playstation 2. Não teve jeito.

A indústria me fascina. Melhor agora, que videogame virou “coisa de adulto”. Mas, voltando ao título deste post, que provocou todo esse blá blá blá: Os Consoles de Games irão acabar?

Bem, é o que andam falando por aí. Alias, é o que promete um novo serviço, que devrá ser lançado no final do ano: O nome do “vilão” é OnLive (assista o vídeo abaixo).

O OnLive será um serviço onde você poderá jogar vários games “remotamente”. Como assim? Bem, trocando em miúdos, você que tem um PC “tosco”, lento, com aquela placa de vídeo OnBoard, e memória de 512 mega, poderá jogar o game mais sofisticado do mercado que, antes do OnLive, só poderia rodar em uma máquina “que você não poderia comprar”, ou seja, uma máquina de última geração.

Através de um menu, o usuário poderá escolher o game que desejar e sair jogando. O segredo de todo esse “milagre” é que os jogos são executados em servidores para lá de poderosos, localizados nos EUA. Um dos criadores do serviço ainda promete que não haverá qualquer espécie de lag entre as ações do joystick com as ações executadas na tela.

Pois bem, esse seria o outro grande milagre. Até hoje, outros serviços que já prometeram a façanha sequer chegaram perto de realizá-la. Tal façanha é quase que tecnicamente impossível, principalmente tratando-se de um serviço como o OnLive onde, possivelmente, muita gente deverá “se pendurar” para jogar.

Entre as produtoras de games mais conhecidas que já assinaram com o serviço, estão a Electronic Arts e a UBI Soft.

Mas, voltando a pergunta que não quer calar: Os consoles de videogame chegarão ao fim com o sucesso do OnLive? Bem, como o OnLive também permitirá jogar pela TV, através da aquisição de um adaptador menor que um conversor de TV a Cabo, a coisa é realmente promissora.

É difícil responder essa pergunta. Primeiramente, é necessário analisar o serviço, que será lançado dsomente no final do ano. Além disso, tudo deveráa ser perfeito, sem falhas. Não poderá haver lag nos games, os títulos deverão ter apeal suficiente e outras produtoras de renome terão que assinar contrato para engordar a biblioteca de games, entre outros. Ah, isso sem falar que o serviço precisa também fazer sucesso fora dos EUA (por enquanto a única praça onde o serviço estará disponível, devido ao alto custo de instalação de servidores).

Uma coisa é certa: a armazenagem de dados fora do seu computador é algo que certamente será cada vez mais comum. Os consoles de games ainda venderão muito. Eu, muito provavelmente irei comprar mais um. E mais um e mais um. Talvez, depois disso, o OnLive ou outro serviço que funcione de forma parecida, tenha dominado o mundo. Talvez. Até lá, posso ficar tranquilo com o meu saudosismo-romantico-eletrônico.

Assista abaixo uma longa entrevista com um dos fundadores do OnLive:

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Hoje, novamente dando “espiadinha básica” no Twitter da minha esposa @melcarioca, encontrei um vídeo bacana sobre a “arte” de twittar. O vídeo tira um sarro das pessoas fazem uso do serviço apenas para falar o que estão fazendo o tempo todo.

Quem não conhece o serviço e nem o real potencial da ferramenta, ao ver este vídeo, pode até tirar conclusões equivocadas do serviço.

É por isso que eu acho o Twitter um dos serviços web mais difíceis de se explicar. Quando alguém me pergunta o que é e como funciona o Twitter, costumo dizer: “O Twitter é o que você quiser. Só depende das pessoas que você assina (segue).

De qualquer forma, o vídeo é divertido. Check this out!

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Talvez eu esteja falando de algo velho. Francamente, não sei. Mas, aqui fica a dica para pessoas que gostam de assistir vídeos non-stop: iSofa. Acabei de conhecer, e gostei do que vi.

O iSofa é um portal que exibe em sequência ininterrupta, os vídeos mais votados do YouTube. Os vídeos são exibidos em tela cheia e há a possibilidade de visualizá-los em alta definição.

Ideal para festas, eventos ou simplesmente paraa sentar em um sofá e assistir em sequência, já que na TV nem sempre há algo que preste, o iSofa é interessante. Outro ponto positivo é a velocidade de carregamento dos vídeos. Utilizo Net Virtua de 3 Mega e não tive nenhum problemaa em visualizar vários vídeos em sequência

Tudo bem, o serviço não revoluciona e não tem nada de sensacional, já que de certa forma, não passa de um agregador de vídeos. Mas quem disse que tudo precisa revolucionar e reinventar a roda? Além do mais, o iSofa é um tremendo facilitador para quem não tem muita paciência em ficar fuçando vídeos.

Poderia ser melhor se houvesse uma forma de selecionar a exibição de vídeos por castegoria. Mas, talvez esta seja apenas uma versão experimental. De qualquer forma, já há inclusive, publicidade sendo veiculada por lá, de uma forma nada invasiva. Vai lá e confere!

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Certamente você já imaginou como poderá ser o Google Earth em 2020. Sinceramente, acho que o que o vídeo abaixo abpresenta, poderá ser alcançado muito antes de 2020. Espero poder recuperar este post quando o Google Earth for assim.

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