As Redes Sociais são úteis para várias coisas.Para encontrar pessoas que você não via há tempos. Para encontrar aquele seu colega do primário.
Para se relacionar com familiares distantes, transmitir recados rápidos, discutir assuntos em comunidades (muito embora eu não me lembra quando foi a última vez que escrevi algo em alguma comunidade), entre outras mil utilidades.
Mas, uma coisa é certa: expor a vida para milhares de pessoas é um risco. Tanto que a fase onde as pessoas faziam questão de mostrar suas fotos com amigos e familiares para todo mundo, está acabando. Ainda há muita gente que expõe vários dados na rede sem medo. Mas, assim que algo acontece, voltam atrás e passam a ter mais cuidado, liberando acesso a algumas áreas do seu perfil somente para amigos.
Redes Sociais também são muito úteis na divulgação de eventos, especialmente o MySpace e o FaceBook. Este útimo, foi o protagonista de uma cena bizarra, que aconteceu na Inglaterra, em Brighton. Uma garota de 16 anos divulgou uma festa para 100 convidados no Facebook. Acontece que o evento foi descoberto por mais 400 pessoas, através do mesmo Facebook, que invadiram a casa onde a festa foi realizada. Resultado? Casa destruída e muita algazarra. Foram necessárias mais de 10 viaturas para conter a destruição. Leia mais no site do G1.
Bem, com todas as ferramentas web promovendo uma integração nunca antes vista, realmente muita coisa ficou mais fácil, dinâmica e tentadora. Mas cuidado. Muito cuidado com o que vai mostrar para os outros.
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O que vou falar agora, tenho certeza que muita gente vai concordar: Você não gosta do MySpace! Certo? Provavelmente você concordou. Deve pensar: o MySpace tem design ruim, nada funcional e, por que não, é as vezes até complicado.
A disposição das informações não é clara como no Orkut ou, até mesmo no Facebook que, em minha opinião, já foi mais bem organizado.
Pois bem. Temos lido em vários locais, inclusive falei sobre isso neste blog, que o Facebook é a rede social com o maior número de usuários do mundo. A ferramenta, depois que implementou o serviço de tradução para vários países, inclusive o Brasil, começou a crescer sem parar. Esse crescimento é, em sua maior parte, internacional.
Cheguei a imaginar que o Facebook era líder nos EUA. Acredito que você também achava isso. Até porque, quando falamos em qualquer tipo de serviço que é líder no mundo, geralmente ele foi líder primeiramente nos EUA. Porém, hoje o Techcrunch exibiu alguns dados sobre Myspace e Facebook. Observe o gráfico (clique para ampliar):
Através do gráfico, percebe-se que o Myspace lidera com folga o ranking de visitantes únicos. Então o Facebook não é líder nos EUA? Não.
Quem continua a mandar por lá é o velho e “bom” Myspace. Motivo? Música. Bem, que o Myspace possui a melhor estrutura para armazenar músicas em uma rede social, não se pode duvidar. Minha opinião.
Ainda lembro quando li em uma revista – infelizmente não me recordo qual era – sobre uma rede social que permitiria o compartilhamento de música. Devo ter lido isso em meados de 2004, 2005, no máximo. Fiquei maravilhado quando li a matéria, em horário de almoço. Ao chegar na empresa, primeira coisa que fiz foi acessar o Myspace para conferir o serviço.
Montei meu perfil e logo subi algumas mp3 de minha saudosa banda na época. Saudades. Lembro de ter falado para algumas pessoas do escritório sobre o serviço que permitia compartilhar as músicas através de um perfil criado na ferramenta. Costumo ser assim. Quando gosto de algo, preciso contar par ao maior número de pessoas a respeito.
Por vezes, conto para pessoas que nem estão interessadas no assunto. Chego a pensar: “É algo tão comum assim? Será que só eu achei a idéia maravilhosa?”. E o tempo passou. Bem, na realidade o mundo achou a idéia de armazenar e compartilhar músicas através de uma rede social, maravilhosa.
maioria dos artistas que se lançam, têm perfil no Myspace, onde há singles ou versões exclusivas de suas músicas. O que eu acho mais interessante no Myspace é isso. Poder subir músicas, personalizar a página do jeito que o artista deseja, informar a agenda de shows, se relacionar com os fãs, tudo em um único local, é realmente maravilhoso. É comum vermos site oficiais de artistas muito inferiores a perfis de Myspace.
A lei é compartilhar. Socializar. Ter um site sozinho, como uma ilha, não é mais assim tão interessante. Blogs vão ganhando colaboradores, criam parcerias com outros, exibem selos. Isso sem falar na ferramenta do Google, o Friend Connect, que irá fomentar ainda mais essa sociabilização.
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Foi publicado ontem, no TechCrunch, mais um artigo falando sobre a maior rede social japonesa, o MIXI. Dessa vez, a consultoria comScore revelou alguns números que quantificam a disparidade na liderança da rede. Para surpresa geral, mesmo com números baixíssimos de visitantes únicos, o Orkut aparece na lista na frente do Facebook.
O MIXI tem 3 motivos principais para liderar o mercado japonês de redes sociais:
1. É praticamente 100% acessível via celular, o que possibilita a ele uma larga vantagem, já que japoneses são “canibais de celular”;
2. Japoneses são mais preocupados com segurança e privacidade, além de preferirem ficar como anônimos em muitos casos;
3. Facebook e Myspace demoraram demais para entrar no Japão, o que fez com que o MIXI conquistasse o mercado sem concorrentes.
Dê uma conferida nos dados de acesso das redes sociais. O número de visitante únicos está em milhões.
Fonte: TechCrunch
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Quando falamos em redes sociais mundo afora, todos lembram, principalmente, do MySpace e Facebook. Mas não é assim em todos os lugares. No Brasil, o Orkut lidera com folga o ranking de redes sociais.
No Japão, um gráfico revelado através do Google Trends, publicado pelo blog de tendências e startups baseadas no modelo Web 2.0, o excelente TechCrunch, mostra que nem MySpace, nem Facebook e, muito menos o nosso querido Orkut fazem sucesso por lá.
O lançamento de serviços na Web é semelhante a serviços offline: o sucesso deles depende muito de questões culturais. Isso talvez explique o fato de o Google não emplacar na China e em outros países.
No Japão, a rede social com a maior audiência e número de usuários cadastrados é o MIXI. Um fato que me chamou bastante a atenção foi a home do site.
Lá há a possibilidade de compar um espaço publicitário para divulgar produtos, filmes, entre outros. Funciona como uma espécie de Outdoor online.
No momento, a home do MIXI está veiculando uma peça de Batman, o Cavaleiro das Trevas, que estreará por lá somente no próximo Sábado, dia 9.
Fico imaginando quanto paga um anunciante para anunciar com exclusividade na home da maior rede social de um país.
(*) Post publicado originalmente no blog da TrendHunter, onde também escrevo todas as semanas.
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Saber das últimas novidades. É o que a maioria das pessoas está em busca na Web. Pelo menos quem quer aprender com tanto conteúdo disponível. Alguns buscam apenas informações aleatórias. Outros, mais especialistas, buscam informações de última hora, furos de notícia ou, simplesmente algo com que podem aperfeiçoar seus conhecimentos.
Blogs, Twitter, Listas de Discussão, Fórums, Sites e Redes Sociais. Aí entra o Radinho.
O Radinho era, basicamente, uma lista de discussão especializada em discutir propaganda e tecnologia. Com um número cada vez maior de cadastrados, as discussões eram cada vez mais intensas e interessantes.
No entanto, na semana passada, seu criador e administrador Renê de Paula, resolveu deixar a sua criação por não conseguir mais se dedicar à lista como antigamente, devido ao número cada vez maior de mensagens enviadas, o que dificultava a administração da lista.
Mas, Renê não conseguiu se desvincular do Radinho. Parece que os “ruídos diarios do rádio” tinha conquistado seu criador. .Renê lança então o Radinho de Pilha. O Radinho evolui, de uma lista de discussão para uma Rede Social, criada a partir da plataforma Ning, uma plataforma que permite que qualquer um crie a sua própria rede social.
Mas e agora? Quando as discussões aconteciam de forma intensa na lista de discussão, assuntos relacionados a publicidade, tecnologia, informática, gadgets e afins, se misturavam.
Dessa forma, alguém que possuia interesse em publicidade acabava lendo e, muitas vezes, até se envolvendo em discussões relacionadas a gadgets, tecnologia que, caso a lista fosse segregada por tema, esse leitor nunca teria tomado o conhecimento.
Eis a questão. Com a migração do Radinho original, que era baseado em uma lista de discussão envolvendo diversos temas para uma Rede Social, separada por comunidades, o que aconteceu? Em minha opinião, grande parte da “graça” do Radinho se esvaiu. A Rádio deixou de atingir “longas ondas”, pelo menos até o momento. Mas como diz o próprio Renê, “o Radinho de Pilha é um work-in-progress ou melhor, um work-for-progress”.
Muitos que faziam parte da lista de discussão ainda não migraram para a rede social. Talvez, com a migração de um volume maior de usuários, o novo Radinho passe a ser tão dinâmico quanto o seu antecessor. A proposta da rede social é genial. Há comunidades relacionadas a Comunicação 2.0, Mobile, Geeks, Desenvolvedores Web, Vagas no Mercado, entre outros.
Além disso, grande parte dos recursos presentes em outras redes sociais estão lá. Mas, a impressão qu tenho é que as comunidades acabaram por isolar uma “comunidade unida”. Uma comunidade que só se entendia quando era misturada. Era a comunidade do Radinho!
Caso você não conheça o novo Radinho, que agora se chama Radinho de Pilha, não deixe de visitar a rede social. Você pode ser beneficiado em termos de networking com gente especializada e experiente no mercado. Se você é entusiasta ou trabalha com Publicidade e Tecnologia, acredito que cadastrar um perfil por lá é questão de OBRIGAÇÃO! Experimente!






















