A Publicidade Online hoje está pulverizada em várias formas de contato com o o público ao qual ela se destina. Antigamente, tinhamos apenas os banners e o famoso pop-up do UOL.

Agora há as Mídias Sociais, Links Patrocinados, E-Mail Marketing e cada vez mais experimentação, uma vez que é notável o crescente surgimento de novos veículos e serviços online. Muita gente pensa que banners não funcionam, que banners são coisa do passado.

Francamente, sou um cara que não é fácil de ser impactado pelos ditos “banners”, mesmo trabalhando com Planejamento de Mídia Online. Mas, um Arroba Banner (aquele retângulo ou quadrado que é inserido dentro do conteúdo), quando é bem produzido e a peça conta com um ‘call to action’ realmente impactante, sou ‘pego’.

Enfim, formatos Rich Media (geralmente peças com bastante animação e produções fora do padrão normal) também conseguem me chamar a atenção. Fora isso, não presto muito a atenção em outros formatos. Eles não me atingem.

Falando em formatos impactantes, separei hoje dois anúncios que realmente me impactaram. Para visualizá-los, basta clicar em cima:

- Volkswagem: este anúncio é sensacional. Já vi coisas parecidas no Brasil também. É um formato que não é frequentemente veiculado, principalmente pelo auto custo. Trata-se de uma peça que, assim que o usuário clica, é possível interagir como carro, podendo dar a marcha ré e atravessar 2 sites, como se na internet, os sites ficassem sempre um do lado do outro. link: http://www.judgehere.no/volkswagen/innovation/en/rearView/ad.html

- Honda: este anúncio da Honda é sensacional. Há a simulação de um balé de luzes, onde vários Honda se encontram em um pátio. Quando você clica para começar a assistir o vídeo (hospedado no Vímeo), a tela escuresse e o balé das luses tem início. Logo, começa a amanhecer, e a tela começa a exibir os primeiros raios solares, até que o sol brilha em toda a tela. Assista com som ativado, já que a música veiculada é  ‘Let it Shine’, de Gwen Tomas e Berend Dubble e tem total pertinência com o tema do comercial, ‘Deixe brilhar’. link: http://vimeo.com/4281939

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Acontecerá nos próximos meses, em 6 capitais brasileiras (Belo Horizonte/MG, Salvador/BA, Curitiba/PR, Porto Alegre/RS, Rio de Janeiro/RJ e São Paulo/SP), o 11º Encontro Locaweb de Profissionais de Internet.

O Encontro Locaweb de Profissionais de Internet é um dos principais eventos de tecnologia e internet do Brasil. Um encontro anual que é realizado desde 1998, e já reuniu mais de 11.000 pessoas. Em sua 11º edição, o evento será realizado em 6 cidades, levando conteúdo relevante para você que trabalha com internet.

Veja a programação com renomados profissionais do mercado que apresentarão tendências, conhecimentos técnicos, informações sobre o mercado e muito mais.

programacao

Update:

Confira a edição de BH pelo Youtube e pelo Flickr.

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Realidade Aumentada, R.A., é a mais nova modinha da comunicação. Nas últimas semanas, muito foi falado sobre a nova forma de envolver pessoas com produtos.

Mas que diabos é a R.A.? Em poucas palavras trata-se de um sistema que reconhece uma imagem apontada para uma webcam. Essa imagem possui um código, que é interpretado e reconhecido por um hotsite promocional, por exemplo.

Ao ser reconhecido, o código dispara uma animação que pode ser vista na tela do computador, no lugar do código que aparece na embalagem do produto que o usuário está apontando para a webcam. Mais simples que ler a respeito, é ver o sistema funcionando. Veja abaixo:

O vídeo acima demonstra a ação em funcionamento.

A partir de manhã, qualquer pessoa que comprar Doritos Sweet Chili (edição limitada), poderá interagir experimentar a relidade aumentada e interagir com os personagens da campanha que, segundo a agência CUBOCC, são mais de 200 mil combinações de “monstrinhos”. O Brainstorm#9 dá mais detalhes sobre a campanha.

Para ver mais sobre Realidade Aumentada, assista os 2 vídeos abaixo, um deles uma campanha da SKOL:

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Você é fanático por assistir vídeos no YouTube?

Bem, eu também gosto mas estou longe, muito longe de fazer o que propõe o designer industrial Ignacio Pilotto: fazer com que a vida se tornasse um eterno vídeo do YouTube.

Logicamente, uma tremenda bobagem. No entanto, o efeito provocado quando o selo é colado em uma TV é bem bacana. O Designer recomenda ainda que eles sejam colados até em microondas! OMG, quanta asneira.

De qualquer forma, é algo destinado para aqueles fanáticos que passam o dia inteiro fazendo sátiras e outros vídeos inúteis para a sociedade.

Via Blue Bus

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O SuperBowl é famoso por exibir, durante os intervalos, os comerciais mais caros da TV americana. Fala-se que, este ano, anunciantes pagaram até US$ 3 milhões para veicular seus anuncios nos intervalos dos jogos.

Mããããs, o que chamou a atenção deste blog foi um anuncio do HULU (aquele site que oferece filmes e séries gratuidamente na Web que, até agora, não tem uma versão internacional) veiculado no SuperBowl. Até então, a empresa nunca tinha feito anuncio “offline” e este foi feito para TV.

Além disso, o anuncio tem um tom M.I.B., e exibe extraterrestres trabalhando no portal. Ah, ainda tem o Alec Baldwin, o bad boy eterno, apresentando o HULU. O comercial passa uma imagem de dominação. Algo que irá tomar conta do mundo. Pretenção demais? Ou somente o rumo natural da mídia?

Fico com o último, pra variar. Confira o comercial abaixo:

Via: Tiago Dória
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Ontem, no portal Cotidiano, da Universidade Federal de Santa CatarinaUFSC, dei uma breve entrevista sobre Spam, publicidade online, mídias sociais e tendências relacionadas a este mercado.

A entrevista foi realizada através de e-mail, o que me deixou bastante a vontade para estruturar melhor minhas idéias. Confesso que não imaginava ter escrito tanto.

O conteúdo da entrevista, transcrito na íntegra, segue abaixo. Participe através dos comentários caso discorde de algum ponto ou tenha algo a acrescentar. Vamos lá:

- O e-mail, com a demonização do spam, ainda pode ser considerado uma ferramenta de marketing eletrônico?

O e-mail pode, sim, ser considerado uma ferramenta de marketing eletrônico. Há, hoje, diversas ferramentas que segmentam o disparo de e-mails de forma bastante eficaz. É possível, por exemplo, segmentar por idade, sexo, cidade, perfil, renda, entre outros. O chamado “e-mail marketing” é veiculado, com mais eficácia, dentro de newsletters de portais de conteúdo. Como esses portais possuem, geralmente, uma base de usuários cadastrados bastante grande, devido à exigência de inscrição para poder utilizar alguns serviços, torna-se bastante viável utilizar uma base de usuários de um portal. No entanto, a utilização de sites verticais (especializados em um assunto específico = maior segmentação) em uma campanha tende a gerar resultados melhores.

- Você considera uma empresa que aposta no spam como forma de divulgação atrasada, para dizer o mínimo?

Sim. Enviar e-mails para uma grande base sem qualquer forma de segmentação e sem um target específico definido não só é uma forma de divulgação atrasada, como também desperdício de tempo e descontrução de marca, já que a maioria das pessoas que recebem este tipo de e-mail manifestam alguma espécie de irritação.

- Quais são as formas mais eficientes de marketing eletrônico, hoje em dia?

O termo “marketing eletrônico” talvez não englobe todas as possibilidades existentes hoje no mercado de marketing on-line. Talvez “publicidade on-line/digital” ou mesmo “marketing on-line”, como já descrito, traduzam melhor o que há disponível hoje neste mercado. Dentro das formas mais eficientes, podemos citar a mídia on-line em sites.

A veiculação de banners pode até ser antiquada para alguns, mas hoje os formatos “rich media”, que permitem uma maior interação com os usuários através das peças veiculadas, tendem a gerar mais resultado: essas peças possuem um formato mais atraente, o que estimula a interação com o formato veiculado. Partindo para as novas formas de se fazer publicidade on-line, podemos citar as estratégias em mídias sociais, que já estão se tornando bastante corriqueiras dentro do planejamento de mídia on-line de diversas agências.

Esse tipo de estratégia aborda publieditoriais em blogs (inserção de posts patrocinados), patrocínio de comunidades no Orkut (área de descrição da comunidade e atuação de usuários que gerenciam a marca dentro das comunidades), criação de perfil no Twitter (ferramenta de microblogging que está começando a se popularizar pela facilidade de uso e pelo potencial de atrair usuários e divulgar promoções instantâneas), atuação em fóruns, listas de discussão e sites de crowdsourcing (sites moderados pelos próprios usuários, que cuidam do rankeamento das notícias mais interessantes), entre outros.

Além disso, a criação de hotsites e a veiculação de propaganda inserida dentro de conteúdo específico, juntamente com as estratégias citadas anteriormente, formam o conjunto para uma estratégia de propaganda on-line bem sucedida. Estar ligado às novas tendências e atento para aonde os usuários estão indo na web, é de suma importância para qualquer profissional que atua no mercado de propaganda e marketing on-line.

- O que ainda está por vir?

Podemos esperar, cada vez mais, ferramentas sociais, onde os usuários tenderão a interagir e a gerar conteúdo com cada vez mais frequência. Os “novos jovens”, já estão nascendo dentro da realidade da Web 2.0. Muito em breve, a web não será mais uma mídia diferenciada. Para os jovens que estão chegando, a web já é mídia tradicional. As ferramentas serão cada vez mais rápidas no que tange ao compartilhamento de informações. Ferramentas de microblogging, como o Twitter, são apenas um exemplo desta tendência que já está se concretizando. Blogs, apesar de cada vez mais influentes, estão começando não a perder, mas a compartilhar espaço com microbloggings, que são mais dinâmicos e muito mais velozes no compartilhamento de dados. Estar sempre pronto para utilizar novas ferramentas é essencial.

- O spam, como forma de marketing, vai morrer?

O spam talvez nunca morra. Sempre haverá pessoas que acreditam que propagar uma mensagem para a massa é mais eficaz do que segmentar essa mensagem. Atuar em nichos é hoje muito mais interessante. Hoje, poucas pessoas podem fazer muito barulho, graças às ferramentas disponíveis na Internet e ao poder que cada uma delas tem de gerar audiência para si. O velho ditado continua valendo: “Quantidade não é sinônimo de qualidade”. Essa frase resume tudo.

- Como funciona uma consultoria dada pela sua empresa?

Minha empresa trabalha como uma espécie de “braço on-line” para agências que ainda não trabalham com mídia on-line para seus clientes. Também trabalhamos com agências que já planejam algo neste sentido, mas que precisam de auxílio no planejamento de campanhas.

Elaboramos planos de mídia on-line em sites segmentados e portais genéricos (banners e formatos diferenciados), projetos especiais de conteúdo (que prevêem a elaboração de conteúdo patrocinado por determinado cliente) e Estratégias em Mídias Sociais (blogs, Orkut, Twitter, fóruns, listas de discussão, entre outros).

Dado o briefing, pensamos na melhor forma de o cliente atingir o resultado almejado. Há casos onde precisamos utilizar todos os itens descritos acima. Já em outros casos, apenas um e assim por diante. Tudo depende do target a ser atingido, do problema a ser resolvido e do que o cliente prefere. Nós apenas recomendamos.

A matéria, em sua íntegra, você pode conferir aqui.

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O Youtube, de uns tempos pra cá, ganhou alguns ups, dentre eles as anotações no vídeo, novos estilos de players, novos widgets, novas APIs, um analisador de visualizações, um sistema de propagandas contextuais, capacidade para vídeos de alta definição, e agora, a possibilidade de inserção de closed caption. Sim, legendas como se usa em filmes DivX.

A novidade é quentinha, saiu ha poucas horas no Youtube Blog, e tem diversas funções. Além de facilitar muitas vezes a compreensão do áudio de uma locução e tradução para vídeos em outros idiomas, também permite acessibilidade aos deficientes auditivos.

Você já pode inserir legendas em um vídeo já publicado, acessando My Videos, clicando em “Edit” e em “Captions and Subtitles”. Você poderá inserir legendas em até 120 idiomas, mas sendo um arquivo para cada idioma. Para visualizar as legendas de um vídeo, basta clicar no botão “cc” (closed caption) no canto inferior direito do player, porém esta opção só estará visível em vídeos com legendas já inseridas. Neste botão também é possível alternar entre as opções de idiomas disponíveis.

A princípio só serão suportadas as legendas simples compatíveis com os formatos conhecidos como SubViewer (*.SUB) e SubRip (*.SRT). Embora seja possível enviar legendas em qualquer formato, apenas os formatos suportados são exibidos corretamente no player.

Outra limitação que provavelmente será superada, é a exibição de legenda, somente quando visualizado no próprio site do Youtube. Para os players inseridos em sites de terceiros (embed players), esta opção ainda está inativa.

O formato suportado consiste em texto dividido em segmentos de legendas separados, em ordem cronológica. Cada legenda deve ter três partes:

  1. Um time-code (especifica quando a legenda deve ser exibida e por quanto tempo)
  2. O texto da legenda (uma ou mais linhas de texto, e deve ter codificação UTF-8)
  3. Uma linha em branco (a linha em branco é usada para marcar o fim de cada legenda)

O tempo é medido a partir do início do vídeo, nestas unidades:

  • HH – Horas começando às 00
  • MM – Minutos (00-59)
  • SS – Segundos (00-59)
  • FS – Frações de segundos (0-999)

Os seguintes formatos de time-code são compatíveis:

  • HH:MM:SS.FS,HH:MM:SS.FS – A exibição da legenda começa na primeira marca de tempo e pára na segunda. Isso é compatível com o formato SubViewer.
  • HH:MM:SS,FS –> HH:MM:SS,FS – A exibição de legendas começa na primeira marca de tempo e pára na segunda. Para que haja compatibilidade total com o formato SubRip, um “número de legenda” também pode preceder esse time-code.
  • HH:MM:SS.FS – A exibição de legendas começa nessa marcação de tempo, mas não foi definido o tempo de parada. Tentaremos encontrar um tempo de parada adequado.

Exemplo:

0:01:23.000,0:01:25.000
Texto exibido a 1 minuto e 23 segundos de vídeo, durante 2 segundos

0:02:20.250,0:02:23.8
Texto exibido a 2 min e 20,25 s, até 2 min, 23,8 s

0:03:14.159
Texto exibido a 3 min, 14.159 s, com duração indefinida.

Alguns parceiros do Youtube já começaram a usar legendas para oferecer uma melhor compreensão dos seus vídeos (mesmo com o som desligado):

- BBC Worldwide: são fornecidas legendas em cinco idiomas diferentes neste clip do Top Gear.
- CNET: opniões de produtos do blog CNET’s Crave.
- UC Berkeley: do Opencast Project Open House.
- MIT: palestras completas sobre temas como Física.
- Gonzodoga: Legendas em inglês desta maravilhosa animação japonesa.

Agora nos resta saber as soluções criativas que surgirão a partir do uso desta ferramenta.

Para saber mais sobre como usar as legendas, acesse a Central de Ajuda.

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Muito tenho falado do YouTube por aqui. Talvez seja pelo fato de sempre haver algo relacionado a ele na mídia, sempre algo novo.

E desta vez não é diferente. Foi anunciado ontem uma notícia bombástica: o YouTube irá permitir o upload de vídeos de até 1GB que, em média, resulta em um vídeo com uma duração em torno de 1h 38min.

A princípio, a funcionalidade estará disponível apenas para parceiros de conteúdo. Mas, não é difícil crer que logo será possível que qualquer um suba vídeos de longa duração. Mas, por traz de tudo isso, há quem diga que a Google só tomou essa decisão graças ao crescimento acelerado do HULU. O HULU é um site que disponibiliza filmes, séries e desenhos animados completos e gratuitos para residentes nos EUA.

É um site legal juridicamente falando, já que se trata de uma parceria com a NBC e a Fox o que, de certa forma, já lhe garante audiência e credibilidade. Ele já é um dos 10 sites de vídeos com mais audiência nos EUA. O site é sustentado através de um modelo de publicidade online. Pois bem, o que isso tudo tem a nos dizer? Que impacto isso traz para a TV e para a Internet?

Para a Internet é fácil. Como já prevíamos, não só a publicidade está migrando para a TV (na Inglaterra, por exemplo, está previsto que o investimento em Internet irá ultrapassar, ainda este ano, os investimentos em publicidade na TV!), mas também o conteúdo. O HULU já exibe muitos dos programas de grande audiência da TV. No HULU você pode assistir os programas quando quer, quantas vezes quiser.

Logicamente a Google não ficaria só olhando tudo isso, permitindo apenas a exibição de vídeos de curta duração e de difícil monetização. Agora, a estratégia é não ficar atrás do HULU, que já segue uma tendência. Com a exibição de programas maiores e de grande audiência, adotar modelos de publicidade mais eficazes torna-se uma tarefa muito mais fácil, já que o usuário ficará mais tempo assistindo aos vídeos.

Não estou falando dos velhos comerciais de 30 segundos, apesar de acreditar que esse formato ainda terá chance através destes portais. No entanto, acredito que o formato que mais trará resultados será aquele que utilizar a interatividade (recurso implementado pelo Google no YouTube há poucos dias) de forma inteligente, permitindo que usuários possam comprar roupas, eletrodomésticos ou qualquer objeto que apareça na tela, já que agora é possível criar links dentro dos vídeos apontando para outros endereços.

E a TV? Bem, principalmente na Europa, os investimentos em propaganda na televisão estão tendo um decréscimo acentuado. No Brasil e no resto do mundo, tende a acontecer o mesmo, mas de forma mais lenta. Novamente, com todos esses acontecimentos, não há como negar: A Internet é a mídia não só do momento, mas está começando a se transformar na principal mídia do mercado. Que assim seja.

(*) Post publicado originalmente no blog da TrendHunter, onde também escrevo todas as semanas.

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