Billboard. Bem, ela continua aÃ, apontando as musicas mais ouvidas, bandas revelação e, por que não, colocando no topo da lista o que a indústria quer?
Não haverá um modelo de negócios definitivo para a industria da música. Várias formas de lucrar com distribuição estão surgindo. São diversos nichos. Cada pais do seu jeito, cada cultura ditando caminhos diferentes. Distribuição gratuÃta ou iTunes?
Não, não estou falando dos MashUps Musicais. Estou falando de música orgânica mesmo, baixo, bateria, voz, guitarra, teclado. Tudo feito à distância, material original e não remixagem. Falo de uma banda que nunca será revelada, mas que poderá se destacar justamente por isso. Será que a música funcionaria assim, à distância? Você acha que os artistas devem permitir a participação de ouvintes no processo criativo? Para você isso faria com que as bandas perdessem sua identidade?
Poucas vezes tive uma sensação tão boa ao conhecer um novo serviço web. Satisfação. UAU. Alegria. Sorriso bobo estampado em minha face. Exagero da minha parte? Garanto que não. Bem, vá lá conhecer. Clique aqui e prepare seus ouvidos.
Compartilhar músicas ficou ainda mais legal que antes. Com a Last.FM, muitos acreditavam que o serviço era o máximo em termos de conhecer o gosto musical de outras pessoas. Eu, particularmente, nunca fiz muito uso dele. Eis que surge o BLIP.fm, juntamente com um novo verbo: BLIPAR!
Eu só espero que o serviço não venha a sofrer do mal do Twitter e torne-se instável. Espero que seus desenvolvedores tenham se precavido para a demanda que estão recebendo.