Ao ver o trailer de mais uma animação em 3D, eu pensei justamente isso “mais uma animação em 3D”.
Vendo a programação de cinema, eu procurava algo divertido e talvez banal. Só pelo simples ato de ir ao cinema. Meus amigos, queriam ver a animação do dragão. Pois ao verem o trailer que passou antes de Avatar, ficaram maravilhados; visto que foi sua primeira experiência em 3D.
Vamos nessa! Escolhido o filme, vamos às opções: legendado ou dublado? Meus amigos são xiitas e não abrem mão de filmes legendados. Pra mim, tanto faz, mas um filme em 3D legendado, seria algo novo. Aceitei embarcar nessa nova jornada. Tirando o fato dos óculos 3D do cinema em questão atrapalharem muito, pois as lentes são pequenas com bordas espessas e são entregues com lentes sujas,… esperem! Tem alguém sentado na minha poltrona. Isso é muito desagradável! Mas sem problemas. O cidadão se levanta do meu lugar.
Trailers, trailers e trailers. Faz parte do cinema. Curiosamente eu não vi aquelas enormes propagandas inoportunas de produtos aleatórios que nos forçam a ver antes que possamos desfrutar de trailers e do filme em si. Ou, se houveram propagandas, foram anteriores à minha chegada.
Antes de começar, vale lembrar que durante o filme ocorreram várias conversas e até telefone tocando durante a projeção. Fora alguns espaçosos sem educação que ficam batendo e colocando os pés sobre os encostos das poltronas à sua frente, incomodando uma fileira quase que inteira. Pra não ficar mais chato que já estou, vou interpretar os dois flashes que vi como obra da minha imaginação. Normalmente se pensa que crianças é que fariam isso, mas eu estava na sessão das 22h20. WTF?
O.K.! Vamos lá!
Como falei anteriormente, minhas expectativas eram das menores, visto que era mais uma animação 3D com personagens cartunescos. Algo normalmente divertido, mas só.
Já nas primeiras falas do filme, ficar lendo as legendas é uma tarefa árdua. A simplicidade do enredo, a facilidade do contexto, mais a simplicidade dos diálogos, permitiu que eu não me ativesse muito às legendas e mais ao visual. E isso foi ótimo, pois todo o trabalho de construção visual do “ambiente” ou “cenário” da história foi de tal beleza, que não havia como tirar os olhos “daquilo”. O “passeio” por tais lugares é algo incrível.
Como eu disse, a história é simples, mas não deixa de ser muito interessante e foi me prendendo a atenção. Clichês? Se houve, não percebi, pois minha atenção era noutras coisas. Claro que histórias de superação e de nerds se dando bem, já são conhecidas, mas quem liga?
Algumas “tiradas” me lembraram o filme Águia de Aço (Iron Eagle, 1986). Quem conhece, entenderá o que digo. Mas isso não compromete a originalidade do filme. Em determinado momento, eu rezava para não haver clichê e pensava “Surpreenda-me, por favor!”. Minhas preces foram atendidas. E foram além. A partir de certo ponto, cada coisa que você acha o “curso normal”, acaba dando uma virada. O conceito “final feliz”? Não sei. Eu ainda estou revendo tal conceito.
Sobre o “3D que atira coisas no espectador”, não vi nada que chegasse a tal ponto. Achei sóbrio nesse sentido. Acho difícil falar mais que isso sem que acabe soltando um spoiler. Minha longa introdução com “chatices” foi pra chegar ao resultado final:
Mesmo com todas as “adversidades” citadas, eu saí com um saldo positivo enorme com relação ao filme e na “ida ao cinema” como um todo. Tudo que aconteceu de ruim, não foi suficiente para tirar meu sorriso e nem a minha sensação de ter assistido à um incrível filme!
Recomendo fortemente. Assista legendado ou dublado, mas assista! Um dos meus amigos – André, saiu da sala de projeção com um desejo fixo “Eu quero ter um dragão!”. Já o Daniel ainda parecia meio hipnotizado. Será que isso é o suficiente?
Digo mais! Se na última premiação do Oscar, “Up – Altas Aventuras” foi indicado aos prêmios de melhor filme e melhor animação, isso é o mínimo que espero de “Como Treinar O Seu Dragão”.
Nota: 




Fique com o trailer abaixo:
Nota: Conteúdo fornecido por Renato Carneiro, em antiga parceria com o Geração Internet.
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Hoje fiquei sócio do NETMOVIES, serviço que permite a entrega de DVDs em casa. A comodidade é total. O serviço já existe há algum tempo.
A nova é o GAMES EM CASA. Conheci a novidade através do twitter da @janazen. De forma semelhante ao NETMOVIES, o serviço entrega na sua casa, games de videogames da geração atual.
Fico pensando… ok, Playstation 3 ainda não suporta games pirata. Mas, todos os outros consoles aceitam. Quem, ao invés de comprar o game pirata, prefere alugar o original? Ninguém, se o sistema do GAMES EM CASA não fosse igual ao NETMOVIES.
A vantagem? Você faz a lista dos games que quer jogar e recebe em casa um a um. No entanto, você pode ficar com o game o tempo que quiser, dependendo do pacote que você assina. Quando cansar do título, solicita a devolução e o motoqueiro irá trazer o próximo da lista.
Tá aí uma alternativa bem bacana para quem não tem como comprar o game original e prefere ficar longe dos piratas.
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Eu confesso que já ouvi esse papo de fim de consoles de games muitas vezes.
Tenho 32 anos, e jogo games desde a época do Odissey, console que muitos que me lêem agora nem sabem que existiu. Divido minha “vida gamesr” em 2 etapas: A primeira compreende a fase onde tive um Atari 2600, depois passando pelo Master System, Mega Drive e finalizando no Super Nintendo. Este último foi o que menos joguei, pois já estava deixando os games de console lado.
Nessa fase, que acredito ter começado em meados de 1998, meu interesse por games diminui demais. Cheguei inclusive a pensar que entretenimentoeletrônico não fazia mais a minha cabeça. Virei um jogador de PC. Mas, como nunca tive um computador de ponta, toda vez que tentava rodar grandes games, me frustrava, porque minha máquina nunca suportava aqueles jogos que exigiam muito processamento. Aí, me distanciei dos games.
No entanto, NUNCA deixei de acompanhar os desdobramentos desta indústria fascinante, que chega a movimentar mais dinheiro que a própria indústria do cinema.
Amei marcas como Capcom, Konami, Acclaim, Sega, Electronic Arts, Midway, Takara, entre ouras mil que não me lembro agora, mas que me fizeram muito feliz durante minha infância/adolescência.
Pois bem, resumindo a ópera, em 2003/2004, comprei um Playstation e, na sequência, um Playstation 2. Não teve jeito.
A indústria me fascina. Melhor agora, que videogame virou “coisa de adulto”. Mas, voltando ao título deste post, que provocou todo esse blá blá blá: Os Consoles de Games irão acabar?
Bem, é o que andam falando por aí. Alias, é o que promete um novo serviço, que devrá ser lançado no final do ano: O nome do “vilão” é OnLive (assista o vídeo abaixo).
O OnLive será um serviço onde você poderá jogar vários games “remotamente”. Como assim? Bem, trocando em miúdos, você que tem um PC “tosco”, lento, com aquela placa de vídeo OnBoard, e memória de 512 mega, poderá jogar o game mais sofisticado do mercado que, antes do OnLive, só poderia rodar em uma máquina “que você não poderia comprar”, ou seja, uma máquina de última geração.
Através de um menu, o usuário poderá escolher o game que desejar e sair jogando. O segredo de todo esse “milagre” é que os jogos são executados em servidores para lá de poderosos, localizados nos EUA. Um dos criadores do serviço ainda promete que não haverá qualquer espécie de lag entre as ações do joystick com as ações executadas na tela.
Pois bem, esse seria o outro grande milagre. Até hoje, outros serviços que já prometeram a façanha sequer chegaram perto de realizá-la. Tal façanha é quase que tecnicamente impossível, principalmente tratando-se de um serviço como o OnLive onde, possivelmente, muita gente deverá “se pendurar” para jogar.
Entre as produtoras de games mais conhecidas que já assinaram com o serviço, estão a Electronic Arts e a UBI Soft.
Mas, voltando a pergunta que não quer calar: Os consoles de videogame chegarão ao fim com o sucesso do OnLive? Bem, como o OnLive também permitirá jogar pela TV, através da aquisição de um adaptador menor que um conversor de TV a Cabo, a coisa é realmente promissora.
É difícil responder essa pergunta. Primeiramente, é necessário analisar o serviço, que será lançado dsomente no final do ano. Além disso, tudo deveráa ser perfeito, sem falhas. Não poderá haver lag nos games, os títulos deverão ter apeal suficiente e outras produtoras de renome terão que assinar contrato para engordar a biblioteca de games, entre outros. Ah, isso sem falar que o serviço precisa também fazer sucesso fora dos EUA (por enquanto a única praça onde o serviço estará disponível, devido ao alto custo de instalação de servidores).
Uma coisa é certa: a armazenagem de dados fora do seu computador é algo que certamente será cada vez mais comum. Os consoles de games ainda venderão muito. Eu, muito provavelmente irei comprar mais um. E mais um e mais um. Talvez, depois disso, o OnLive ou outro serviço que funcione de forma parecida, tenha dominado o mundo. Talvez. Até lá, posso ficar tranquilo com o meu saudosismo-romantico-eletrônico.
Assista abaixo uma longa entrevista com um dos fundadores do OnLive:
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Eu sempre quis lançar um portal. Sempre tive idéias. Idéias, sabe? Muitas mirabolantes. Bem, para falar a verdade, a maioria delas, para não dizer todas. Antes de vir morar em São Paulo, encontrava poucas pessoas interessadas em investir em Web em Floripa, minha terra natal.
Esse foi um dos motivos que fizeram com que eu migrasse para São Paulo, onde o mercado web é pujante e não faltam pessoas dispostas a empreender e arriscar muito em projetos online. Sem mais, apresento a todos vocês, o GALERA DO TOBOGÃ. No momento, trata-se de um hotsite para veicular um “campeonato de textos”. Explico.
O projeto foi todo idealizado pelo Renato Sansão, do Clube dos Pentelhos, em parceria comigo. O portal será focado em futebol, paixão da maioria dos brasileiros. Sempre falei que futebol é quase como pornografia na Web. Neguinho passa a madrugadas a fio discutindo sobre seu time do coração pela rede, seja em blogs, foruns, redes sociais.
A idéia veio por aí, quando Sansão me apresentou o blog do Parmerista. O blog, indicado para torcedores
Palmeirenses, me deixou surpreso com o número de comentários e a participação ativa dos leitores, que se tornaram fiéis. Todo mundo sabe: futebol é vício. E na Web, não poderia ser diferente.
O Galera do Tobogã, até o início de Abril, é um hotsite que lança um “campeonato” que irá selecionar 4 blogueiros para representar os 4 maiores times de São Paulo: Corinthians, São Paulo, Santos e Palmeiras.
Qualquer interessado em futebol e poderá enviar textos de até 20 linhas, em média, para análise da equipe. O conteúdo dos textos deverá responder a seguinte pergunta: Por que você deverá ser escolhido como blogueiro do seu time?
O melhor texto de cada candidato de cada time, será selecionado pela equipe do “Tobogã”. Ao final deste mês, reuniremos em um bar os 4 selecionados e apresentaremos como o projeto funcionará, passo a passo.
Em Abril, o portal completo será lançado. Totalmente interativo (para não utilizar o termo 2.0, que muitos já afirmam estar com os dias contatos, como cita o Tiago Dória em seu blog), com várias promoções e outras surpresas. Será o início do “vuco-vuco”.
Os 4 escolhidos no final de Março, irão “falar” no portal através de codimonomes. Mas, os “personagens” que darão vida ao portal têm vida própria e inclusive já podem ser acompanhados via Twitter: Kidpalestra (o Palmeirense), Zé Gavião (o Corinthiano), Juca Peixeira (o Santista) e Paulinho Morumba (o São Paulino).
Se futebol é a sua cachaça e você gostaria de assumir no portal, um dos personagens acima, não deixe de enviar o seu texto. Mostre jogo dde cintura, humor e, principalmente, conhecimento sobre o seu time. Utilizaremos basicamente esses critérios para julgar quais serão os 4 felizardos que irão representar seus times e ganhar prêmios e outras vantagens que não têm preço.
Caso não queria enviar um texto, mas tenha interesse em ser notificado quando o portal for lançado, mande um email para a nossa equipe no endereço contato@galeradotoboga.com.br
Acesse o hotsite através da url http://www.galeradotoboga.com.br e PARTICIPE!
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Talvez eu esteja falando de algo velho. Francamente, não sei. Mas, aqui fica a dica para pessoas que gostam de assistir vídeos non-stop: iSofa. Acabei de conhecer, e gostei do que vi.
O iSofa é um portal que exibe em sequência ininterrupta, os vídeos mais votados do YouTube. Os vídeos são exibidos em tela cheia e há a possibilidade de visualizá-los em alta definição.
Ideal para festas, eventos ou simplesmente paraa sentar em um sofá e assistir em sequência, já que na TV nem sempre há algo que preste, o iSofa é interessante. Outro ponto positivo é a velocidade de carregamento dos vídeos. Utilizo Net Virtua de 3 Mega e não tive nenhum problemaa em visualizar vários vídeos em sequência
Tudo bem, o serviço não revoluciona e não tem nada de sensacional, já que de certa forma, não passa de um agregador de vídeos. Mas quem disse que tudo precisa revolucionar e reinventar a roda? Além do mais, o iSofa é um tremendo facilitador para quem não tem muita paciência em ficar fuçando vídeos.
Poderia ser melhor se houvesse uma forma de selecionar a exibição de vídeos por castegoria. Mas, talvez esta seja apenas uma versão experimental. De qualquer forma, já há inclusive, publicidade sendo veiculada por lá, de uma forma nada invasiva. Vai lá e confere!
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Não tem como não falar. Hoje, o grande buzz na Web foi o lançamento do Google Latitude, um serviço de geolocalização que mostra onde você está para seus amigos.
Funciona de forma simples: Através de um aparelho celular com suporte a Web (um suporte descente), você informa o seu status (o que está fazendo, por exemplo).
O serviço, através de GPS, vai atualizando automaticamente a sua localização no Google Maps. Seus amigos identificarão você através da sua foto e perfil, que aparecem no mapa.
Tudo muito bonito e perfeito. Mas e a privacidade?
Quem já utilizou, garante que o serviço oferece muitas opções de segurança e privacidade. Normal, haverão aqueles que sempre dirão:
“Mas para que vou querer informar o que estou fazendo e onde estou se o que eu mais quero é não ser incomodado quando quero descanso? Eu heim, mostrar para todo mundo onde estou? Isso me soa meio BBB”.
Hmmmm…. imagine o dia onde haverá uma tela descomunal, onde cada quadrado desta tela representa a vida real de cada ser humano no planeta. Tudo sendo transmitido ao vivo, para o mundo inteiro? Assustador? Exagerado?
Bem, deixando de lado questões “filosóficas” e futuristicas, achei bem bacana o novo serviço do Google, mesmo que ainda não o tenha experimentado. Mas, ainda não consegui ver uma utilidade mais ampla além de localizar seus amigos. O Tiago Dória falou sobre uma possível integração do serviço com o Orkut.
Ah, agora sim. A partir daí, vejo muita “utilidade” para aquelas pessoas que adoram ficar espiando a vida de outras pessoas. Scraps? Passado. A onda do momento é olhar onde o seu amigo está e o que ele esta fazendo.
Soa um pouco patético? Muito? Pode ser. Mas você lembra do início do Twitter? Era ainda mais patético. Para você talvez ainda seja. Mas, para muita gente, como eu, o Twitter já é uma grande ferramenta de comunicação e networking,
Assista abaixo ao vídeo de apresentação do serviço Google Latitude, lançado hoje:
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Coca-Cola. Há quem diga que a famigerada COKE é a maior marca do mundo. A maior “love-mark” de todas.
E talvez seja mesmo. Não é qualquer marca que consegue mudar as cores do papai noel :]
E ela não para por aí. Vi hoje, no Springwise, um post sobre o lançamento da nova máquina de refrigerantes da empresa, em parceria com a Samsung. Uma máquina de refrigerangtes Interativa!
É preciso falar que a máquina utiliza a tecnologia Touch Screen? Só em escrever este post, fiquei com vontade de beber uma Coca-Cola gelada.
Não, fique tranquilo. Este não é um publieditorial. Se também ficou com vontade vai lá. Não é pecado. Abra a latinha que está dentro da geladera. Sinta o feeling do “tssssssssssssssssshhhhhhhhhhhhc” quando a latinha é aberta. Hmmmmm, é ruim de não ser um publieditorial heim?
Isso faria de mim um mercenário? Bem, acho que mais vale deixá-los com o vídeo da máquina touch screen da Coca-Cola:
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Se você quer lançar algo com exclusividade, algo que não pode vazar antes do tempo, tenha certeza de que realmente fez de tudo e mais um pouco para garantir que tudo aconteça conforme o planejado.
A não ser que você queira que vaze mesmo ou que, pelo menos, passe essa impressão, dando aquele gostinho de exclusividade para quem tem acesso antes ao material resguardado.
A Web é o meio ideal para fazer isso. Músicas, filmes e até comerciais acabam vazando ou sendo antecipados através dela.
Se vazou inesperadamente ou propositalmente eu não sei, mas o comercial em 3D de um produto da Pepsi, que iria ao ar no próximo Domingo, no SuperBowl, já pode ser visto por aí (ou por aqui).
Dê uma olhada no vídeo e veja o que acha. Obviamente, o efeito 3D será possível de vizualisar somente no estádio.
Via: UoD
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Quando a web começou a se tornar um pouco mais acessível, há alguns anos, os chats e as páginas pessoais estáticas começaram a perder o encanto de novidade. Já na era dos blogs, mini-blogs e youtubes, a banda larga permite ir à outra fase da evolução.
Estou falando do Seesmic, um mini-blog em vídeo, em tempo real. Uma aplicação web ainda em versão alfa, porém com funcionamento e número de usuários relativos a grandes portais.
Criado pelo francês, Loïc Le Meur, o serviço já é chamado de “Twitter em vídeo”, e acumula nada menos que 20 mil usuários cadastrados e mais de 70 mil visitantes por mês.
“Haja banda, haja assunto… Fico me perguntando: como manter a clareza do que se quer fazer quando se pode fazer quase tudo? Alguém sabe?” (Marcelo Tas)
Recentemente, a jornalista do portal inglês Guardian, Jemima Kiss, fez entrevistas com Steven Spielberg, Karen Allen e Harrison Ford, sobre o filme Indiana Jones, utilizando o Seesmic.
LeMeur é apoiado por uma série de investidores. Um grupo que inclui Niklas Zennström e Janus Friis, que venderam o Skype para eBay em 2005 por US $ 2,6 bilhões.
Em 3 de abril de 2008, o Seesmic anunciou que tinha comprado Twhirl, um cliente Twitter baseado em Adobe AIR.

















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