Bem, seria complicado se cada pessoa que quisesse entrar na sua casa dislizasse os pés no tapete da mesma forma que fazemos com o dedo para acessar o iPhone. Mas a idéia de ter um tapete assim é bem cool. Eu teria fácil =)

Gostou? Tem mais aqui.

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Parece ontem que eu comecei a jogar o Game Boy do Master Clube (locadora de games e consoles que tinha aqui em Floripa).

Monocromático? Era um preço razoável a se pagar para ter um jogo em suas mãos, sem aquele ritual de mudar a “chave seletora” atrás da TV para o modo “videogame” e ainda poder carregá-lo pra qualquer canto.

Para quem estava acostumado com Atari, como eu, Game Boy era um sonho, por se tratar de um produto Nintendo, ele tinha suas versões “mini” para os clássicos jogos do Nintendinho (NES ou Nintendo Entertainment System).

Claro que tinham os mini-games, muito mais baratos, mas com apenas um jogo, sem a possibilidade de trocá-lo, além de possuírem um gráfico mais arcaico que o do Atari, puxando para um “Pong”.

Uma opção que fazia frente ao Game Boy era o Game Gear (Sega), com gráficos coloridos e mais detalhados e com uma boa gama de jogos.

Por diversos motivos, conjunção astral, etc, o Game Boy ganhou a briga, com suas 257 versões, Color, Advance, Mega, Plus, Master, Hyper, Cyber e por aí vai, uma infinidade de jogos que até hoje mantém uma legião de fãs/consumidores.

Vinte anos se passaram desde o primeiro Game Boy e até pouco tempo atrás, tínhamos oficialmente apenas dois consoles portáteis na briga: Nintendo DS (bisneto do Game Boy) e Sony PSP (digamos que a Sony ficou com a fatia do mercado que era da Sega).

Eu disse “até pouco tempo atrás” porque em 2007 a Apple quando resolveu entrar para o mundo dos telefones, lançou o iPhone; iPod, smartphone, câmera digital, wi-fi, GPS, dentre outros e logo em seguida lança o iPod touch, um iPhone sem o “Phone” (sem GPS e câmera também).

De lá pra cá, o iPhone eleva os “joguinhos pra celular” a um novo patamar. Com sua capacidade de armazenamento notoriamente superior aos outros smartphones e consoles portáteis, mídia de distribuição digital, preço de jogos muito abaixo da concorrência e cada vez mais desenvolvedores de aplicativos e jogos que se unem à Nação Apple, o crescimento de mercado do iPhone/iPod touch de 2007 a 2009 é quase que exponencial.

Eis que há um mês eu estava à procura de um gadget pra me auxiliar nas aulas. Algo que eu pudesse ler meus PDF’s, documentos editáveis, planilhas de cálculo e até apresentações.

Pesquisei por vários aparelhos, inclusive PSP e DS (pois eu também queria algo para me entreter). Quando eu estava quase comprando um netbook, para posteriormente comprar um jogo portátil, me veio à mente  ir a outra loja e pedir pra ver o iPod touch.

Devido a algumas dicas e um papo com o Guto Guimarães do Nerd Help, eu tinha uma idéia do potencial do iPhone/iPod touch para jogos, em relação ao Sony PSP e o Nintendo DS. Pois bem, uma curta apreciada no aparelho e uma rápida visita à App Store, pra saber que o iPod touch era o que eu estava procurando.

Não hesitei. Adquiri meu segundo iPod. Um touch de 32GB que não possuía tanta capacidade de armazenamento quanto o meu iPod classic 160GB, mas que oferecia uma infinidade de possibilidades.

Hoje, tenho 99% das coisas que preciso para meu entretenimento e meus estudos, dentro do meu iPod touch. Adquiri calculadora científica, pacotes de utilitários/produtividade, leitor de PDF, jogos e aplicativos diversos. Entre gratuitos e pagos, gastei exatos US$177.59 para deixar o meu aparelho do jeito que eu queria e necessitava.

Leio meus e-mails logo após acordar (antes de levantar), acompanho as notícias enquanto tomo café da manhã, jogo Sonic enquanto aguardo na recepção da oficina, ouço minhas músicas do iPod no som do carro, almoço enquanto vejo as twittadas, falo via Skype com clientes e parceiros de trabalho (em momentos que cedo o PC pra minha mãe falar com meu irmão), leio direto no iPod as apostilas, monografias e outros textos relativos ao meu curso que os professores disponibilizam em arquivos PDF.

Caso chegue muito cedo às aulas, fico jogando Need For Speed. Claro que tudo isso, caso não tenha ninguém próximo. Vida social em primeiro lugar (ou não). Consegui otimizar meu tempo, dentro do possível.

E olha que tenho minha agenda bem conturbada. Diminuí pra menos da metade, o peso da minha mochila. De quebra eu tenho um console portátil que não deixa nada a desejar pro DS ou PSP.

Tudo isso num só aparelho que cabe tranqüilamente no bolso, sem incômodo algum. Um console que une os gráficos do PSP, com a versatilidade da tela de toque do DS,  aliado a uma infinidade de aplicativos que vão além dos jogos, sem a necessidade de “enjambração”. Junte a isso a presença do acelerômetro.

Os jogos? A maioria deles eu peguei versões “lite” antes de efetivar a compra e ter certeza que iriam me agradar. Os outros sem opções de versões “free” para testes, tive apenas as descrições como base. Caso eu não gostasse, o prejuízo com certeza seria monstruosamente menor que o de um jogo para DS ou PSP.

Jogos pro PSP ou DS custam a partir de R$60,00 sendo que os  bons mesmo, não saem por menos de R$100,00 e alguns lançamentos chegam a passar dos R$200,00. Enquanto isso, os jogos para iPhone/iPod em sua maioria tem preços que vão de US$0.99 a US$7.99 (cerca de R$2,00 a R$16,00  já com impostos) tendo ótimos títulos como Sonic the Hedgehog, Need For Speed Undercover, Modern Combat: Sandstorm, Resident Evil 4/Degeneration, The Secret of the Monkey Island, Top Gun, Iron Man, Duke Nukem 3D, Tetris, Truco Poker e Sudoku, todos conhecidos do “público gamer”.

A Apple sempre foi associada à palavra “intuitivo”. No iPhone a empresa da maçã eleva esse termo a um novo patamar.

O pretexto da falta de um “recuo de botão” SOME perto da experiência e jogabilidade do iPhone.

Um “pequeno” exemplo disso é o controle do jogo Need For Speed Undercover, que nesse caso o volante é o próprio aparelho.

Não é à toa que tanto iPhone quanto iPod touch viraram objetos de desejo de gamers, geeks, aficcionados por tecnologia ou apenas “cidadãos comuns”.

Sony e Nintendo prometem revidar e não irá demorar pra voltarmos a ver sangue nessa briga.

Depois desse nível, qual será o próximo passo na evolução?

Nota: Conteúdo fornecido por Renato Carneiro, em antiga parceria com o Geração Internet.
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Que as gigantes, Google e Microsoft travam uma enorme batalha no desenvolvimento de soluções web, todos sabemos. E essa batalha ainda teve seus ânimos aquecidos com o recente lançamento do Chrome. Porém o que a maioria ainda não sabe, é que com algumas novas funcionalidades já implementadas à versão beta do navegador do Google, é possível integra-lo ao tradicional sistema operacional de um de seus maiores rivais, o Windows.

Além de janelas anônimas, processos independentes e renderização turbinada pelo V8, o Google Chrome conta com a funcionalidade de criar atalhos diretos para as paginas desejadas. Estes atalhos são exatamente como os atalhos padrões do Windows, que podem ser colocados na ‘Área de Trabalho’, ‘Menu Iniciar’ ou ‘Barra de inicialização rápida’, mas podem ser movidos para qualquer pasta, e como qualquer atalho deste sistema operacional, se comportam como qualquer executável. Ou seja, podem ser acessados ou integrados por diversos meios e comandos, o que inclui o ‘Agendador de Tarefas’ do Windows.

- Mas pera aí! Como assim? O Windows, através do Chrome, pode acessar uma pagina e até realizar operações online de modo automatizado?
Na verdade sim. Nada que se compare com à vasta complexidade e eficiência de um Apple Script, mas juntando uma funcionalidade daqui e outra dali, é possível sim automatizar alguns processos online.

- Tá, mas isso é coisa pra hacker, ou algum geek muito esperto. Eu nunca conseguiria tal façanha.
Bem. Eu não apenas digo que qualquer um pode conseguir, como vou mostrar como fazer. Aí você tenta e me diz se foi difícil. Ok?

Então veja o vídeo abaixo de um exemplo rápido e fácil.

[MEDIA=10]

Conheça algumas páginas ocultas do Google Chrome: (digite na barra de endereços)

about: Informações sobre versão e user agentdo navegador
about:cache: Arquivos de cache do navegador
about:histograms: Funções internas do programa
about:network: Gerenciamento de performance na rede
about:stats: Página secreta de estatísticas
about:memory
: Estatísticas de utilização de recursos de todos os navegadores
about:dns: Informações sobre o DNS de sites visitados
about:plugins: Plugins instalados como o ActiveX, Google Gears e Google Update
about:internets: Protetor de tela (pipe)
about:crash: Página de erro do Google Chrome (caso ainda não tenha visto)
about:hang: Congela o processo que está sendo executado
about:%: Bloqueia tudo e tudo o que você poderá fazer é fecha-lo
about:version: Mostra a versão do programa

Conheça também, as teclas de atalho que podem ser usadas no Google Chrome:

F3 ou CTRL+F: Busca na página
F5: Recarrega a página
CTRL+F5: Recarrega a página sem cache
CTRL+R: Outro comando para recarregar a página
CTRL+D: Adiciona aos favoritos
CTRL+W: Fecha a janela atual
CTRL+E: Pesquisa pela barra de endereços
CTRL+T: Nova aba
CTRL+U: Mostra o código fonte da página
CTRL+O: Abre página a partir de arquivo
CTRL+H: Histórico
CTRL+J: Histórico de downloads
CTRL+B: Mostra ou oculta a barra de favoritos
CTRL+N:Abre uma nova janela
CTRL +/-: Aumenta ou diminui as fontes
CTRL+0: Retorna as fontes ao tamanho original
CTRL+P: Imprimir
ALT+ ‘: ”Java Debugger”
CTRL+TAB ou CTRL+PGUP/PGDW: Alterna entre as abas
CTRL+SHIFT+N: Navegação Anônima
SHIFT+ECS: Gerenciador de Tarefas

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Foram publicadas hoje, no site da Wired, as tatuagens mais geek, enviadas por leitores do site. É a Geração Internet se comunicando de todas as formas. Fique com algumas a seguir.

“Cuidado ao chutar o tornozelo desse cara, man!”

“Coração de 8-bit”

“Será que um dia teremos um iPod debaixo da pele?”

“Eu sou Geek. E você não passa de um Nerd”

“Pi= 3,14, ok? Peraí, para que esse cara quer complicar as coisas? Para que um pi com 80 dígitos? Ok, ok, thats a geek guy… OMG!

Para ver mais, clique aqui.

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Um joguinho geek, para desafiar a mente humana. O jogo é em japonês (mais geek ainda) mas os números são universais. Clique em “start” para começar, e após a contagem regressiva, memorize os numeros e posições que serão exibidos por um segundo. Quando sumirem, clique nos círculos que surgirão, mas na sequência crescente dos números que foram mostrados. No final de 10 tentativas, o jogo irá lhe dizer a idade de sua memória. Será que você é bom o bastante?

E então? Que idade tem sua memória?

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Saudades? Quem não tem? Saudosista eu? Sim, SO WHAT?

Muito bem. Você é um daqueles que ficou chateado e que parte de você também foi embora quando soube que o set de filmagens de DE VOLTA PARA O FUTURO foi destruído graças ao incêndio ocorrido no último Domingo, ainda há uma esperança para adentrar no mundo de McFly.

O site ThinkGeek “relançou” o famoso “Capacitor de Fluxo”, que foi utilizado no DE Lorean do filme De Volta Para o Futuro. Dê uma conferida no vídeo abaixo. A MUST HAVE! :]

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