Os games para iPhone estão cada vez mais sofisticados e uma das empresas que vem se destacando no desenvolvimento de games para o gadget tem sido a Gameloft, que acaba de anunciar Gangstar: Miami Vindication.

Se você parar para perceber, vai ver que o game é muito semelhante ao melhor capítulo da série Grand Theft Auto na minha opinião: o Vice City! A Gameloft anda inspirando-se em vários games e criando clones. Foi assim com Resident Evil 4, God of War e agora com a série Grand Theft Auto.

Não vejo problema algum nisso, já que os games primam pela qualidade. Segunda a própria, “Gangstar: Miami Vindication trata-se da mais ambiciosa simulação de crime já produzida para um dispositivo mobile”.

Assista, na sequência, ao ótimo trailer desse que nem parece um game desenvolvido para algum dispositivo mobile. Logicamente não há como comparar o número de polígonos e a qualidade das texturas com um game semelhante rodando em um console como um PS2, por exemplo.

Mesmo assim, o game rodando no iPhone não faz feio e este poderia perfeitamente ser um trailer de um game para PSP. Estamos chegando ao ponto de ter um celular smartphone com um PlayStation acoplado. E quem disse que telefone serve para fazer ligação?

Fique com o belíssimo trailer:

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E esse sofá nerd? Ou seria apenas um sofá retrô? Até porque Space Invaders não era coisa de nerd. Foi um ícone da cultura pop dos anos 80! O design desse sofá foi feito por Igor Chak. Aparentemente, o sofá não parece lá muito confortável. Principalmente para ficar horas a fio sentado nele, assistindo a filmes ou jogando Space Invaders =)

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E aí? Gosta de jogar games no iPhone? Eu amo. Se você também curte usar o acelerômetro do gadget da Apple, esse “volante” pode te empolgar, da mesma forma que me empolgou.

Sou meio purista, não compraria o volante porque gosto de utilizar o produto em sua essência (levei algum tempo até pra por capa no meu iPhone). Mas, há uma grande chance de você não ser chato como eu. O Helix custa 19 doletas e pode ser comprado aqui.

via Digital Drops

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Achei impressionante esse game para XBOX 360. Será lançado muito em breve nos EUA. O que mais me chamou a atenção foi o grafismo inédito e utilizando praticamente apenas tons de branco e preto.

Além do mais, o tamanho do personagem principal (muito legal o detalhe dos olhos dele, que acabam por dar um ar de mistério) perante seus inimigos é aterrorizante. Clique no play e assista. Já fiquei desejando uma versão para iPhone =)

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Sam Fisher encara mais uma aventura no PC e Xbox 360, dessa vez em busca de vingança. Na verdade esse título representa um novo começo para a série e traz um jogo totalmente reformulado e com novos sistemas de combate, além da remoção de outros que já conhecemos. Sendo assim, podemos esperar algo novo e inovador? Ou apenas mais um jogo de tiro no mercado de games?

Confira os fatos!

Splinter Cell: Conviction ao contrário do que esperávamos continua tendo um estio de jogo furtivo, mas agora não é mais possível arrastar corpos como antes e nem ter a opção de derrubar o inimigo, ou seja, eles devem ser mortos sem rodeios.

O enredo leva Sam Sisher a investigar a morte de sua filha e coloca o ex-agente a descoberta de que ele foi traído pela sua própria agência, a 3rd Echelon. Agora, como um renegado, Fisher se encontra em uma corrida contra o tempo para frustrar uma conspiração terrorista mortal que ameaça milhões de pessoas.

Podemos concordar que muita coisa pode ter mudado em Splinter Cell: Conviction, mas seu sistema de cobertura ainda é a grande atração. Além disso, Fisher conta com armas primárias e secundárias e seus equipamentos de alta tecnologia para atacar seus inimigos.

Sua arma primária continua sendo sua tradicional pistola com silenciador e suas armas secundárias incluem metralhadoras, lançadores de granadas e muitas outras.

Claro que no início do jogo estamos apenas com a arma primária a nossa disposição. Já as demais armas vão sendo adquiridas no decorrer da jogatina. Todas as armas podem sofrer atualizações, que podem silenciar a arma ou aumentar seu poder de fogo, alcance e o número de inimigos abatidos com um único tiro. Para conseguir esses upgrades é necessário cumprir objetivos secundários que lhe garante pontos para troca, como por exemplo, executar um determinado número de inimigos com tiros na cabeça.

Porém esse vasto arsenal é apenas um aspecto novo no jogo. A novidade fica por conta do sistema “Mark and execute”. Esse sistema permite que Fisher – dependendo do upgrade de cada arma – possa selecionar um ou vários inimigos em uma determinada ordem e com um simples apertar de botão por vítima começar a matança na ordem selecionada, desde que ambos estejam no raio de alcance da arma escolhida.

Outra novidade na jogabilidade é o modo como Sam se esconde nas sombras e planeja o ataque inimigo. Quando essa ação é acionada a tela fica com um tom acinzentado, que significa que os inimigos não estão nos vendo. Nossa posição só pode ser revelada dependendo do foco de luz ou de disparados executados, sendo assim, nos abre um grande leque de vantagens estratégicas para derrubar o adversário.

Além de armas nosso herói também é uma verdadeira máquina de matar e o combate corpo-a-corpo também continua presente e recebeu algumas melhorias. Agora Sam pode se aproximar lentamente de um soldado e pressionar o botão “B” para executar um golpe mortal sem dispersar nenhum tipo de ruído. As animações dessas execuções são bem variadas e digamos que é um dos pontos altos do jogo. São sensacionais.

Graficamente Splinter Cell: Conviction está fantástico sofrendo poucas variações de animações e diálogos. Às vezes notamos que os frames do jogo não são constantes e fazem com que o jogo não flua normalmente como deveria. Nos outros aspectos como iluminação, ambientes, visuais internos e externos o jogo faz um ótimo trabalho.

As vozes dos personagens continuam demais e o roteiro dos diálogos é digno de um longa metragem. O som das armas e explosões também estão fantásticos e a trilha sonora é um espetáculo a parte, envolvendo o jogador na tensão e na adrenalina que Splinter Cell: Conviction oferece.

O modo campanha é sensacional e envolve o jogador em uma trama sem precedentes. Mas não podemos deixar de destacar o modo multiplayer cooperado. Nesse modo dois jogadores entram na pele de dois agentes e tem como objetivo completar quatro missões. O legal deste modo é que além de usarmos muito o estilo furtivo, sempre andando nas sombras e jogarmos com outro jogador, as missões tem de certo modo um pouco a ver com fatos relacionados à campanha principal. Se tiver a oportunidade de experimentar esse modo, vale a pena conferir.

Concluindo essa análise podemos dizer que Splinter Cell: Conviction traz de volta Sam Fisher em grande estilo, e que ao longo da história muitos vão notar semelhança com as versões anteriores, mas os novos elementos inseridos e o ritmo intenso da ação tornam o jogo definitivamente diferente dos demais jogos da série lançados anteriormente. E apesar de algumas pequenas falhas de frame e animações existentes, não podemos condenar o jogo e dizer que com isso ele perca seu estilo. Podemos afirmar com certeza que é um jogo digno de estar em sua prateleira.

Nota: ★★★★☆

Confira baixo o review do site IGN:

Nota: Conteúdo fornecido pelo Portal dos Games, em antiga parceria com o Geração Internet.
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Não seria ironia dizer que God of War III é um dos jogos mais aguardados para 2010 e sem dúvida entendo plenamente essa expectativa, afinal um jogo que foi um sucesso no Playstation 2 não pode deve ser diferente no Playstation 3.

Depois de tudo que vimos sobre o jogo e da versão demo que testamos claro que nossa ansiedade também está à flor da pele, e o lançamento do jogo foi aguardado por nós nos últimos três anos desde seu anúncio oficial. Agora com o jogo na mão tenho a responsabilidade de passar tudo o que God of War III transmite e posso adiantar que é muita coisa, mas muita coisa mesmo.

Confira os fatos!

God of War III traz de volta as batalhas épicas, com gráficos extraordinários e um enredo elaborado, que coloca Kratos no centro da carnificina e da destruição, enquanto procura se vingar dos Deuses do Olimpo. Como sabemos o palco para esse desafio são baseados na mitologia Grega, que vão desde montanhas ameaçadoras do Monte Olimpo até às profundezas negras do Inferno.

Uma novidade muito apreciada aqui é seu sistema de loads screens, que são raros e também o fato da maioria dos vídeos serem em tempo real, ou seja, enquanto você observa a Titã Gaia escalar o monte Olimpo em uma visão cinematográfica é possível ainda controlar Kratos que responde totalmente a seus comandos.

A escala do jogo está fantástica e os chefes de fases são gigantescos e as vezes Kratos chega ser menor que a unha dos Titãs. Podemos destacar duas grandes batalhas a de Hades um chefe de fase que possuí uma arma semelhante à Blades of Chaos, que tenta arrancar a alma de Kratos em combate e ao qual temos acesso ao derrotá-lo e também à batalha contra o Titã Cronos, um gigante monstruoso que causa grande euforia durante a luta que literalmente acontece em cima do Titã.

Outra novidade que God of War III traz é a visão denominada pelos produtores de First Person Killer, uma visão onde vemos com os próprios olhos do inimigo a surra que ele leva de Kratos. Tenho que admitir que não deva ser uma boa ideia encarar Kratos olho no olho.

O arsenal de Kratos está bem variado e mais uma vez ele conta sua Blades of Chaos – sua espada extensível através de correntes – como arma principal. Além disso, Kratos poderá utilizar diversas outras armas a hora que desejar podendo alterá-las com um simples toque nas setas direcionais do controle. Podemos citar como exemplos de armas além da Blades of Chaos uma garra metálica preza ao pulso por argolas deslizantes e também um arco e flecha acionado com o botão L2 do controle.

Como nos jogos anteriores é possível agarrar os inimigos, executá-los ou arremessá-los. Agarrando o inimigo e pressionando o botão quadrado, Kratos corre utilizando o inimigo como uma espécie de escudo e vai em direção aos demais. Mas durante o jogo ocorre o contrário e grande parte dos inimigos é que se aglomera em cima de Kratos, que com movimentos no direcional analógico manda todos pelos ares.

Kratos também utiliza magias e novas habilidades, no entanto, o que diferencia God of War III dos títulos anteriores é a incapacidade de escolher o tipo de magia através das setas de direções. Estes botões servem agora como já dissemos anteriormente para outro propósito, sendo que a cada seta é atribuída uma arma e a cada arma está atribuído um tipo de magia. Sendo assim, no final do jogo Kratos terá cinco novas armas à sua disposição.

Podemos citar como exemplo de magia uma onde ele praticamente evoca soldados espartanos que se aglomeram ao seu redor formando uma espécie de casco com os escudos e desferindo golpes com suas longas lanças pontiagudas – um movimento de defesa e ataque típico relatado nas histórias dos espartanos – tudo é muito rápido e todos os inimigos ao redor são dilacerados.

Já como uma nova habilidade, Kratos pode se locomover de forma muito rápida por pequenos espaços de tempo. Uma habilidade muito útil para se locomover por pequenos trechos e enfrentar mais de um chefe de fase durante uma batalha.

Novos movimentos tornam a lista de Kratos mais robusta com especial atenção para a combinação L1+ botão “O” em que Kratos atira sua arma que se prende a um inimigo e se atira contra o mesmo ou, no caso de outras armas, puxa o inimigo contra si e o projeta pelo ar com um murro direto.

Este movimento com a Blades of Chaos serve também para atravessar precipícios agarrado às pernas de harpias ou regressar rapidamente ao combate quando somos atirados para o ar pela investida de um minotauro.

Além dos Titãs que são a grande sensação das batalhas e causam um maior impacto durante a jogatina enfrentamos inimigos menores como um Centauro, um Ciclope e uma Chimera. Todos são chefes de fase e a forma de destruí-los é atacá-los até que um botão de comando apareça em cima de suas cabeças para dar início a sequência de finalizações, os Quick Time Events – os movimentos de finalização marcados por uma sequência de botões. Essas finalizações são na verdade mini-games que a cada botão certo da continuidade a sequência e uma vez acionado um botão errado ela é interrompida.

Na verdade essas sequências são fantásticas, muito violentas e são elas que enchem nossos olhos enquanto são executadas. No caso do Centauro suas tripas são arrancadas e a Chimera é morta com seu próprio chifre. Já o Ciclope tem seus olhos arrancados como de costume, mas antes disso, serve como arma para Kratos que agora pode comandar o monstrengo antes de derrotá-lo.

Graficamente os cenários estão gigantescos e detalhados de forma fantástica. Os produtores como já dissemos se preocuparam com a escala do jogo e isso deixa as cenas de ação muito intensas e brutais. Isso sem falar que agora todo o sangue derramado durante a matança fica preso no corpo de Kratos, e também na lâmina de sua arma.

Os cenários estão minuciosamente detalhados e as diferentes zonas percorridas em God of War III são bastante distintas. Outro ponto de destaque é o fato dos cenários, em particular os exteriores, nunca estar estático ou vazio. Há sempre qualquer coisa acontecendo. Os Titãs escalam o Monte Olimpo enquanto lutam contra os olimpianos que os tentam parar, corpos caem para os abismos, harpias voam ao longe, tornando o mundo de God of War III totalmente vivo.

O número de inimigos na tela também é maior e agora vamos ver um máximo de 50 inimigos, contra os quinze das versões anteriores. O poder gráfico do Playstation 3 deixa visível o número de polígonos que vão dar forma a Kratos.

Enquanto que em God of War II o personagem fazia uso de 5 mil polígonos, neste novo jogo vamos ver Kratos quatro vezes mais detalhado, ou seja, composto por 20 mil polígonos.

O som é outro fator de destaque, principalmente na trilha sonora que é bem intensa e causa muita adrenalina durante o jogo. As dublagens também estão satisfatórias e a voz imponente de Kratos continua pondo medo em seus inimigos. Além disso, os passos de Kratos, os cascos dos minotauros e centauros, o metal das armas, a colisão dos corpos e, em especial, as correntes das Blades of Chaos, tudo tem o seu som destacado e a sua representação está espetacular.

Outra preocupação que os produtores tomaram muito cuidado foi em relação à dificuldade que o jogo oferece em relação aos enigmas, que nos jogos anteriores deixaram muitos jogadores de cabelo em pé. Eles continuam nessa terceira edição, mas com uma dificuldade mais moderada. Dessa forma, God of War III foca mais a ação do que a resolução de quebra-cabeças.

Podemos concluir que os produtores encerram essa trilogia com chave de ouro e todas as expectativas criadas em torno do game nesses últimos três anos valeram a pena em cada minuto esperado. Ainda teríamos muito a falar sobre o jogo, que tem tranquilamente mais de 10 horas de duração, mas não podemos revelar todas as surpresas do jogo e acabar com a expectativa de cada jogador. Só nos resta dizer aos donos do Playstation 3 que God of War III não pode faltar de maneira nenhuma em sua coleção.

Nota: ★★★★★

Assista abaixo ao ótimo video review do site IGN:

Nota: Conteúdo fornecido pelo Portal dos Games, em antiga parceria com o Geração Internet.
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Finalmente. Para os que estavam aguardando, foi lançado ontem na App Store um dos games mais aguardados do ano para iPhone: Street Fighter IV. E não é para comemorar apenas porque o game foi lançado. Há vários motivos =)

Confesso que antes do lançamento fiquei me perguntando sobre como a Capcom conseguiria a proesa de adaptar os controles complexos da franquia na tela touch do iPhone. Mas parece que a Capcom realmente gosta das tarefas ditas “impossíveis” pela maioria. Alguém lembra quando a empresa lançou Street fighter II para Mega Drive, que muitos julgavam impossível?

Mais recentemente, não custa lembrar de Resident Evil 4, que foi convertido magistralmente pela Capcom para o eterno Playstation 2. Diziam que o hardware do PS2 não era capaz de rodar o game que rodava de forma magnífica no Gamecube. Besteira. Com isso em mente, a Capcom foi lá e fez.

E, se você estava aguardando ansiosamente por Street fighter IV para iPhone, fique tranquilo porque a empresa foi lá e fez novamente mais um gol de placa: pode comemorar, Street IV para iPhone é SENSACIONAL!

Logicamente não temos todos os cenários e nem todos os lutadores da 4ª versão lançada para Arcades, Xbox360, PS3 e PC. PArece que a empresa escolheu dar uma enxugada em parte do conteúdo para priorizar a jogabilidade. Estão lá: Ryu, Ken, Guile, Blanka, Chun-Li, Dhalsim, M. Bison e Abel, que estreou nos Arcades.

Acredite: não é difícil dar os golpes que você já estava acostumado e os controles funcionam de forma semelhante ao Arcade. Vai bastar uma única luta para que você se acostume com os comandos. Golpes especiais? 1001 sequências de comando para executá-los? Esqueça! Aqui quando a barra de energia de golpes especiais se completa um aviso é exibido logo ao lado da barra. Para executar o golpe especial, basta um toque no símbolo e mágica! Você executou o especial com apenas um toque na tela =)

As músicas estão lá, exatamente como na versão original. Os cenários, menos complexos é claro, principalmente os backgrounds, que aqui apresentam-se de forma borrada remetendo a um efeito blur, não decepcionam. Há bastante cores e a movimentação dos personagens foi tratada com carinho pela nossa querida Capcom.

Joguei o game em um iPhone 2G. A execução é perfeita, sem qualquer queda de framerate. O game simplesmente flui. Bem assim como você está imaginando. Ah, lógico: como jogar uma partida VERSUS com um amigo? Simples: ache alguém que tenha o game e um iPhone e ativem o Bluetooth. Assim você poderá jogar contra qualquer um!

Portanto, vá sem medo! Street fighter 4 para iPhone/iPod Touch está custando $9,99 dólares na App Store.

VALE A PENA!!!

Por isso, esse game recebe a nota …

Nota: ★★★★★

Assista abaixo ao trailer dessa maravilha:

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“A indústria de games vive em mudança”. Essa frase não quer dizer nada. Praticamente, qualquer indústria vive em mudanças atualmente. Mas podemos sim dizer, que o mercado de games de games, assim como outros mercados, vem passando por profundas mudanças.

Falo em especial dessa indústria por estar percebendo o quanto os gamers vêm jogando games mais “simples” digamos assim. Até pouco tempo atrás, o mercado era focado apenas em Consoles x PCs. Os adeptos de consoles se davam por satisfeitos jogando games com gráficos cada vez mais sofisticados.

Por sua vez, os adeptos de games para PC sempre estiveram a frente, já que games para computador evoluem mais rápido por conta das placas de vídeo que são atualizadas em uma velocidade descomunal. Haja $$$ =)

Mas não só de Consoles e PCs vem vivendo o mercado de games. Dois fatores vêm influenciando e muito a migração de games para outras plataformas: o advento das redes sociais e os smartphones com capacidade de processamento suficiente para encantar os gamers mais hardcore.

Várias produtoras de “fundo de quintal” vem surgindo e produzindo aplicativos tanto para redes sociais como para smarphones (principalmente para iPhone). Nas redes sociais, especialmente no Facebook, temos visto cada vez mais games sendo lançados e compartilhados entre usuários da rede.

Certamente você já cansou de receber aquelas mensagens de Mafia Wars ou Farmville. Há vários exemplos. Esses jogos, apesar de simples e praticamente sem nenhum recurso gráfico avançado – principalmente se compararmos a geração atual de consoles – vêm angariando cada vez mais fãs.

No Facebook, o usuário vem percebendo que pode ser divertido compartilhar informações desses games com outros usuários ou, principalmente, pedir ajuda a eles. São os já bem conhecidos “social games”. Esses basicamente possuem níveis onde o desafio vai ficando cada vez mais complexo. São semelhantes ao modelos da gems que rodavam no Atari, durante a década de 80.

E eles são bem viciantes. Há muita gente que conheço que nem é chegada em videogame mas que separa uma boa parte do dia para jogar os “social games” no Facebook ou em outras redes. Por ser simples, qualquer usuário acessa o game e sai jogando e compartilhando os status de evolução com os amigos. Nessa categoria de games, o aplicativo BOLA é um dos que mais vem ganhando adeptos no Brasil. Por que? Digamos que é um game de futebol onde você joga online com outros usuários online no Facebook. =)

Eu poderia ficar falando sobre socail games por linhas e mais linhas aqui mas, além dos social games, há um outro tipo de game que vem evoluindo MUITO e se tornando cada vez mais comum. São os “mobile games”. Sim, os games para celular. Também, há pouco tempo, esses eram aqueles jogos onde as pessoas jogavam em celulares com capacidade de processamento quase nula se compararmos aos smartphones de hoje.

Os games para iPhone, por exemplo, vêm evoluindo de forma espantosa. Quando o gadget foi lançado, em 2007, os applicativos e games disponíveis quase não faziam uso do que o hardware desse aparente “mero telefone celular”. Mas aí está a grande questão. O iPhone não é um mero celular. Nem mesmo um smartphone. Ele é simplesmente um iPhone. Trata-se de uma categoria única, onde não podemos enquadrá-lo juntamente com outros “telefones”.

Só para dar exemplos dos últimos games lançados para o iPhone, vou citar aqui 2 deles:

N.O.V.A. -  é um FPS (jogo de tiro em 1ª pessoa) com gráficos extremamente fantásticos. É um game que poderia facilmente ser confundido como um título de PSP ou até mesmo de Playstation 2! A trilha sonora é envolvente, os efeitos sonoros são ótimos e a ação é frenética. Em N.O.V.A. você só lembra que está jogando em um iPhone por conta dos controles que são todos na tela, via touch screen. E acredite: com o tempo você não se incomoda em jogar um FPS através do touch screen do iPhone. É questão de costume.

GTA: Chinatown Wars – Bem, GTA dispensa sempre apresentações. É sempre aquele jogo tirador de sarro e divertido, baseado no mundo do crime. Esse GTA lançado para iPhone é praticamente o mesmo jogo lançado para o PSP! Não acredita? Vá até o YouTube e compare as 2 versões. Há uma grande mudança neste GTA: a câmera é fixa no alto e gira apenas em torno do personagem. Mas se engana quem acha que o game ficou pior por conta disso. Muito pelo contrário: ele ganhou um apeal único. Sem contar com os trens que cruzam a cidade naquelas estações que passam por pontes. Não é dificil levar susto com eles, achando que você será atropelado.

Sem falar é claro em Resident Evil 4, Need for Speed Undercover, Street Fighter 4 (que ainda será lançado), Doom Ressurection, Call of Duty: Zombies, Rock Band, Terminator Salvation e tantos outros.

Já ouvi muita gente falando que tem jogado muito mais no iPhone que no PSP ou no Nintendo DS. E tem mais: há gente já plugando o iPhone na TV para jogar! Dê uma olhada aqui =)

Será o iPhone o responsável pela entrada da Apple no mercado de games? A empresa deverá liberar oficialmente a conexão do gadget na TV e ir evoluindo seu hardware a ponto de fazê-lo alcançar gráficos no nível das placas para PC mais modernas e com isso ter o videogame mais poderoso e que, de quebra é um celular, um mini notebook com acesso a internet e câmera fotográfica? Eu a Apple fará isso com o iPad?

É o que veremos. De qualquer forma, preparem seus bolsos =)

Fique abaixo com os vídeos de N.OV.A., GTA: Chinatown Wars, Resident Evil 4 e Need for Speed Undercover respectivamente:

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Finalmente! Parece mas, só parece,  que a SEGA resolveu atender seus fãs e está criando vergonha na cara. Após imensos fracassos em décadas, principalmente com relação a franquia Sonic que chegou a enfileirar uma sequência de jogos ruins (principalmente os que se aventuraram em 3D, a empresa resolveu retomar a franquia Sonic em 2D!

Sim, você leu certo. O game será como na década de 90. Velhos e bons tempos onte o Mega Drive era um dos consoles que mandavam no mercado de games. E, para comemorar tudo isso, o título do game será Sonic 4. A impressão que dá é que a SEGA resolveu dar sequência em mais um caítulo somente agora, quando aparentemente tem certeza de que o jogo é digno =)

O game será lançado para Playstation 3, Xbox360 e Wii no 2º semestre deste ano. Mas há algo a mais nesse lançamento. O game será disponibilizado para compra via download apenas. Pelo menos por enquanto. E as novidades não param por aí: A SEGA irá vender o game em EPISÓDIOS. Ou seja: a empresa venderá a 1ª fase. Depois a 2º e assim por diante. Como bem analisou o Link – Estadão, essa estratégia poderá ser muito útil em 2 sentidos:

1 – Caso as pessoas não gostem do game pelo que será disponibilizado na 1ª fase, a SEGA poderá trabalhar para acrescentar ou excluir elementos dos próximos episódios (fases);

2 – Pelo menos até o jogo estar disponível por completo, essa passa a ser uma excelente arma contra a pirataria.

Abaixo, o primeiro teaser trailer do game:

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Ontem falei aqui sobre Heavy Rain para Playstation 3, quando postei o 1º vídeo do game, mostrando uma cena de luta com uma certa dose de violência.

Eis que hoje foi divulgado mais um vídeo, onde o foco são as atividades rotineiras da personagem como tomar banho, urinar, entre outros eventos. Também é exibida uma cena de nudez.

Mais uma vez, o que me preocupa neste game é o fator replay. Tenho a impressão de que falta a ação e o game é centrado demais em eventos onde precisamos apertar uam sequência de botões exibida na tela.

Mas, como o game tem um roteiro de mais de 2.000 páginas e o grande foco, segundo a Sony, será tomar decisões baseadas na própria moral do jogador (decisões estas que irão fatalmente mudar os rumos da história), é bem provável que eu esteja enganado. Também, segundo a empresa, quando o jogador errar uma sequência de botões, a narrativa do game irá mudar completamente, tomando um outro rumo.

Espero realmente que o game seja um sucesso, pois graficamente todos os cenários me pareceram bastante detalhados, apesar de a personagem principal carecer de alguns polígonos, como falei no post anterior. Além do mais, a premissa tem lá sua dose de originalidade e ousadia ao apresentar cenas de nudez, violência e striptease.

De fato, trata-se de uma aposta alta da Sony. O game será lançado dia 23 de Fevereiro para Playstation 3.

Fique com o vídeo abaixo:


Heavy Rain (NSFW)
by usuariox1

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