A crise econômica mundial começa a afetar, aos poucos, empresas de todos os segmentos. Várias pessoas já foram demitidas de bancos americanos que estão sofrendo com a crise, o que está gerando um aumento na taxa de desemprego por lá. O Merrill Lynch, terceiro maior banco de investimentos dos EUA, que inclusive pediu concordata na segunda-feira anunciou que, aproximadamente 15.000 pessoas perderão seus postos de trabalho.

Voltemos a um passado recente. Quando a greve dos roteiristas de cinema começou a se estender mais que os estúdios previam, vários profissionais resolveram criar e ingressar em startups de tecnologia para apostar em novas formas de viabilização de seus projetos sem depender dos tradicionais estúdios de cinema. Mas o que isso tem haver com a atual crise econômica? Bem, algumas pessoas que estão perdendo seus empregos em Wall Street estão buscando startups.

Hoje o blog do colega Tiago Dória está veiculando um post sobre a atual crise econômica e as empresas de Tecnologia/Internet. Esta crise, que aos poucos vai tomando proporções mundiais, também já começa a afetar empresas de tecnologia, entre elas a Cisco, RIM e Bloomberg. Com isso, a First Round Capital, uma empresa de capital de risco, criou um site chamado Leave Wall Street Join A Startup [tradução livre: Deixe Wall Street e entre ou crie uma empresa de tecnologia/web com uma nova proposta. O termo Startup é frequentemente associado à novas empresas de tecnologia ligadas à Internet e à nova economia].

Segundo o portal criado, que lista uma série de empresas que estão necessitando de empregados, essas startups são, atualmente, mais estáveis que Wall Street. É a Economia 2.0 trazendo uma alternativa aos negócios. Acredito que, com o atual cenário econômico, muitos irão abrir empresas 2.0.

Aproveitando o tema, você tem pensado em algum projeto web promissor? Você tem aquela idéia que ninguém ainda teve? Não perca tempo. Não desista. Não tenha medo de mostrar este projeto a alguém. Não esqueça que, o maior destruidor de idéias é o medo de parecer ridículo. Acredite em você. Sonhe com a cabeça nas nuvens, mas não esqueça de manter os pés no chão.

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Long Tail, Cauda Longa. O assunto já foi falado, discutido, comentado e, Chris Anderson, autor do livro The Long Tail (A Cauda Longa) está colhendo feliz os louros de sua empreitada, tanto que atualmente está preparando um livro focado na Economia da Gratuidade.

Nunca é demais ler sobre o que Chris Anderson escreve. No entanto, acredito que, em algumas vezes, ele até exagera um pouco, principalmente quando fala de gratuidade. Mas, quando se é alguém que trabalha com tendências, é natural ser evangelista de determinadas questões, correndo inclusive, o risco de errar.

Hoje, o portal iMasters publicou um texto sobre a “Cauda Longa da Economia Digital”, escrito por Eduardo Favaretto. Recomendo a leitura. Abaixo, segue um pequeno trecho. A versão completa você pode ler aqui.

“Lembro-me muito bem na década de 80, durante minha adolescência no interior do Estado de São Paulo, o acesso que eu tinha aos poucos programas na TV, transmitidos por broadcast para milhões de brasileiros. Era uma mesmice acentuada toda semana. Os grandes sucessos na programação eram raros, mas encantavam multidões quando aconteciam. O cinema era uma outra opção sofrível, principalmente devido à demora acentuada para os poucos bons filmes chegarem às salas fora das grandes Capitais – o mundo era pequeno sem a Internet” (…).

Não seja preguiçoso e continue a ler o artigo clicando aqui :]

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