Eleições Americanas: Debates 2.0

por Rodrigo Cunha em 26/set/2008 as 11:46 | Arquivo de Rodrigo Cunha

Em tempos onde campanhas, sejam elas de propaganda de produtos, seviços ou políticas se fazem cada vez mais presentes no meio online, novidades relacionadas não param de pintar.

A mais “quentinha” está relacionada ao canal especial criado pelo Twitter para que cidadãos de todo o mundo possam debater sobre os candidados à presidência dos EUA. Trata-se de uma grande sala de debates. Lá, o internauta pode escolher acompanhar conteúdo, em tempo real, sobre o que está sendo falado dos candidatos Barack Obama, John McCain e seus respectivos vices, Joe Biden e Sarah Palin.

Caso você seja tenha tempo de sobra, pode optar por receber informações relacionadas aos quatro, também em tempo real. Grande parte do fluxo de informações é gerado pelos usuários. É muita informação! Os debates são constantes. Os candidatos apenas lançam temas.O mais bacana é poder questioná-los diretamente.

Bem bacana e prático, além de não ser necessário dar refresh na página para atualizar as informações, já que o sistema atualiza as informações automaticamente. Acredito que, se houvesse um canal especial dedicado ao Brasil, a coisa funcionaria muito bem, já que o Brasil vem ganhando cada vez mais adeptos ao Twitter. Vejo como mais uma forma de atrair o interesse da nova geração pela política, já que esse pessoal vive conectado.

Já chamada, há algum tempo, de Eleição 2.0, ela tem um líder no segmento online: Barack Obama. Falei aqui um pouco sobre as aventuras de Barack no mundo online. O candidato faz a cabeça de muitos nerds mundo afora. E não falam que os nerds dominarão o mundo? :)


Fique por dentro! Siga o GeracaoInternet.com no Twitter.


Já imaginou gravar um disco com a ajuda dos fãs, contribuindo na mixagem das músicas através da Internet? Hmmm. O Radiohead já fez algo similar. Já imaginou uma banda gravando faixas de seu novo álbum e disponibizando para que os fãs mixem e remixem as faixas antes do lançamento do álbum?

Se você é um entusiasta da Web, já deve ter tido várias idéias de serviços. Possivelmente já deve ter pensado em algo do gênero. Você e várias bandas. Mas poucos realizam. O Third Eye Blind, responsável pelo grande hit radiofônico Semi Charmed Life, está fazendo isso. Atualmente a banda está gravando um novo álbum. Assim que as faixas estiverem concluídas, os arquivos de audio serão dispobibilizados para que qualquer pessoa possa remixá-lo.

Música Social? Será que um dia teremos bandas sem rosto? Ok, o Gorillaz fez algo do gênero, mas todos sabíamos que Damon Albarn, do Blur, estava por trás do projeto. O que quero dizer e colocar em questão é se pessoas gravarão e remixarão faixas entre si, lançando arquivos pela web mundo afora, sem se identificar, pelo simples prazer em compartilhar arquivos.

Não, não estou falando dos MashUps Musicais. Estou falando de música orgânica mesmo, baixo, bateria, voz, guitarra, teclado. Tudo feito à distância, material original e não remixagem. Falo de uma banda que nunca será revelada, mas que poderá se destacar justamente por isso. Será que a música funcionaria assim, à distância? Você acha que os artistas devem permitir a participação de ouvintes no processo criativo? Para você isso faria com que as bandas perdessem sua identidade?

Não gosta da idéia de o produtor ser você? O que você acha disso tudo? Ok, chega de perguntas neste post! Eu confesso que me sinto um pouco confuso com a overdose de música, modelos de comercialização e bandas vindas de todos os cantos do mundo através da Web. Não consigo definir um estilo vigente, como sempre houve nas décadas passadas. Sinto como se estivéssemos vivendo os estilos musicas de todas as décadas passadas simultaneamente. É, muita informação. Tudo ao mesmo tempo agora, antes e depois.

Mas, de qualquer forma, vejo com cada vez mais otimismo o futuro da música. Estamos, mais do que nunca, na era da inovação. Problema é a substância. Inovação sem substância, sem rumo, é apenas notícia que ficou para traz.


Fique por dentro! Siga o GeracaoInternet.com no Twitter.


As 5 Tatuagens mais GEEK!

por Rodrigo Cunha em 3/set/2008 as 10:19 | Arquivo de Rodrigo Cunha

Foram publicadas hoje, no site da Wired, as tatuagens mais geek, enviadas por leitores do site. É a Geração Internet se comunicando de todas as formas. Fique com algumas a seguir.

“Cuidado ao chutar o tornozelo desse cara, man!”

“Coração de 8-bit”

“Será que um dia teremos um iPod debaixo da pele?”

“Eu sou Geek. E você não passa de um Nerd”

“Pi= 3,14, ok? Peraí, para que esse cara quer complicar as coisas? Para que um pi com 80 dígitos? Ok, ok, thats a geek guy… OMG!

Para ver mais, clique aqui.


Fique por dentro! Siga o GeracaoInternet.com no Twitter.


BLIP.fm: O novo “UAU” da Internet

por Rodrigo Cunha em 1/set/2008 as 12:04 | Arquivo de Rodrigo Cunha

Poucas vezes tive uma sensação tão boa ao conhecer um novo serviço web. Satisfação. UAU. Alegria. Sorriso bobo estampado em minha face. Exagero da minha parte? Garanto que não. Bem, vá lá conhecer. Clique aqui e prepare seus ouvidos.

Compartilhar músicas ficou ainda mais legal que antes. Com a Last.FM, muitos acreditavam que o serviço era o máximo em termos de conhecer o gosto musical de outras pessoas. Eu, particularmente, nunca fiz muito uso dele. Eis que surge o BLIP.fm, juntamente com um novo verbo: BLIPAR!

O BLIP.fm nada mais é que um twitter musical. Você recomenda músicas! Simples assim. Você passa a ser um DJ. No Twitter você tinha seguidores. Aqui você terá ouvintes. Duas coisas me chamaram a atenção e me fizeram rir à toa: clicar no PLAY e ouvir a música e adicionar as suas prediletas a um PLAYLIST. Tudo isso com um único clique. Simples, fácil, como as boas idéias são.

Mas, se tem algo que realmente me fez gritar um “UAU”, foi quando percebi a barra SEARCH. Bem, através dela, você “só” digita o nome da música e recomenda. Simples assim. Você digita The Smiths, por exemplo, e o serviço sugere algumas músicas da banda como recomendação. Você escolhe a que mais gosta e pronto, clica em OK.

O BLIP.fm é excelente para conhecer o gosto musical de amigos ou de pessoas que você nunca ouviu falar. Nesse ponto, ele é muito semelhante ao Twitter: você assina pessoas e recebe conteúdo. No BLIP.fm você assina um DJ e recebe música! É muito legal relembrar músicas que você não ouvia há tempo e descobrir que alguém próximo a você também curte aquela saudosa canção.

Outro ponto positivo: o serviço disponibiliza uma barra chamada FEEDBACK. Através dela, nós, usuários, podemos reivindicar melhorias ao serviço. Algumas delas já estão nos planos da empresa, como o desenvolimento da API e a integração com a LAST.FM. Ah, você vai precisar instalar o Adobe Flash Player para rodar o serviço sem problemas. Clique aqui e faça o download.

Eu só espero que o serviço não venha a sofrer do mal do Twitter e torne-se instável. Espero que seus desenvolvedores tenham se precavido para a demanda que estão recebendo.

Bem, não me estenderei muito aqui, até porque você precisa experimentar você mesmo para se divertir. Vá lá AGORA e recorde-se de várias canções e surpreenda-se com o gosto musical de seus amigos :)

Lógico, eu já tenho um perfil no BLIP.fm. Se você gostou da idéia, me adicione, clicando em ACCEPT INVITATION.

Confira o vídeo abaixo para um pequeno tour pelo serviço.

Atualização:
Acompanhe no Blip.fm, os playlists de Rodrigo Cunha e Geraldo Protta.


Fique por dentro! Siga o GeracaoInternet.com no Twitter.


Que idade tem sua memória?

por Geraldo Protta em 27/ago/2008 as 10:08 | Arquivo de Geraldo Protta

Um joguinho geek, para desafiar a mente humana. O jogo é em japonês (mais geek ainda) mas os números são universais. Clique em “start” para começar, e após a contagem regressiva, memorize os numeros e posições que serão exibidos por um segundo. Quando sumirem, clique nos círculos que surgirão, mas na sequência crescente dos números que foram mostrados. No final de 10 tentativas, o jogo irá lhe dizer a idade de sua memória. Será que você é bom o bastante?

E então? Que idade tem sua memória?


Fique por dentro! Siga o GeracaoInternet.com no Twitter.