Qual o seu diretor de cinema predileto?

Se alguém me fizer essa pergunta certamente levarei algum tempo para responder. Eu não tenho um predileto. Tenho vários. Mas certamente tenho a minha lista de prediletos. E nela, não ficam de fora, EM HIPÓTESE ALGUMA,  Stanley Kubrick e Martin Scorsese.

Confira abaixo um vídeo com os melhores momentos desses dois mestres. Após o vídeo, uma lista com o nome dos filmes exibidos no vídeo:

Dir.: Stanley Kubrick

Day of the Fight (1951)
Fear and Desire (1953)
Killer’s Kiss (1955)
The Killing (1956)
Paths of Glory (1957)
Spartacus (1960)
Lolita (1962)
Dr. Strangelove (1964)
2001: A Space Odyssey (1968)
A Clockwork Orange (1971)
Barry Lyndon (1975)
The Shining (1980)
Full Metal Jacket (1987)
Eyes Wide Shut (1999)

Dir.: Martin Scorsese

Mean Streets (1973)
Alice Doesn’t Live Here Anymore (1974)
Taxi Driver (1976)
New York, New York (1977)
Raging Bull (1980)
The King of Comedy (1982)
After Hours (1985)
The Color of Money (1986)
The Last Temptation of Christ (1988)
Goodfellas (1990)
Cape Fear (1991)
The Age of Innocence (1993)
Casino (1995)
Kundun (1997)
Bringing Out the Dead (1999)
Gangs of New York (2002)
The Aviator (2004)
The Departed (2006)
Shutter Island (2010)

via UoD

Comente!
Tags:  

Um show de rock! É o que representou para mim a primeira metade de Homem de Ferro 2. Quando Tony Stark toma conta da tela pela primeira vez, a vontade que dá é de ficar em pé na sala de cinema e bater palmas. A entrada do herói em cena se dá ao som da fodástica “Shoot to Thrill”, da heróica banda de Angus Young, o AC/DC.

Na sequência, um verdadeiro show de cenas hilárias. É impressionante o rítmo do longa na primeira metade. Mal temos tempo de respirar e tudo na tela pipoca ao mesmo tempo. Comparo essa primeira metade do filme a uma explosão de fogos de Reveillon na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro.

A trama do filme não poderia ser mais simples: A companhia Stark é detentora da tecnologia que possibilitou a paz mundial. Tony Stark, o Homem de Ferro, faz uso da tecnologia para sobreviver e “defender o planeta”.

Mas a Hammer, empresa concorrente, começa a fazer uso de tecnologia semelhante e quer provar ao governo e as forças armadas que a tecnologia utilizada pela Stark já está ultrapassada. Com isso a Hammer espera colocar robôs mais modernos nas ruas para garantir a paz. Robocop? Totalmente =)

O roteiro realmente é apenas um papel de fundo para que Robert Downey Jr destile carisma e sua postura excêntrica durante todo o longa. Downey rouba a cena durante todo o filme e praticamente o carrega nas costas sozinho! Cool, hilário, vagabundo, inteligente, herói. Sem Downey, Homem de Ferro 2 não seria o que é.

Outro cara merece destaque aqui é Mickey Rourke. No papel do vilão Ivan Vanko, é o clássico bandido: pouco fala e, quando fala, dispara frases de efeito e outras nada geniais, como a sua predileta “Você perdeu”. Com o palito no canto da boca durante grande parte do filme, Vanko demonstra descaso com Tony Spark dutante todo o tempo, o que torna as coisas ainda mais divertidas.

Já a Natalie Ruchman me decepcionou bastante. Interpretada pela bela Scarlett Johansson, a presença dela no filme é pouco relevante. Como não conheço a personagem nos quadrinhos, não sei julgar o qual importante é a personagem dela no universo Homem de Ferro. Mas no filme, ela está apenas para fazer Scarlett desfilar para cima e para baixo mostrando sua beleza de poucas palavras.

Gwyneth Paltrow agrada no papel de Pepper Potts. Sem excessos, ela proporciona vários momentos agradáveis durante toda a projeção. Também digna de nota é a atuação de Sam Rockwell no papel de Justin Hammer, dono da empresa Hammer, concorrente da Spark. Também hilário e excêntrico, porém nada cool, Hammer também contribui para que Homem de Ferro 2 seja um filme extremamente divertido.

Don Cheadle, no papel do Tenente James Rhodes agrada e também proporciona boas sequências. Rhodes praticamente tenta manter Spark na linha, principalmente com relação a seus excessos. A sequência da “festa” é impagável =)

Para fechar, Nick Fury, vivido por Samuel L. Jackson, mal aparece. Fury merecia mais espaço na trama. Achei o personagem muito pouco explorado, principalmente pelo diretor Jon Favreau ter ali em mãos ninguém menos que o parceiro badmotharfucker de John Travolta em Pulp Fiction.

Você deve ter percebido que falei bastante da “primeira metade” do filme nesse review. O motivo é que ela é realmente espetacular. Poucos filmes que assisti começaram e conseguiram se manter no mesmo ritmo até a metade. Mas, a partir dela, o filme tem uma bela queda.

Não que dali para frente o filme seja ruim. A questão é que a primeira metade é BOA DEMAIS, dude! Sabe quando uma banda lança aquele primeiro disco insuperável e depois tenta repetir o sucesso nos discos posteriores? É mais ou menos isso que percebi da metade em diante. A coisa continua divertida, mas não “como se fosse a primeira vez” =)

De qualquer forma, recomendo o filme sem dúvida alguma. Só não dou nota máxima pela pequena perda de ritimo da metade para o fim. Mas é diversão garantida! É cool. É quase uma comédia em alguns momentos. O mais bacana de Homem de Ferro 2 é que o próprio personagem não se leva a sério. E, segundo dizem, Robert Downey Jr está interpretando a ele mesmo =)

Nota: ★★★★½

Assista abaixo ao trailer legendado em HD:

Comente!
Tags:  

Finalmente. Assisti o tão aguardado e alardeado ‘Alice no País das Maravilhas’. O resultado? Muito bom, gostei muito, sou suspeito para dizer, já que sou um grande admirador das obras de Tim Burton. Durante o período de estréia de ‘Alice Wonderland’ pude ver críticas de todos os lados, que o filme era isso e aquilo, que o 3D foi muito mal utilizado e era caótico. Bom, algumas dessas críticas são realmente reais e o mais visível é o uso do 3D.

O cenário gótico e surreal já seriam o suficiente para o público, o que nos faz questionar em relação ao uso dos óculos 3D, que viraram moda e obrigação nos filmes pós-Avatar. Não é de todo ruim, mas o 3D aqui é usado mais para apontar objetos na tela, numa tentativa de tentar nos surpreender, o que essas alturas já não é mais tão bem sucedida.

A história sofreu algumas alterações, Tim Burton decidiu substituir a menina de 7 anos por um Alice mais adulta que está beirando os 20 anos. A velha Alice não é esquecida é claro, aqueles sonhos fazem parte do passado. Agora ela volta ao mundo maravilhoso mais velha e parece ter se esquecido de tudo o que aconteceu. É nesse momento que a produção me faz lembrar de ‘Hook: A Volta do capitão gancho’. No filme de 1992, Peter Pan esqueceu-se de quem era, cresceu e virou um advogado sem graça, cabendo aos meninos da Terra do Nunca trazê-lo de volta e fazê-lo lembrar de quem ele era.

Em Alice in Wonderland é um pouco semelhante, deixando um pouco de lado as fidelidades com o conto de Lewis Carroll em alguns aspectos, que podem desagradar uns ou agradar outros. E como se trata de um filme dirigido por Tim Burton, pode esperar todos aqueles elementos sempre presentes em seus filmes que tanto o caracterizaram. Bem como o elenco: temos Johnny Depp (em seu sétimo trabalho com Burton), Helena Boham Carter (esposa do cineasta) e a inconfundível trilha feita por Danny Elfman.

Aliás, o elenco está realmente bem reforçado. A própria Alice interpretada pela então desconhecida Mia Wasikowska foi um boa surpresa. Para aqueles pais que esperam uma obra extremamente infantil dirigida unicamente para seus pequenos poderá se surpreender. Além de divertida, ‘Alice Wonderland’ de Burton traz aspectos bem sombrios e é claro, momentos engraçados.

É possível notar o esforço de Burton em levar sua Alice mais para a ação desenfreada, onde podemos ver algumas influências de outros blockbusters como “Harry Potter” e “O Senhor dos Anéis” na batalha épica e a parte digamos, nada genial. Apesar das ressalvas e de certos exageros, ‘Alice no País das Maravilhas’ é um filme divertido, longe de ser perfeito, Tim Burton precisa renovar-se em alguns aspectos, deixar um pouco de lado a velha tradição e inserir um pouco de novidade em suas futuras produções.

Nota: ★★★½☆

Veja o trailer abaixo Legendado e em HD:

Nota: Conteúdo fornecido pelo Ocean of Noise, em antiga parceria com o Geração Internet.
Comente!
Tags:  

Hoje pela manhã fiquei emocionado. É sério, sem brincadeira. Pode ser que vocês não entendam, mas um cara como eu, de 33 anos, viveu os anos 80 fervorosamente. Adoro a porra de um revival. Não tem jeito. É música, filme, cheiro…

Aí vem a Pixar e resolve causar comigo outra vez: criaram um comercial fake totalmente oitentista para promover o novo brinquedo que estará presente no aguardadíssimo Toy Story 3. Eu amo essa série. Da mesma forma que amoo WALL.E (minha esposa não vê a hora de comprar o tal robô) e UP – Altas Aventuras.

Nesse final de semana assisti a Como Treinar o Seu Dragão. Achei bem bacana e por alguns momentos tive a felicidade de comprovar que a DreamWorks aparentemente está tentando seguir os passoss da Pixar, ou seja, tentar ser uma Disney. Tentar, porque a Pixar ja é, mesmo sendo parte da própria Walt Disney.

Bem, tudo que me motivou a escrever essa choradeira, está presente no vídeo abaixo criado pela Pixar, para promover o tal novo brinquedo de Toy Story 3, o Lots-o’-Huggin’ Bear. A animação estréia por aqui por aqui em Junho. Veja quantas vezes quiser. A tática utilizada pela Pixar pegou muita gente desprevinida e “parece” aqueles comerciais gravados em VHS! Confira =)

Comente!
Tags:  

Roy Miller é um soldado que tenta fazer as coisas de maneira correta em meio a Guerra do Iraque. Ele e seus comandados seguem pistas em busca de armas de destruição em massa. O problema é que sempre que chegam aos locais, não encontram nada mais do que privadas ou algo do tipo. Roy Miller questiona seus superiores a respeito das fontes dessas informações. Ele sente que há algo de errado no ar e decide ir fundo na toca do coelho. Uma decisão repleta de riscos.

Paul Greengrass é um diretor que não se contenta apenas com a ação. Seus filmes sempre aspectos políticos e conspiratórios. Zona Verde é um verdadeiro thriller de guerra, com uma história razoavelmente complexa, que exige um certo grau de atenção do público. O filme quer mostrar algo que todos sabemos: as tais armas de destruição em massa eram apenas uma desculpa para os EUA invadir o Iraque e fazer o que bem entendessem. O diretor nos coloca dentro daquele caos ao utilizar seu estilo quase documental de filmar. As interpretações de Matt Damon e Khalid Abdalla também merecem destaque. Tudo parece bem real.

Apesar das cenas de ação serem filmadas com a competencia habitual, não posso negar que em alguns momentos elas me pareceram um tanto longas e confusas. Isso não atrapalha o filme como um todo, mas é uma falha que poderia ser corrigida sem muito trabalho. Enfim, Zona Verde é um bom filme de guerra, com um lado político intrigante, mas que fica um pouco empalidecido após algo do nível de Guerra ao Terror.

Nota: ★★★☆☆

Assista ao trailer abaixo legendado e em HD:

Nota: Conteúdo fornecido pelo Cultura Intratecal, em antiga parceria com o Geração Internet.

Comente!
Tags:  

Todos nós estamos habituados a assistir a trailers dos filmes que mais estamos esperando. Antigamente tínhamos que aguardar a divulgação deles em fitas de VHS, antes do início do filme. Depois os trailers passaram também a fazer parte dos DVDs e, mais recentemente dos BluRays.

Nos cinemas eles sempre foram presentes. Sempre gostei de assistí-los, em qualquer mídia. Mas os trailers até então só vinham sendo exibidos em mídias diferentes. O formato sempre foi o mesmo. Em alguns minutos ou até menos que isso (teasers) eram editados os momentos mais marcantes ou então aqueles que deveriam chamar a atenção de seu público-alvo.

Eis entao, que surge o trailer de Homem de Ferro 2. Este, totalmente interativo, com marcações durante o trailer onde o usuário pode interagir e explorar ainda mais informações extras do filme. É um excelente feature para envolver ainda mais as pessoas e aumentar ainda mais a curiosidade em torno da produção, que estréia por aqui no dia 30 de Abril.

Não deixe de assistir por NADA. O player talvez demore um pouco para ser exibido. Tenha paciência. Assim que ele surgir, click em “LAUCH”. Veja abaixo e comente o que você achou:

Comente!
Tags:  

O mundo como o conhecemos já não existe mais e o motivo não importa. Agora tudo não passa de cinzas, isolamento, desespero e frio. É neste mundo pós-apocalíptico que encontramos um pai (Viggo Mortensen) e um filho (Kodi Smit-McPhee) tentando sobreviver sem perder a sanidade. E a estrada para a sobrevivência está longe de ser fácil. As poucas pessoas que restam fazem parte de grupos que não hesitam em roubar, matar ou até mesmo praticar canibalismo.

John Hillcoat dá vida a este mundo morto de uma maneira marcante, sempre buscando explorar a destruição e o desolamento do que um dia foi a Terra. A química de Viggo e Kodi é impressionante e isso é essencial para fazer o filme funcionar. Percebemos como o Homem faz de tudo para salvar o Garoto e também para ensina-lo como sobreviver sozinho, caso seja necessário um dia.

A ideia do Homem é ir o mais perto possível da costa marítima, mas para chegar até lá eles têm que passar por coisas grotescas. Existem cenas muito fortes ao longo de A Estrada, capazes de mexer com o público. Palmas para Hillcoat, que teve coragem de mostrar quase tudo o que está no livro de Cormac McCarthy.

Como vocês podem ver é um filme triste. Na verdade, é até depressivo. Ainda mais quando vemos rápidos flashbacks mostrando o mundo como era antes. Sabiamente, o diretor utiliza uma fotografia totalmente diferente nestes momentos, cheia de cores e vida. Estes opostos podem te sensibilizar se você não estiver preparado.

Infelizmente, existem algumas falhas no filme, como o fato dele não permitir uma conexão maior com os persoangens e o o  ritmo um pouco lento, que pode desagrar a alguns. De qualquer forma, é um dos melhores filmes do gênero disponível por aí.

Nota: ★★★★☆

Assista ao trailer abaixo em versão legendada:


Nota: Conteúdo fornecido pelo Cultura Intratecal, em antiga parceria com o Geração Internet.

Comente!
Tags:  

O diretor Chan-wook Park é o gênio por trás de Oldboy (leia o review do GI aqui), um dos melhores e mais aclamados filmes da última decada. Agora, ele resolveu se arriscar em um assunto da moda: histórias de vampiro.  Ainda que ele não tenha criado uma obra do nível de Oldboy, ele trouxe um certo grau de originalidade para o gênero, fazendo de Sede de Sangue um trabalho satisfatório.

Um padre é voluntário num experimento que busca a cura de uma doença fatal. Como resultado ele consegue a própria morte. Só que esta morte dura pouco tempo e ele acorda transformado. Ele está muito mais forte, com os sentidos aguçados, com aversão a luz solar e com sede. Muita sede.

Sim, o padre se transforma em um vampiro. Como todo bom vampiro ele precisa de sangue humano para sobreviver. Seu apetite sexual, antes inexistente, agora é incontrolável. Como a garota Tae-Ju está cansada do seu marido e em busca de novas aventuras, o encontro é inevitável. Obviamente, isso trará consequências.

Chan-wook Park é excelente para criar sequências criativas, sempre contando com uma fotografia extremamente bela. Some-se a isso o fato de ter sangue para todo o lado e um pouco de sexo também. É realmente um trabalho visual digno de nota. Infelizmente, o filme sofre por ter um ritmo de irregular. Chega um momento em que a história se torna chata e um tanto sem sentido, como se fosse uma mera desculpa para um requinte estético aprimorado.

Além disso, Sede de Sangue quase derrapa para um lado trash, o que diminuiria sua qualidade. Ainda bem que o final, cheio de poesia e simbolismo, manteve o nível do início. Destaco também a atuação de Ok-bin Kim, que pegou uma personagem complicada, mas soube dar vida a ela de uma maneira marcante, sem ser caricatural.

Nota: ★★★☆☆

Nota: Conteúdo fornecido pelo Cultura Intratecal, em antiga parceria com o Geração Internet.

Comente!
Tags:  

E o novo trailer de Os Mercenários (The Expendables)? Aparentemente o filme será bom e Stallone chutará bundas novamente. Mas, desse vez, o trailer tem um tempero extra: Silvester Stallone, Bruce Willis e Arnold Schwarzenegger juntos na mesma cena!!!

O filme será lançado no dia 13 de Agosto. Confira o novo trailer abaixo:

Comente!
Tags:  

Ah, Ghostbusters! Acho que não há quem não goste desse filme. E agora que a produção do o 3º filme já é praticamente certa, vale a pena relembrar o 1º filme. E o melhor, em HD!

Foi lançado o BluRay desta maravilha e abaixo publico o review feito pelo site IGN. ENJOY!

Comente!
Tags: