Celulares, celulares, celulares. Não dá pra viver sem eles. Dando um “rolê” pelo UoD, assisti um vídeo bacana sobre a evolução dos celulares desde o ano de 1985.

Começa no quadradão e termina no iPhone, dando um preview de aparelhos conceituais para um futuro próximo, muito próximo.

Confira:

Via UoD

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Eu já havia lido há algum tempo sobre um software que permitirá que você aponte, com uma câmera de celular/iPhone or “something like this”, para uma localidade qualquer na rua e receba informações sobre ela.

Ex.: Prédios, museus de arte, pontos turísticos, entre outros.

Eis que a notícia resurge. A empresa que está desenvolvendo o aplicativo é a Mobvis. O aplicativo permitirá que as pessoas cadastrem locais de diversos países no banco de dados da empresa. O projeto é totalmente colaborativo.

A funcionalidade poderá ser bastante útil para turistas. A idéia é bem bacana. Mas será que as pessoas terão paciência para ficar chcando links na rua?

Veja como funcionará o programa da Mobvis através do vídeo abaixo.

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“O sucesso do Mixi no Japão é, além de ser um site japonês para japoneses, ser acessível do celular. Vi muita gente navegando pelo site fuçando a vida alheia (e eu tava fazendo o quê né?), andando na rua, no trem, esperando na fila…

É uma coisa que não dá pra ter idéia daí, fora do Japão talvez só a Korea deva ter algo parecido. A japaiada não larga mão do seu “keitai” (celular) porque dá pra fazer quase tudo com o aparelho, ele só não arruma a casa nem dá colo…

O comentário acima foi inserido no post anterior pelo Sato, um amigo que está morando no Japão já há algum tempo. Aqui no Brasil, andar com o celular é comparável a andar com as chaves de casa. Há até um certo grau de “fanatismo”.

Mas, não utilizamos o celular para tudo. E não é só por aqui. Na maioria dos países, o SMS é a tecnologia mais utilizada, apesar de os aparelhos trazerem cada vez mais funcionalidades e facilidades. Mas, no Japão, o “Keitai” (celular) não possui apenas facilidades e funcionalidades extras. Ele é praticamente integrado com tudo.

As telas desses aparelhos são grandes e possuem alta resolução. Não é incomum ver pessoas lendo livros na tela desses aparelhos. É algo comum já há algum tempo. Essa e várias outras atividades são realizadas através do celular.Isso não quer dizer que tudo isso também vá acontecer aqui no Brasil.

As vezes tudo é uma questão cultural. Japonês ama animes e consome esse tipo de história o tempo todo. Por aqui já é diferente. Muita coisa não depende apenas de tecnologia e inovação. Muito está ligado a questões culturais. A Web é global. Mas os costumes não são.

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Nesta semana, a AT&T disponibilizou, em uma de suas lojas, o Microsoft Surface, para que usuários pudessem checar as características dos celulares que estão à venda na loja. Bastante interação e o fato de não necessitar pegar uma senha e aguardar horas para ser atendido devem fazer com que o produto da Microsoft popularize com o tempo, já que o custo ainda é bastante alto.

Cheque você mesmo, os vídeos abaixo. Muito legal …


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