Com o título What is iPad? (O que é o iPad?), vai ao ar o primeiro comercial do iPad, voltado para a TV americana. Coincidência ou não, ele se parece demais com o conceito do comercial do super-inovador Newton, lançado em 90, antecedendo iPhones, Palms e qualquer outro gadget que conhecemos. Confira abaixo e diga o que achou da nova postura publicitária da Apple.

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Mostrando que a fotografia não depende somente da câmera, mas sim da qualidade do fotógrafo, e retomando o assunto sobre as limitações na resolução da câmera do iPhone em relação à outros espertofones, aí vai um bom exemplo de que a limitação está no usuário.

O artista e fotógrafo Lucas Lenci realizou em São Paulo, uma exposição com 52 fotografias tiradas unicamente com um iPhone Classic. Com o título aifonepics: polaroids da minha geração, a mostra conta com uma seleção de fotos do artista, que durante meses fez experimentos com o aparelho.

“Como fotógrafo eu sinto a necessidade de registar momentos, formas e cores que de alguma maneira me inspiram e, ao invés de ter sempre um caderno comigo para tomar nota destas inspirações, optei em usar meu telefone como um diário digital.” (Lucas Lenci)

O fotógrafo Cristiano Mascaro escreveu o texto que apresenta as 52 imagens selecionadas e que estão expostas na galeria dconcept. Impressas em papel Ilford galerie smooth glossy, as imagens terão tiragem de 52 prints cada, todas assinadas e certificadas.

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No que os americanos chamam de Black Friday, a sexta-feira seguinte ao dia de Ação de Graças, todos os anos a Apple comemora baixando os preços (como as queimas de estoque pós-natal). Neste ano também seremos beneficiados, graças à Apple Online Store, recentemente lançada no Brasil.

Evento especial “Um dia de compras da Apple” 27 de novembro.

Visite a Apple Online Store na sexta-feira seguinte ao dia de Ação de Graças para participar do evento especial “Um dia de compras da Apple”. Você encontrará várias ideias de iPods, iPhones e Macs para dar de presente.

Marque na sua agenda. Enquanto isso, navegue na Apple Online Store para encontrar iPods, iPhones e Macs para presentear todos da sua lista.

No Brasil, o evento recebe o nome de “Um dia de compras da Apple” e os descontos estarão disponíveis somente durante o dia 27 de novembro, das 0h às 23h59. Ainda não há informações sobre os descontos, ou a relação dos produtos afetados por eles. Mas o certo é que é uma ótima oportunidade para adquirir um MacBook ou um iPod, no país onde a maçã é mais cara.

Fonte: Macworld
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E o iPhone continua muito bem. Os Apps, a alma do iPhone, continuam surpreendendo e fazendo com que milhões de pessoas desejem esses miniprogramas (games e aplicativos).

Um app que tem gerado um certo buzz na web, desde a semana passada, foi o novo app da CNN para o iPhone. Não é apenas um aplicativo que permite que você leia notícias do site do da CNN.

É mais que isso. Há informações em tempo real sobre tráfego e tempo baseadas em sua localização ou seja, se você está na região da Av. Paulista, terá a opção de receber informações relacionadas a mesma, por exemplo.

O app já estáa disponível na iTunes Store a 1,99 doletas. Confira o vídeo abaixo, com um review completo sobre a aplicação:

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Parece ontem que eu comecei a jogar o Game Boy do Master Clube (locadora de games e consoles que tinha aqui em Floripa).

Monocromático? Era um preço razoável a se pagar para ter um jogo em suas mãos, sem aquele ritual de mudar a “chave seletora” atrás da TV para o modo “videogame” e ainda poder carregá-lo pra qualquer canto.

Para quem estava acostumado com Atari, como eu, Game Boy era um sonho, por se tratar de um produto Nintendo, ele tinha suas versões “mini” para os clássicos jogos do Nintendinho (NES ou Nintendo Entertainment System).

Claro que tinham os mini-games, muito mais baratos, mas com apenas um jogo, sem a possibilidade de trocá-lo, além de possuírem um gráfico mais arcaico que o do Atari, puxando para um “Pong”.

Uma opção que fazia frente ao Game Boy era o Game Gear (Sega), com gráficos coloridos e mais detalhados e com uma boa gama de jogos.

Por diversos motivos, conjunção astral, etc, o Game Boy ganhou a briga, com suas 257 versões, Color, Advance, Mega, Plus, Master, Hyper, Cyber e por aí vai, uma infinidade de jogos que até hoje mantém uma legião de fãs/consumidores.

Vinte anos se passaram desde o primeiro Game Boy e até pouco tempo atrás, tínhamos oficialmente apenas dois consoles portáteis na briga: Nintendo DS (bisneto do Game Boy) e Sony PSP (digamos que a Sony ficou com a fatia do mercado que era da Sega).

Eu disse “até pouco tempo atrás” porque em 2007 a Apple quando resolveu entrar para o mundo dos telefones, lançou o iPhone; iPod, smartphone, câmera digital, wi-fi, GPS, dentre outros e logo em seguida lança o iPod touch, um iPhone sem o “Phone” (sem GPS e câmera também).

De lá pra cá, o iPhone eleva os “joguinhos pra celular” a um novo patamar. Com sua capacidade de armazenamento notoriamente superior aos outros smartphones e consoles portáteis, mídia de distribuição digital, preço de jogos muito abaixo da concorrência e cada vez mais desenvolvedores de aplicativos e jogos que se unem à Nação Apple, o crescimento de mercado do iPhone/iPod touch de 2007 a 2009 é quase que exponencial.

Eis que há um mês eu estava à procura de um gadget pra me auxiliar nas aulas. Algo que eu pudesse ler meus PDF’s, documentos editáveis, planilhas de cálculo e até apresentações.

Pesquisei por vários aparelhos, inclusive PSP e DS (pois eu também queria algo para me entreter). Quando eu estava quase comprando um netbook, para posteriormente comprar um jogo portátil, me veio à mente  ir a outra loja e pedir pra ver o iPod touch.

Devido a algumas dicas e um papo com o Guto Guimarães do Nerd Help, eu tinha uma idéia do potencial do iPhone/iPod touch para jogos, em relação ao Sony PSP e o Nintendo DS. Pois bem, uma curta apreciada no aparelho e uma rápida visita à App Store, pra saber que o iPod touch era o que eu estava procurando.

Não hesitei. Adquiri meu segundo iPod. Um touch de 32GB que não possuía tanta capacidade de armazenamento quanto o meu iPod classic 160GB, mas que oferecia uma infinidade de possibilidades.

Hoje, tenho 99% das coisas que preciso para meu entretenimento e meus estudos, dentro do meu iPod touch. Adquiri calculadora científica, pacotes de utilitários/produtividade, leitor de PDF, jogos e aplicativos diversos. Entre gratuitos e pagos, gastei exatos US$177.59 para deixar o meu aparelho do jeito que eu queria e necessitava.

Leio meus e-mails logo após acordar (antes de levantar), acompanho as notícias enquanto tomo café da manhã, jogo Sonic enquanto aguardo na recepção da oficina, ouço minhas músicas do iPod no som do carro, almoço enquanto vejo as twittadas, falo via Skype com clientes e parceiros de trabalho (em momentos que cedo o PC pra minha mãe falar com meu irmão), leio direto no iPod as apostilas, monografias e outros textos relativos ao meu curso que os professores disponibilizam em arquivos PDF.

Caso chegue muito cedo às aulas, fico jogando Need For Speed. Claro que tudo isso, caso não tenha ninguém próximo. Vida social em primeiro lugar (ou não). Consegui otimizar meu tempo, dentro do possível.

E olha que tenho minha agenda bem conturbada. Diminuí pra menos da metade, o peso da minha mochila. De quebra eu tenho um console portátil que não deixa nada a desejar pro DS ou PSP.

Tudo isso num só aparelho que cabe tranqüilamente no bolso, sem incômodo algum. Um console que une os gráficos do PSP, com a versatilidade da tela de toque do DS,  aliado a uma infinidade de aplicativos que vão além dos jogos, sem a necessidade de “enjambração”. Junte a isso a presença do acelerômetro.

Os jogos? A maioria deles eu peguei versões “lite” antes de efetivar a compra e ter certeza que iriam me agradar. Os outros sem opções de versões “free” para testes, tive apenas as descrições como base. Caso eu não gostasse, o prejuízo com certeza seria monstruosamente menor que o de um jogo para DS ou PSP.

Jogos pro PSP ou DS custam a partir de R$60,00 sendo que os  bons mesmo, não saem por menos de R$100,00 e alguns lançamentos chegam a passar dos R$200,00. Enquanto isso, os jogos para iPhone/iPod em sua maioria tem preços que vão de US$0.99 a US$7.99 (cerca de R$2,00 a R$16,00  já com impostos) tendo ótimos títulos como Sonic the Hedgehog, Need For Speed Undercover, Modern Combat: Sandstorm, Resident Evil 4/Degeneration, The Secret of the Monkey Island, Top Gun, Iron Man, Duke Nukem 3D, Tetris, Truco Poker e Sudoku, todos conhecidos do “público gamer”.

A Apple sempre foi associada à palavra “intuitivo”. No iPhone a empresa da maçã eleva esse termo a um novo patamar.

O pretexto da falta de um “recuo de botão” SOME perto da experiência e jogabilidade do iPhone.

Um “pequeno” exemplo disso é o controle do jogo Need For Speed Undercover, que nesse caso o volante é o próprio aparelho.

Não é à toa que tanto iPhone quanto iPod touch viraram objetos de desejo de gamers, geeks, aficcionados por tecnologia ou apenas “cidadãos comuns”.

Sony e Nintendo prometem revidar e não irá demorar pra voltarmos a ver sangue nessa briga.

Depois desse nível, qual será o próximo passo na evolução?

Nota: Conteúdo fornecido por Renato Carneiro, em antiga parceria com o Geração Internet.
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Que o corre-corre atrás de produtos da Apple, e os burburinhos sobre os lançamentos da marca eram grandes, já se sabia, mas desta vez a correria foi ainda maior.

Quanto tempo você acha que levaria para carregar 23 MacBook Pros, 14 iPhones, e 9 iPods? Terça-feira passada (01/09), cinco ladrões, em uma Apple Store na cidade de Marlton, New Jersey (USA), levaram apenas 31 segundos para simplesmente limpar a loja. Quando o vigia chega, segurando as calças, os cinco mascarados já estão longe.

Com os MacBooks Pro custando em média R$ 5.000, os iPhones por volta de R$ 2.000 e os iPods por volta de R$ 500, se fosse no Brasil, o roubo teria rendido quase R$ 150.000 aos bandidos.

via gizmodo

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Vi hoje, no Gizmodo, que o iPhone possui a câmera mais popular entre as fotos publicadas no Flickr. Também é o único aparelho celular que consta no Top 5.

Em 1º lugar, mas em queda, aparece a Cannon EOS digital Rebel XTi. Na sequência, já aparece o iPhone, ganhando cada vez mais espaço (como você pode verificar na imagem no fim do post).

Em 3º temos a Cannon EOS digital Rebel XSi, seguida da Nikon D80 e da Cannon EOS 40D.

Parece que câmeras mais profissionais estão sendo deixadas de lado em momentos de descontração.

Como uma foto tirada via iPhone apresenta boa qualidade, pelo menos para ser compartilhada via web, o gadget vem sendo adotado com cada vez mais frequência, também na hora de tirar fotos.

Ainda não tenho um iPhone. Não sei se um dia comprarei. Atualmente, faço uso de um “hiPhone”, o famoso iPhone genérico. Se é bom? Bem, pelo preço, funciona até além da conta =)

Veja abaixo, como o iPhone vem crescendo no ranking:

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A publicidade pode sim mudar a percepção das coisas e até vender algo não real. Mas, ela também serve para,  principalmente, enfatizar pontos positivos de produtos/serviços. Muito se fala, discute e até se briga quando o assunto é Mac x PC.

A verdade é que os 2 sistemas tem lá suas vantagens e desvantagens e ponto final. Mas, confesso que é uma batalha bacana de se ver. Há quem diga que seja até “burrisse/ignorância” pagar muito mais por um Mac do que investir em um PC de ponta.

Por outro lado, também há quem ache que vale muito mais a pena investir em um Mac “menos robusto” (entre aspas porque muitas vezes um Mac com uma configuração mais humilde chega a ter um desempenho melhor que um PC mais potente) e com muito mais estilo/glamour/design/identidade ou seja lá o que Macmaníacos sentem fazendo parte do mundo da maçã.

Sou um Macfã. Mas não tenho um macbook por várias razões que não se restringem somente a preço. Já desejei muito ter um Mac, mas hoje sinceramente estou satisfeito com o desempenho do Windows 7. Essa é a verdade.

Mas, voltando ao ponto da publicidade enfatizar as qualidades de produtos/serviços, a Microsoft com a sua campanha ‘Laptop Hunters’ (vídeo abaixo) está conseguindo fazer com que consumidores mudem sua percepção com relação a compra de um PC. O comercial coloca em questão: “Por que pagar mais caro por um Mac se por menos $$$ vocÊ pode adquirir um PC mais robusto?”

Embora essa pergunta possa render uma tese de mestrado e ser respondida de várias maneiras diferentes, o fato é que a campanha da Microsoft vem surtindo efeito, segundo informação publicada ontem no site da WIRED.

Acredite ou não, ame ou odeie, o fato é que a publicidade pode sim mudar a percepção de  grande parte do planeta em que vivemos. Assista ao vídeo abaixo e comprove:

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O mundo dos gadgets só fala em uma coisa: O lançamento do Android ontem, sistema operacional do Google para telefones celulares. Ta aí uma palavra que logo deve mudar para mobile, já que reduzir aparelhos como o iPhone ou mesmo o G1, da HTC, a categoria de telefones, chega a ser cruel.

Mas agora é real, e é de verdade. O iPhone finalmente ganhou um concorrente. E que concorrente! Não que os outros não fossem, mas agora a história é diferente. O Google é uma lovemark semelhante a Apple. O Google também tem seguidores. E não são poucos. O Google é quase tão cool quanto a Apple. Ou é mais?

Em minha opinião, o Android tem, ao menos, dois pontos muito fortes, que poderão, mais para frente, se tornarem FATAIS para seus concorrentes:

1) INTEGRAÇÃO TOTAL COM O GOOGLE

Essa é a BOMBA de Hiroshima do sistema. Imagine um celular onde, tudo que o Google lançar daqui para frente terá total integração, facilidade e agilidade dentro do Sistema Operacional do Google! Ah, uma coisinha que eu ia me esquecendo: A tela do G1 é pouca coisa menor que a do iPhone. Ou é impressão minha?

2) PRESENÇA EM VÁRIOS APARELHOS

A outra bomba é que o sistema poderá rodar em vários aparelhos, diferente do iPhone, onde o sistema operacional da Apple roda apenas nele. Pelo menos em teoria, a penetração de mercado do Android será muito maior que a do iPhone. Mas ainda é cedo demais para arriscar um palpite. Eu, que sempre fui iPhone, agora já não sei mais. Preciso dar uma boa fuçada no Android para chegar a uma conclusão.

Assista, no video abaixo, uma pequena demonstração do sistema operacional rodando no G1, da HTC. Ele é o primeiro mobile do mundo a receber o sistema operacional do Google. A apresentação é no estilo Apple, como não poderia deixar de ser. Logo mais abaixo, não deixe conferir também, o 1º comercial do aparelho. Os vídeos vieram do Google Discovery, do meu amigo Renê Fraga.

APRESENTAÇÃO DO ANDROID (Genial!!!)

1º COMERCIAL DO G1 RODANDO ANDROID

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Ontem, Steve Jobs fez mais um show! Anunciou novos produtos, dentre eles os novos iPods e o iTunes 8. Tudo como manda o figurino. É como se os eventos da Apple fossem parte de uma grande turnê de uma bem sucedida banda re rock. E ontem, o show seguiu como os “fãs” esperavam. Caso você ainda não tenha visto, assista aqui o show evento de ontem.

Produtos e novidades a parte, o fato é que a aparência de Steve Jobs continua a incomodar. E, como não poderia deixar de ser, questionamentos acerca da capacidade de a Apple seguir sem o seu líder começam a aparecer. Este mês, por exemplo, a revista Isto É Dinheiro publica, em matéria de capa, uma foto de Steve Jobs com a seguinte chamada:

“O Enigma Apple. Especulações sobre a saúde de Steve Jobs, o gênio por trás de sucessos como o iPod e o iPhone, agitam o mundo da tecnologia e deixam no ar uma pergunta: a marca mais cultuada do setor manterá sua aura sem a presença do líder?”.

Parte dessas especulações dão conta de que Jobs esteja com uma reincidência de um Câncer no Pâncreas.

“Um uma empresa onde “só se vê Steve Jobs”, o que mais preocupa investidores, consumidores e fãs da Apple é a falta de um sucessor; além da falta de um plano de sucessão. “Jobs transformou traços pessoais em processos de negócios”, diz o jornalista Kahney, em entrevista à Revista Exame“.

O que você acha? Há quem diga que há tempos, a empresa já prepara o sucesso de Jobs. É natural. Toda empresa que possui um líder que representa a empresa de forma marcante, está sempre preocupada em dar continuidade aquela imagem conquistada.

Mas no caso de Jobs, um substituto com novas idéias poderia tirar a Apple de seu rumo, ajustado arduamente por Jobs nos últimos anos? Eu, sinceramente, acho que sem Jobs a frente da Apple, muito será perdido, principalmente em termos de carisma e personalidade de marca.

O Branding da Apple é Steve Jobs. Sem Jobs, comparando a Apple aos Rolling Stones, é como se a banda continuasse sem Mick Jagger. Mas, como dizia Freddie Mercury, “Show Must Go On”.

Dê uma olhada no gráfico abaixo, que demonstra o “Efeito Steve Jobs” na empresa a partir de 1996, quando o bom filho à casa retornou :)

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