Ontem, minha namorada me deixou esperando por 2 horas no lobby do condomínio! Por que? Bem, como não temos cópia das chaves do apartamento, sempre combinamos que quem sai por último de casa, sempre deixa as chaves com o porteiro. É, ontem ela esqueceu.

Logo, lá estava eu, comendo um cachorro quente bem vagabundo no lobby e bebendo água tônica da Schin, igualmente ruim. Por sorte ou conveniência, lembrei que moro no 1º andar e minha conexão wireless tem alcance até o lobby do condomínio. Como é bom ter um notebook nessas horas …

Pois bem. Ela acabou chegando depois de 2 horas. Não sei como, mas minha bateria durou “tudo isso”. Dentro desse tempo, comecei a navegar pelos meus feeds, coisa que não consigo mais fazer há tempo, assisti ao trailer de Jogos Mortais V (depois das sátiras de Todo o Mundo em Pânico, não consigo mais levar esse filme a sério, principalmente o Jigsaw).

Joguei “Mega Drive” via emulador, presenciei o momento onde o Twitter estava fazendo a sua transição para o novo layout (UAU, mas e daí? Não mudou grande coisa mesmo), joguei conversa fora via MSN (fiquei sabendo de um casal de amigos que vão casar ano que vem! Mas e daí? É, talvez eu esteja “clonando” blogs no estilo diário, aqueles que ficam contando tudo o que a pessoa fez ou fará, sabe? Mas vamos lá, chega de enrolação. Nunca enrolei tanto para iniciar um post.

Em meio a toda essa navegação, ou perda de tempo, como queiram, acabei conferindo a nova edição da revista Meio Digital, do grupo Meio e Mensagem. Quem acompanha o Geração Internet, sabe que sou entusiasta da publicação. Mesmo não trazendo muita novidade, pelo menos para “early adopters” como eu (já perceberam como eu gosto dessa palavra?), a publicação é bem bacana. É bastante útil para nos aprofundarmos em determinados assuntos deste mercado tão novo.

Há uma matéria lá bem bacana: “Profissional 2.0: Procura-se”. Fala sobre a mudança ocorrida nos últimos anos no mercado de comunicação, com a digitalização dos meios. Como os anunciantes já perceberam que anunciar somente no meio offline (revistas, jornais, TV, rádio …) não traz mais os resultados esperados e o meio online vem crescendo e tornando-se uma alternativa cada vez mais atraente, principalmente por abrir um leque maior para cross media, as agências estão demandando cada vez mais trabalho nesta área. O problema é que há no mercado uma carência enorme desses profissionais, o que fatalmente inflaciona os salários pagos. Oba :)

Isso acontece baseado em um principio básico da lei de oferta e demanda: Quando a procura é maior que a oferta, há uma supervalorização dos escassos profissionais disponíveis. Segundo a matéria, as agências chegam a perder esses profissionais até durante o próprio processo de seleção!

Quando há muita demora, eles acabam recebendo um proposta melhor de outra agência e desistem daquela em que haviam começado o processo. Para Max Petrucci, sócio-presidente da Garage Interactive Marketing, agência que trabalha no modo “full interactive” para planejar, criar e executar ações para todas as áreas de marketing digital e de midia online, é necessário gente que conheça o marketing tradicional, mas que seja digital.

Segundo Petrucci, este profissional não existe. Há carência na formação do Profissional 2.0. Faltam cursos. Esse é o ponto. Em minha opinião, a nova geração tende a suprir essa demanda com mais facilidade. Como os novos jovens estão sendo criados no meio digital, essa gente vai achar o meio online tradicional. Para essas pessoas, o meio offline será uma alternativa de comunicação. Importante destacar que haverá coexistência dos meios e não canibalização. O cross media entre off e on será cada vez mais essencial. Enfim, os empregos para a Geração Internet estão aí! Mexa-se!

Para ler a matéria completa, acesse o site da revista Meio Digital clicando aqui. RECOMENDO!

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2 comentários sobre “Profissionais 2.0: Procura-se”

  1. Eu tenho uma vaga que nem é tão 2.0 assim e já está difícil de encontrar profissionais.

    Recomendo fazer uma cópia da chave ;)
    abs.

  2. FredNo Gravatar disse:

    A maior dificuldade que tenho hoje no trabalho é exatamente encontrar estes profissionais. E, ao que parece, a nova geração não resolve o problema, pois conhece o online mas tem preguiça de pensar de forma sistêmica incluindo o offline!

    Agora, uma idéia: faça uma cópia da chave para debaixo do tapete…

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