winglet
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O Winglet, ou “matador de Segway” como foi chamado pelos criadores, acaba de ser anunciado pela Toyota. Este tipo de transportador pessoal é o meio de transporte mais geek já criado.

segway
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O diferencial do Winglet é seu sistema de navegação baseado em sensores que detectam a inclinação do corpo do usuário, mais aprimorado que o original, criado por Dean Kamen. Porém seu problema é ainda não alcançar a velocidade, nem ter a robustez de seu antecessor. Enquanto o Segway alcança 20 km/h, o novo Winglet não passa de 6 km/h, que apesar de sua leveza e agilidade, não aguentaria uma perseguição policial.

Segundo a Toyota, três modelos diferentes começarão a ser testados em alguns aeroportos japoneses ainda este ano, além de alguns shoppings populares. O feedback recebido de clientes ajudará a Toyota a determinar se o gadget será posto à venda ao consumidor.

No ano passado, a Sony decidiu vender a maior parte da sua divisão robótica, a fim de racionalizar seu número de produtos (processo que matou o cão Aibo). A compradora Toyota, aproveitou para avançar em tecnologia.

Via: Toyota, AP

E você? Teria um scooter urbano?

Antes de me mudar para São Paulo, sempre quis conhecer a FNAC, uma das maiores livrarias de São Paulo. Ou seria uma loja de eletrônicos? Ou uma banca gigante? Bem, Agora a FNAC, além de tudo isso, tem o seu Apple Shop.

Nada comparável a Apple Stores, a FNAC conta agora com um espaço totalmente dedicado à Apple. É pequeno, mas tem quase todos os produtos em destaque, desde iPods à MacBooks e, é claro, a estrela do momento, o MacBook Air.

O Espaço tem atraído bastante gente curiosa e aproveita para “apresentar” a marca Apple ao público de uma forma diferenciada. Por lá já ouvi frases do tipo: “Que lindo, isso não é PC né? Não pai, é Apple, a mesma empresa que faz o iPod”.

Quando visitei a loja, na semana passada, qual não foi a minha surpresa ao reparar, em um MacBook Pro, este blog aberto, como você pode conferir na foto em destaque neste post :]

Microreview: Já ouviu falar?

Postado por Rodrigo Cunha em 29/jul/2008

O tempo passa e o Twitter continua na crista da onda. Muito se falou quando serviços comcorrentes foram lançados. Muita gente acreditou e até pensou em abandonar o Twitter para migrar para estes novos serviços. Mas tudo não passava de deslumbre com um novo serviço que surgia. Logo, essas pessoas percebiam que nada era tão bom como o velho Twitter.

Não como um concorrente, mas como um conplemento, surge o Blippr, um serviço de “microreview” focado em reviews de games, filmes, música e livros. Através do serviço, que permite que você faça uso de mais de 140 caracteres para escrever um mini review (são permitidos 160 caracteres), o usuário pode falar o que quiser a respeito de um filme, avaliar a obra através de um sistema de ranking entre outras possibilidades.

Achei interessante a lista HOT TODAY, que lista os 10 filmes/games/músicas livros mais bem avaliados do dia. No momento em que escrevo este post, os 3 filmes mais bem avaliados são: 1. No Country For Old Men (merecedor da posição), 2. Wanted (ainda não assisti, mas me disseram que é 1/2 boca), 3. Hellboy (excelente!).

De todos os serviços semelhantes ao twitter que apareceram, este foi o único a apresentar realmente uma nova funcionalidade. Porém, esta poderia ser uma nova funcionalidade do próprio twitter. Incluir algo assim no Twitter, poderia dar um novo gás ao serviço.

No Brasil o Blippr ainda não vingou, mas acredito que tem grandes chances, principalmente se for lançado algum plugin para Firefox que possibilite a publicação de microreviews sem necessariamente visitar o site, como faz o excelente Twitterfox.

Experimente o Blippr e diga o que achou!

Não baixou? Aproveite AGORA!

Postado por Rodrigo Cunha em 28/jul/2008

O aumento de empresas desejando não apenas soar “cool”, mas que estão percebendo a importância de atingir um target que está cada vez mais “na” Internet, vem resultando em ações cada vez mais ousadas na rede. A Novidade desta vez vem da Volkswagem.

A empresa está patrocinando por 3 meses o download gratuito do novo álbum da banda Cansei de Ser Sexy, entitulado “Donkey”. A tentativa parece ser fazer a marca VW soar mais jovem e cool, já que a banda CSS (Cansei de Ser Sexy, para os não íntimos) é frequentemente ligada a este público.

Cá entre nós: Alguém que gosta da banda ainda não havia feito o download do álbum? Bem, de qualquer forma, a ação é válida. Ainda não consegui baixar o álbum através do link da ação, já que a conexão de onde estou agora é “devagar-quase-parando”.

Não sei se a ação, que foi criada pela Almap e aparece quando o internauta clica para efetuar o download do álbum, é o único momento onde a VW expoe a sua marca, além do selo de oferecimento na home do site.

Marketing e Internet a parte, o novo álbum do CSS é bem bom! Recomendo.

Li, gostei e faço questão de publicar aqui o excelente post de meu amigo Bruno Volpato, dono do blog Música para Ler.

O post resume bem a questão atual que envolve a promoção de filmes na Internet, o “fim da MTV”, a “morte” dos CDs e por aí vai. Ah, Batman também, é claro.

Fiquem com o post:

“Fui assistir ao filme novo do Batman, O Cavaleiro das Trevas, hoje e, para entrar no clima, botei no carro o CDzinho da trilha sonora doBatman Forever, que tinha essa canção do U2 como carro chefe, junto com esta outra aqui. Talvez seja o que de mais pesado Bono e cia. já compuseram, com um riff marcante tocado várias vezes e uma frasezinha de guitarra bem legal na ponte para o refrão. Acho um puta sonzasso, embora hoje me soe bastante datado. A vibe é totalmente a da fase Achtung Baby / Zooropa /Zoo TV: exagerada e com uma letra que questiona a fama e o showbusiness. Ou seja, perfeita para um filme do Batman da época escrota do Joel Schumacher.

Esse post, porém, é mais pra perguntar que fim levaram as trilhas sonoras comerciais de filmes, como se fazia na década passada. Fazia parte da estratégia de marketing de TODO blockbuster bombar um clipe na MTV algumas semanas antes do lançamento da película e descarregar os CDzinhos nas lojas pra deixar a molecada ávida para ir ao cinema. Exemplos? Se você viveu os anos 90, certamente vai lembrar de:Armageddon, Titanic, Filadélfia e, pra não ficar só em coisa ruim, Pulp Fiction. Não havia como fugir dessa canções, principalmente da insuportável Celine Dion, na TV, em shopping centers, consultórios e na casa daquela sua tia que não se conformava com a morte do DiCaprio no fim do filme.

Os motivos desse sumiço são razoavelmente óbvios: a MTV morreu, os CDs morreram e até os blockbusters estão passando por uma série crise de identidade. As trilhas mais comentadas dos anos 2000, puxando pela memória, foram de filmes independentes, Juno e Voltando pra Casa, com repercussão infinitamente menor do que as de antigamente (isso que não estou comparando com Grease, Embalos de Sábado à Noite e Fame, entre outros musicais clássicos, porque daí seria covardia). Ah, e teve Closer também, mas era só uma música que, embora belíssima, perdeu parte do brilho ao ser completamente avacalhada por Seu Jorge e Ana Carolina.

Os próprios blockbusters, hoje centrados justamente em adaptações de histórias em quadrinhos, abandonaram as trilhas cheias de figurões. Os Batmans de Tim Burton e Joel Schumacher sempre tiveram disquinhos cheios de grandes nomes, com canções que tocavam em alguns momentos dos filmes. Há um clipe do Prince vestido de Coringa com uns dez dançarinos vestidos de Batman rebolando atrás dele. Os de Christopher Nolan, por outro lado, têm apenas trilhas sonoras incidentais compostas por músicas feitas especificamente para acompanhas determinadas cenas, criando a atmosfera. E há que se concordar que o tenebroso e fascinante Coringa de Heath Ledger não seria uma boa inspiração para um clipe com coreografias.

No entanto, a mudança mais importante no marketing dos filmes foi o foco voltado para a Internet. Ações específicas como a divulgação gradual de teasers e trailers, sites provocadores e promoções ao estilo de caça e tesouro fizeram parte da estratégia de O Cavaleiro das Trevas. Tudo começou, alías, com a divulgação de uma foto sinistra do Coringa, há quase dois anos, que originou todo o hype em cima da atuação de Heath Ledger. Até a repercussão da profundamente lamentável morte do ator pode ser colocada na conta da internet, por ter tido seu desenrolar acompanhado intensamente por portais eletrônicos de notícias de todo mundo. Pensando bem, tudo isso é realmente bem melhor que colocar o Prince maquiado dançando na MTV.”