Arquivo da categoria ‘web’

Computação nas nuvens?

por Geraldo Protta em 9/set/2008 as 1:07 | Arquivo de Geraldo Protta

Há um termo que muito se fala, e pouca gente sabe realmente do que se trata. Algumas pessoas têm me perguntado, e tentado entender, afinal, o que é essa tal de “Cloud Computing” (Computação nas Nuvens). Por este motivo, reuni aqui, algumas fontes de informação sobre o assunto.

“Cloud computing é um termo usado para descrever um ambiente de computação baseado em uma rede massiva de servidores, sejam virtuais ou físicos. Cloud computing hospeda as cloud applications, que são as aplicações que estão residentes nesta nuvem (cloud). Cloud computing pode ser visto como o estágio mais evoluído do conceito de virtualização.” (Cezar Taurion, Gerente de Novas Tecnologias Aplicadas da IBM Brasil)

Revista da Locaweb (edição 8)Na Revista da Locaweb, recentemente (edição 8) foi publicada uma matéria bem interessante e aprofundada sobre esse assunto e vale a pena dar uma conferida. Pra quem não recebe a versão impressa, há a opção da versão online, ou ainda de comprar as versões anteriores.

O site IDG NOW também fez sua contribuição e publicou este artigo muito interessante, chamado “Cloud computing: entenda este novo modelo de computação“.

“As organizações de TI gastam hoje 80% de seu tempo com a manutenção de sistemas e não é seu objetivo de negócio manter dados e aplicativos em operação. É dinheiro jogado fora, o que é inaceitável nos dias de hoje.†(Clifton Ashley, diretor do Google para a América Latina)

Servidores para Cloud ComputingA Merrill Lynch estima que dentro dos próximos cinco anos, as contas anuais do mercado mundial de cloud computing alcançará US$ 95 bilhões. Em maio 2008, um relatório da Merrill Lynch, estimava que 12% do mercado mundial de software, migraria para a cloud computing nesse período.

Um artigo do blog de Dion Hinchcliffe, explica a necessidade de aumentar a eficiência e ao mesmo tempo inovar. Diz que as empresas deverão manter os custos baixos para se manterem competitivas e ao mesmo tempo que investem em novas ideias, para oferecer novos produtos e serviços aos mesmos clientes.

O Jornal da Globo, da Rede Globo, exibiu há dois meses, uma reportagem que fala, além de outras coisas, sobre o “Cloud Computing“, e esta semana foi eleita pelos assinantes do canal de notícias GloboNews, como a melhor reportagem sobre tecnologia e as tendências do e-commerce, e por isso está reprisando, mas para quem não é assinante, ou perdeu a oportunidade, aí vai uma “colher de chá”.

Assista a matéria completa:


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A Morte do Blu-Ray?

por Rodrigo Cunha em 4/set/2008 as 10:07 | Arquivo de Rodrigo Cunha

Ontem, foi publicada uma nota da SAMSUNG no blog Gizmodo.br. A Nota não chega a surpreender, já que chega a ser quase lógico o uso da Web para o download de filmes digitais para serem assistidos diretamente na TV.

Bem, a nota dizia o seguinte: “eu acho que ele [o Blu-ray] tem uns 5 anos de vida, certamente não daria 10â€. Foi o que disse Andy Griffiths, diretor de eletrônicos da Samsung Inglesa. Sabe-se que a Samsung está investindo no mercado de TVs conectadas à Internet. Só esse fato já justifica a afirmação de Andy.

No entanto, acho 5 anos um tempo muito curto para que o Blu-Ray simplesmente suma do mercado. Na realidade, acredito que o Blu-Ray talvez nem se popularize. Não acredito que ele venha a ser mainstream, como hoje é o DVD. O DVD não se tornou uma mídia onipresente como é hoje, do dia para a noite.

Sendo assim, não acredito que haja tempo para que o Blu-Ray torne-se mainstream. Antes disso, as TVs com acesso à Internet, que possibilitariam o download de filmes em formato digital (sem o uso de qualquer tipo de mídia) já terão um número considerável de adeptos. Blu-Ray contra arquivos digitais. Concorrência desleal, não acha?

Além de tudo, arquivos digitais são ecologicamente corretos. É, tem mais essa ainda :)


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As 5 Tatuagens mais GEEK!

por Rodrigo Cunha em 3/set/2008 as 10:19 | Arquivo de Rodrigo Cunha

Foram publicadas hoje, no site da Wired, as tatuagens mais geek, enviadas por leitores do site. É a Geração Internet se comunicando de todas as formas. Fique com algumas a seguir.

“Cuidado ao chutar o tornozelo desse cara, man!”

“Coração de 8-bit”

“Será que um dia teremos um iPod debaixo da pele?”

“Eu sou Geek. E você não passa de um Nerd”

“Pi= 3,14, ok? Peraí, para que esse cara quer complicar as coisas? Para que um pi com 80 dígitos? Ok, ok, thats a geek guy… OMG!

Para ver mais, clique aqui.


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BLIP.fm: O novo “UAU” da Internet

por Rodrigo Cunha em 1/set/2008 as 12:04 | Arquivo de Rodrigo Cunha

Poucas vezes tive uma sensação tão boa ao conhecer um novo serviço web. Satisfação. UAU. Alegria. Sorriso bobo estampado em minha face. Exagero da minha parte? Garanto que não. Bem, vá lá conhecer. Clique aqui e prepare seus ouvidos.

Compartilhar músicas ficou ainda mais legal que antes. Com a Last.FM, muitos acreditavam que o serviço era o máximo em termos de conhecer o gosto musical de outras pessoas. Eu, particularmente, nunca fiz muito uso dele. Eis que surge o BLIP.fm, juntamente com um novo verbo: BLIPAR!

O BLIP.fm nada mais é que um twitter musical. Você recomenda músicas! Simples assim. Você passa a ser um DJ. No Twitter você tinha seguidores. Aqui você terá ouvintes. Duas coisas me chamaram a atenção e me fizeram rir à toa: clicar no PLAY e ouvir a música e adicionar as suas prediletas a um PLAYLIST. Tudo isso com um único clique. Simples, fácil, como as boas idéias são.

Mas, se tem algo que realmente me fez gritar um “UAU”, foi quando percebi a barra SEARCH. Bem, através dela, você “só” digita o nome da música e recomenda. Simples assim. Você digita The Smiths, por exemplo, e o serviço sugere algumas músicas da banda como recomendação. Você escolhe a que mais gosta e pronto, clica em OK.

O BLIP.fm é excelente para conhecer o gosto musical de amigos ou de pessoas que você nunca ouviu falar. Nesse ponto, ele é muito semelhante ao Twitter: você assina pessoas e recebe conteúdo. No BLIP.fm você assina um DJ e recebe música! É muito legal relembrar músicas que você não ouvia há tempo e descobrir que alguém próximo a você também curte aquela saudosa canção.

Outro ponto positivo: o serviço disponibiliza uma barra chamada FEEDBACK. Através dela, nós, usuários, podemos reivindicar melhorias ao serviço. Algumas delas já estão nos planos da empresa, como o desenvolimento da API e a integração com a LAST.FM. Ah, você vai precisar instalar o Adobe Flash Player para rodar o serviço sem problemas. Clique aqui e faça o download.

Eu só espero que o serviço não venha a sofrer do mal do Twitter e torne-se instável. Espero que seus desenvolvedores tenham se precavido para a demanda que estão recebendo.

Bem, não me estenderei muito aqui, até porque você precisa experimentar você mesmo para se divertir. Vá lá AGORA e recorde-se de várias canções e surpreenda-se com o gosto musical de seus amigos :)

Lógico, eu já tenho um perfil no BLIP.fm. Se você gostou da idéia, me adicione, clicando em ACCEPT INVITATION.

Confira o vídeo abaixo para um pequeno tour pelo serviço.

Atualização:
Acompanhe no Blip.fm, os playlists de Rodrigo Cunha e Geraldo Protta.


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O Excesso de INFORMAÇÃO na Web

por Rodrigo Cunha em 28/ago/2008 as 0:05 | Arquivo de Rodrigo Cunha

O ego, o medo de errar e o medo de parecer ridículo, são os principais destruidores de idéias! Esta frase foi dita recentemente, em um evento organizado pelo blog Meio Bit, o Meio Bit Expo, onde a grande cereja do bolo foi uma palestra com o professor Luli Radfahrer sobre inovação em Web.

Apresentando uma performance cativante, inusitada e motivante, Luli discorre dentro de 30 minutos de uma palestra simplesmente imperdível para qualquer pessoa que se interessa pelo tema Internet e oportunidades que existem neste meio.

Luli fala sobre idéias, criatividade, banners e mídia digital, tageamento de informações e principalmente sobre o excesso de informações, evangelizando sempre as idéias simples.

Dentro da palestra, ele constata um fato que muitos ainda não se deram conta: “No Twitter você se BigBrotheia”. Destaca o fato de as pessoas fazerem questão de mostrar o que estão fazendo, se interessando, lendo. Todos querem atenção no Twitter.

Recomendo que você leitor deste blog não deixe, em hipótese alguma, de assistir a esta aula de Luli. Para muitos, talvez ela soe óbvia. Se você acha que já está careca de saber sobre os fatos que descrevi ali acima, insisto para que você assista mesmo assim. Servirá como algo motivador na pior das hipóteses.

Assista AGORA e COMENTE :)


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