Arquivo da categoria ‘web 2.0’

Gengibre, um novo modo de publicar

por Geraldo Protta em 28/out/2008 as 18:42 | Arquivo de Geraldo Protta

Gengibre, um novo modo de publicarBem, como a maioria já deve saber, meu colega Rodrigo Cunha e eu (Geraldo Protta), estamos com um pouco de dificuldades em redigir e publicar novos artigos pelo GeracaoInternet.com. O Cunha, que já trabalha como um camelo, agora teve seu notebook roubado e não tem como postar de casa. Eu, nos últimos dias que antecedem a apresentação de meu TCC, mal consigo olhar pros monitores.

Mas mesmo assim, pensando em nossos leitores, resolvi publicar este post, sobre o lançamento da mais nova giringonça virtual, o Gengibre, criado por Rodolfo Sikora, desenvolvedor do iJigg, e pelo VJ Cazé Peçanha, em parceria com a Claro.

Este texto que você lê ou ouve, foi publicado simultaneamente no GeracaoInternet.com e no Gengibre.

Como me aventurei a experimentar a tal ferramenta, alguns amigos, como o Tatato, me demonstraram algumas dúvidas sobre esse novo sistema.

Pesquisando, descobri que nada mais precisava ser dito, pois já havia sido muito bem explicado pelo próprio criador. Deixo aqui no post do blog, e em meus favoritos no Gengibre, o link para o post de voz, feito pelo Rodolfo, gravado no próprio sistema que criou.

Mas deixo também uma pergunta. Quem publica em blog, “bloga”. Quem publica no Twitter, “twitta”. E quem publica no Gengibre?

Abraço e até a próxima!


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Que as gigantes, Google e Microsoft travam uma enorme batalha no desenvolvimento de soluções web, todos sabemos. E essa batalha ainda teve seus ânimos aquecidos com o recente lançamento do Chrome. Porém o que a maioria ainda não sabe, é que com algumas novas funcionalidades já implementadas à versão beta do navegador do Google, é possível integra-lo ao tradicional sistema operacional de um de seus maiores rivais, o Windows.

Além de janelas anônimas, processos independentes e renderização turbinada pelo V8, o Google Chrome conta com a funcionalidade de criar atalhos diretos para as paginas desejadas. Estes atalhos são exatamente como os atalhos padrões do Windows, que podem ser colocados na ‘Área de Trabalho’, ‘Menu Iniciar’ ou ‘Barra de inicialização rápida’, mas podem ser movidos para qualquer pasta, e como qualquer atalho deste sistema operacional, se comportam como qualquer executável. Ou seja, podem ser acessados ou integrados por diversos meios e comandos, o que inclui o ‘Agendador de Tarefas’ do Windows.

- Mas pera aí! Como assim? O Windows, através do Chrome, pode acessar uma pagina e até realizar operações online de modo automatizado?
Na verdade sim. Nada que se compare com à vasta complexidade e eficiência de um Apple Script, mas juntando uma funcionalidade daqui e outra dali, é possível sim automatizar alguns processos online.

- Tá, mas isso é coisa pra hacker, ou algum geek muito esperto. Eu nunca conseguiria tal façanha.
Bem. Eu não apenas digo que qualquer um pode conseguir, como vou mostrar como fazer. Aí você tenta e me diz se foi difícil. Ok?

Então veja o vídeo abaixo de um exemplo rápido e fácil.

Get the Flash Player to see the wordTube Media Player.

Conheça algumas páginas ocultas do Google Chrome: (digite na barra de endereços)

about: Informações sobre versão e user agentdo navegador
about:cache: Arquivos de cache do navegador
about:histograms: Funções internas do programa
about:network: Gerenciamento de performance na rede
about:stats: Página secreta de estatísticas
about:memory
: Estatísticas de utilização de recursos de todos os navegadores
about:dns: Informações sobre o DNS de sites visitados
about:plugins: Plugins instalados como o ActiveX, Google Gears e Google Update
about:internets: Protetor de tela (pipe)
about:crash: Página de erro do Google Chrome (caso ainda não tenha visto)
about:hang: Congela o processo que está sendo executado
about:%: Bloqueia tudo e tudo o que você poderá fazer é fecha-lo
about:version: Mostra a versão do programa

Conheça também, as teclas de atalho que podem ser usadas no Google Chrome:

F3 ou CTRL+F: Busca na página
F5: Recarrega a página
CTRL+F5: Recarrega a página sem cache
CTRL+R: Outro comando para recarregar a página
CTRL+D: Adiciona aos favoritos
CTRL+W: Fecha a janela atual
CTRL+E: Pesquisa pela barra de endereços
CTRL+T: Nova aba
CTRL+U: Mostra o código fonte da página
CTRL+O: Abre página a partir de arquivo
CTRL+H: Histórico
CTRL+J: Histórico de downloads
CTRL+B: Mostra ou oculta a barra de favoritos
CTRL+N:Abre uma nova janela
CTRL +/-: Aumenta ou diminui as fontes
CTRL+0: Retorna as fontes ao tamanho original
CTRL+P: Imprimir
ALT+ ‘: ”Java Debugger”
CTRL+TAB ou CTRL+PGUP/PGDW: Alterna entre as abas
CTRL+SHIFT+N: Navegação Anônima
SHIFT+ECS: Gerenciador de Tarefas


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Youtube agora com closed caption

por Geraldo Protta em 29/ago/2008 as 0:23 | Arquivo de Geraldo Protta

O Youtube, de uns tempos pra cá, ganhou alguns ups, dentre eles as anotações no vídeo, novos estilos de players, novos widgets, novas APIs, um analisador de visualizações, um sistema de propagandas contextuais, capacidade para vídeos de alta definição, e agora, a possibilidade de inserção de closed caption. Sim, legendas como se usa em filmes DivX.

A novidade é quentinha, saiu ha poucas horas no Youtube Blog, e tem diversas funções. Além de facilitar muitas vezes a compreensão do áudio de uma locução e tradução para vídeos em outros idiomas, também permite acessibilidade aos deficientes auditivos.

Você já pode inserir legendas em um vídeo já publicado, acessando My Videos, clicando em “Edit” e em “Captions and Subtitles”. Você poderá inserir legendas em até 120 idiomas, mas sendo um arquivo para cada idioma. Para visualizar as legendas de um vídeo, basta clicar no botão “cc” (closed caption) no canto inferior direito do player, porém esta opção só estará visível em vídeos com legendas já inseridas. Neste botão também é possível alternar entre as opções de idiomas disponíveis.

A princípio só serão suportadas as legendas simples compatíveis com os formatos conhecidos como SubViewer (*.SUB) e SubRip (*.SRT). Embora seja possível enviar legendas em qualquer formato, apenas os formatos suportados são exibidos corretamente no player.

Outra limitação que provavelmente será superada, é a exibição de legenda, somente quando visualizado no próprio site do Youtube. Para os players inseridos em sites de terceiros (embed players), esta opção ainda está inativa.

O formato suportado consiste em texto dividido em segmentos de legendas separados, em ordem cronológica. Cada legenda deve ter três partes:

  1. Um time-code (especifica quando a legenda deve ser exibida e por quanto tempo)
  2. O texto da legenda (uma ou mais linhas de texto, e deve ter codificação UTF-8)
  3. Uma linha em branco (a linha em branco é usada para marcar o fim de cada legenda)

O tempo é medido a partir do início do vídeo, nestas unidades:

  • HH - Horas começando às 00
  • MM - Minutos (00-59)
  • SS - Segundos (00-59)
  • FS - Frações de segundos (0-999)

Os seguintes formatos de time-code são compatíveis:

  • HH:MM:SS.FS,HH:MM:SS.FS - A exibição da legenda começa na primeira marca de tempo e pára na segunda. Isso é compatível com o formato SubViewer.
  • HH:MM:SS,FS –> HH:MM:SS,FS - A exibição de legendas começa na primeira marca de tempo e pára na segunda. Para que haja compatibilidade total com o formato SubRip, um “número de legenda” também pode preceder esse time-code.
  • HH:MM:SS.FS - A exibição de legendas começa nessa marcação de tempo, mas não foi definido o tempo de parada. Tentaremos encontrar um tempo de parada adequado.

Exemplo:

0:01:23.000,0:01:25.000
Texto exibido a 1 minuto e 23 segundos de vídeo, durante 2 segundos

0:02:20.250,0:02:23.8
Texto exibido a 2 min e 20,25 s, até 2 min, 23,8 s

0:03:14.159
Texto exibido a 3 min, 14.159 s, com duração indefinida.

Alguns parceiros do Youtube já começaram a usar legendas para oferecer uma melhor compreensão dos seus vídeos (mesmo com o som desligado):

- BBC Worldwide: são fornecidas legendas em cinco idiomas diferentes neste clip do Top Gear.
- CNET: opniões de produtos do blog CNET’s Crave.
- UC Berkeley: do Opencast Project Open House.
- MIT: palestras completas sobre temas como Física.
- Gonzodoga: Legendas em inglês desta maravilhosa animação japonesa.

Agora nos resta saber as soluções criativas que surgirão a partir do uso desta ferramenta.

Para saber mais sobre como usar as legendas, acesse a Central de Ajuda.


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Que tal ser um mestre no Photoshop?

por Geraldo Protta em 26/ago/2008 as 13:36 | Arquivo de Geraldo Protta

Uma das maiores tendências tecnológicas do momento, são as webapps (aplicativos remotos acessados pelo navegador), que vêm se popularizando e aperfeiçoando grandemente nos últimos meses. De simples webmails a complexos editores de planilhas. De agora em diante pretendo abordar um pouco mais sobre essas ferramentas tão práticas e eficientes. Então vamos lá…

PSX (Adobe Photoshop Express)Não se trata exatamente de uma novidade, já que foi disponibilizado no final de 2007, mas sem dúvida alguma é uma ferramenta que deve ser difundida, por sua qualidade, eficiência e acessibilidade. O Adobe Photoshop por si só, dispensa qualquer apresentação, e já se tornou sinônimo de tratamento de imagem. Sou fotógrafo, e assim como cinegrafistas sempre ouvem a criativa frase “É pro Fantástico?”, sempre ouvimos outra, “Depois me arruma no Photoshop?”. Bem, deixemos o conceito desta profissão para outro momento.

O Adobe Photoshop Express, que foi desenvolvido sobre plataforma Adobe Flash (ActionScript), tem diversas funcionalidades e facilidades, além de uma navegação leve e interface intuitiva. Permite a visualização de imagens de diversas formas, criação de álbuns, slideshows com som, envio por email, download, impressão e é claro, tratamento e efeito. Basicamente uma versão online e light do Adobe Lightroom.

Além de ser muito mais do que um simples álbum online, como Flick, Picasa ou Photobucket, ele também se integra a esses serviços e ao Facebook, permitindo acessar suas fotos guardadas neles, para que seja possível edita-las e publica-las novamente nestes sites. Há ainda como publicar os slideshows criados com suas fotos.

O PSX ainda disponibiliza 2GB de espaço para armazenamento de imagens, um site de tutorias em vídeo-aulas para que se possa tirar maior proveito da aplicação e uma aplicação chamada “Adobe Photoshop Express Uploader” para envio remoto de imagens, que roda sobre plataforma Adobe Air (requerido).

PSX - Interface amigável PSX - Navegação fácil PSX - Integração com outros serviços PSX - Edição e tratamento em poucos cliques PSX - Organização e publicação de imagens

Veja como ficou meu álbum e o slideshow de meus avatares. Experimente, crie e comente!


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Como era você em 1980?

por Rodrigo Cunha em 18/ago/2008 as 11:12 | Arquivo de Rodrigo Cunha

Imaginar como eramos ou poderíamos ter sido nas décadas de 60, 70, 80, 90, é algo que nos deixa curiosos. As vezes, um álbum de fotos mata essa curiosidade. Mas e se você não viveu nas décadas de 60 ou 70?

Yearbook Yourself é um serviço feito exclusivamente para que você possa ter uma noção, mesmo que distante do que seria na realidade - afinal, a intenção do serviço é divertir - de como você era nas décadas anteriores. Clique aqui e experimente.

Você pode selecionar as décadas através de uma linha do tempo e ir ajustando a sua foto de acordo com as alterações que vão surgindo na tela. As que mais impactam são os cabelos.

Nem é preciso falar que os mais inusitados são aqueles modelos que fazem parte das décadas de 70 e 80, certo?

Acompanhando a personalização, é exibida uma breve descrição de como era a moda na época. Tudo isso acompanhado por trilha sonora da época.

Também aparecem, de acordo com a década escolhida, marcas que dão suporte ao “look” gerado na tela.

É um passatempo bastante divertido. Alterar fotos sempre foi uma mania entre as pessoas. Um serviço que altera fotos e cria looks personalizados garante uma boas risadas!

Prova disso é a foto que personalizei com um look 90s, aí à direita :)


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