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Gengibre, um novo modo de publicar

por Geraldo Protta em 28/out/2008 as 18:42 | Arquivo de Geraldo Protta

Gengibre, um novo modo de publicarBem, como a maioria já deve saber, meu colega Rodrigo Cunha e eu (Geraldo Protta), estamos com um pouco de dificuldades em redigir e publicar novos artigos pelo GeracaoInternet.com. O Cunha, que já trabalha como um camelo, agora teve seu notebook roubado e não tem como postar de casa. Eu, nos últimos dias que antecedem a apresentação de meu TCC, mal consigo olhar pros monitores.

Mas mesmo assim, pensando em nossos leitores, resolvi publicar este post, sobre o lançamento da mais nova giringonça virtual, o Gengibre, criado por Rodolfo Sikora, desenvolvedor do iJigg, e pelo VJ Cazé Peçanha, em parceria com a Claro.

Este texto que você lê ou ouve, foi publicado simultaneamente no GeracaoInternet.com e no Gengibre.

Como me aventurei a experimentar a tal ferramenta, alguns amigos, como o Tatato, me demonstraram algumas dúvidas sobre esse novo sistema.

Pesquisando, descobri que nada mais precisava ser dito, pois já havia sido muito bem explicado pelo próprio criador. Deixo aqui no post do blog, e em meus favoritos no Gengibre, o link para o post de voz, feito pelo Rodolfo, gravado no próprio sistema que criou.

Mas deixo também uma pergunta. Quem publica em blog, “bloga”. Quem publica no Twitter, “twitta”. E quem publica no Gengibre?

Abraço e até a próxima!


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Como falei no post sobre o TechED 2008, evento da Microsoft focado em Profissionais de TI e Desenvolvedores, foram divulgadas algumas novidades bacanas relacionadas à Internet e ao futuro da Publicidade Online.

Porém, vou me ater a uma novidade que me chamou bastante a atenção. Por 2 motivos:

1. É algo que realmente tem muito potencial de “pegar” no Brasil;

2. A Novidade está sintonizada com a digitalização dos formatos.

Estou falando do novo serviço do portal da Saraiva. Dizer que trata-se apenas de uma loja de DVDs seria, no minimo, subestimar o produto. Em exposição exclusiva no TechED 2008, o novo serviço da Livraria Saraiva estréia por volta do mês de Novembro, ainda sem uma data definida, segundo o pessoal que estava no estande apresentando a novidade.

Mas, vamos lá. O novo portal será um ambiente onde o usuário poderá comprar filmes por um preço bacaninha e assistí-lo na própria tela do PC. Bem, ao olhar o serviço funcionando no estande da Saraiva, logicamente minha pergunta não poderia ser outra: “Quanto de banda é necessário para baixar os filmes?” A resposta: “Com 2 Mega de banda, você consegue carregar o filme no player em minutos”.

Não é que isso me animou? Mas tem mais. Segundo o que foi dito por lá, vários lançamentos que estão para ser lançados em DVD poderão ser vistos antes no portal da Saraiva. Sim, antes do lançamento! Tá bem. É só isso? Claro que não. Aliás, o melhor vem agora. Também será possível locar filmes. O pagamento será via cartão de crédito ou através daqueles famosos vale-presentes. Um mini iTunes brasileiro?

Pelo que entendi, os filmes poderão ser assistidos durante um período de 24 horas, sendo possível a renovação da locação. Peraí. Tem mais. Tem mais coisa que eu gostei. Não, eu não esqueci do preço. Bem, ele me pareceu bem justo. Camaradinha? Não né? Justo: Cerca de 19 reais a “compra” de um arquivo digital e 5 reais a locação.

Tá gostando? Bem, tem mais. Os vídeos são em High Definition. Ah, também são legendados :)

Muito bom para ser verdade? É, também acho. Mas vamos aguardar o lançamento. No estande e no telão de apresentação do serviço, que aconteceu durante a palestra de Steve Ballmer, o serviço rolava suave, sem interrupções. Realmente, bom demais para ser verdade. Confesso que estou ansioso para experimentar o serviço.

Bem, logicamente prefiro assistir à um filme em um home-theater, em uma TV de  plasma 42 polegadas. Mas, e se onde eu tiver toda essa parafernalha não estiver disponível? :)


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Os Novos Reis do Videoclipe

por Rodrigo Cunha em 1/out/2008 as 11:01 | Arquivo de Rodrigo Cunha

Década de 80. Videoclipes a toda. Década de 90. Clipes ainda em pauta. Movimento Grunge. Início dos anos 00. MTV perdendo fôlego e identidade. Algo parece estar acontecendo. A Internet começa a ganhar força e a se popularizar. O MP3 aparece como algo revolucionário. Banda Larga. YouTube. “Fim da MTV”.

Talvez para você não faça sentido a expressão “Fim da MTV”. É por esta razão que a coloquei entre aspas. Quem acompanhou a MTV no Brasil desde o seu surgimento, sabe do que estou falando. A emissora hoje não passa de um amontoado de programetes sem conteúdo, identidade e o pior: atrações que não conseguem prender a atenção. Pior ainda? Sim. Não se trata mais de música. Videoclipes na MTV ficaram, praticamente, relegados a horários alternativos. Não são mais o foco da emissora. A MTV perdeu o “M” e agora é apenas TV convencional, ou seja, uma “M”.

Mas não é só isso. O YouTube simplesmente tirou muito do sentido da MTV. Temos, praticamente, todo o acervo de videoclipes a nossa mão no YouTube, a hora que quisermos. Então, o YouTube assumiu o papel da MTV? Bem, eu diria que quem fez isso foi o VH1, canal a cabo que segue a cartilha da MTV dos anos 80/90. Todos os órfãos da MTV “as we know it”, foram adotados pelo VH1.

Mas o assunto aqui não é TV. É Internet. E quando falamos de clipes na Internet, não há como não falar do YouTube e da nova geração de diretores que estão fazendo os videoclipes ficarem interessantes novamente. A Wired publicou uma lista dos mais inovadores da “Geração Internet”. Clique nos links para assistir aos clipes. Bem, vamos lá:

1. CAT SOLEN

Artista: Bright Eyes
Música: At the Bottom of Everything

2. RIK CORDEIRO

Artista: Nas
Música: Be a Nigger Too

3. MATTHEW CULLEN

Artista: Weezer
Música: Pork and Beans

4. VINCENT MOON

Artista: Animal Collective
Música: Taste

5. VINCENT MORISSET

Artista: Arcade Fire
Música: Neon Bible

6. KEITH SCHOFIELD

Artista: Brighton Port Authority
Música: Toe Jam


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Andróides do Google: Cuidado Apple!

por Rodrigo Cunha em 24/set/2008 as 10:18 | Arquivo de Rodrigo Cunha

O mundo dos gadgets só fala em uma coisa: O lançamento do Android ontem, sistema operacional do Google para telefones celulares. Ta aí uma palavra que logo deve mudar para mobile, já que reduzir aparelhos como o iPhone ou mesmo o G1, da HTC, a categoria de telefones, chega a ser cruel.

Mas agora é real, e é de verdade. O iPhone finalmente ganhou um concorrente. E que concorrente! Não que os outros não fossem, mas agora a história é diferente. O Google é uma lovemark semelhante a Apple. O Google também tem seguidores. E não são poucos. O Google é quase tão cool quanto a Apple. Ou é mais?

Em minha opinião, o Android tem, ao menos, dois pontos muito fortes, que poderão, mais para frente, se tornarem FATAIS para seus concorrentes:

1) INTEGRAÇÃO TOTAL COM O GOOGLE

Essa é a BOMBA de Hiroshima do sistema. Imagine um celular onde, tudo que o Google lançar daqui para frente terá total integração, facilidade e agilidade dentro do Sistema Operacional do Google! Ah, uma coisinha que eu ia me esquecendo: A tela do G1 é pouca coisa menor que a do iPhone. Ou é impressão minha?

2) PRESENÇA EM VÃRIOS APARELHOS

A outra bomba é que o sistema poderá rodar em vários aparelhos, diferente do iPhone, onde o sistema operacional da Apple roda apenas nele. Pelo menos em teoria, a penetração de mercado do Android será muito maior que a do iPhone. Mas ainda é cedo demais para arriscar um palpite. Eu, que sempre fui iPhone, agora já não sei mais. Preciso dar uma boa fuçada no Android para chegar a uma conclusão.

Assista, no video abaixo, uma pequena demonstração do sistema operacional rodando no G1, da HTC. Ele é o primeiro mobile do mundo a receber o sistema operacional do Google. A apresentação é no estilo Apple, como não poderia deixar de ser. Logo mais abaixo, não deixe conferir também, o 1º comercial do aparelho. Os vídeos vieram do Google Discovery, do meu amigo Renê Fraga.

APRESENTAÇÃO DO ANDROID (Genial!!!)

1º COMERCIAL DO G1 RODANDO ANDROID


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Já imaginou gravar um disco com a ajuda dos fãs, contribuindo na mixagem das músicas através da Internet? Hmmm. O Radiohead já fez algo similar. Já imaginou uma banda gravando faixas de seu novo álbum e disponibizando para que os fãs mixem e remixem as faixas antes do lançamento do álbum?

Se você é um entusiasta da Web, já deve ter tido várias idéias de serviços. Possivelmente já deve ter pensado em algo do gênero. Você e várias bandas. Mas poucos realizam. O Third Eye Blind, responsável pelo grande hit radiofônico Semi Charmed Life, está fazendo isso. Atualmente a banda está gravando um novo álbum. Assim que as faixas estiverem concluídas, os arquivos de audio serão dispobibilizados para que qualquer pessoa possa remixá-lo.

Música Social? Será que um dia teremos bandas sem rosto? Ok, o Gorillaz fez algo do gênero, mas todos sabíamos que Damon Albarn, do Blur, estava por trás do projeto. O que quero dizer e colocar em questão é se pessoas gravarão e remixarão faixas entre si, lançando arquivos pela web mundo afora, sem se identificar, pelo simples prazer em compartilhar arquivos.

Não, não estou falando dos MashUps Musicais. Estou falando de música orgânica mesmo, baixo, bateria, voz, guitarra, teclado. Tudo feito à distância, material original e não remixagem. Falo de uma banda que nunca será revelada, mas que poderá se destacar justamente por isso. Será que a música funcionaria assim, à distância? Você acha que os artistas devem permitir a participação de ouvintes no processo criativo? Para você isso faria com que as bandas perdessem sua identidade?

Não gosta da idéia de o produtor ser você? O que você acha disso tudo? Ok, chega de perguntas neste post! Eu confesso que me sinto um pouco confuso com a overdose de música, modelos de comercialização e bandas vindas de todos os cantos do mundo através da Web. Não consigo definir um estilo vigente, como sempre houve nas décadas passadas. Sinto como se estivéssemos vivendo os estilos musicas de todas as décadas passadas simultaneamente. É, muita informação. Tudo ao mesmo tempo agora, antes e depois.

Mas, de qualquer forma, vejo com cada vez mais otimismo o futuro da música. Estamos, mais do que nunca, na era da inovação. Problema é a substância. Inovação sem substância, sem rumo, é apenas notícia que ficou para traz.


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