Arquivo da categoria ‘comportamento’

Que idade tem sua memória?

por Geraldo Protta em 27/ago/2008 as 10:08 | Arquivo de Geraldo Protta

Um joguinho geek, para desafiar a mente humana. O jogo é em japonês (mais geek ainda) mas os números são universais. Clique em “start” para começar, e após a contagem regressiva, memorize os numeros e posições que serão exibidos por um segundo. Quando sumirem, clique nos círculos que surgirão, mas na sequência crescente dos números que foram mostrados. No final de 10 tentativas, o jogo irá lhe dizer a idade de sua memória. Será que você é bom o bastante?

E então? Que idade tem sua memória?


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Como era você em 1980?

por Rodrigo Cunha em 18/ago/2008 as 11:12 | Arquivo de Rodrigo Cunha

Imaginar como eramos ou poderíamos ter sido nas décadas de 60, 70, 80, 90, é algo que nos deixa curiosos. As vezes, um álbum de fotos mata essa curiosidade. Mas e se você não viveu nas décadas de 60 ou 70?

Yearbook Yourself é um serviço feito exclusivamente para que você possa ter uma noção, mesmo que distante do que seria na realidade - afinal, a intenção do serviço é divertir - de como você era nas décadas anteriores. Clique aqui e experimente.

Você pode selecionar as décadas através de uma linha do tempo e ir ajustando a sua foto de acordo com as alterações que vão surgindo na tela. As que mais impactam são os cabelos.

Nem é preciso falar que os mais inusitados são aqueles modelos que fazem parte das décadas de 70 e 80, certo?

Acompanhando a personalização, é exibida uma breve descrição de como era a moda na época. Tudo isso acompanhado por trilha sonora da época.

Também aparecem, de acordo com a década escolhida, marcas que dão suporte ao “look” gerado na tela.

É um passatempo bastante divertido. Alterar fotos sempre foi uma mania entre as pessoas. Um serviço que altera fotos e cria looks personalizados garante uma boas risadas!

Prova disso é a foto que personalizei com um look 90s, aí à direita :)


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Matéria da Rolling Stone deste mês fala sobre a ressurreição dos discos de vinil, do aumento das vendas nos EUA e inclusive no Brasil. Acompanhe alguns trechos:

“Em 2007, segundo a Nielsen SoundScan, quase 1 milhão de LPs foram comprados nos Estados Unidos (em 2006, foram 858 mil). O número deve pular para 1,6 milhão até o final do ano (de acordo com a recording Industry Assotiation of America, a produção de CD caiu 17,5% durante o mesmo período de 2006-07).

Vendas de toca-discos no país - que caíram 1,8 milhão em 1989 para 275 mil em 2006, de acordo com a Consumer Electronics Association - subiram em 2007, quando meio milhão de aparelhos foram vendidos. “[...] O som comprimido dos mpes só exacerbou a tendência de degradação de áudio. O mp3 pega 90% da música e joga fora., explica Bob Ludwing, engenheiro de masterização que trabalhou com Bruce Springsteen e Nirvana.”

Eu, sinceramente, não sei dizer se uma mp3 tem realmente um som MUITO INFERIOR ao de uma música executada em vinil. Mas, quem está dizendo isso é um especialista na área. E eu só tenho uma opinião. E opinião é só uma opinião e nada mais. No máximo, alimenta uma discussão.

Você compraria um vinil do seu artista predileto? Eu não compraria. Depois que comprei meu iPod, dei adeus a todos os meus CDs. Antes de migrar para São Paulo, ripei todos eles e joguei no iPod. Para que eu ocuparia uma mala inteira (ou mais que isso) com CDs, quando poderia trazê-los em um dispositivo que cabe em meu bolso?

Bem, a venda de discos de vinil é um nicho restrito a pessoas que  vêem isso como um hobby, uma forma de possuir algo extra do artista. É, todo aquele papo de capa, arte, encarte que, realmente, se perdeu com as “artworks” do iPod. Mas, para mim, o que continua sendo importante é a portabilidade.

Eu já me incomodo em ter que carregar iPod e Celular. Quero um iPhone para poder juntar os dois em um só. Ou, quem sabe, um celular com espaço suficiente para colocar todas as minhas mp3. Isso para mim é SOLUÇÃO e PRATICIDADE.

E a Geração iPod / Internet? Muitos nunca ouviram um disco de vinyl e têm iPods. Eu cheguei a ter alguns discos (A-HA, RPM, Information Society, Rita Lee, Beatles, Michael Jackson, só para citar alguns) e, tudo que lembro é de chiado. Muito chiado.

Sim, talvez eu não tivesse um equipamento adequado. Mas para que eu investiria em algo assim se na rua, onde ouço muita música, não poderia ter essa qualidade (se é que ela é tão superior assim!) Você acha que a geração atual compraria discos de vinil que só cabem, em termos de transporte, dentro de uma mochila e têm limitação de número de faixas?


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Rolling Stone: Antes e Depois
Rolling Stone: Antes e Depois

Então a revista Rolling Stone vai mesmo deixar de ser grande? É o que diz notícia do New York Times, via Blue Bus:

“A ediçao da Rolling Stone que chegará às bancas em 17 de outubro será em tamanho standard, usado pela maioria das publicaçoes e menor que o formato que se tornou uma marca registrada da revista. Com a mudança, a expectativa é aumentar as vendas em banca, já que a Rolling Stone poderá estar junto com outros títulos nos expositores dos pontos de venda - os racks para revistas sao feitos em sua maioria para o formato standard.

Além da mudança de tamanho, passará a ser impressa em papel com brilho, será colada (e nao mais grampeada), terá de 16 a 20 mais páginas por ediçao e projeto gráfico mais arejado. As novidades foram testadas em julho, leia aqui, e a Wenner Media diz que a reaçao foi majoritariamente positiva. Jann Wenner, fundador, publisher e editor, diz que o formato maior, ao qual os fãs estao acostumados, anterior aqui, combina apenas com nostalgia.”

Uma das coisas que eu acho mais importantes em uma revista é o seu formato. É o que pode fazer muita diferença no momento de alguém comprar ou não determinada revista. É o que faz alguém deixar para ler online. É o que faz muita gente continuar a comprar a Wired em “carne e osso”.

Já falei aqui, várias vezes, que ler online, principalmente grandes artigos, não é nada agradável na web. Gosto de ler coisas mais breves e objetivas. É muito difícil manter o foco em matérias muito grandes, até porque os links acabam nos levando para outras matérias, gerando uma inevitável dispersão.

Falando em revistas em “carne e osso”, estou desde a semana passada atrás da nova edição da revista Rolling Stone Brasil. Fiquei sabendo ontem que a edição do mês estaria nas bancas hoje, pela manhã. Não contei tempo e comprei na primeira banca que vi. A expectativa da chegada da nova edição é algo que somente uma revista com formato diferenciado pode fazer.

Quanto ao novo formato da Rolling Stone, ele me parece promissor. Só saberemos se a revista continuará a ser “diferente” após folhearmos as novas páginas e ter em mãos “a nova alma” de um formato histórico onde, muitas vezes, pessoas compravam a edição justamente pelas capas bombásticas e ousadas.

Agora tudo vai ficar menor. Espero que agrade a todos nós. Espero que esta mudança não esteja sendo implementada apenas por motivos econômicos. Caso não me agrade, é mais uma que deixarei de comprar. Passarei a acompanhar pela web. E não serei o único. A Geração Internet também.

[UPDATE]

Aproveitando o assunto, aproveite para conhecer este site. Ele apresenta uma forma mais dinâmica e atrativa de se ler artigos. O website tem interface baseada em Windows (tudo para apoiar o próprio nome do serviço [Leia no Trabalho], para “disfarçar” o que o colaborador está fazendo). A leitura dos artigos imita o formato Powerpoint e os assuntos estão organizados em pastas. Achei bastante funcional e agradável. Porém, para acessar um portal com muita informação, creio que o formato atual seja mais funcional. Conheça o portal e dê sua opinião.


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O Sensacional Twitter do “Fasano”

por Rodrigo Cunha em 11/ago/2008 as 0:26 | Arquivo de Rodrigo Cunha

Foto: Twitter Brasil

Já não é mais tão incomum ouvir alguém falando: “Vi no twitter do fulano que…”. No início, somente early adopters e gente ligada em tendências e internet faziam o uso da ferrmaneta, o que dava uma certa visão de que o twitter era útil apenas para comunicar notícias relacionadas a este nicho.

Felizmente, o twitter não tem se mostrado uma ferramenta de nicho. Houve um acréscimo considerável no número de usuários, sem contar a diversidade de perfis cadastrados que fazem parte dele. Falando nisso, eu não podia deixar de falar sobre a atual onda de fakes que vêm surgindo no Twitter. Assim como no Orkut e em outras redes sociais, as pessoas estão descobrindo que também é possível “zuar” no Twitter.

Pois bem. As pessoas, em sua maioria, criam fakes apenas para fazer barulho ou, para falar algo que não falariam utilizando seus perfis verdadeiros. No entanto, no Twitter não há motivo para isso. Para que criar um perfil falso no Twitter simplesmente para falar besteiras?

Em redes sociais, há gente que até encontra algum sentido nisso. No Twitter é diferente porque as pessoas precisam seguir você. E esse número de pessoas precisa ser expressivo, para que o fake seja relevante. E ninguém segue perfis irrelevantes.

Pronto, agora cheguei onde queria. O sensacional twitter do Fasano. Obviamente um perfil fake, baseado na personalidade estereotipada do ator Victor Fasano, o perfil fake do ator é superior a qualquer fake já criado no Twitter.

O personagem “por trás” dele é desconhecido, mas sabe-se que é alguém muito criativo. É alguém que captou o estilo de vida do ator e o elevou à décima potência com muito estilo. É lúdico. É sofisticado. E, principalmente, se você entra na onda e capta a vibe que o dono do perfil quer transmitir, é muito, mas muito engraçado. Veja alguns tweets “dele”:

“sexta-feira ideal. churrasco com amigos (churrasqueira A4) , medalhâo de picanha e uma cerveja bem gelada. música? lou reed”

“poucas coisas na vida me fazem tao bem quanto um banho de banheira relaxante. aromas especiais? aceito”

“Aos poucos contagiado pelo espírito Olímpico. Um dia ideal para adquirir artigos esportivos de luxo e um novo home theater”

“Analisando a performance “Heath Ledger” da Patrícia Pillar pelas ruas de SP, enquanto aprecio uma boa garrafa de saquê”

“Capuccino da ofner, um bom abajour, uma mont blanc, um bloco de anotações do MAM, muitas idéias sobre minha nova teoria : WEB 5.0 estrelas”

“Saboreando uma Hoegaarden e ouvindo minha seleção musical favorita. Criança Esperança? Acho Cafona”

O blog Twitter Brasil fez uma entrevista com o “ator”. Seguem 2 trechos que separei para vocês:

- Você tem outras manias nerds? Quais são?
Tenho uma conta no hotmail desde 96. Uso principalmente quando estou fora do país, em alguma estação de esqui ou curtindo o clima da Califa. Aliás, meu passatempo predileto em salas VIP de embarque é comprar muitas revistas importadas, incluindo tecnologia. A Wired é uma que não pode faltar no meu flat em São Paulo.

- Jazz ou bossa?
Dependendo da companhia… mas estou numa fase meio eurodisco, fui num cruzeiro inesquecível mês passado. new rave? cafona.

Também já foram feitas matérias relacionadas ao twitter do Fasano no Ego, onde o ator verdadeiro fala sobre o seu perfil fake. O Nitrog também falou a respeito.

Victor Fasano [o nome do ator real tem "c" no primeiro nome], não é o único a ganhar um perfil fake no twitter. Silvio Santos, Leila Lopes, Ruth Lemos, Roberto Justus, Regina Duarte, são alguns exemplos de outros famosos que possuem perfil no twitter.

Com tudo isso, creio que o twitter está se tornando uma ferramenta pop. Talvez nunca desfrute da popularidade de uma rede social, mas a comunicação através dos 140 caracteres vem conquistando cada vez mais adeptos.


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