Finalmente. Assisti o tão aguardado e alardeado ‘Alice no País das Maravilhas’. O resultado? Muito bom, gostei muito, sou suspeito para dizer, já que sou um grande admirador das obras de Tim Burton. Durante o período de estréia de ‘Alice Wonderland’ pude ver críticas de todos os lados, que o filme era isso e aquilo, que o 3D foi muito mal utilizado e era caótico. Bom, algumas dessas críticas são realmente reais e o mais visível é o uso do 3D.

O cenário gótico e surreal já seriam o suficiente para o público, o que nos faz questionar em relação ao uso dos óculos 3D, que viraram moda e obrigação nos filmes pós-Avatar. Não é de todo ruim, mas o 3D aqui é usado mais para apontar objetos na tela, numa tentativa de tentar nos surpreender, o que essas alturas já não é mais tão bem sucedida.

A história sofreu algumas alterações, Tim Burton decidiu substituir a menina de 7 anos por um Alice mais adulta que está beirando os 20 anos. A velha Alice não é esquecida é claro, aqueles sonhos fazem parte do passado. Agora ela volta ao mundo maravilhoso mais velha e parece ter se esquecido de tudo o que aconteceu. É nesse momento que a produção me faz lembrar de ‘Hook: A Volta do capitão gancho’. No filme de 1992, Peter Pan esqueceu-se de quem era, cresceu e virou um advogado sem graça, cabendo aos meninos da Terra do Nunca trazê-lo de volta e fazê-lo lembrar de quem ele era.

Em Alice in Wonderland é um pouco semelhante, deixando um pouco de lado as fidelidades com o conto de Lewis Carroll em alguns aspectos, que podem desagradar uns ou agradar outros. E como se trata de um filme dirigido por Tim Burton, pode esperar todos aqueles elementos sempre presentes em seus filmes que tanto o caracterizaram. Bem como o elenco: temos Johnny Depp (em seu sétimo trabalho com Burton), Helena Boham Carter (esposa do cineasta) e a inconfundível trilha feita por Danny Elfman.

Aliás, o elenco está realmente bem reforçado. A própria Alice interpretada pela então desconhecida Mia Wasikowska foi um boa surpresa. Para aqueles pais que esperam uma obra extremamente infantil dirigida unicamente para seus pequenos poderá se surpreender. Além de divertida, ‘Alice Wonderland’ de Burton traz aspectos bem sombrios e é claro, momentos engraçados.

É possível notar o esforço de Burton em levar sua Alice mais para a ação desenfreada, onde podemos ver algumas influências de outros blockbusters como “Harry Potter” e “O Senhor dos Anéis” na batalha épica e a parte digamos, nada genial. Apesar das ressalvas e de certos exageros, ‘Alice no País das Maravilhas’ é um filme divertido, longe de ser perfeito, Tim Burton precisa renovar-se em alguns aspectos, deixar um pouco de lado a velha tradição e inserir um pouco de novidade em suas futuras produções.

Nota: ★★★½☆

Veja o trailer abaixo Legendado e em HD:

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Não faz muito tempo que li sobre a produção ‘A Caixa’. Mas a simplicidade do nome ou até a beleza ressaltada de Cameron Diaz no pôster podia-se imaginar mais um daqueles suspenses que inundam as locadoras e pouco mais tarde são exibidos no ‘Supercine’ após a chatice do Zorra Total.

No entanto fui surpreendido por um review intrigante da Revista Veja, onde derramaram-se em elogios para a ‘A Caixa’, que estreou na Sexta-Feira dia 26 no Brasil. Fui vê-lo e realmente trata-se de um filme muito bom e curioso. Um suspense com uma história digamos, bem bizarra, mas bem conduzida e bem tramada.

A história se passa em 1976 e começa com o casal Norma Lewis (Cameron Diaz), Arthur Lewis (James Marsden, o Cyclops de X-Men) e seu filho Walter Lewis (Sam Oz Stone). Norma é uma professora e Arthur é um cientista da Nasa.

Ao abrir a porta, Norma se depara com um pacote. Ao abrir, a família Lewis se depara com uma caixa de madeira com um botão. Junto com o pacote tem um recado dizendo que um homem iria visitar os Lewis a partir das 17h00. A hora chega e pontualmente o misterioso homem toca a campainha.

O homem se apresenta como Arlington Steward (Frank Langella). Ele começa enfim explicar os motivos de presentear a família com a tal caixa. Steward faz uma oferta. O lance é o seguinte: Se Norma apertar o botão ela ganha 1 milhão de dólares para fazer o que bem entender. Mas calma, as coisas não são assim tão fáceis. Ao apertar o botão ela até pode ganhar a pasta com a grana oferecida pelo homem, mas uma pessoa que eles não conhecem será morta, simples assim.

Pode ser uma pessoa boa como alguém no corredor da morte. Logicamente que Norma ficadesconfiada, principalmente pelo aspecto nada agradável de Steward, que tem uma parte do rosto desfigurada. No entanto, Norma fica pensativa e pensa que ajudaria muito a família, que passa por uma certa crise e o desconto que tinham no colégio de seu filho está prestes a acabar.

Depois de discutirem sobre o assunto, o marido de Norma, Arthur acha tudo isso uma bobagem, não acredita na história e chega analisar a caixa a procura de escutas. Arthur acredita que o homem não passa de um doente mental. Repentinamente Norma aperta o botão e diz: “Ora bolas, não vai acontecer nada”.

Acontece. E é então que começa a trama de verdade, que oras passa pelo bizarro, sublime e podemos classificá-lo como um Suspense com toques de ficção científica. O diretor Richard Kelly (Donnie Darko) acerta em cheio. Podemos notar uma certa influência de Stanley Kubrick em algumas partes, principalmente na trilha sonora, com acordes dissonantes, tornando o clima bastante desagradável e cheio de perigos.

Logicamente que não tão genial como um Kubrick da vida. Mas Richard fez o trabalho de casa direitinho e traz uma conclusão que surpreende, mas deixa no ar várias questões que se fossem respondidas, talvez perdesse um pouco do mistério que cerca a trama.

Apesar dos prós, o filme infelizmente foi destruído pela crítica e pelo público, recebendo na maioria notas ruins, o que é uma pena, pois se trata de um filme ótimo e instigante. Aqui no Brasil, ‘A Caixa’ parece seguir o mesmo caminho, talvez justiça seja feita quando o filme for lançado em DVD/Blu-Ray. O seu reconhecimento tardio é melhor que nada.

Nota: ★★★★☆

Assista ao trailer abaixo:

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Logo depois do sucesso avassalador e inesperado de ‘Atividade Paranormal’ foi anunciado que haveria uma sequência (os produtores realmente não perdem tempo). O primeiro filme foi aquele hype fora do comum. Alguns acharam o filme fodão e outros não viram nada de mais. Eu gostei, achei muito bom e assustador, apesar de beber na fonte de ‘A Bruxa de Blair’ do inicio ao fim.

A história em relação a uma continuação de ‘Atividade…’ já tinha dado uma esfriada e voltou a mídia novamente com a possível contratação do diretor Brian de Palma para ‘Atividade Paranormal 2′. O diretor dirigiu a excelente adaptação de horror ‘Carrie’ para os cinemas, no ótimo ‘Carrie: A Estranha’, um conto de Stephen King e dirigiu o também memorável ‘Scarface’. No entanto são apenas preferências da Paramount Pictures para a cadeira de direção, que ainda conta com Brad Anderson (Expresso Transiberiano) e Greg McClean (Wolf Creek e Morte Súbita).

Inicialmente não colocava fé nenhuma nessa sequência, mas caso Brian de Palma se confirme como diretor, pode-se ter uma boa esperança, já que se trata de um cineasta de credibilidade e de longa estrada. Esperamos por boas novas.

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As críticas em geral detonaram ‘Um Olhar do Paraíso’, falaram isso e aquilo, que foi o primeiro fiasco da carreira do cineasta Peter Jackson (da trilogia bilionária O Senhor dos Anéis) e que não faz jus ao livro que deu origem, ‘Uma Vida Interrompida: Memórias de um anjo assassinado, de Alice Sebold. O fato é que o filme está longe de ser uma obra-de arte, tem lá seus erros, mas na minha opinião suas virtudes superam os defeitos.

A história traz Susie Salmon (Saoirse Ronan) que é brutalmente assassinada, estuprada e estripada. A partir daí a história começa a ter um misto de ‘Ghost’ e ‘Amor alem da vida’ com filmes de fantasia em geral, é quando o filme se divide. Susie, agora morta está num lugar surrealista esperando ir para o paraíso. Mas sua alma não consegue esquecer a terra, sua família e seu assassino e é desse cenário espetaculoso que assiste o declínio de seus familiares com a tragédia de sua morte.

Talvez alguns dos problemas de ‘Um olhar do paraíso’ seja o fato do longa não se decidir onde ir, pela fantasia ou por um thriller policial. Os efeitos visuais dignos de Jackson continuam bonitos e impressionantes, o problema é que eles são usados execessivamente. Outro ponto fraco são alguns personagens mal utilizados como Susan Sarandon, como a avó de Susie. Mark Wahlberg não impressiona como pai de Susie. Pontos para Rachel Weisz, cada vez mais segura e madura, assim como Stanley Tucci, como o assassino.

Apesar dos defeitos, eu recomendo para aqueles relutantes a assistirem sem medo, porque trata-se de um bom filme, vale a pena ser assistido. No entanto, Peter Jackson não vê motivos para comemorar, pois até agora ‘Um olhar do paraíso’ faturou pouco mais de 40 milhões de dólares, sendo um valor muito inferior ao seu custo e seu marketing, que somando tudo dá o equivalente a $150 milhões de dólares, um valor bruto que dificilmente será pago.

O azar de ‘Um olhar…’ também está no Oscar. Esperava-se que a ademia fosse generosa nas indicações, pelo menos nas de melhores ‘Efeitos Técnicos’ e ‘Melhor Filme’, já que ele foi lançado para rivalizar com ‘Avatar’ de James Cameron, mas o máximo que conseguiu foi uma indicação de melhor ator para Stanley Tucci (o assasino). Uma pena, os produtores até tentaram reverter a situação diminuindo a censura, para atrair o público adolescente, mesmo assim não funcionou. Infelizmente o boca-a-boca aconteceu ao contrário, ao invés de beneficiar, acabou por abafar uma produção injustiçada. Espero que consiga o reconhecimento em DVD.

Nota: ★★★☆☆

Assista ao trailer abaixo:

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Chegou o dia, o dia do trailer do remake do clássico ‘A Hora do Pesadelo’. Alguns dias antes foi liberado um novo pôster (que você vê no final do post). E agora vamos ao principal, o trailer. Acabei de assistir e achei fodão. Freddy Krueger está fodástico e amenizou bastante na fanfarrice dos filmes anteriores (estrelados por Robert Englund como Krueger).

O novo Freddie, interpretado pelo talentoso Jackie Earle Haley (o Rorschach de Watchmen) não está para brincadeira e mete medo. Ainda não me simpatizei com a nova Nancy, saudades da lindinha Heather Langenkamp que encantou fãs nerds dos anos 80, mas darei uma chance para Rooney Mara.
Ok, chega de falar abobrinha e vamos ao trailer, que você pode assistir após o poster abaixo:
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Atenção! Eu não coloquei o nome brasileiro porque o filme ainda não foi lançado por aqui. Eu poderia simplesmente colocar ‘A Casa do Diabo’, mas vai lá que as produtores decidem nos surpreender com seus títulos ‘criativos’ do tipo: “A Casa maldita” ou “A Casa amaldiçoada”, por isso decidi não me arriscar e chamarei essa produção somente pelo seu título original.

Mas vamos ao que interessa, ‘The House of The Devil’ tinha de tudo para ser um filme de bosta, exatamente pelo título original, que é totalmente sem graça. Mas cuidadosamente fui lendo crítica por crítica no IMDB e vi que parecia ser algo interessante e me arrisquei, acabei baixando-o pela net mesmo, já que acredito que esse filme não chegará tão cedo por aqui.

Eu preciso dizer que, sou um fã do gênero horror desde sempre, é uma paixão que só cresce com o decorrer dos anos e não o contrário como alguns. Mas tenho que admitir também que há muito um filme desses não bota mais medo em mim, apenas uns sustinhos básicos, nada de mais.

Então, ontem pela madrugada, sozinho no quarto escuro e com phone de ouvido, me aventurei neste ‘The House of The Devil’. Adorei, é um ótimo filme de horror, que causou muito medo e sustos. O detalhe, ‘The House…’ não traz nada de muito novo. Ele se destaca por ser um filme feito em homenagem a aqueles clássicos dos anos 80, onde você sabe que não vai acontecer coisa boa e você sabe também quem é “do bem” e “do mau” desde o primeiro momento.

Mas aquele velho clima de suspense que aterrorizou muito nos anos 70 e 80 é mostrado aqui com maestria e talento para nenhum fã do gênero botar defeito. O clímax da produção com uma trilha terrivelmente grotesca (no bom sentido) encerra a produção com chave de ouro. O direto Ti West (do fraquinho Cabana do Inferno) conseguiu surpreender exatamente por conseguir não jogar o filme numa auto-paródia que as vezes destrói uma produção.

Após o filme fiz algo que não fazia há um bom tempo após assistir a esse tipo de filme: dormir com a porta do quarto fechada! Foi demais sentir isso novamente em um longa de horror. A história se passa todinha em 1980, aliás, o filme parece ser feito nesse período. Lembra muito aquelas produções esquecidas que ganham notoriedade anos depois. A filmagem, os créditos iniciais, com música oitentista, o tradicional congelamento de imagem para mostrar os créditos iniciais são um show a parte. Até o letreiro ‘The House of The Devil’ nos faz crer que estamos vendo um filme muito antigo.

Os personagens parecem saídos daquela época, bem como as roupas cafonas, o velho walkman (imagine ter que abandonar o conforto de um iPod para retornar ao ansião walkman). Apesar de tudo nos remeter a um clássico oitentista, o filme é novo, lançado em 2009, em pleno Halloween, sem muita fanfarra, o que é uma pena. A história é simples: a luta do bem contra o mal que, num ritual satânico, tenta colocar o coisa ruim entre nós, em outras palavras, o capeta.

Já vimos isso em ‘O bebê de Rosemary’. A produção também tem uma leve influência de ‘A Profecia’ e, se não engano, também tem uma certa homenagem ao ‘Suspiria’ (clássico de Dario Argento) e alguns ecos do atual ‘Atividade Paranormal’ que foi uma surpresa no ano passado.

No início do longa somos logo apresentados a mocinha, Samantha (Jocelin Donahue), que está fechando um acordo para alugar uma casa com a senhoria (Dee Wallace, Cujo, Gritos de Horror e E.T). A casa é bacana e lhe traria conforto, já que divide um quarto com uma amiga que de nada tem de organizado. Samantha quer uma vida nova, mas necessita de um adiantamente de $100 dólares para poder mudar-se para seu novo lar.

Desperada, acha no mural do colégio um folheto onde há um anúncio de alguém que necessita de uma babá. Samantha, interessada, liga e depois de algumas conversas, chegamos então a casa onde a moça irá trabalhar. Sam e sua amiga Megan (Greta Gerwig) são recepcionadas pelo excêntrico Mr.Ulman (Tom Noonan, de Robocop 2, aquele chefão do Nuke, lembram?).

O velho explica toda a situação para Samantha, que acaba ficando desconfiada depois de saber dos verdadeiros motivos da presença da menina. Na verdade não existe nenhuma criança e o filho único do casal Ulman já é um marmanjo. O senhor queria apenas que cuidassem da velha, a mãe de Mr.Ulman.

Explicando que a casa dos idosos não estava aceitando mais pessoas enfim, Samantha perde o interesse e tenta ir embora. Mas é claro, é logo convencida, pois o homem lhe oferece $300 dólares para cuidar da velha, um seviço simples que não inclui cuidados médicos. Samantha estaria ali simplesmente para olhar no caso de uma emergência, ou seja, tudo que a garota precisava fazer era assistir televisão, comer e é claro, ficar de olho caso algo acontecesse. Samantha aceita o serviço contanto que o velho lhe pague $400 dólares, fechado.

Pouco tempo depois aparece a senhora Ulman (Mary Woronov), que logo simpatiza com a jovem e depois de um rápido bate-papo, o casal enfim sai para seu compromisso urgente. Começa então a trama, o suspense que gradualmente vai se construindo com criatividade. A grande pergunta: quem é a tal velha? A senhora UIman já havia recomendado que Samantha não passasse perto, pois ela não gostaria disso.

Mas a tímida Samantha começa aos poucos a relaxar e se sentir em casa, até mais do que deveria. Se você curtiu e viveu a época onde os filmes que mais te davam medo não utilizavam computação gráfica (CGI), vai se deliciar, pois o filme traz momentos assustadores que para alguns podem ser até divertidos.

A conclusão é correta e até deixa uma brecha para uma possível sequência, mas será que rola? Quem sabe, se o filme atingir um inesperado sucesso e virar um fenômeno. Caso contrário acho difícil. De qualquer forma confiram ‘The House of The Devil’, pois além de prestar uma homenagem a 2º era de ouro do Horror, te deixará com uma certa nostalgia, bem além dos flashbacks como vemos por aí.

Nota: ★★★★☆

Fique com o trailer abaixo:

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A décima edição do programa global Big Brother Brasil tem surpreendido bastante os telespectadores com as atrações internacionais. Eagle Eye Cherry e Akon foram as duas estrelas internacionais que até agora passaram pela casa mais vigiada do Brasil.

Já estavam falando até mesmo em Beyoncé. Mas a grande nova agora é uma possível apresentação da banda britânica Coldplay no BBB 10. É isso mesmo. A banda que emplacou sucessos como: “Clocks”, “Yellow” e “Viva la vida” estaria negociando a tal apresentação.

A notícia veio do blog do jornalista Daniel de Castro. O diretor geral do BBB, o Boninho, estaria no entanto esperando um espaço na agenda de shows que a banda pretende fazer no Brasil para encaixar a mini-apresentação, sendo assim o primeiro grande nome da música internacional a passar pelo BBB, se confirmarem é claro.

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Um filme sobre a cantora Janis Joplin é prometido faz bastante tempo. ‘A Rosa’, com Bette Midler é inspirado na vida da cantora. No entanto um filme sobre Janis ainda era um projeto em andamento. Parece que agora o longa vai mesmo acontecer.

O diretor brazuca Fernando Meirelles confirma presença na direção. Porém, o elenco ainda não foi definido, mas sabe-se que a bonitinha Zooey Deschanel poderá viver Janis no filme que se chama ‘Gospel According Janis’. O projeto está sendo bancado por um grupo de investidores norte- americanos (foram eles que escolheram Meirelles para dirigir. Deve vir coisa boa por aí).

Segundo o site Ooops, um pré-roteiro já havia sido apresentado a Meirelles, que não teria ficado muito satisfeito, decidindo então melhorá-lho. Ainda não existe data para início das filmagens.

Fique com o clipe de “Piece of my Heart”, de Janis Joplin:

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A primeira notícia a respeito de ‘Caça-Fantasmas 3′ em 2010 não poderia ser melhor: Ivan Reitman, responsável pela direção dos dois primeiros filmes da franquia, confirmou em entrevista para a MTV que irá assumir novamente a cadeira de diretor no terceiro filme dos Caça-Fantasmas.

Em entrevista Reitman preferiu não falar sobre a trama e preferiu não fazer maiores comentários sobre a declaração polêmica de Sigourney Weaver a respeito de um certo spoiler que a própria havia comentado em uma entrevista de divulgação de ‘Avatar’.

Reitman confirmou que Eisenberg e Gene Stupnitsky estão trabalhando em um novo rascunho do roteiro para melhorar a história. Ivan ainda declarou que pretende começar as filmagens em 2011, o que contraria a declaração de Harold Ramis, anunciando que as filmagens de ‘Ghostbusters 3′ seriam antecipadas para esse ano.

Bom, o ano apenas começou e ainda tem muita água pra rolar =)

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De vez em quando um grande artista anuncia uma turnê de despedida. Fazem uma grande fanfarra, uma extensa turnê e pronto, fim de papo. Pois é, talvez por 5 ou 8 anos esse artista ou se aposenta de vez ou dedica-se a projetos paralelos.

Mas, talvez por pedidos de fãs ou até mesmo para arrecadar uma grana a mais, esse artista retorna de forma triunfal. Nem todos conseguem retornar em forma, mas deixam felizes seus fãs.

Eu acredito que isso nada mais é do que uma saída estratégica do ramo, até bater uma forte saudade. Foi o que a Rainha do Rock Tina Turner fez, depois de uma aposentadoria de quase 10 anos. Ela decidiu sair da toca e anunciar uma nova turnê. Tudo começou no Grammy em 2008, quando Tina performou ‘Pround Mary’ ao lado da cantora Beyoncé.

Em pouco tempo a turnê foi anunciada. Fim de aposentadoria. A bem sucedida excursão passou por toda Europa e pelos Estados Unidos e rendeu recentemente um DVD, chamado ‘Tina: Live’, infelizmente lançado somente  lá fora, até agora. Por aqui a previsão de lançamento do é para Março de 2010.

Mas, você fã ou sobrevivente do histórico show realizado no Rio de Janeiro em 1988, por favor, compre este DVD. Vale a pena pagar R$ 98,00 pois o seu dinheiro é rapidamente devolvido num show inesquecível, já que a turnê da cantora passou em branco por aqui. O show realizado em Arnhem, na Holanda, no estádio de Gelredome é emoção do início ao fim.

A turnê comemorativa de 50 anos de carreira, mostra uma Tina em plena forma física e umas pernocas de dar inveja a muita menina. E o que é melhor, aquele velho vozeirão que a consagrou continua com toda potência. A cantora de 69 anos (70 anos comemorados recentemente) mostra uma energia inesgotável.

Canta como nunca e ainda dança ao lado de suas belíssimas dançarinas (já falo delas). Cara, haja fôlego e  a mega-vovó não deixa a peteca cair num só segundo. O show como a própria disse, é uma recapitulação da carreira da estrela. Prepare-se, estão quase todas lá. ‘Steamy Windows’ (que inicia o concerto), “Typical Male”, “River Deep Mountain High”, “The Acid Queen”, “Private Dancer”, “The Best”, “We Dont’t Need Another Hero” e muito mais.

Senti a ausência de ‘Paradise is here’, mas é claro, não dá para colocar tudo, imagina. A seleção das músicas está impecável, nada a reclamar. Ao longo dos shows Tina vai trocando o figurino, dando espaço para seus músicos de apoio aparecerem um pouco mais e também algumas pequenas introduções das canções, que são acompanhados de um certo teatro. Alguns vão achar que Tina quer encher lingüiça, mas nem isso incomoda.

Agora vamos aos comentários das belas dançarinas que mencionei no começo deste review. Além da bela performance de Tina e do desfile de grandes sucessos, outra atrativo do espetáculo é a presença de suas belíssimas dançarinas. O público masculino não terá do que se queixar. Cara, que belas mulheres sensuais, que belas dançarinas, putz grila.

Este DVD merece ser visto e revisto e acredito que vai agradar muito a nova geração que poderá ver um espetáculo onde a cantora não faz o uso de playbacks, recurso muito utilizado por novas artistas. Foi até engraçado quando li no review do blog do Sidney Rezende, que mencionou que o uso de playbacks pelos artistas Pop tem sido tão visíveis, que simplesmente defender suas canções  no gogó está em extinção.

O que dizer dos shows de Madonna e Britney Spears. Ttotalmente sem graça não é? Até mesmo Michael Jackson, que priorizando suas coreografias, apelou para o playback. Felizmente esse recurso não pegou Tina, que além de manter sua voz com força total, é carismática e mantém uma interação muito bonita com sua platéia.

Dá inveja de ver seus fãs serem presenteados com um show desses, já que a Rainha do Rock não veio mais nos visitar. A grande esperança é que haja alguma extensão dessa turnê e que ela volte a dar o ar de sua graça em terras tupiniquins, porque saudade você sabe, não tem idade. Seria demais ver todos os seus velhos hits novamente, mas ao vivo.

Um detalhe que já ia me esquecendo: algumas críticas disseram que o momento mais cafona foi em ‘We don’t need another hero’, onde a cantora aparece vestida como em seu personagem Aunty Entity, em ‘Mad Max: Além da cúpula do trovão’, onde além de atuar cantou a clássica mencionada acima. Eu achei bacana, claro, foi cafona sim, mas qual o problema de reviver um dos seus momentos memoráveis? Nenhum problema.

O show ainda conta com um set acústico. Trazendo ‘Help!’, uma releitura bem inspirada do hit dos Beatles. ‘Let’s Stay Together’ ficou no capricho. O set ainda tem o blues ‘Undercover Agent For the Blues’ e ‘I Can’stand the rain’. Tina ainda tem fôlego para homenagear seus amigos The Rolling Stones, num pequeno medley incluindo “Jumpin’ Jack Flash” e “It’s only rock’N Roll”, com a participação da corista Lisa Fisher (que canta nos Stones desde 1989) num belo dueto com Tina.

Antes do final, Tina apresenta os músicos um a um, até mesmo técnicos e diretor. Nem mesmo os engenheiros de som são esquecidos. ‘Pround Mary’ , ‘Nutbush City Limits’ e ‘Be Tender With Me Baby’ encerram o grande concerto, deixando os fãs boquiabertos. Sinceramente, pelo o que eu vi neste DVD, tudo indica que Tina Turner consegue manter sua carreira por mais uns 10 anos. Imaginem, Tina anunciando uma turnê comemorando seus 80  anos de existência? Querer é poder. Eu não imaginava que a Rainha do Rock iria chegar com 70 anos com toda esse vigor e chegou. Vida longa a Rainha!!!!

Infelizmente para quem esperava alguns extras no DVD, não tem nadinha, nem makin’ off, depoimento, nada, nada. Uma pena. Mas cá para nós: com um belo show desses, extras são o de menos. É claro, para quem tem Home Theater, o sistema DTS está presente. O DVD vem acompanhado de um CD do show homônimo com 15 canções, para aqueles que querem curtir o som no carro ou algum outro lugar.

Para quem não quer esperar pela versão brasileira e não quer comprar a versão pirateada, vá atrás então da versão importada que como eu disse, vale muito a pena, nada de esperar. Um perfeito presente de Natal!

Confira abaixo, “We Don’t Need Another Hero”, faixa contida neste DVD.

Nota: ★★★★★

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