É pessoal, o blog aqui tem estado um pouco parado. Nem vou dizer que o problema todo tem sido a correria do dia-a-dia. Ihhhh, eu já disse =/
Mas enfim, a tal “correria do dia-a-dia” tem feito com que muitos de nós nem reparemos também no “dia-a-dia” da maior catástrofe ambiental que se tem notícia! Sim, estou falando do vazamento de óleo no Golfo do México.
Assista ao vídeo e veja a altura que atinge uma pilha com 25.000 barris de petróleo, que é a quantidade estimada de barris despejados diariamente no Golfo do México por conta do vazamento.
via: UoD
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Um show de rock! É o que representou para mim a primeira metade de Homem de Ferro 2. Quando Tony Stark toma conta da tela pela primeira vez, a vontade que dá é de ficar em pé na sala de cinema e bater palmas. A entrada do herói em cena se dá ao som da fodástica “Shoot to Thrill”, da heróica banda de Angus Young, o AC/DC.
Na sequência, um verdadeiro show de cenas hilárias. É impressionante o rítmo do longa na primeira metade. Mal temos tempo de respirar e tudo na tela pipoca ao mesmo tempo. Comparo essa primeira metade do filme a uma explosão de fogos de Reveillon na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro.
A trama do filme não poderia ser mais simples: A companhia Stark é detentora da tecnologia que possibilitou a paz mundial. Tony Stark, o Homem de Ferro, faz uso da tecnologia para sobreviver e “defender o planeta”.
Mas a Hammer, empresa concorrente, começa a fazer uso de tecnologia semelhante e quer provar ao governo e as forças armadas que a tecnologia utilizada pela Stark já está ultrapassada. Com isso a Hammer espera colocar robôs mais modernos nas ruas para garantir a paz. Robocop? Totalmente =)
O roteiro realmente é apenas um papel de fundo para que Robert Downey Jr destile carisma e sua postura excêntrica durante todo o longa. Downey rouba a cena durante todo o filme e praticamente o carrega nas costas sozinho! Cool, hilário, vagabundo, inteligente, herói. Sem Downey, Homem de Ferro 2 não seria o que é.
Outro cara merece destaque aqui é Mickey Rourke. No papel do vilão Ivan Vanko, é o clássico bandido: pouco fala e, quando fala, dispara frases de efeito e outras nada geniais, como a sua predileta “Você perdeu”. Com o palito no canto da boca durante grande parte do filme, Vanko demonstra descaso com Tony Spark dutante todo o tempo, o que torna as coisas ainda mais divertidas.
Já a Natalie Ruchman me decepcionou bastante. Interpretada pela bela Scarlett Johansson, a presença dela no filme é pouco relevante. Como não conheço a personagem nos quadrinhos, não sei julgar o qual importante é a personagem dela no universo Homem de Ferro. Mas no filme, ela está apenas para fazer Scarlett desfilar para cima e para baixo mostrando sua beleza de poucas palavras.
Já Gwyneth Paltrow agrada no papel de Pepper Potts. Sem excessos, ela proporciona vários momentos agradáveis durante toda a projeção. Também digna de nota é a atuação de Sam Rockwell no papel de Justin Hammer, dono da empresa Hammer, concorrente da Spark. Também hilário e excêntrico, porém nada cool, Hammer também contribui para que Homem de Ferro 2 seja um filme extremamente divertido.
Don Cheadle, no papel do Tenente James Rhodes agrada e também proporciona boas sequências. Rhodes praticamente tenta manter Spark na linha, principalmente com relação a seus excessos. A sequência da “festa” é impagável =)
Para fechar, Nick Fury, vivido por Samuel L. Jackson, mal aparece. Fury merecia mais espaço na trama. Achei o personagem muito pouco explorado, principalmente pelo diretor Jon Favreau ter ali em mãos ninguém menos que o parceiro badmotharfucker de John Travolta em Pulp Fiction.
Você deve ter percebido que falei bastante da “primeira metade” do filme nesse review. O motivo é que ela é realmente espetacular. Poucos filmes que assisti começaram e conseguiram se manter no mesmo ritmo até a metade. Mas, a partir dela, o filme tem uma bela queda.
Não que dali para frente o filme seja ruim. A questão é que a primeira metade é BOA DEMAIS, dude! Sabe quando uma banda lança aquele primeiro disco insuperável e depois tenta repetir o sucesso nos discos posteriores? É mais ou menos isso que percebi da metade em diante. A coisa continua divertida, mas não “como se fosse a primeira vez” =)
De qualquer forma, recomendo o filme sem dúvida alguma. Só não dou nota máxima pela pequena perda de ritimo da metade para o fim. Mas é diversão garantida! É cool. É quase uma comédia em alguns momentos. O mais bacana de Homem de Ferro 2 é que o próprio personagem não se leva a sério. E, segundo dizem, Robert Downey Jr está interpretando a ele mesmo =)
Nota: 




Assista abaixo ao trailer legendado em HD:
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Você mora em apartamento pequeno? Que tal fazer do seu “rancho” um apartamento de vários cômodos? Que tal ir até a sala sem sair do seu quarto? Esse vídeo está circulando há algum tempo e segue atraindo atenção. Vale a pena assistir a solução que o arquiteto em questão arrumou para ter mais espaço em casa.
Quem sabe você não se empolga e cria uma solução para dar um jeito na bagunça do seu quarto. Aquela mesma que mesmo sabendo que existe você não tem a mínima vontade de arrumar.
Take a look!
via UoD
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Ontem encontrei mais um video review do iPad, com direito a unboxing e tudo mais. O video review foi feito pelo pessoal do Blog do iPhone que, em minha opinião, é o maior blog especializado no telefone da Apple no Brasil.
Assistam o video abaixo e fique com ainda mais vontade de comprar o novo “tablete” da Apple.
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Finalmente. Assisti o tão aguardado e alardeado ‘Alice no País das Maravilhas’. O resultado? Muito bom, gostei muito, sou suspeito para dizer, já que sou um grande admirador das obras de Tim Burton. Durante o período de estréia de ‘Alice Wonderland’ pude ver críticas de todos os lados, que o filme era isso e aquilo, que o 3D foi muito mal utilizado e era caótico. Bom, algumas dessas críticas são realmente reais e o mais visível é o uso do 3D.
O cenário gótico e surreal já seriam o suficiente para o público, o que nos faz questionar em relação ao uso dos óculos 3D, que viraram moda e obrigação nos filmes pós-Avatar. Não é de todo ruim, mas o 3D aqui é usado mais para apontar objetos na tela, numa tentativa de tentar nos surpreender, o que essas alturas já não é mais tão bem sucedida.
A história sofreu algumas alterações, Tim Burton decidiu substituir a menina de 7 anos por um Alice mais adulta que está beirando os 20 anos. A velha Alice não é esquecida é claro, aqueles sonhos fazem parte do passado. Agora ela volta ao mundo maravilhoso mais velha e parece ter se esquecido de tudo o que aconteceu. É nesse momento que a produção me faz lembrar de ‘Hook: A Volta do capitão gancho’. No filme de 1992, Peter Pan esqueceu-se de quem era, cresceu e virou um advogado sem graça, cabendo aos meninos da Terra do Nunca trazê-lo de volta e fazê-lo lembrar de quem ele era.
Em Alice in Wonderland é um pouco semelhante, deixando um pouco de lado as fidelidades com o conto de Lewis Carroll em alguns aspectos, que podem desagradar uns ou agradar outros. E como se trata de um filme dirigido por Tim Burton, pode esperar todos aqueles elementos sempre presentes em seus filmes que tanto o caracterizaram. Bem como o elenco: temos Johnny Depp (em seu sétimo trabalho com Burton), Helena Boham Carter (esposa do cineasta) e a inconfundível trilha feita por Danny Elfman.
Aliás, o elenco está realmente bem reforçado. A própria Alice interpretada pela então desconhecida Mia Wasikowska foi um boa surpresa. Para aqueles pais que esperam uma obra extremamente infantil dirigida unicamente para seus pequenos poderá se surpreender. Além de divertida, ‘Alice Wonderland’ de Burton traz aspectos bem sombrios e é claro, momentos engraçados.
É possível notar o esforço de Burton em levar sua Alice mais para a ação desenfreada, onde podemos ver algumas influências de outros blockbusters como “Harry Potter” e “O Senhor dos Anéis” na batalha épica e a parte digamos, nada genial. Apesar das ressalvas e de certos exageros, ‘Alice no País das Maravilhas’ é um filme divertido, longe de ser perfeito, Tim Burton precisa renovar-se em alguns aspectos, deixar um pouco de lado a velha tradição e inserir um pouco de novidade em suas futuras produções.
Nota: 




Veja o trailer abaixo Legendado e em HD:
Nota: Conteúdo fornecido pelo Ocean of Noise, em antiga parceria com o Geração Internet.
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Ah, o mundo dos videoclipes. “Telephone” da Lady Gaga parece que veio para ser definido como o maior e mais comentado clipe de 2010. Mas, assim como na internet, tudo hoje anda mais rápido. Assim como as músicas que baixamos e ouvimos nos iPods da vida, clipes também são descatáveis.
Mas alguns, mesmo sendo descartáveis, acabam marcando mais que outros. Foi o caso de “Telephone” da Lady Gaga. Mas agora parece que o “novo Telephone” já tem nome. E chama-se “Born Free”. E não, o clipe não é da Lady Gaga e sim da cantora M.I.A.
Mas não se engane. Dessa vez o clipe da vez não exibe aquele desfile de cultura pop com imagens coloridas cheias de referências e publicidade descarada. O clipe de Gaga era um clipe pelo clipe. Bem produzido? Demais! Divertido? Sem dúvida. Ponto.
“Born Free” da M.I.A. é tudo menos divertido. Super produzido? Demais! Clipe pelo clipe? NUNCA. O que se vê no clipe de M.I.A. é um belo tapa na cara do “oba oba” desenfreado proporcionado pela cultura pop e principalmente pela cena atual do Hip Hop.
O clipe de “Born Free” mostra a atuação de soldados americanos contra imigrantes e todo tipo de pessoa que contratia os objetivos do Tio Sam. Violento? DEMAIS. Principalmente nos minutos finais. Tanto que já foi até excluído do YouTube (acredito até que por motivos políticos).
Ps.: Parece que nesses novos megaclipes, a única coisa que não importa é a música em si =)
SIMPLESMENTE ASSISTA:
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Muito embora eu não ache que valha a pena comprar uma TV 3D agora (lógico que a falta de $$$ influencia nesse meu comentário), o fato é que os novos modelos lançados recentemente tem chamado a atenção.
SE eu tivesse $$$ sobrando iria AGORA comprar uma maravilha dessas. Geek que sou, se minha esposa deixasse, minha casa teria um Home Theater, iMacs, MacBooks, iPhones e 2 TVs 3D LED, uma na sala e outra no quarto. Quem sabe uma na cozinha também?
Ah, já ia me esquecendo: logicamente teria um Playstation 3 na sala. Um Xbox360 e um Wii? Também =)
Bem, a Samsung está lançando uma TV 3D LED sensacional. Dei uma olhada nas especificações e realmente o aparelho da uma “coceira” de ir à loja mais próxima, meter a cara e comprar. Mas me restou uma dúvida: não sei se a para visualizar as imagens 3D em alta definição exibidas pela TV são necessários óculos 3D.
Acredito que sim, embora eles não apareçam na especificação e nem no maravilhoso comercial que disponibilizo para vocês aí embaixo. Diga aí: o comercial é bem feito e criativo ou não? Gênio! No entanto, vou procurar a TV em uma loja para conferir as funcionalidades com mais calma. To achando tudo muito bonito para ser verdade =)
Abaixo segue o belo comercial e, na sequência, uma breve apresentação do aparelho sendo exibido em uma feira que exibe inclusive o controle remoto em formato iPhone e a TV rodando aplicativos (?!?!?!) de jogos sendo compartilhados com telefones celulares:
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Hoje pela manhã fiquei emocionado. É sério, sem brincadeira. Pode ser que vocês não entendam, mas um cara como eu, de 33 anos, viveu os anos 80 fervorosamente. Adoro a porra de um revival. Não tem jeito. É música, filme, cheiro…
Aí vem a Pixar e resolve causar comigo outra vez: criaram um comercial fake totalmente oitentista para promover o novo brinquedo que estará presente no aguardadíssimo Toy Story 3. Eu amo essa série. Da mesma forma que amoo WALL.E (minha esposa não vê a hora de comprar o tal robô) e UP – Altas Aventuras.
Nesse final de semana assisti a Como Treinar o Seu Dragão. Achei bem bacana e por alguns momentos tive a felicidade de comprovar que a DreamWorks aparentemente está tentando seguir os passoss da Pixar, ou seja, tentar ser uma Disney. Tentar, porque a Pixar ja é, mesmo sendo parte da própria Walt Disney.
Bem, tudo que me motivou a escrever essa choradeira, está presente no vídeo abaixo criado pela Pixar, para promover o tal novo brinquedo de Toy Story 3, o Lots-o’-Huggin’ Bear. A animação estréia por aqui por aqui em Junho. Veja quantas vezes quiser. A tática utilizada pela Pixar pegou muita gente desprevinida e “parece” aqueles comerciais gravados em VHS! Confira =)
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Na boa: AC/DC é do caralh*! E Homem de Ferro 2 não parece ser diferente. Falando nos dois, já viu essa projeção em um castelo gringo?
Clica no play aí embaixo, aumenta o volume e mete aquele “air guitar” preso em você :)
via: UoD
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Roy Miller é um soldado que tenta fazer as coisas de maneira correta em meio a Guerra do Iraque. Ele e seus comandados seguem pistas em busca de armas de destruição em massa. O problema é que sempre que chegam aos locais, não encontram nada mais do que privadas ou algo do tipo. Roy Miller questiona seus superiores a respeito das fontes dessas informações. Ele sente que há algo de errado no ar e decide ir fundo na toca do coelho. Uma decisão repleta de riscos.
Paul Greengrass é um diretor que não se contenta apenas com a ação. Seus filmes sempre aspectos políticos e conspiratórios. Zona Verde é um verdadeiro thriller de guerra, com uma história razoavelmente complexa, que exige um certo grau de atenção do público. O filme quer mostrar algo que todos sabemos: as tais armas de destruição em massa eram apenas uma desculpa para os EUA invadir o Iraque e fazer o que bem entendessem. O diretor nos coloca dentro daquele caos ao utilizar seu estilo quase documental de filmar. As interpretações de Matt Damon e Khalid Abdalla também merecem destaque. Tudo parece bem real.
Apesar das cenas de ação serem filmadas com a competencia habitual, não posso negar que em alguns momentos elas me pareceram um tanto longas e confusas. Isso não atrapalha o filme como um todo, mas é uma falha que poderia ser corrigida sem muito trabalho. Enfim, Zona Verde é um bom filme de guerra, com um lado político intrigante, mas que fica um pouco empalidecido após algo do nível de Guerra ao Terror.
Nota: 




Assista ao trailer abaixo legendado e em HD:























