A Epic Games anunciou ontem, durante o evento da Apple, que vai desenvolver jogos utilizando o famoso unreal engine 3. Também foi demonstrado na feira um demo de um game que já está sendo produzido fazendo uso do badalado engine. O novo do game é Project Sword.

Não achei o game em si lá muito interessante. Ele fará uso do feature GameCenter, que deverá ser liberado brevemente para usuários de iOS, onde será possível convidar amigos para jogar online e compartilhar rankings pelo mundo inteiro. Mas, mesmo não sendo um game AAA, Project Sword certamente abrirá espaço para mais jogos complexos.

Um demo tecnológico já está disponível para download na App Store. O nome do app é Epic Citadel, possui 80 mega e é FREE! Esse demo jogável é impressionante! Todo ambientado em uma cidade medieval (trata-se do mesmo cenário de Project Sword), o app roda suave, em uma taxa de framerate bastante alta, o que é de impressionar, dada a qualidade e definição das texturas.

O cenário é grande e é possível explorá-lo bastante nesse demo. O app foi desenvolvido para iPhone 4 e iPhone 3GS. Testei o demo em meu 3GS e tudo funcionou maravilhosamente bem. Certamente esse é o início de uma nova etapa de jogos programados para o novo e poderoso sistema mobile da Apple, o iOS.

Não é à toa que a Sony está desesperada criando comerciais denegrindo os games feitos para iPhone, temendo a popularidade de seu PSP. Como eu sempre digo, viva a concorrência!

Clique em “veja mais” e assista a um vídeo de Project Sword, apresentado no evento da Apple ontem e, na sequência, assista ao espetacular Epic Citadel rodando em um iPhone 4. Prepare-se para BABAR!

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E ontem, no evento realizado por Steve Jobs, onde foram apresentados os novos iPods, também foi lançado o iTunes 10. Pela 1ª vez, a versão sofreu uma novidade bem bacana, o Ping. Trata-se de uma rede social, onde você pode adicionar artistas e amigos. Através de um feed de notícias, muito parecido com o do Facebook, você pode comentar, curtir notícias de outros artistas e comprar músicas e ingressos para shows.

Não é lá algo onde a Apple terá muitas pretenções, creio eu, já que as funcionalidades são absolutamente simples. Mas é um feature que pode ficar bem interessante em novos updates do iTunes. O Ping também é de interesse da Apple pela facilidade com que as pessoas recomendam músicas lá dentro, além de poderem comprar de imediato, com apenas 1 click.

Fotos e vídeos de artistas também são compartilhados lá dentro. Há vários deles por lá.

O perfil da Lady Gaga, por exemplo, já possui mais de 90 mil seguidores! Não é nada genial, mas achei bacana pelo simples fato de adicionarem algo mais no iTunes.Veja uma tela do iTunes Ping abaixo (clique para ampliar), onde é exibido o perfil da banda ColdPlay. Vale lembrar que o Ping também está disponível no iTunes do iPhone/iPod Touch.

Para fazer o download do novo itunes, clique aqui.

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Não temos como não concordar que o Google é genial. A empresa já cometeu enganos sim, como o Google Buzz, o Google Wave. Mas é inegável o potencial que a empresa tem para criar novas ferramentas. O Google vive inovando em uma velocidade impressionante. Talvez por isso muitos produtos fracassam. E, para ter um produto que seja um sucesso, nada melhor que criar, criar e criar denovo.

Hoje a empresa anunciou o Gmail Priority Inbox (veja vídeo abaixo), que é uma solução simples para um problema cada vez mais presente e crescente em nossas vidas: a leitura do volume cada vez maior de e-mails no escritório.

A solução encontrada pelo Google é como se, na década de 80/90, vocÊ contratasse alguém para ler correspondências e classificá-las como mais importantes e menos importantes, possibilitando assim que você se preocupe apenas com urgências e questões mais importantes.

A nova funcionalidade do Gmail acumula em uma caixa específica, o Priority Inbox (veja imagem abaixo), que são os emails mais importantes, urgentes, ou seja, a caixa reúne somente os emails que não te farão perder tempo, artigo vital e que não está à venda em nenhuma esquina.

Há um poderoso algorítimo por traz de tudo isso. Ele é alimentado baseado em informações simples: endereços de email que mais respondemos, palavras específicas e afins. Mas, como trata-se de um algorítimo, é possível que haja momentos onde o “robô” erre e separe um email não importante na caixa de prioridades. Nesse caso, você terá a opção de setar a imagem como mais importante ou menos importante.

Sendo assim, o algorítmo tende a “aprender” e “conhecer” cada vez mais nossos hábitos e, com isso, errar cada vez menos. Mas vamos lá, uma provocação agora: com isso teremos, pelo menos em tese, mais tempo, já que perderemos menos lendo aqueles emails que só servem para nos distrair. Com isso, teremos mais tempo para trabalhar mais e responder a uma quantidade maior de urgências.

Para onde estamos indo? O que mais é possível acelerar? :)

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Não escondo de ninguém o apreço que tenho por Londres. Aquela música, aquela gente louca, criativa, as cores da cidade, a garoa e tudo o mais. Ainda irei beber em um pub por lá. O vídeo acima é uma montagem em stop motion, feita com mais de 3.000 fotos da cidade de Londres.

Enjoy!

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É comum, na maioria dos eventos ligados a publicidade online, que as mídias sociais sejam foco. Afinal de contas, essas ferramentas são excelentes formas de se compartilhar conteúdo. Nunca houve forma tão dinâmica e participativa de se comunicar uma mensagem.

Minha crítica aqui é sobre a falácia de que as Mídias Sociais são a solução para qualquer tipo de negócio. Várias agências vendem esse discurso batido, prontas para pegar o “tiozão” gerente de marketing daquela grande marca. Esse é o grande problema. Há muita gente vendendo “estratégias” em mídias sociais pelo simples fato de vendê-las.

Parte-se do mesmo princípio do uso da tecnologia pela tecnologia, ou seja, agências que propoem “soluções” através de novas ferramentas ou tecnologias pelo simples fato de serem novas. Há muita gente vendendo tendências. Ou você já esqueceu do ChatRoulette? Muita gente empacotou soluções baseadas na ferramenta e saiu com a meta de angariar novos clientes.

Onde está o ChatRoulette hoje? Teve lá seus dias de glória (nem a 1 mês chegou). O site está há dias fora do ar, prometendo uma nova versão totalmente reformulada voltou a funcionar hoje com uma “nova proposta” que até agora não vi muito sentido.

O oba oba em torno das mídias sociais é tamanho que há gente tentando vender mídias sociais para o bar do “Tio Zé”. E ainda colocam nas apresentações a palavra relevância, fazendo parecer realmente que a proposta tem alguma relevância. Francamente, nunca vi uso tão irrelevante da palavra relevância como agora.

AS MÍDIAS SOCIAIS FUNCIONAM:

  • quando o cliente está disposto a entendê-las;
  • quando o cliente está disposto a se expor e ADMITIR que não possui mais o controle da marca como no século passado;
  • quanto o cliente compreende que as mídias sociais não funcionam como tv, jornal e rádio;
  • quando o cliente compreende que é necessário falar a língua de seus consumidores. Isso significa posicionar-se de forma diferente nesses canais. Não utilizar linguagem corporativa. Ninguém quer ler um canal de Facebook ou perfil de twitter onde a marca possui, o tempo todo, aquela linguagem que remete a atendente de telemarketing;
  • quando o cliente tem interesse não apenas em medir ações através de resultados imediatistas e dados rasos, como o número de seguidores no twitter ou facebook. É necessário crescer sim, conquistar novas pessoas. No entanto, as vezes vale mais a pena ter 10.000 seguidores valiosos e que tenham afinidade com a marca do que 10.000 membros que seguem você unicamente para participar de promoções e ganhar prêmios;
  • quando o cliente decide arriscar e incentivar a agência a criar algo novo, a ousar e tentar impactar o target da campanha de uma forma que o consumidor tenha uma EXPERIÊNCIA. O consumidor precisa interagir e SORRIR quando participa de uma ação significativa. Pessoas gostam de compartilhar o que amam. Coisas que julgam interessantes. Ações diferentes e novas formas de interação geralmente geram seeding expontâneo;
  • quando o cliente tem a ciência de que mídias sociais não são apenas seeding e números. Investir nessa modalidade significa investir em relacionamento. Os resultados virão, mas não virão em 1 ano. O mais importante aqui é o relacionamento. É, ao findar uma ação, não sumir. É NUNCA abandonar os clientes. Com o tempo os clientes perceberão que a marca se importa com eles. Quanto mais atenção se dá às pessoas, mais elas querem falar. Mais sentem-se bem. E esse é um dos pilares para uma estratégia de sucesso.

E, por último, o que considero mais importante:

  • não adianta de nada investir em mídias sociais sem antes “arrumar a casa”. Do que adianta ter uma presença digital em todas as ferramentas sociais se o SAC da empresa não funciona, se os produtos são de qualidade duvidosa, se o atendimento nas lojas é ruim? Estar presente no Facebook, Twitter e afins, nesse caso, só fará com que as pessoas tenham um canal a mais para reclamar. Isso é importante. Não adianta se esconder nesses casos. Mas, antes de mais nada, é importante investir nos processos da empresa para que os resultados obtidos com mídias sociais sejam ainda mais positivos para a marca.

E nunca esqueça: Conteúdo é a chave! Tenha o que falar. Saiba conquistar o tempo de seus clientes. Descubra do que eles gostam.

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Acabei de assistir a esse ótimo vídeo no Blog do iPhone. Trata-se de um vídeo de Steve Jobs “de bermuda”, gravado em 1997. Achei esse vídeo interessante por dois motivos: esse vídeo foi feito 1 ano após Steve ter voltado para a Apple (ele foi expulso de lá em 1985). O fato de ele estar usando bermuda não é novidade, já que fala-se que Jobs, ao regressar para a Apple chegou barbado e vestindo bermuda e camiseta.

O mais legal no vídeo é perceber a filosofia da Apple. Percebe-se que Steve não queria que a empresa crescesse sem um valor principal, sem um propósito. Foi nesse ano de 1997 que Steve criou talvez uma das melhores campanhas publicitárias lançadas pela Apple, a famosa Think Diferent, que é exibida no final desse mesmo vídeo.

Como muito bem disse o iLex, do ótimo Blog do iPhone, o valor do vídeo é ainda maior tendo em vista tudo que realmente é dito neste vídeo Steve conseguiu por em prática.

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A Web está mesmo morrendo? É o que deflagra a capa da Wired de Setembro. A matéria foi bastante criticada e várias pessoas discordaram, classificando Chris Anderson, autor da matéria e editor da revista, como extremista. SE você ainda não leu a matéria, pode ler aqui.

Mas vamos lá, o artigo faz sentido sim. Se você faz uso de smartphone, principalmente iPhone ou Android, vai compreender mais ainda o que estou falando. Quem usa esses tipos de dispositivo está cada vez mais habituado a fazer uso de aplicativos.

Os apps de notícias agrupam as informações mais importantes e relevantes, além de permitir uma navegação simples, prática, rápida e mais objetiva que nunca em smarphones.

Mas o que isso tem a ver? Bem, como hoje temos a sensação de que o mundo gira mais rápido e as semanas aparentemente tem menos dias que em uma época já tiveram, temos também muito menos tempo para procurar por informações na web . É cada vez menor o número de pessoas que tem paciência de procurar um website no smartphone. Ou mesmo ler um texto extenso (já percebeu como até os textos desse blog estão menores, excluindo este é claro).

Isso leva tempo. E, com o stress e a famosa correria do dia a dia, tempo é algo vital, tão precioso como a água e o ar. Ele precisa ser valorizado. É escasso. Sendo assim, quando se tem a mão aplicativos que exigem apenas um toque na tela para abrir e trazer todas as notícias que nos importam, tudo fica mais fácil. Assim é o Twitter, o Facebook, os apps do New York Times, BBC, CNN, Globo News e outros tantos que estamos acostumados a utilizar quando ainda estamos na cama, pela manhã, antes de ir para o trabalho (clique em “Veja Mais” para continuar a ler)

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Muita gente fala que não saberia o que seria do mundo sem os famosos CRTL+Z, CRTL+X e CRTL+V. Pois bem, essas “ferramentas milagrosas” sempre existiram, não é mesmo? =)

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MSN, Twitter, Facebook … . Tudo gira em torno das conversações. E não é de agora: lembra do mIRC? E dos chats do UOL? =)

Pois bem, foi lançado ontem um aplicativo para iPhone que, a principio, não me chamou muito a atenção: trata-se de um app de chat. Sim, um aplicativo para você instalar e conversar com outras pessoas. Até aí nada de novo, certo? Há uma sala geral, onde você pode falar com pessoas do mundo inteiro que estejam utilizando o app. Hmmmm, interessante.

Mas e que tal uma sala onde você mesmo a cria e convida pessoas para acessarem para falar sobre determinado assunto? Hmmmmm, interessante? Não? Ok, vamos lá: que tal agora a possibilidade de falar com pessoas que estão próximas a você? Aí você me pergunta: Por que eu usaria isso se posso falar pessoalmente com a pessoa que está próxima a mim?

Aí eu te respondo: que tal falar com quem você não conhece? E que tal você poder falar com aquele amor platônico e poder se declarar e falar que está ao lado dela? E que tal conversar apenas com pessoas que estão no mesmo bairro, rua, quarteirão?

Para acessar o app basta logar com a sua conta no Facebook. O app faz uso da sua foto de perfil do Facebook e aí é só escrever o que quiser. As salas de bate-papo são identificadas como “Worldwide Party”, “São Paulo Party” e assim por diante. No exato momento em que escrevo este post, a sala mundial está com, deixe-me ver … 1.785 pessoas e a de São Paulo com 87 pessoas.

Soou interessante? O link para download do app é este. Ah, é FREE =)

Clique em “Veja mais” e assista ao vídeo sobre o funcionamento do aplicativo. Vale a pena:

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O Google Goggles é um conceito que já vinha sendo divulgado há algum tempo pelo Google. Como demorou algum tempo para ser lançado, acbou tornando-se um aplicativo para Android (sistema operacional mobile do Google). E um aplicativo para lá de útil. E MUITO interessante.

Já imaginou apontar o seu telefone para um restaurante e um link aparecer com informações sobre o estabelecimento na própria tela do celular? Tudo baseado em GPS. Esse é o conceito de Visual Search.

O mesmo pode ser feito em qualquer ponto turístico ou obra de arte. Imagino isso funcionando com social media: bastaria apontar para qualquer coisa na rua com a câmera do celular e saber o que as pessoas comentaram sobre aquilo.

Ainda não é possível, por exemplo apontar para um animal e ler a respeito dele. Mas isso será possível futuramente, da mesma forma que será possível apontar para uma peça de xadrez no meio de um jogo e o aplicativo irá sugerir um movimento!

Segundo o Google, será possível ainda tirar uma foto de uma planta e o Google Goggles irá identificar a planta para você! É realmente algo espetacular. Esse aplicativo já é uma grande vantagem do Android sobre o iPhone da Apple. Mas, segundo o Google, o aplicativo também será lançado para iPhone. Só não se sabe quando.

Assista ao vídeo com todo esse conceito após o jump. É espetacular:

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