A nova aventura de Command & Conquer irá contar com várias novidades e melhorias, entre elas uma jogabilidade baseada por classes, bases móveis, que dispensa a coleta de recursos e um sistema de evolução persistente, onde o jogador adquire experiência e aprimora suas habilidades em todas as modalidades do game.
Command & Conquer 4 também vai contar com modo de 5 contra 5 baseado em objetivos e os fatos ocorrem quatro anos após os eventos vistos em Command & Conquer 3: Tiberium Wars.
O enredo se passa no ano de 2062, onde a humanidade está à beira da extinção e faltam apenas 6 anos até que a misteriosa estrutura cristalina Tiberium torne toda a terra inabitável. Agora a GDI e a Brotherhood of Nood vão tentar impedir que isso aconteça neste jogo que vai trazer a conclusão do universo Tiberium.
Aqui o jogador poderá enfrentar a campanha solo sozinho ou em modo cooperativo com seus amigos. Segundo os produtores o objetivo com esse modo é incentivar batalhas cooperadas, tanto no modo campanha como no modo online.
Command & Conquer 4 está previsto para chegar ao PC em março de 2010. Fique com o ótimo trailer abaixo:
Nota: Conteúdo fornecido pelo Portal dos Games, em antiga parceria com o Geração Internet.
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Sempre que diretores sonhadores como Spike Jonze aparecem com um trabalho, digamos… diferentoso, a crítica ‘especializada’ torce o nariz. Parte do time de cineastas subestimados pela Academia, o diretor de 39 anos mais uma vez teve seu talento colocado em xeque, mas virou a mesa e é hoje a bola da vez no mass entertainment from US.
Isso porque ‘Where the wild things are’ (bisonhamente traduzido por aqui como ‘Onde vivem os monstros’) foi, ao lado do thriller ‘Atividade Paranormal’, fenômeno de bilheterias na terra do Homer. Só em seu final de semana de estreia, em outubro, a produção rendeu nada menos que 32 milhões de dólares, mais da metade do segundo colocado.
O filme, baseado no livro homônimo de Maurice Sendak, escritor e ilustrador de obras infanto-juvenis, conta a história de Max, garoto traquinas que é mandado de castigo para seu quarto depois de desobedecer a mãe. Mesmo preso, sua imaginação continua livre para voar, e logo o transporta para um reino desconhecido. Encantado, Max é apresentado à terra dos Monstros Selvagens, onde as travessuras são a lei, e ele é o rei.
O que chamou a minha atenção para o filme – além do trailer sinistro aí embaixo e do fato do livro ter apenas 9 frases escritas – foi seu elenco estelar. Lá estão peso-pesados como Catherine Keener e Mark Ruffalo (atuando), amparados pelas vozes de Forest Whitaker, James Gandolfini, Paul Dano e Chris Cooper.
A direção e o roteiro ficam a cargo de Jon-Jonze, que desde o inspirador ‘Adaptação’ (2002) não dá as caras em L.A (dizem que o filme levou 5 anos in-tei-ros para ficar pronto). Ás dos videoclipes, o cineasta ganhou meu respeito com ‘Quero ser Malkovich’ e ‘A Natureza Quase Humana’, ambos frutos de sua parceria com Charlie Kaufman, seguramente o roteirista mais humano que pisou em Hollywood nos últimos 20 anos.
Para um filme inicialmente despretensioso, ‘Where the wild things are’ vem fazendo bagunça. Além da bilheteria espantosa e das tomadas impressionantes, o longa vem sendo apontado pelo público como um clássico instantâneo. Pena que a estreia por aqui é só em janeiro!
Fique com o trailer:
Nota: Conteúdo fornecido por Renato Sansão, em antiga parceria com o Geração Internet.
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Ao que tudo indica, os Raimundos têm um novo vocalista. Depois de anos de ostracismo após a saída de Rodolfo, que acabou convertendo-se ao evangelismo, a banda volta a ser notícia. Tico Santa Cruz dos Detonautas será o novo vocalista da banda.
A idéia de assumir os vocais dos Raimundos veio do próprio Tico, que em seu Twitter anunciou que gostaria de cantar com os caras. Santa Cruz inicialmente iniciará atuando apenas em alguns shows, mas caso a química role a banda irá além e fará uma grande turnê a partir de 2010.
O guitarrista do Raimundos, Digão, comentou a possibilidade: “Vamos fazer enquanto for bacana”, disse o guitarrista em entrevista ao Guia da Folha Online. Digão ainda comentou que irá cantar algumas músicas também, já que quando Rodolfo deixou a banda foi ele quem assumiu os vocais. Mas quem cantará a maioria será mesmo Tico Santa Cruz e Digão ficará mais na guitarra e nos backing vocals.
Dá uma olhada aí embaixo nos Detonautas tocando a ótima “Eu quero ver o oco”, dos Raimundos. Leva jeito? =)
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Já conheço o cineasta alemão Roland Emmerich de outros carnavais. Vide ‘Independence Day’ e o ‘O Dia depois de amanhã’. Esses são exemplos de filmes tecnicamente impecáveis, que impressionam pelos efeitos de última geração. Mas pecam pela total falta de fidelidade com a realidade.
Tudo bem que blockbusters são feitos, em sua maioria, apenas para entreter o público, nada mais que isso, mas fazer o expectador de otário é outra coisa. Em 2012 Emmrich retorna a destruir o planeta. Só que desta ao invés de Ets e o clima, agora é a profecia da qual o calendario Maia previa que o mundo iria acabar no ano de 2012, tudo ia ser destruído e blá blá blá. Em 2012 todos os clichês de um Blockbuster são repetidos sem moderação.
Mas, se você é daqueles fãs cinéfilos ferrenhos passa bem longe de 2012, pois o que você vai encontrar é somente efeitos especiais bombásticos, muita correria, irrealidade, acrobacias e puutz, piadinhas que incomodam. É incrível ver personagens tão idiotas, vendo o mundo desaparecer sob seus pés e ainda conseguem soltar piadinhas, algo realmente inacreditável. Mas se você não se importa com nada disso e está apenas querendo se divertir e se distrair, quem sabe você se divirta com esse 2012.
A trama do filme é bem fraca e os personagens são apresentados apressadamente sem maiores preocupações, apenas para nos familiarizarmos com os mesmos. Vamos ao Script do filme então, não falarei em maiores detalhes, lhes apresentarei o protagonista da história.
Jackson Curtis (John Cusak) é um escritor frustrado que trabalha de chofer de uma limosine e tenta reconquistar seus filhos e é aquela coisa boba, os filhinhos logicamente odeiam o pai e não estão nem um pouco interessados em acampar com seu velho. Curtis está divorciado de sua esposa, Kate Curtis (Amanda Peet) que mora com outro cara. Não precisa dizer muito, são eles que serão os heróis da trama e logo começa a correria.
O mundo começa a desaparecer, prédios casa e prédios são destruídos e as crateras no chão começam engolir toda a cidade da Califórnia e mundo. Jackson fará de tudo (mesmo!) para salvar sua família. Passarão por cenas tão inacreditáveis quanto absurdas. Em meio a toda catástrofe, sobra muito pouco para desenvolver uma história e exigir uma atuação melhor dos atores, já que o principal do filme é chocar ao máximo possível com as cenas de destruição.
Até mesmo Rio de Janeiro é vítima. Assistir via Globo News ao Cristo Redentor caindo aos pedaços e o povo carioca correndo em pânico é assustador. Até aí tudo bem. Irrealidade já era algo que já havia tomado o longa, mas eu novamente pensei: “Estou assistindo um blockbuster”, nada de ser tão chato.
Mas o que foi imperdoável foram algumas piadinhas totalmente fora de hora, se é que existiria uma brecha para discontração quando se o mundo que você conhece está sendo destruído, isso foi tipicamente ‘Blockbusteriano’ e incomodou bastante. Tudo bem, já tínhamos visto a mentirada circular pelas telas, mas precisa de gracinha?
Custava ter pelo menos um compromisso com a seriedade? Aí já é demais. Fora o affair entre a filha do presidente Laura Wilson (Thandie Newton) e o geologista Adrian Helmsley (Chiwetel Ejifor) que fica óbvio desde o início que tudo vai acabar em beijinhos e abraços.Mas claro, temos alguns pontos positivos além dos efeitos especiais de última geração.
Danny Glover como o presidente Thomas Wilson traz uma certa credibilidade e seriedade a trama, sendo uma clara referência ao governo atual comandado por Barack Obama. Outro destaque é Woody Harrelson como o doidasso Charlie Frost, que já sabia que o mundo ia acabar antes de todo mundo.
Pena que não vai muito além disso. 2012 não chega a ser um filme ruim, mas dificilmente irá virar um clássico do gênero. Repito que serve apenas como um passatempo, e só. Mas como já era de se esperar, financeiramente o filme foi o sucesso esperado. Para os acionistas isso já basta. Originalidade? Que vá as farras.
Nota: 
























