Vídeos antecipando como será o futuro não são novidade. Geralmente, centros de pesquisa de empresas de tecnologia os produzem de tempos em tempos, com o objetivo de mostrar que a empresa estará sempre na vanguarda, ou mesmo, o quanto o centro de pesquisa da empresa é avançado e comprometido com o futuro.
A mais recente empresa a criar uma produção do tipo é a Nokia. A empresa aposta na utilização da tecnologia de Realidade Aumentada de uma forma muito mais ampla que conhecemos hoje.
O vídeo abaixo ilustra a vida (boa vida, por sinal) de uma mulher que acorda e lê tweets na janela, naveja na web a partir de um óculos e comanda todo o processo de navegação através do “toque no ar”. Tá certo que, geralmente, como disse no início desste texto, esses vídeos são apenas promocionais, visdando apenas agregar valor a marca.
Muitas vezes, 10 anos mais tarde voltamos a ver esses vídeos e percebemos que muita coisa não se realizou. Algumas sim, mas não exatamente como o vídeo apresentava. Podemos comprovar isso no segundo vídeo ao fim deste texto. Trata-se de uma compilação de alguns vídeos que a AT&T produziu em 1993.
Dentre algumas tecnologia exibidas e pensadas para o futuro, a única que realmente está em uso com maior frequencia pelas pessoas e, principalmente taxistas, é o GPS. As restantes são meros delírios.
Muito embora hoje seja possível e bastante comum conversar com alguém “vendo a pessoa que está do outro lado da linha” (através de recursos de webcam principalmente), ainda estamos muito longe de chegar em um orelhão público, discar um número e imediatamente, visualizar a pessoa em uma tela enquanto conversam.
Aqui no Brasil, alguém duvida que teríamos essas telas roubadas? =)
Vídeo da Nokia
Vídeo da AT&T
Via Tiago Dória
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Gosta de séries de guerra? Não importa. Se houvesse um Top 5 com as melhores e maiores séries do mundo, certaamente BAND OF BROTHERS seria a primeira ou, estaria muito bem colocada neste Top.
Com uma produção espetacular da HBO, Band of Brothers, uma série de 10 caítulos com duração de filme (cerca de 1h e 15min cada capítulo), fez sucesso em todo o mundo. Até então, nenhuma outra série havia mostrado a guerra com tanta perfeição e dramaticidade.
É, tá certo. Não vale. Na produção da série estavam ninguém menos que Stevem Spielberg e Tom Hanks. Não tinha mesmo como dar errado. A série é sucesso de vendas até hoje. Ainda não assisti a todos os capitulos (peguei os DVDs com um amigo) mas, até onde vi, me impresionei.
Acontece que, quando a série terminou, no finaal de 2001, ficou aquele gossto de quero mais. Envolvidos em outros projetos, Spielberg e Hanks “passaram o tempo” ocupados com outras produções.
Mas, recentemente, houve a confirmação de que Spielberg e Hanks estão novamente produzindo mais uma série de 10 capítulos sobre a 2ª guerra, que se chamará THE PACIFIC. Dessa vez, a série irá mostrar os eventos ocorridos no Oceano Pacífico. Certaamente, podemos esperar novamente por uma imensa produção, que irá estrear lá fora, em Março de 2010.
Abaixo, você confere o primeiro teaser:
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Infelizmente o ator Patrick Swayze faleceu, depois de três anos de uma luta contra o câncer no pâncreas. Patrick perdeu sua batalha ontem.
A sua morte, apesar de entristecer os fãs, já era meio que esperada, visto que o ator já estava visivelmente debilitado em suas últimas aparições. Nos últimos meses o ator até havia trabalhado na série de TV The Beast, mas a doença o afastou dos trabalhos.
Swayze fez filmes inesquecíveis como: “Dirty Dancing”, “Ghost” e “Caçadores de emoção”.
Abaixo, alguns dos melhores momentos de Swayze no cinema:
Renato Cunha é colaborador do Geração Internet e dono do blog Ocean of Noise
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Quando assisti ‘Trilogy’ pela primeira vez, foi um verdadeiro choque, exatamente pela tensão do espetáculo. As primeiras palavras de Robert Smith no palco foram: “Pouco importa se todos nós vamos morrer”. Assim iniciava Trilogy, do The Cure, com a assustadora ‘One Hundred Years’.
O meu conhecimento em Cure era relativamente pequeno. Conhecia muito pouco além de canções como “Boys don’t cry”, “In between days” ou “Close to me”. Realmente não sabia muita coisa. Mas ao conhecer a trilogia ‘Pornography’, ‘Disintegration’ e ‘Bloodflowers’, pude enfim ampliar meus conhecimentos no mundo CURE.
Os álbuns conceituais são interligados e Bob Smith teve a idéia de fazer uma noite dedicada aos três álbuns tocando-os integralmente ao vivo. O resultado é simplesmente fantástico e incrivelmente sombrio.
O DVD duplo começa então com o sufocante álbum “Pornography” de 1982, tendo a já citada ‘One Hundred Years’. Do início ao fim uma experiência bastante intensa. Destaques para: “Hanging garden”, “A Strange day” e “Cold”. A impressão que dá é que Smith e cia não irão voltar após o fim de Pornography.
Pausa para para dar uma bela de uma respirada, nooossaa, que experiência. Em “Disintegration” o Cure volta mais ameno, porém ainda cheio de emoções: “Pictures of You”, “Lovesong”, “Closedown”, “Lullaby” e “Fascination Street” são apenas algumas canções do álbum. É um show mais longo, porém belo e tocante. O Cure, ao longo dos anos, teve diversas formações, mas a que acompanhou Smith nesse Trilogy foi: Simon Gallup (Baixo), Perry Bamonte (Guitarra), Jason Cooper (Bateria) e Roger O’ Donnell (Teclados) É uma trupe bastante afiada, bastante compentente.
Mais uma pausa. Tiro o disco 01 e coloco o 02. Começa “Bloodflowers”, álbum que encerra a trilogia. Na minha opinião esse é o capítulo mais fraco da trilogia. O álbum tem momentos fortes como: “Watching me fall” e a conclusão com “39″ e “Bloodflowers”, porém o restante fica devendo um pouco mais.
Fim de show, Robert Smith agradece e…Bom, voltam para o bis, mas nada de ‘Boys don’t cry’ ou qualquer outro hit oba-oba da banda para quebrar aquele clima da trilogia.
Para o bis, o Cure reservou duas canções do álbum “Kiss me kiss me kiss me”: a primeira é a hipnótica ‘If only tonight we cold sleep’ e a agressiva ‘The Kiss’. Fim de um show épico que eu gostaria de estar lá para ver. Principalmente depois de assistí-lo com cuidado como eu fiz hoje. Pude perceber ainda mais músicas fantásticas desses álbuns conceituais. O DVD traz como extras entrevistas com a banda, sobre o motivo da realização de Trilogy e vários outros extras, tudo devidamente legendado.
Está a procura de um bom DVD musical? “The Cure: Trilogy” é a minha recomendação de hoje.
Nota: 




Abaixo, o vídeo da ótima Lulaby:
Renato Cunha é colaborador do Geração Internet e dono do blog Ocean of Noise



















