Como já disse antes, não sou fã dos filmes da franquia ‘Piratas do Caribe’. Gostei mesmo apenas do primeiro. As sequências foram bem chatinhas e visavam explorarar mais os efeitos especiais.

Atolaram de personagens, deixando um pouco de lado o personagem Jack Sparrow interpretado por Johnny Depp, que foi tão celebrado no primeiro filme pelos seus trejeitos a lá Keith Richards. Nos filmes que sucederam o primeiro, Sparrow era apenas mais um personagem na intrincada história dos piratas.

Porém, a série foi sucesso absoluto nas bilheterias, e Depp já estava pronto para novamente encarnar o capital Sparrow em uma nova aventura, se possível uma nova trilogia. No entanto, as coisas ficaram incertas depois que o presidente do conselho de administração da Disney, Dick Cook foi demitido da empresa após 38 anos de serviço.

Depp, amigo pessoal de Cook, rapidamente deu uma declaração dizendo que havia perdido a vontade de retornar ao papel devido a ausência do amigo e se dizia abalado com sua demissão. Isso realmente afetou a Disney. Mas segundo o site CinemaBlend,a ‘empresa do Mickey’ estaria disposta a investir todo dinheiro possível para que o ator volte para mais uma continuação.

Caso contrário, iriam seguir para o plano B, substituindo Depp, o que pode desagradar aos fãs, que disseram não ter interesse em assistir a um filme do ‘Piratas…’ sem Johnny Depp. Para os fãs da série resta torcer para que as coisas acabem bem e que Depp fique satisfeito com o seu cachê, que com certeza não será pequeno.

Renato Cunha é colaborador do Geração Internet e dono do blog Ocean of Noise

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Depois do sucesso do remake de ‘Sexta-Feira 13′, agora é a vez do rival de Jason, Freddy Krueger, dar as caras com a refilmagem do clássico ‘A Hora do Pesadelo’.

O filme acaba de ganhar seu primeiro trailer, disponibilizado no Myspace. Minha primeira impressão foi boa. A primeira cena mostra Freddy (ainda humano) correndo das pessoas que tiveram suas crianças mortas por Krueger, afim de acabar com sua vida. Uma cena bem tensa.

Na sequência, uma rápida cena de Freddy já com a camisa do Flamengo (hahaha), atacando uma jovem. Ao final do trailer do remake, você pode assistir ao trailer do filme original. Repare como algumas cenas são idênticas. A Hora do Pesadelo tem estréia marcada para 10 de Abril e 2010.

Fique com o trailer abaixo, divulgado no início desta semana

Renato Cunha é colaborador do Geração Internet e dono do blog Ocean of Noise

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Parece ontem que eu comecei a jogar o Game Boy do Master Clube (locadora de games e consoles que tinha aqui em Floripa).

Monocromático? Era um preço razoável a se pagar para ter um jogo em suas mãos, sem aquele ritual de mudar a “chave seletora” atrás da TV para o modo “videogame” e ainda poder carregá-lo pra qualquer canto.

Para quem estava acostumado com Atari, como eu, Game Boy era um sonho, por se tratar de um produto Nintendo, ele tinha suas versões “mini” para os clássicos jogos do Nintendinho (NES ou Nintendo Entertainment System).

Claro que tinham os mini-games, muito mais baratos, mas com apenas um jogo, sem a possibilidade de trocá-lo, além de possuírem um gráfico mais arcaico que o do Atari, puxando para um “Pong”.

Uma opção que fazia frente ao Game Boy era o Game Gear (Sega), com gráficos coloridos e mais detalhados e com uma boa gama de jogos.

Por diversos motivos, conjunção astral, etc, o Game Boy ganhou a briga, com suas 257 versões, Color, Advance, Mega, Plus, Master, Hyper, Cyber e por aí vai, uma infinidade de jogos que até hoje mantém uma legião de fãs/consumidores.

Vinte anos se passaram desde o primeiro Game Boy e até pouco tempo atrás, tínhamos oficialmente apenas dois consoles portáteis na briga: Nintendo DS (bisneto do Game Boy) e Sony PSP (digamos que a Sony ficou com a fatia do mercado que era da Sega).

Eu disse “até pouco tempo atrás” porque em 2007 a Apple quando resolveu entrar para o mundo dos telefones, lançou o iPhone; iPod, smartphone, câmera digital, wi-fi, GPS, dentre outros e logo em seguida lança o iPod touch, um iPhone sem o “Phone” (sem GPS e câmera também).

De lá pra cá, o iPhone eleva os “joguinhos pra celular” a um novo patamar. Com sua capacidade de armazenamento notoriamente superior aos outros smartphones e consoles portáteis, mídia de distribuição digital, preço de jogos muito abaixo da concorrência e cada vez mais desenvolvedores de aplicativos e jogos que se unem à Nação Apple, o crescimento de mercado do iPhone/iPod touch de 2007 a 2009 é quase que exponencial.

Eis que há um mês eu estava à procura de um gadget pra me auxiliar nas aulas. Algo que eu pudesse ler meus PDF’s, documentos editáveis, planilhas de cálculo e até apresentações.

Pesquisei por vários aparelhos, inclusive PSP e DS (pois eu também queria algo para me entreter). Quando eu estava quase comprando um netbook, para posteriormente comprar um jogo portátil, me veio à mente  ir a outra loja e pedir pra ver o iPod touch.

Devido a algumas dicas e um papo com o Guto Guimarães do Nerd Help, eu tinha uma idéia do potencial do iPhone/iPod touch para jogos, em relação ao Sony PSP e o Nintendo DS. Pois bem, uma curta apreciada no aparelho e uma rápida visita à App Store, pra saber que o iPod touch era o que eu estava procurando.

Não hesitei. Adquiri meu segundo iPod. Um touch de 32GB que não possuía tanta capacidade de armazenamento quanto o meu iPod classic 160GB, mas que oferecia uma infinidade de possibilidades.

Hoje, tenho 99% das coisas que preciso para meu entretenimento e meus estudos, dentro do meu iPod touch. Adquiri calculadora científica, pacotes de utilitários/produtividade, leitor de PDF, jogos e aplicativos diversos. Entre gratuitos e pagos, gastei exatos US$177.59 para deixar o meu aparelho do jeito que eu queria e necessitava.

Leio meus e-mails logo após acordar (antes de levantar), acompanho as notícias enquanto tomo café da manhã, jogo Sonic enquanto aguardo na recepção da oficina, ouço minhas músicas do iPod no som do carro, almoço enquanto vejo as twittadas, falo via Skype com clientes e parceiros de trabalho (em momentos que cedo o PC pra minha mãe falar com meu irmão), leio direto no iPod as apostilas, monografias e outros textos relativos ao meu curso que os professores disponibilizam em arquivos PDF.

Caso chegue muito cedo às aulas, fico jogando Need For Speed. Claro que tudo isso, caso não tenha ninguém próximo. Vida social em primeiro lugar (ou não). Consegui otimizar meu tempo, dentro do possível.

E olha que tenho minha agenda bem conturbada. Diminuí pra menos da metade, o peso da minha mochila. De quebra eu tenho um console portátil que não deixa nada a desejar pro DS ou PSP.

Tudo isso num só aparelho que cabe tranqüilamente no bolso, sem incômodo algum. Um console que une os gráficos do PSP, com a versatilidade da tela de toque do DS,  aliado a uma infinidade de aplicativos que vão além dos jogos, sem a necessidade de “enjambração”. Junte a isso a presença do acelerômetro.

Os jogos? A maioria deles eu peguei versões “lite” antes de efetivar a compra e ter certeza que iriam me agradar. Os outros sem opções de versões “free” para testes, tive apenas as descrições como base. Caso eu não gostasse, o prejuízo com certeza seria monstruosamente menor que o de um jogo para DS ou PSP.

Jogos pro PSP ou DS custam a partir de R$60,00 sendo que os  bons mesmo, não saem por menos de R$100,00 e alguns lançamentos chegam a passar dos R$200,00. Enquanto isso, os jogos para iPhone/iPod em sua maioria tem preços que vão de US$0.99 a US$7.99 (cerca de R$2,00 a R$16,00  já com impostos) tendo ótimos títulos como Sonic the Hedgehog, Need For Speed Undercover, Modern Combat: Sandstorm, Resident Evil 4/Degeneration, The Secret of the Monkey Island, Top Gun, Iron Man, Duke Nukem 3D, Tetris, Truco Poker e Sudoku, todos conhecidos do “público gamer”.

A Apple sempre foi associada à palavra “intuitivo”. No iPhone a empresa da maçã eleva esse termo a um novo patamar.

O pretexto da falta de um “recuo de botão” SOME perto da experiência e jogabilidade do iPhone.

Um “pequeno” exemplo disso é o controle do jogo Need For Speed Undercover, que nesse caso o volante é o próprio aparelho.

Não é à toa que tanto iPhone quanto iPod touch viraram objetos de desejo de gamers, geeks, aficcionados por tecnologia ou apenas “cidadãos comuns”.

Sony e Nintendo prometem revidar e não irá demorar pra voltarmos a ver sangue nessa briga.

Depois desse nível, qual será o próximo passo na evolução?

Nota: Conteúdo fornecido por Renato Carneiro, em antiga parceria com o Geração Internet.
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Há coisa de duas semanas, 172 estudantes de comunicação da Université du Québec, no Canadá, se juntaram para fazer um clipe sensacional da música ‘I gotta feeling’, dos Black Eyed Peas. Para quem ainda não viu, vale a pena dar uma coferida na farra da molecada.

Nota: Conteúdo fornecido por Renato Sansão, em antiga parceria com o Geração Internet.
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Eu sabia, era questão de tempo até Neve Campbell ceder. A atriz está confirmada para ‘Pânico 4′. Quem soltou a boa nova foi Bob Weistein para a Variety.

Neve se juntará a nomes já confirmados como David Arquette e Courteney Cox. Somente o diretor ainda não foi escolhido, mas Wes Craven já falou que volta a direção dependendo de um bom roteiro. Mas é bem provável que Wes Craven logo irá confirmar seu nome na direção.

Pânico 4 não tem previsão de início de filmagens.

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Já assistiu ou ouviu falar de 2012: Onda Zero? Trata-se de uma websérie de 10 caítulos, contendo 7 minutos cada um. A série é tão bem produzida que fica difícil acreditar que seja uma produção brasileira.

Não que não sejamos capazes de produzir algo do gênero. 2012 prova que somos. A questão é que a série, mesmo não sendo inovadora para padrões americanos, é inovadora quando falamos no mercado nacional de séries.

Em 2012, vemos uma produção impecável. Se os atores tivessem gravado os episódios em inglês, não teríamos como perceber que a produção é nacional (ok, talvez pelos veículos…). O enredo da websérie é baseado no emblemático ano de 2012, que muitos apostam ser o ano onde o mundo irá acabar (mais uma balela para vender livros, filmes, render documentários e toda aquela história que você já sabe de cor e salteado).

O ator principal vive no mundo real e, ocasionalmente é transportado a um mundo paralelo (comose fosse transportado para 2012, onde o mundo estaria arrasado). Os efeitos especiais são de primeiríssima linha. Tudo funciona na websérie. Confira o site e assista ao 1º episódio. É imperdível!

A produção também conta com um perfil no Twitter, onde os últimos detalhes sobre o próximo capítulo são informados, além de curiosidades e links de entrevistas relacionadas.

As webséries vem crescendo exponencialmente. São geralmente seriados que possuem capítulos entre 5 a 10 minutos, perfeitos para serem vistos na web, já que quando assistimos a algum vídeo, geralmente não temos muita paciência para ficar muito tempo assistindo a mesma coisa. O dedo no mouse já fica nervoso para entrar em ação =)

A primeira vista, webseries podem parecer algo simples, raso, sem grandes possibilidades de desenvolvimento de uma história mais rebuscada. Mas não é bem assim. Pensando de uma forma mais ampla, consigo enxergar grandes possibilidades e vantagens que esse formato dispõe:

Variedade

Você já deve ter ouvido por aí pessoas dizendo: “Poxa, mas por que no Brasil não temos séries do calibre de Lost, Heroes, True Blood? Será que não temos roteiristas/produtores capazes o suficiente?” Pois eu fui um dos que já questionou isso várias vezes, principalmente em se tratando de TV aberta.

Como bem sabemos, a questão é que a TV aberta é voltada para o público em geral. É difícil ousar na Rede Globo, por exemplo. Há compromissos com anunciantes e a preferência da massa. Já imaginou a “massa” (leia-se aí classes C, D e E) assistindo a Lost ou a séries ainda mais específicas como The Big Bang Theory?

Ah sim, temos a TV fechada. Mas quantas séries nacionais estréiam nela? Estou falando de produções nacionais. Dá apra contar em uma mão (ou em 1, 2 dedos?). Através das webséries, é possível fazer qualquer coisa. Sim, porque na web temos a famosa cauda longa. A série mais non-sense certamente vai encontrar um público específico. Boca a boca, twitter, redes sociais. Diferente da TV, onde a série depende exclusivamento do canal onde está sendo veiculada.

Alcance

Imagine uma série de TV nacional exibida na Rede Globo. Certamente, mesmo que ela faça grande sucesso, dificilmente alçará grandes vôos. Quando falo de grandes vôos, falo de veiculação em outros países, como as séries americanas.

Ok, seria exibida na Globo Internacional. Onde mais? TV fechada? Hm. Onde mais? Tudo bem, nossas novelas são veiculadas em vários países. Mas são novelas. Há muita gente boa no Brasil com ótimas idéias para formatos que não se encaixam em novelas. Como essa gente faz? Não faz. Simples assim.

Através da Internet, há uma nova esperança. Uma série veiculada na web pode ser legendada em várias línguas e ganhar o mundo através do YouTube. Não que “qualquer coisa” conseguirá tal feito. Mas não há como negar que o potencial aumenta consideravelmente.

Dá para ousar sem limites nas webséries. Já pensou em produzir uma? Ah, não tem dinheiro? Bem, antes tenha uma boa idéia. Há tanta coisa boa sendo feita a partir de uma simples e boa idéia…

Assista abaixo ao 1ª spot da websérie 2012: Onda Zero. Para assistir ao 1º capítulo, vá até o website oficial.

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A Sony finalmente anunciou seu controle com sensor de movimento. A onda, iniciada com sucesso pela Nintendo com o Nintendo Wii, está sendo seguita também pela Microsoft, que está planejando, ainda para este ano, o Project Natal, para o Xbox 360.

Agora é a vez da Sony. O projeto que, aparentemente mistura o modelo adotado pela Nintendo com o modelo de sensor de movimento que será usado pela Microsoft, teve uma demonstração na Tokyo Game Show.

Se será revolucionário ou não, só o tempo irá dizer. A única certeza é que acessórios que possibilitam a captação do movimento do jogador são obrigatórios em qualquer console, desde que sejam uma opção (como os filmes em 3D) e não um padrão obrigatório para todos os games.

Assista ao vídeo abaixo. Imperdível!

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Os boatos de quem viveria a Mulher-Gato no próximo filme do Batman seguem com força total. A última nota que tivemos à respeito de quem viveria a felina em ‘Batman 3‘ é que uma improvável Megan Fox já teria assinado contrato.

Pura balela. Megan Fox talvez não tenha nada a ver com o mundo de Christopher Nolan, por isso não acreditei na hipótese. Agora, segundo o mondo bacana (via-twitter), a Mulher-Gato foi enfim escolhida: seria a gata maravilhosa que você está vendo na foto, a sensacional Charlize Theron.

A novidade saiu da boca da própria atriz, que antecipou a novidade a um jornal especializado. Esperamos que a Warner não estrague desmentindo, pois a escolha seria mais que perfeita. Atriz linda+talentosa…UAU, já estou ansioso para ver Charlize com aquele colante dando chicotada nos bandidos =)

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É, você leu certo. A Mosca (The Fly – 1986), dirigido por David Cronenbergde e que contava com Jeff Goldblum como “A Mosca”, terá um reboot. Sim, A Mosca será refilmado. E pelo mesmo diretor.

Essa onda de reboot parece realmente estar gerando um bom dinheiro aos cofrer de Hollywood. A maioria dos filmes que ganham refilmagens (nesse caso, será a 3ª, já que o filme de 1986 era uma refilmagem do original, de 1958), não necessitam de uma nova roupagem.

Foi interessante sim assistir ao Planeta dos Macacos, refilmado por Ridley Scott em 2001, mesmo que este não tenha superado o original. Dificilmente uma refilmagem irá superar seu original. Trazer novos efeitos especiais é uma coisa. Mexer com o sentimento, com o feeling de uma época, é outra.

Você consegue imaginar um remake de Blade Runner? Esse é um daqueles que eu diria que é impossível. É a questão do “feeling da época”.

Assim como Blade Runner, A Mosca e tantos outros estão na mesma categoria, isso sem falar no remake de Alien. Quanto a este, sinto menos medo, já que Scott irá dirigir. Mesmo assim. E o feeling da época?

Assista abaixo ao trailer de A Mosca, de 1986

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E não é que foram oficializados os atores que farão parte do filme sobre o Facebook?

A produção da Columbia Pictures, será dirigida por ninguém menos que David Fincher (que dirigiu, entre outros filmes, Seven e Clube de Luta) e será uma adaptação do livro de Ben MezrichThe Accidental Billionaires: The Founding of Facebook, a Tale of Sex, Money, Genius and Betrayal”.

Como no livro, o filme mostrará Mark Zuckerberg e Eduardo Saverin planejando o lançamento do Facebook quando ainda eram estudantes de Harvard. Em meio a tudo isso, serão contados detalhes de todo esse trajeto, como histórias de traições, sexo, etc.

Bem, a princípio pode não haver apeal para o lançamento de um filme a respeito. Se não houvesse um livro e um bom diretor não estivesse envolvido, eu não acreditaria na produção.

Mas, como o livro foi até bem comentado na ocasião e há nele realmente boas histórias, além do fato de David Fincher estar no comando, é possível que o longa realmente agrade.

Jesse Eisenberg irá interpreta Zuckerberg. Andrew Garfield viverá Saverin (o brasileiro que deixou o Facebook antes mesmo que este fosse um sucesso). Já no papel de Sean Parker, o co-fundador do Napster, teremos…. prepara-se…. Justin Timberlake.

Não acho que ele comprometerá o filme e pode até ser um link interessante com os adolescentes que o admiram. Tenha paciência =)

O filme começa a ser rodado em Outubro.

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