No século 20, muita gente imaginou como seria o século 21, principalmente o ano 2000. No cinema não faltaram predileções como em 2001: Uma odisséia no espaço, Blade Runner, O Exterminador do Futuro, O Vingador do Futuro e tantos outros.

Vi no blog Buteco da Net uma coleção de gravuras de pessoas que imaginaram em 1910, como seria o ano 2000. O mais curioso é que muitas das previsões não se realizaram. Outras em parte. As imagens são da Biblioteca Nacional da França.

Em sua maioria, percebe-se que o homem sempre sonhou em voar.

Veja as imagens aqui.

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Após a entrevista feita por Jorge Pontual, para o programa Milênio da GloboNews, Desta vez é o correspondente brasileiro quem é o entrevistado. Andrew Keen quer saber mais sobre a relação do jornalismo no Brasil com as novas mídias.

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É, ainda fazem filmes da série Premonição. Eu não sou fã mas, sinceramente, os  efeitos especiais da série sempre foram muito bons e para lá de realistas. Tá bem, também não coloco efeitos especiais em 1º patamar quando analiso um filme. Mas, no caso da série Premonição, tirando os efeitos especiais, não sobra muita coisa.

O 4º capítulo da série será em 3D. E, para promover o seu lançamento, está sendo veiculada uma campanha bacana. Nada inédito. Mas é sempre bom vermos peças online fora do convencional. Além do mais, a peça utilizada é bem apropriada pera comunicar que o filme será em em 3D.

Veja o vídeo neste link http://www.break.com/final-destination-movie/final-destination.html

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Ultimamente, com a mudança dos meus hábitos cotidianos, tenho conseguido assistir um pouco de tv, e graças a reexibição do Fantástico pela GloboNews, ontem acompanhei uma matéria, de um jornalista que tem se destacado.

Crianças do século XXI gostam de internet, videogame, MP5. São meninos e meninas que não conseguem se imaginar sem celular. Mas essa criançada enfrentou o defafio de fazer uma viagem ao século XX.

Tadeu Schmidt conversou com algumas crianças dessa nova geração, que nasceram em tempos de digitalização, virtualização e um pouco de falta de conhecimento da história recente, em uma matéria curiosa e divertida, mas que mostra o perfil da geração que em poucos anos será (ou já é) consumidora voraz das novas mídias e de todo o conteúdo digital que produzimos. Curta esta viajem no tempo.

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Até pouco tempo atrás, falavam que a midia impressa iria morrer e que a internet tomaria conta de tudo. Embora a segunda afirmação seja verdadeira, há um tempo atrás, já fui evangelista  da primeira afirmação. Mas, passado algum tempo, todos vem percebendo que o caminho é o cross media.

Mais uma prova desse conceito é o anúncio que a Pepsi fara na revista Entertainment Weekly no mês que vem, que você vê uma prévia no vídeo acima. Será um anúncio impresso com vídeo, onde a empresa apresentará seu novo refrigerante!

De acordo com a BBC Brasil, “um micro-chip contendo cerca de 40 minutos de áudio e vídeo será colocado nas páginas da revista Entertainment Weekly. O chip de 2,7 milímetros de espessura, com uma tela LCD de resolução de 320 x 240 vai começar a rodar quando o leitor virar a página do anúncio”.

Apesar de o conceito não ser assim tão novo, trata-se de uma evolução daquele anúncio feito na capa da revista Esquire, que nada mais era que uma animação programada. Mas, em pouco tempo, já tivemos essa evolução de um formato programado para um anúncio impresso em audio e vídeo, contendo nada menos que 40 minutos de conteúdo!

Como disse o Merigo, do Brainstorm#9, “obviamente não é nada parecido com aqueles jornais e revistas eletrônicas, que se atualizam em tempo real, que vimos em filmes como “Minority Report” e “Filhos da Esperança”. Mas o que importa mesmo para a Pepsi é poder dizer: “o primeiro anúncio de revista com vídeo do mundo””.

Imagino que, daqui a algum tempo, talvez 1 ano ou pouco mais, teremos anúncios como esse, integrados com campanhas online, permitindo uma experiência diferenciada de interatividade aos leitores.

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Já imaginou o Google dominando tudo? Mas tudo mesmo? Tem certeza? Bem, dê uma olhada nas fotos abaixo e depois você me fala =)

Veja mais aqui

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Muito vem se falando e se fazendo pela realidade aumentada. Falei sobre ela neste post. Mas, ainda não surgiu algo que realmente criasse um padrão, uma plataforma para que todos possam se beneficiar. Até agora.

O aplicativo para iPhone chamado Acrossair, vem apresentando uma forma de utilização dessa tecnologia bastante interessante. O usuário utiliza Google Maps e marca pontos de interesse. Através de GPS, o sistema transfere para a câmera do iPhone exatamente onde estes lugares ficam. O usuário só precisa apontar o iPhone para um objeto e fazer as leituras. Segundo o blog do Link, do Estadão:

“Seria como um Second Life em que os avatares andam pelas ruas de cidades de verdade. É uma viagem pura, mas desse jeito logo poderemos assistir a vídeos postados no muro de uma casa; veremos uma foto do Flickr “pichada” nos pilares do Minhocão; leremos na porta do cinema as críticas de filmes feitas por blogueiros; e quem sabe até vamos fazer compras virtuais pelo celular mesmo dentro de uma loja física, apenas apontando o telefone para o produto. Por aí vai. É só deixar a imaginação te levar”.

A tecnologia tem tudo para ser um sucesso, já que o número de usuários da plataforma iPhone só vem crescendo. Enquanto isso, eu sigo com meu hiPhone =)

O vídeo foi removido do Youtube
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Sobre toda essa loucura que vive a indústria do entretenimento, mais precisamente a indústria da música, com o advento da internet, li um artigo que traduz muito do que eu gostaria de ter escrito.

Resumindo, talvez a ultrasegmentação da mída seja a “culpada” da escassez de artistas do quilate de Michael Jackson, Madonna, Rolling Stones, U2 e tantos outros.

O fato é que, diante de tanta correria e excesso de informação, não conseguimos mais prestar a atenção em quase nada.

A seguir, publico na íntegra o ótimo artigo da Adriana Salles, publicado originalmente no Update or Die:

“Parece um paradoxo, mas não é: a cauda longa leva a um rabo curto. Essa história começa com quatro personagens, todos norte-americanos – dois policiais do tipo joão-ninguém e duas celebridades das que poderiam facilmente dizer você-sabe-com-quem-está-falando.

A primeira policial, de 20 e poucos anos, deu uma dura anteontem em Bob DylanSkip Gates, de Harvard, para o xadrez em 20 de julho último, quando este tentava arrombar a própria casa para entrar, em Cambridge, Massachusetts. (na foto) em Asbury Park, New Jersey, porque ele olhava uma casa de modo “suspeito” (sic).

O segundo policial levou o mais famoso acadêmico afro-americano, o professor Skip Gates, de Harvard, para o xadrez em 20 de julho último, quando este tentava arrombar a própria casa para entrar, em Cambridge, Massachusetts.

O Michael Wolff, jornalista premiado e biógrafo do Rupert Murdoch, entre outras coisas, juntou os dois fatos e perguntou em seu blog: “E se não existirem mais celebridades?” Na verdade, ele sentenciou: as figuras icônicas, as estrelas absolutas, estão deixando de existir. As pessoas – policiais e outras – não as reconhecem.

Causas? Tem a ver com a ultrassegmentação da mídia. Tem a ver com o confronto entre os 15 minutos de fama anunciados pelo pop Andy Warhol e os 6 minutos que, segundo nosso filósofo Mario Sergio Cortella, são o máximo de tempo em que a galera consegue prestar atenção em alguma coisa hoje em dia.

Pode ter a ver com um fenômeno muito-cacique-pra-pouco-índio (daí tendências como o pessoal não querer ir a shows e preferir brincar de “Guitar Hero”, temas de posts recentes). Deve ter a ver principalmente com a cauda longa do Chris Anderson. Consequências para a sociedade? Requereriam outros posts “elocubratórios”.

Só para completar, acho que a teoria se aplica bem ao Brasil também. No final do ano passado, fui apresentada a uma celebridade de reality show. Não mostrei reação quase, não fazia ideia de quem fosse e me pareceu uma pessoa desinteressante.

E deu para notar que o sujeito ficou desconfortável (não por mim, claro; deve ter entendido o que a indiferença representava). Talvez aqui 20% das celebridades ainda consigam ser célebres de fato e respondam por 80% do “barulho” (regra de Pareto), mas o restante provavelmente terá de ocupar nichos de fama mesmo. Como cachorrinhos recém-nascidos (e muito fofos) que têm seu rabo cortado.

Não deixa de ser irônico que a era da celebridade, consagrada pelo Gilberto Braga em uma novela homônima em 2004, tenha evoluído tão rápido para a era da microcelebridade de nicho.”

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Vi hoje, no Gizmodo, que o iPhone possui a câmera mais popular entre as fotos publicadas no Flickr. Também é o único aparelho celular que consta no Top 5.

Em 1º lugar, mas em queda, aparece a Cannon EOS digital Rebel XTi. Na sequência, já aparece o iPhone, ganhando cada vez mais espaço (como você pode verificar na imagem no fim do post).

Em 3º temos a Cannon EOS digital Rebel XSi, seguida da Nikon D80 e da Cannon EOS 40D.

Parece que câmeras mais profissionais estão sendo deixadas de lado em momentos de descontração.

Como uma foto tirada via iPhone apresenta boa qualidade, pelo menos para ser compartilhada via web, o gadget vem sendo adotado com cada vez mais frequência, também na hora de tirar fotos.

Ainda não tenho um iPhone. Não sei se um dia comprarei. Atualmente, faço uso de um “hiPhone”, o famoso iPhone genérico. Se é bom? Bem, pelo preço, funciona até além da conta =)

Veja abaixo, como o iPhone vem crescendo no ranking:

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Com a popularidade do Twitter cada vez maior, é comum que muitas empresas pensem: “Eu preciso estar no twitter de qualquer forma. Vamos, criem uma conta lá, liguem para a agência”. Bem, não é bem assim.

Antes de mais nada, é preciso ter relevância e ter o que comunicar. O Internet Advertising Bureau (IAB), divulgou um manual para o uso correto da ferramenta pelas empresas. Não gosto muito desses manuais mas, como este foi publicado pelo IAB, merece atenção.

1. Pare. Por que usar o Twitter? É por que é a coisa a fazer ou por que vai acrescentar à sua estratégia de comunicação?

2. Quais são os seus objetivos ao usar o Twitter? Seja claro na sua estratégia a cada passo.

3. Não seja sequestrado pelo Twitter. Um consumidor apressado já pode estar usando o seu nome. Reclame o seu espaço.

4. Assegure que a comunicação seja correta, decente, honesta e confiável.

5. Não exagere na quantidade de Twitter. As tradicionais regras para engajar o consumidor ainda se aplicam.

6. Aloque os recursos apropriados. O Twitter não é um trabalho de apenas cinco minutos.

7. Estabeleça o tom apropriado para a comunicação do seu produto e para a audiência. É a sua marca falando com pessoas reais.

8. Pense como você vai medir o sucesso. O número de pessoas que seguem sua marca é suficiente se eles não estão engajados na conversa?

9. Seja rápido. O Twitter é imediato, então faça atualizações relevantes.

10. Não aposte suas fichas nos tópicos populares.

11. Se você quer aumentar a vendas, deixa as coisas fáceis. Dê aos consumidores vouchers online e códigos de descontos.

12. Se você tem um produto, serviço ou incentivo específico que quer promover, crie uma conta separada.

13. Tente responder as mensagens diretas, especialmente aquelas de usuários interessados em saber mais sobre você.

14. Pergunta aos seus seguidores. Encoraje interação.

15. Abrace o retweet. Se você encontrar um post que vai interessar a sua audiência, por que não recomendá-lo?

16. Não tenha medo das críticas. Por que não contatar um tweeter infeliz diretamente e tentar resolver a questão?

17. Monitore o que as pessoas estão dizendo sobre você. Use ferramentas como o Tweetdeck ou Monniter regularmente.

18. Encoraja interações offline.

19. Promoca a sua conta. Não espere que as pessoas vão encontrá-lo. Faça publicidade de fato de usar o Twitter.

20. Sempre inove. Ter 100 seguidores é suficiente? Use sua imaginação para aumentar a lista.

Via CIO

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