Links Patrocinados. Leilão de Palavras. Google. Banners.

Mensuração de resultados de uma campanha online. São alguns dos assuntos aborados por Avinash Kaushik, especialista em WebAnalytics, do Google.

Prestem a atenção quando o entrevistador pergunta sobre a suposta “inutilidade” dos criativos na modalidade de Links Patrocinados.

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A Publicidade Online hoje está pulverizada em várias formas de contato com o o público ao qual ela se destina. Antigamente, tinhamos apenas os banners e o famoso pop-up do UOL.

Agora há as Mídias Sociais, Links Patrocinados, E-Mail Marketing e cada vez mais experimentação, uma vez que é notável o crescente surgimento de novos veículos e serviços online. Muita gente pensa que banners não funcionam, que banners são coisa do passado.

Francamente, sou um cara que não é fácil de ser impactado pelos ditos “banners”, mesmo trabalhando com Planejamento de Mídia Online. Mas, um Arroba Banner (aquele retângulo ou quadrado que é inserido dentro do conteúdo), quando é bem produzido e a peça conta com um ‘call to action’ realmente impactante, sou ‘pego’.

Enfim, formatos Rich Media (geralmente peças com bastante animação e produções fora do padrão normal) também conseguem me chamar a atenção. Fora isso, não presto muito a atenção em outros formatos. Eles não me atingem.

Falando em formatos impactantes, separei hoje dois anúncios que realmente me impactaram. Para visualizá-los, basta clicar em cima:

- Volkswagem: este anúncio é sensacional. Já vi coisas parecidas no Brasil também. É um formato que não é frequentemente veiculado, principalmente pelo auto custo. Trata-se de uma peça que, assim que o usuário clica, é possível interagir como carro, podendo dar a marcha ré e atravessar 2 sites, como se na internet, os sites ficassem sempre um do lado do outro. link: http://www.judgehere.no/volkswagen/innovation/en/rearView/ad.html

- Honda: este anúncio da Honda é sensacional. Há a simulação de um balé de luzes, onde vários Honda se encontram em um pátio. Quando você clica para começar a assistir o vídeo (hospedado no Vímeo), a tela escuresse e o balé das luses tem início. Logo, começa a amanhecer, e a tela começa a exibir os primeiros raios solares, até que o sol brilha em toda a tela. Assista com som ativado, já que a música veiculada é  ‘Let it Shine’, de Gwen Tomas e Berend Dubble e tem total pertinência com o tema do comercial, ‘Deixe brilhar’. link: http://vimeo.com/4281939

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Muito bacana o sistema da MaxHaus, que trabalha com a personalização de interiores. Uma idéia simples e ousada: 70 metros quadrados, em branco, esperando que você personalise o espaço da forma como bem entender.

A partir daí, vai da criatividade e da necessidade de cada morador, que escolhe como vai querer configurar seu apartamento através do website e, inclusive visitar o dos outros. Os apartamentos possuem inclusive campainha em MP3 e portas com isolamento acústico!

A ferramenta vai de encontro com o conceito da web 2.0. que, apesar de já não ser nenhuma novidade, é o que se espera de um Website que tem como objetivo, vender e oferecer personalização de apartamentos.

Nesse fim de semana, 25 e 26 de Abril, das 9 as 19h, a MaxHaus vai inaugurar os apartamentos do Panamby (Rua Ventura Ladalardo s/n), zona sul de São Paulo. Haverá, nesses dois dias, exposição do primeiro apartamento combinado MaxHaus (140m²), decorado e aberto ao público.

Clique aqui para acessar o mapa de localização do empreendimento.

Conheça aqui, alguns apartamentos decorados. Vale a pena conhecer o modelo de negócio da empresa e principalmente a forma que ele foi adaptado para a web, apresentando todas as opções de forma bastante interativa e curiosa.

Se você está procurando por uma casa interativa e diferente de tudo que já viu, vale a pena dar um pulo no site.

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Tempo, tempo, tempo. Ta aí algo que está cada vez mais difícil administrar. Eu, por exemplo, quando chego em casa, já são mais de 21h. Apesar de a web me oferecer vasto conteúdo sobre qualquer assunto todos os dias (o que de certa forma acaba até complicando as coisas por haver muita informação), gosto de assistir a telejornais, mais especificamente o Jornal Nacional e o Jornal da Globo.

Há quem questione e defenda o fato de a web já prover esse conteúdo. Tudo bem, realmente na internet há conteúdo de sobra, muito mais até do que aquele que vai ao ar em telejornais. Mas é diferente. Vou procurar analisar de uma forma bem objetiva. Imagine um dia onde é transmitida a final do campeonato italiano e a final do campeonato brasileiro de futebol.

Certamente, quase a totalidade dosbrasileiros irá assistir a final do campeonatop brasileiro. Pouquíssima gente assistirá a final do campeonato italiano. Então, do que as pessoas, no Brasil, irão falar no dia seguinte? Sobre o jogo da final do campeonato brasileiro e, principalmente, sobre o campeão.

Esse é o ponto. Realmente procuro acompanhar muita informação na web. É tanta coisa, mas tanta coisa, que é difícil você compartilhar algo com alguém e essa pessoa já ter ouvido falar daquilo ou mesmo, ter lido sobre. Mas, quando assisto a telejornais, estou vendo o MESMO conteúdo que milhões de outras pessoas também estão vendo.

Saudosismo a parte, é como assistir, na década de 80, a um clipe de estréia do Michale Jackson. Naquela época, todo mundo assistiu à estréia do clipe no Fantástico. A Cauda Longa da Informação tem feito com que nem sempre as pessoas conversem sobre temas semelhantes no dia seguinte, no escritório.

Eu devo estar saudoso demais. Ultimamente estou querendo assistir o que a massa vê. O que todos falam e vêem no horário nobre (nãao, eu não assisto a novelas). Deve ser isso. O saudosismo me pegou de jeito. Como falei no início do post, não chego a tempo de assistir ao Jornal Nacional.

O que tem permitido que eu exercite esse saudosismo recorrente é o site do Jornal Nacional, que coloca a disposição todas as matérias (com vídeo) que foram exibidas no jornal. Sei que isso não é novidade, mas é uma forma que arrumei para curtir esse meu momento. Experimente: http://jornalnacional.globo.com/

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Muito se falou quando o Second Life foi lançado. Já naquela época se dizia que o serviço seria o futuro da Web. E muitos, incluindo eu, acabaram, de certa forma, acreditando que aquele mundo virtual seria o novo paradigma adotado pelos websites e empresas ao redor do mundo.

Mas, não foi nada disso. O Second Life não foi o paradigma definitivo, a nova ordem. Na realidade, o que ele fez foi criar um novo segmento, onde pessoas interagem dentro de um mundo virtual, totalmente em 3D. Hoje, há serviços muito semelhantes e até melhores que o Second Life. Mas, como tudo na web, trata-se apenas de mais um nicho, onde várias pessoas se agrupam.

Cada vez mais acho difícil a adoção de um “paradigma total” onde, por exemplo, toda a web passaria a agir e a utilizar o mesmo conceito. É por esta razão que, desta vez, não vou acreditar no O3D (vídeo acima), que promete ser o primeiro passo para a web em três dimensões. Trata-se de um software lançado pelo Google ontem. Segundo o AdNews:

“Com a ferramenta, programadores poderão criar ambientes parecidos com o oferecido pelo Google Earth em qualquer site, além de realizar programações em JavaScript e produzir gráficos mais realistas em games. O Google acredita que esse seja o começo da internet 3D. Para a empresa, o programa deverá ser utilizado inicialmente para a criação de jogos mais realistas na webAlém disso, o Google tem esperanças de que, num futuro próximo, o plugin já venha embarcado nos navegadores.”

Achei bacana e bem interessante. Creio que seja algo que poderá realmente agregar muito no conceito de hotsites e, principalmente, na criação de games para a Web. Mas para por aí.

Pelo menos na minha opinião, essa tecnoglogia que virá primeiramente com o Google Chrome por questões lógicas, não servirá para criar um novo paradigma. Sinceramente, ainda não consigo vislumbrar uma web em 3 dimensões. Uma parte dela até pode caminhar neste sentido, principalmente comunidades de relacionamento.

Mas, a maior parte continuará a ser como a conhecemos hoje. Não acha?

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Billboard. Bem, ela continua aí, apontando as musicas mais ouvidas, bandas revelação e, por que não, colocando no topo da lista o que a indústria quer?

Uma alternativa a Billboard e a tantos outros charts é o We Are Hunted. Trata-se de um chart online, elaborado através de consultas em redes sociais, fóruns, blogs de música, torrents, redes P2P e Twitter. Como isso é feito eu não sei.

Deve haver algum sistema que busca por termos relacionados a esses artistas e, principalmente, gente filtrando toda essa informação. Ou não.

É possível visualizar a classificação dos artistas mais ouvidos/buscados na web diariamente, além de poder fazer consultas semanais ou mensais. Também é spossível clicar e ouvir as músicas que fazem parte do chart. Achei o serviço bacana, principalmente por ser mais uma alternativa para conhecer novas músicas e artistas.

Só senti a falta de uma opção que agregue as músicas por estilo: pop, rock, reggae, soul, funk, jazz, blues, entre outros. Ah, os bons e velhos rótulos! Mas, como ainda está em versão beta (como a maioria dos novos serviços), é possivel que agreguem essa funcionalidade nas próxximas versões.

Obs.: Entre os 10 primeiros do mês estão o Yeah Yeah Yeahs e Kanye West.

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É crescente o número de marcas que estão se preocupando com a tal da “Presença Digital”. O Clima Tempo acaba de criar um perfil no Twitter para comunicar seus seguidores sobre a previsão do tempo em todo o país. Bem, parece quase regra que todo portal tenha um perfil no Twitter.

Mas, a loja de artigos esportivos Centauro, decidiu partir para outro caminho, não menos interessante. A empresa montou um perfil no MySpace, onde o usuário pode baixar trilhas sonoras para diversas atividades, bastando que para efetuar o download, ele participe da promoção “Na centauro seu esporte tem trilha sonora”, através do site http://www.centauro.com.br

O espaço no MySpace além de muito bem produzido, representa uma espécie de rede social, formando uma comunidade e exibindo pessoas que já estão participando da promoção.

Gostei bastante, principalmente por ainda não ter visto nada da loja no meio online.

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Divulgado agora a pouco pelo próprio Luli (via Twitter), eu não poderia deixar de divulgar e comentar a “Aula Magna para os alunos ingressantes em 2009 na ECA/USP, também chamados de bixos”.

“Você acredita que você pode saber tudo… Mas isso é tão estúpido.”

Trata-se das “boas vindas” aos caloudos da ECA-SUP (Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo), mas que serve a qualquer um que está, ou pretende estar, ligado na comunicação dos dias de hoje. Uma aula magna com uma mistura de bom humor, cultura digital, web 2.0 e “ônibus velozes” (?!).

Extraindo alguns links citados: digg labs, amaztype.
Mais sobre Luli Radfahrer em luli.com.br.

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Parece que a reportagem sobre o Twitter, publicada recentemente na revista Época abriu precedentes. A DELL, que parece estar querendo investir em sua Presença Digital, está veiculando um anuncio de uma página na Revista Época desta semana.

E o mais bacana: não se trata de um anúncio de um notebook. Trata-se de um anúncio que divulga o Twitter da empresa, o @dellnobrasil. Através dele, a empresa vem se relacionando com atuais e potenciais clientes, servindo como um novo canal de comunicação de ofertas especiais e, de certa forma, como um SAC Online.

Ponto para a DELL, que está buscando incrementar sua presença digital e se comunicar de forma mais eficiente com atuais e potenciais clientes e também para a Revista Época, que foi bastante ousada em colocar uma ferramenta como o Twitter, que ainda não é tão popular no Brasil como o Orkut, em sua capa.

Além disso, a Revista Época foi a primeira revista brasileira de grande circulação a veicular um anúncio onde não é informada a URL de um site ou hotsite, mas sim o endereço do Twitter de uma empresa (me corrijam, por favor, se eu estiver errado).


Fica a dica do Twitter da DELL, que já conta com mais de 1.000 seguidores http://twitter.com/dellnobrasil

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Segundo um estudo da Microsoft, concluído no início deste mês, a audiência da Internet na Europa deverá ultrapassar a audiência da TV em Junho de 2010.

Como sabemos, os investimentos em publicidade online na Europa são muito maiores que em qualquer outra parte do mundo. Com o crescente aumento da audiência da web por lá, é bem provável que as verbas destinadas ao meio online aumentem ainda mais.

O estudo completo você pode baixar neste link. Nos slides abaixo, você pode conferir um resumo deste estudo. Não deixe de conferir!

Europe Logs On

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