Não tem como não falar. Hoje, o grande buzz na Web foi o lançamento do Google Latitude, um serviço de geolocalização que mostra onde você está para seus amigos.
Funciona de forma simples: Através de um aparelho celular com suporte a Web (um suporte descente), você informa o seu status (o que está fazendo, por exemplo).
O serviço, através de GPS, vai atualizando automaticamente a sua localização no Google Maps. Seus amigos identificarão você através da sua foto e perfil, que aparecem no mapa.
Tudo muito bonito e perfeito. Mas e a privacidade?
Quem já utilizou, garante que o serviço oferece muitas opções de segurança e privacidade. Normal, haverão aqueles que sempre dirão:
“Mas para que vou querer informar o que estou fazendo e onde estou se o que eu mais quero é não ser incomodado quando quero descanso? Eu heim, mostrar para todo mundo onde estou? Isso me soa meio BBB”.
Hmmmm…. imagine o dia onde haverá uma tela descomunal, onde cada quadrado desta tela representa a vida real de cada ser humano no planeta. Tudo sendo transmitido ao vivo, para o mundo inteiro? Assustador? Exagerado?
Bem, deixando de lado questões “filosóficas” e futuristicas, achei bem bacana o novo serviço do Google, mesmo que ainda não o tenha experimentado. Mas, ainda não consegui ver uma utilidade mais ampla além de localizar seus amigos. O Tiago Dória falou sobre uma possível integração do serviço com o Orkut.
Ah, agora sim. A partir daí, vejo muita “utilidade” para aquelas pessoas que adoram ficar espiando a vida de outras pessoas. Scraps? Passado. A onda do momento é olhar onde o seu amigo está e o que ele esta fazendo.
Soa um pouco patético? Muito? Pode ser. Mas você lembra do início do Twitter? Era ainda mais patético. Para você talvez ainda seja. Mas, para muita gente, como eu, o Twitter já é uma grande ferramenta de comunicação e networking,
Assista abaixo ao vídeo de apresentação do serviço Google Latitude, lançado hoje:




Primeiro que quando li “Google Latitude”, me veio à cabeça o “Latiguerra”.
Segundo que isso tem potencial, tanto para os exibidos quanto para os voyeurs.
Coincidência hoje na Saraiva, o livro que mais me chamou atenção, foi o clássico 1984. Quase comprei. É um sinal. Até sexta eu volto lá pra comprar.
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