ANTES QUE ME PERGUNTEM onde estão Fresno, Cine, NX Zero e outros abortos musicais, quero deixar claro aqui que hit = música foda de verdade, que marca época e faz por merecer seu lugar ao sol.
Comecei a lista com 50, passei pra 30 e depois duma puta DR interior, cheguei no enxugadaço TOP15 abajo.
Solta o som!
15. Michael Jackson – Billy Jean
No ano em que king Michael fez a passagem, nada mais justo que abrir essa lista com o moon walk que levou o rei do pop ao olimpo dos eternos:
14. Chicane – Poppiholla
Versão turbinada para pistas de ‘Hopipolla’, clássico atemporal do mestre Sigur Ros:
13. Hockey – Song Away
Bob Dylan com uma roupagem pop dançante, pronta para fazer de qualquer bailinho uma festa de arromba. Dá pra imaginar? Tire suas próprias conclusões:
12. Girls – Lust for life
Alegre, sexy, lasciva, alto astral: assim foi a entrada do Girls pela porta da frente do music establishment:
11. Julian Casablancas – 11th Dimension
Confesso que achei o disco solo do líder dos Strokes meio boring. Mas essa música entraria num best of da banda fácil:
10. Black Eyes Peas – Boom Boom Pow
09. Ace Hood & Jazmine Sullivan – Champion
Atitude, revolta, fúria, protesto: em parceria explosiva, Ace & Jaz colocam o hip-hop em seu devido lugar – a boca do povo:
08. Pitty - Me Adora
Tudo bem, eu admito que a Pitty é um pé nos bago. Mas quando a baiana resolve acertar a mão, até o refrão mais tosco do ano vira sucesso:
07. Muse – Plug in baby
Não, a música não é desse ano. Mas foi uma das mais celebradas na turnê internacional do Muse, a banda mais cultuada de 2009. Catarse absoluta e uma sintonia com o público poucas vezes vista nos últimos tempos:
06. La Roux – I’m not your toy
Híbrido de David Bowie com Tilda Swinton, Elly Jackson estreou com seu La Roux há apenas 1 ano. Se em 365 dias você fizer algo parecido com isso, quem sabe ganhe um punhado de prêmios internacionais como o dueto britânico:
05. Jamie T – Stick’n'Stones
Seja pelas letras espertas ou pela forte presença de espírito, Jamie T vem sendo considerado o novo Eminem. Faz sentido pra você?
04. Susan Boyle – I dreamed a dream
03. Dizzee Rascal – Bonkers
Seja para pegar a estrada, esquentar o que está morno ou mandar as coisas runs para o limbo, Rascal é sempre uma boa pedida. Sobe o som!
02. Lady Gaga – Paparazzi
“Paparazzi” está para Mega Hit assim como Lady Gaga está, digamos… para o escárnio. Tá bom assim?
01. Black Eyed Peas – I gotta feeling
Depois de quase 15 anos de carreira, parece que os BEP encontraram sua masterpiece. Se você já ouviu a bichinha umas 900 vezes, aproveite a vibe de ano novo and do it again!
Veja também o Top 10 – Melhores Filmes de 2009
Nota: Conteúdo fornecido por Renato Sansão, em antiga parceria com o Geração Internet.
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O CINEMA EM 2009 me chamou a atenção pela diversidade. Enfim tivemos filmes com alma, temáticas variadas, tecnologia a serviço da arte e uma safra de novos diretores que têm tudo para tirar Hollywood da inércia criativa dos últimos anos.
E o Brasil, apesar de passar mais um Oscar sem representantes, surpreendeu com ótimas produções: Divã, Budapeste, Besouro, Jean Charles e Se Eu Fosse Você 2 foram algumas das ótimas surpresas que tivemos este ano. Aguardamos ansiosamente a estreia do ‘Filho do Brasil’ e o tsunami de críticas e espinafradas que vêm na garupa.
Enquanto isso, aí vai o TOP 10 que fez minha cabeça, ombro, perna e pé:
10. UP! ALTAS AVENTURAS

Não é de hoje que as animações da Disney/Pixar se tornaram sinônimo de sucesso. UP!, apesar de não reeditar os melhores momentos da franquia (Procurando Nemo, Os Incríveis, Carros, Monstros S.A.), é engraçado, divertido, honesto e com um colorido simplesmente deslumbrante. No aguardo dos extras do DVD, o primeiro da minha listinha para 2010.
09. DIVÃ

A adaptação do livro da brilhante Martha Medeiros só foi possível porque teve uma intérprete à altura da protagonista da obra. Depois de anos a fio em papéis secundários nas novelas globais, Lília Cabral enfim ganha carta branca para dar seu show. Carismática e divertida, a atriz brilha em todas as cenas, e divide com a grata surpresa Alexandra Richter os maiores méritos desse água com adoçante endereçado às garotas de todas as idades.
08. AMANTES

Amantes é tão simples, sincero e visceral que incomoda. As ações e reações de Joaquim Phoenix (disparado o melhor ator dramático de sua geração) dão vergonha alheia, e o charme e beleza imperecíveis de Gwyneth Paltrow enchem a tela a cada aparição. Filme para rever e apreciar, com o final mais original do ano.
07. 500 DIAS COM ELA

A comédia romântica (bem) embalada como cult é uma delícia de se ver. A sintonia do casal central é impressionante, e a forma não-linear de contar a história dá um charme todo especial ao filme. Tacada de mestre do às dos videoclipes Marc Webb, que conta com as atuações irrepreensíveis do fofo Joseph Gordon-Levitt (a cara de Heath Ledger no início de carreira) e da lindésima Zooey Deschanel para entregar um dos melhores trabalhos do ano.
06. STAR TREK

Lançar novas versões de clássicos do passado é como mexer num vespeiro: a chance de ir parar na lama é gigantesca. Mas quando e trata de J.J. Abrams, as estatísticas vão por terra. Com a segurança e a ousadia dos grandes, o diretor deu uma senhora revigorada na empoeirada série Star Trek, que promete uma sequência ainda mais empolgante nos próximos anos. Duas linhas de elogio para a dupla Chris Pine e Zachary Quinto, que com sutileza e muito carisma representaram Kirk e Spock à altura dos originais.
05. BUDAPESTE

Numa primeira leitura – apesar de escrito com esmero – Budapeste é um livro chato, confuso, repetitivo e cansativo. Quando vi o filme, achei as paisagens tão ricas, as interpretações tão inspiradas e a história tão cheia de sentido que fiz questão de voltar à obra original. Resultado: com o trabalho nada menos que brilhante feito pelas duplas Walter Carvalho – Rita Buzzar (bastidores) e Leonardo Medeiros – Gabriela Hámori (protagonistas), voltei à minha estante e devorei o livro em pouco mais de 5 horas. Ah, Chico Buarque!
04. ABRAÇOS PARTIDOS

Sou suspeita para falar dos filmes de Pedro Almodóvar. Para mim, não há tempo que supere a verdadeira vocação para a arte: ele e Woody sempre estarão duas piscinas à frente dos outros. Abraços Partidos é muito mais que um filme: é uma ode ao cinema. Lá está tudo que o cineasta espanhol aprendeu ao longo dos anos, lá estão as atrizes feiosas e talentosas que ele tanto gosta. E lá está Penélope Cruz, a atriz de maior magnetismo que uma tela viu neste século.
03. DEIXA ELA ENTRAR

Deixa ela Entrar é a grande revelação do cinema em 2009. Em tempos de produções hidrogenadas como Crepúsculo e suas crias, o filme sueco é um sopro de frescor e sangue quente na nuca dos espectadores. Uma história de vampiro feita de carne, ossos e emoções genuínas. E um romance de rara pureza e sinceridade, hoje soterradas por moedas e falsos elogios.
02. AVATAR
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Imponente, exuberante, deslumbrante, cativante. Avatar pode não ser lá um primor de história, mas é sem dúvidas um baita dum filmaço. Feito com dedicação e paixão latentes, a obra-prima de James Cameron furou todos os meus bloqueios. É um filme que brinca com a imaginação, acaricia as retinas e fala diretamente com a alma. Efeitos especiais de tirar o fôlego? Sim, estão lá. Mas espero sinceramente que Avatar entre para a história pela mensagem de luta e esperança plantada com um esmero digno de aplausos ao término da sessão.
01. BASTARDOS INGLÓRIOS

Quando eu pensava que com Cães de Aluguel Tarantino havia revolucionado o cinema, veio Pulp Fiction. Quando eu tava crente que com Pulp Fiction Tarantino havia revolucionado o cinema, veio Kill Bill. E quando eu tinha certeza absoluta que com Kill Bill Tarantino havia revolucionado o cinema, me deparo com Bastardos Inglórios.
O filme que tem tudo para arrebatar as categorias mais nobres do próximo Oscar é um verdadeiro vale-tudo de tarantices. Tiroteios, facadas, escalpos, disfarces, holocausto, faroeste, drama, comédia. Some-se a isso atuações antológicas como as de Brad Pitt e Christopher Waltz e você terá a masterpiece de Quentin Tarantino. Ao menos até a sua próxima empreitada, é claro.
Nota: Conteúdo fornecido por Renato Sansão, em antiga parceria com o Geração Internet.
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Sou um fã de ficção científica. Blade Runner, Aliens, 2001 – Uma odisséia no espaço, Distrito 9, Minority Reporter, Matrix, Exterminador do Futuro, Equilibrium, entre tantos outros. É um estilo que aguça demais a minha mente.
Hoje fiquei sabendo que o mestre Peter Jackson irá adaptar um novo projeto para os cinemas. Trata-se do livro Mortal Engines (que possui 4 volumes), do autor britânico Philip Reeves. É, dessa vez não teremos um livro do aclamado Philip K. Dick sendo adaptado.
Por coincidência, o Philip em questão agora é Reeves. Impossível não pensar em Keanu Reeves no papel principal deste longa heim? Ok, piada sem graça tem hora.
Não conheço nada desta obra. Mas, o que me fascinou nesse anúncio foi a divulgação de um breve, mas bem breve mesmo resumo da trama:
A história se passa num mundo pós-apocalíptico steampunk, devastado por um grande holocausto nuclear conhecido como a Guerra dos 60 Minutos. Os humanos agora sobrevivem através de um sistema de “darwinismo municipal”, em que as cidades são máquinas gigantes que precisam consumir umas às outras para sobreviver.
Não há dúvidas de que há muito podencial para o diretor viajar na maionese. Há rumores de que o diretor trabalhará com a Weta (responsável pela trilogia Senhor dos Anéis e pelos efeitos revolucionários de AVATAR). Parece que produzir Distrito 9 deixou Peter na vontade de dirigir um grande projeto de ficção científica.
Como não há uma data prevista de lançamento e como o diretor é bem amigo de James Cameron, é bem provável que tenhamos aí um grande projeto. Preciso falar que deverá utilizar a tecnologia 3D? =)
Abaixo, uma ilustração de Mortal Engines, provavelmente retirada do livro.
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De vez em quando um grande artista anuncia uma turnê de despedida. Fazem uma grande fanfarra, uma extensa turnê e pronto, fim de papo. Pois é, talvez por 5 ou 8 anos esse artista ou se aposenta de vez ou dedica-se a projetos paralelos.
Mas, talvez por pedidos de fãs ou até mesmo para arrecadar uma grana a mais, esse artista retorna de forma triunfal. Nem todos conseguem retornar em forma, mas deixam felizes seus fãs.
Eu acredito que isso nada mais é do que uma saída estratégica do ramo, até bater uma forte saudade. Foi o que a Rainha do Rock Tina Turner fez, depois de uma aposentadoria de quase 10 anos. Ela decidiu sair da toca e anunciar uma nova turnê. Tudo começou no Grammy em 2008, quando Tina performou ‘Pround Mary’ ao lado da cantora Beyoncé.
Em pouco tempo a turnê foi anunciada. Fim de aposentadoria. A bem sucedida excursão passou por toda Europa e pelos Estados Unidos e rendeu recentemente um DVD, chamado ‘Tina: Live’, infelizmente lançado somente lá fora, até agora. Por aqui a previsão de lançamento do é para Março de 2010.
Mas, você fã ou sobrevivente do histórico show realizado no Rio de Janeiro em 1988, por favor, compre este DVD. Vale a pena pagar R$ 98,00 pois o seu dinheiro é rapidamente devolvido num show inesquecível, já que a turnê da cantora passou em branco por aqui. O show realizado em Arnhem, na Holanda, no estádio de Gelredome é emoção do início ao fim.
A turnê comemorativa de 50 anos de carreira, mostra uma Tina em plena forma física e umas pernocas de dar inveja a muita menina. E o que é melhor, aquele velho vozeirão que a consagrou continua com toda potência. A cantora de 69 anos (70 anos comemorados recentemente) mostra uma energia inesgotável.
Canta como nunca e ainda dança ao lado de suas belíssimas dançarinas (já falo delas). Cara, haja fôlego e a mega-vovó não deixa a peteca cair num só segundo. O show como a própria disse, é uma recapitulação da carreira da estrela. Prepare-se, estão quase todas lá. ‘Steamy Windows’ (que inicia o concerto), “Typical Male”, “River Deep Mountain High”, “The Acid Queen”, “Private Dancer”, “The Best”, “We Dont’t Need Another Hero” e muito mais.
Senti a ausência de ‘Paradise is here’, mas é claro, não dá para colocar tudo, imagina. A seleção das músicas está impecável, nada a reclamar. Ao longo dos shows Tina vai trocando o figurino, dando espaço para seus músicos de apoio aparecerem um pouco mais e também algumas pequenas introduções das canções, que são acompanhados de um certo teatro. Alguns vão achar que Tina quer encher lingüiça, mas nem isso incomoda.
Agora vamos aos comentários das belas dançarinas que mencionei no começo deste review. Além da bela performance de Tina e do desfile de grandes sucessos, outra atrativo do espetáculo é a presença de suas belíssimas dançarinas. O público masculino não terá do que se queixar. Cara, que belas mulheres sensuais, que belas dançarinas, putz grila.
Este DVD merece ser visto e revisto e acredito que vai agradar muito a nova geração que poderá ver um espetáculo onde a cantora não faz o uso de playbacks, recurso muito utilizado por novas artistas. Foi até engraçado quando li no review do blog do Sidney Rezende, que mencionou que o uso de playbacks pelos artistas Pop tem sido tão visíveis, que simplesmente defender suas canções no gogó está em extinção.
O que dizer dos shows de Madonna e Britney Spears. Ttotalmente sem graça não é? Até mesmo Michael Jackson, que priorizando suas coreografias, apelou para o playback. Felizmente esse recurso não pegou Tina, que além de manter sua voz com força total, é carismática e mantém uma interação muito bonita com sua platéia.
Dá inveja de ver seus fãs serem presenteados com um show desses, já que a Rainha do Rock não veio mais nos visitar. A grande esperança é que haja alguma extensão dessa turnê e que ela volte a dar o ar de sua graça em terras tupiniquins, porque saudade você sabe, não tem idade. Seria demais ver todos os seus velhos hits novamente, mas ao vivo.
Um detalhe que já ia me esquecendo: algumas críticas disseram que o momento mais cafona foi em ‘We don’t need another hero’, onde a cantora aparece vestida como em seu personagem Aunty Entity, em ‘Mad Max: Além da cúpula do trovão’, onde além de atuar cantou a clássica mencionada acima. Eu achei bacana, claro, foi cafona sim, mas qual o problema de reviver um dos seus momentos memoráveis? Nenhum problema.
O show ainda conta com um set acústico. Trazendo ‘Help!’, uma releitura bem inspirada do hit dos Beatles. ‘Let’s Stay Together’ ficou no capricho. O set ainda tem o blues ‘Undercover Agent For the Blues’ e ‘I Can’stand the rain’. Tina ainda tem fôlego para homenagear seus amigos The Rolling Stones, num pequeno medley incluindo “Jumpin’ Jack Flash” e “It’s only rock’N Roll”, com a participação da corista Lisa Fisher (que canta nos Stones desde 1989) num belo dueto com Tina.
Antes do final, Tina apresenta os músicos um a um, até mesmo técnicos e diretor. Nem mesmo os engenheiros de som são esquecidos. ‘Pround Mary’ , ‘Nutbush City Limits’ e ‘Be Tender With Me Baby’ encerram o grande concerto, deixando os fãs boquiabertos. Sinceramente, pelo o que eu vi neste DVD, tudo indica que Tina Turner consegue manter sua carreira por mais uns 10 anos. Imaginem, Tina anunciando uma turnê comemorando seus 80 anos de existência? Querer é poder. Eu não imaginava que a Rainha do Rock iria chegar com 70 anos com toda esse vigor e chegou. Vida longa a Rainha!!!!
Infelizmente para quem esperava alguns extras no DVD, não tem nadinha, nem makin’ off, depoimento, nada, nada. Uma pena. Mas cá para nós: com um belo show desses, extras são o de menos. É claro, para quem tem Home Theater, o sistema DTS está presente. O DVD vem acompanhado de um CD do show homônimo com 15 canções, para aqueles que querem curtir o som no carro ou algum outro lugar.
Para quem não quer esperar pela versão brasileira e não quer comprar a versão pirateada, vá atrás então da versão importada que como eu disse, vale muito a pena, nada de esperar. Um perfeito presente de Natal!
Confira abaixo, “We Don’t Need Another Hero”, faixa contida neste DVD.
Nota: 




Nota: Conteúdo fornecido pelo Ocean of Noise, em antiga parceria com o Geração Internet.
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Atualmente os consumidores possuim um megafone em mãos para mostrar seus descontentamento com produtos & serviços. Esses megafones existem sob a forma de ferramentas de redes sociais como facebook, twitter, blogs e afins.
As marcas estão, mais do que nunca, monitorando todas as redes para descobrir problemas em seus produtos/serviços e também para atender a sugestões de clientes. Um bom exemplo que vem causando bastante buzz (negativo) é o caso da HP Racista.
Resumindo o caso, a HP lançou uma linha de webcam chamada HP Media Smart. Essa webcam detecta faces e acompanha a pessoa quando ela se desloca para a esquerda ou direira, além de ajustar o foco automaticamente. Acontece que a webcam não vem detectando negros!
Isso mesmo, a webcam não acompanha o movimento de negros e nem reconhece suas faces. Foi o que bastou para um usuário subir no YouTube um vídeo demonstranto tal problema. Segundo o SimViral, o vídeo foi publicado no último dia 10 e já possui cerca de 65 mil visualizações. Nos últimos dias, vários tweets relacionados veêm sendo publicados além de inúmeros posts em blogs e fóruns.
Dando continuidade ao buzz negativo, postei através do @rodrigocunha uma mensagem divulgando tal vídeo. Para minha surpresa, logo na seguência recebi um reply da @AngelaAtHP com a seguinte mensagem:
@rodrigocunha @hgehlert I work for HP. We’re working on it. Appreciate your concern. http://ow.ly/Oi1k
Ou seja: “Eu trabalho para a HP. Nós estamos trabalhando para corrigir este problema. Agradecemos a sua compreensão“. O link leva para uma página de esclarecimento onde a HP afirma que a câmera pode ter problemas de contraste emlocais escuros mas que toda a equipe já está trabalhando em uma solução.
Quando problemas relacionados a marcas ganham grande repercussão em redes sociais, um posicionamento da própria empresa se faz necessário o mais rápido possível. Ponto positivo para a retratação da HP através do twitter e para o link de esclarecimento relacionado ao problema que, mesmo não sendo satisfatório, ao menos indica que a empresa está ciente e está trabalhando para uma solução.
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1) Avatar, o milionário filme de James Cameron, que levou cerca de 10 anos para ser feito é realmente bom?
2) Todo o hype criado pela mídia foi exagero?
3) A história é ruim e só a tecnologia faz o filme valer a pena?
4) Avatar é realmente revolucionário?
Pois então. Irei responder a estar perguntas ao longo desse review. Para começar, acho importante já deixar claro que assisti a Avatar em uma sala equipada com o sistema IMAX, em uma tela de dimensões comparadas a altura de um prédio de cinco andares, no Shopping Bourbon, em São Paulo. 3D? Claro =)
Por pouco perco o início do filme. Nem consegui comprar pipocas. Minha esposa tentou me tranquilizar: “Calma, ainda vão começar os trailers”.
Fui perguntar ao pessoal dabilheteria se realmente haveriam trailers, para ver se eu tinha algum tempo pra comprar pipoca e outras coisita smais e a resposta veio direta e seca: “Não, o filme começa pontualmente as 21hr”.
Pronto. Foi o que bastou para desistimos de comida e avançar direto pra entrada da sala, já que havíamos adquirido os ingressos pela internet e sim, as cadeiras eram marcadas, graças a Deus. Caso contrário, teríamos ficado nas primeiras poltronas o que, potencialmente criaria talvez uma das piores experiências vividas no cinema.
Mas vamos lá. As 21:04hr, as luzes se apagam. Hora de por os óculos. Primeiro impacto: a logo da 20TH Century FOX! Impressionante a profundidade da tela. Ali mesmo já mandei o meu primeiro de uma série de “UAUs”. Aí o filme começa. “Olha isso, não acredito. Você viu? Caraca”. Toda hora eu perguntava se minha esposa tinha visto, como se ela não estivesse vendo o mesmo filme que eu. Coisa de quem está presenciando algo nunca visto =)
Respondendo a primeira pergunta, o filme é soberbo, em todos os aspectos. É preciso deixar claro que não se trata de uma animação. Os Na’vis (aqueles “gatos azuis) são atores. A técnica de captura de movimentos utilizada por Cameron não foi aquela tradicional, onde os atores vestem aquelas roupas especiais com pontinhos verdes e dublam movimentos.
Em Avatar, os atores tiveram suas expressões filmadas através de uma microcâmera que capturava todas as expressões faciais e reproduzia o resultado em tempo real no monitor de Cameron.
Isso fez com que o diretor pudesse ver o resultado de cada cena de imediato. Certamente fez toda a diferença no resultado final.Sobre o hype criado pela mídia, ele não foi excessivo. Muito pelo contrário.
Pelo que vi, haveria espaço ainda para que fosse maior. Com relação a história, muito se especulou que era seria muito fraca, a ponto de não ter sido exposta o suficiente em entrevistas e trailers.
A história não é digna de Oscar, mas muito dela. Tem tons políticos e ambientais. Resumindo, o planeta Terra está em apuros com a escassez de recursos naturais. O verde está acabando em nosso planeta. Por conta disso, estamos em busca de um novo planeta para habitarmos. O planeta escolhido é Pandora, por tem fauna e flora muito semelhante a Terra.
O plano para conquistar o planeta é inserir Avatares (agentes infiltrados) em meio a população nativa, os Na’Vis. Jake (Sam Worringtom) é o personagem principal. Parte do plano é inserir o Avatar de Jake em meio aos Na’Vis para que os nativos passem a confiar nele para, a partir daí, agir em prol da humanidade, já que o agente passaria a conhecer os costumes e segredos dos nativos.
O filme tem uma grande virada. Não poderai falar sobre ela aqui por motivos óbvios. Vá ao cinema. Há momentos onde a história emociona. Eu não sei se isso acontece por conta da tecnologia que te joga dentro do planeta Pandora. sinceramente, não sei dizer.
Sei que quando o filme acaba, dá saudades de Pandora. É como se, durante as quase 3 horas de projeção, estivéssemos naquele planeta, com aqueles seres, tamanha é a imersão. Há momentos onde os seres sobem em árvores e andam sobre galhos, sem contar quando dormem em redes a centenas de metros do chão.
Há momentos onde você sente medo de cair, tamanha a sensação de profundidade obtida com a tecnologia. Quase voamos no filme. Essa é a verdade. Tudo é perfeito. As batalhas. Os momentos de paz. A fauna, a flora. As cores. A trilha sonora, os efeitos sonoros. O planeta Pandora, imaginado por James Cameron é lindo.
No meio do filme, você já consegue entender porque o filme levou 10 anos para ser concluído. Todo esse tempo fica evidente quando você presta atenção aos detalhes. A tudo que acontece na tela. Ao grau de complexidade do planeta Pandora.
Acredito que tenha conseguido passar um pouco para vocês o quanto apreciei a obra de James Cameron. Também acredito que Avatar é um novo paradigma para o cinema.
Certamente, daqui a 10, 15 anos, a maioria dos filmes serão em 3D e salas com projeções IMAX não serão mais raras.
Fico imaginando como serão os games com essa tecnologia. Como será a TV que assistimos em casa. Mas, olhando para frente mas nem tão longe, quando o DVD de Avatar for lançado, como ele será? Haverá algum tipo de óculos especial? Porque, senão houver, quem não assistiu no cinema, NUNCA terá idéia do que é ter a experiência completa.
Não há como baixar Avatar e não assistí-lo no cinema. Não faz sentido. Não faz sentido a experiência incompleta. E isso tras um novo fôlego a indústria cinematográfica. De certa forma, é até um golpe contra a pirataria, pelo menos a curto e médio prazo.
Finalizando, o filme é sensacional. Eu e minha esposa iremos assintí-lo mais vezes, sem dúvida. Antes de finalizar, gostaria de deixar algumas dicas para quem ainda não assistiu a Avatar:
- se você mora em São Paulo ou Curitiba, assista o filme em IMAX 3D. A experíência de imersão ganha muito através desta tecnologia;
- em hipótese alguma, assista a Avatar em 2D. Eu diria que é até um pecado;
- prefira comprar os ingressos antecipadamente, se possível dando preferência aquelas salas onde há cadeiras numeradase você possa escolher onde sentar;
- procure sentar nas últimas poltronas e evite os lugares situados nos cantos direito ou esquerdo, principalmente se for assistir em IMAX, já que a tela é grande e te obrigará a ficar com o pescoço voltado para um dos lados;
- se for assistir ao filme em versão legendada, procure não se prender muito as legendas por 2 motivos: acompanhá-las fará você perder muita coisa interessante que acontece na tela. Além disso, as legendas nem sempre são fáceis de ler, já que em alguns quadros se confundem com o efeito 3D, o que acaba embaralhando a leitura e prejudicando a visão;
- se você não tem um inglês bom o suficiente para compreender todos os diálogos do filme, prefira a versão dublada. Não tenho dúvidas de que irá aproveitar melhor a experiência, já que terá o foco 100% no filme, ao invés de se preocupar em “tentar” ler as legendas.
Nota: 




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Nosso cenário musical quando falamos em Rock/Pop caminha para um caminho cada vez mais sombrio. Bandas fabricadas pela mídia aparecem todos os dias, porém a sonoridade quase nada se difere uma das outras.
No meio de toda essa decadência absoluta, encontramos Jay Vaquer, que se destaca exatamente por fazer algo diferente, crítico e com uma sonoridade consistente que passeia entre o Rock e o Pop com êxito.
Como ainda está longe das rádios e da grande mídia, conheci o trabalho de Vaquer a partir de ‘Formidável Mundo Cão’, seu último trabalho de estúdio.
Na minha opinião é o álbum mais consistente, principalmente pelas baladas mais bem acabadas. Como disse a própria Rolling Stone Brasil na crítica de ‘Formidável….:
Se Jay fosse um artista internacional, os brasileiros o aclamariam
E isso é a mais pura verdade. Desafiando gravadoras e a sedução de vender o seu trabalho como os outros, Jay hoje é um sobrevivente. Suas letras falam de amor e críticas muito bem construídas e inteligentes.
Mesmo não contando com total reconhecimento do país, Jay Vaquer tem seu público cativo. Não se trata de uma platéia tão grande, mas é expressiva e resultou em ‘Alive in Brazil’, já disponsível em DVD e CD e num futuro próximo em Blu-Ray. Como diz o Faustão: ‘Quem sabe faz ao vivo’. E foi exatamente o que Jay fez, um DVD e CD ao vivo que traz toda a energia do músico nos palcos.
Para fãs de bom e velho Rock/Pop, prepare-se para se emocionar com as versões ao vivo de “Me tira daqui”, “A Miragem”, “Cotidiano de um casal feliz”, “Pode Agradecer”, “Formidável mundo cão”, todas com versões matadoras para nenhum rocker botar defeito. A banda que acompanha Vaquer também é um show a parte. Os caras são: Vini Rosa (Guitarra), Alexandre Katatau (Baixo), João Viana (Bateria), Renato Fonseca (Teclados) e Sérgio Morel (Guitarra). Esses são os caras que mantém o som de Jay coeso e empolgante do início ao fim.
Vale destacar também as belas baladas: “Por um pouco de paz”, “Preciso poder”, “Num labirinto” e “Quando fui Fred Astaire”. O título ‘Alive in Brazil’ é praticamente um desabafo das dificuldades que o bom músico tem para divulgar um trabalho sincero e honesto sem precisar apelar para o fácil. O show parece até mesmo uma Ópera-Rock, exatamente pelo cenário bem elaborado, com televisões e caixotes que são montados como se fose o muro de ‘The Wall’ do Pink Floyd.
Sem contar em “Cotidiano de um casal feliz”, onde o cantor aparece suspenso no teto do cenário por cabos como no clipe, enriquecendo ainda mais o show. O final com ‘Tal do amor’ é ainda mais memorável, terminando com o coro de uma platéia de jovens saudáveis, que cantaram todas as músicas junto com Jay.
‘Alive in Brazil’ teve somente uma participação em ‘Estrela de um céu nublado’, a cantora Meg Stock, ex-vocalista da banda Luxúria, que faz um belo dueto nessa que para mim, é uma das músicas mais legais de Jay, exatamente pela forte crítica.
Enfim, um belo show para ser visto e revisto. Para quem ainda não conhece, é um belo DVD para ser presenteado no Natal para aqueles que apreciam a boa música, feita com sinceridade, algo tão raro nos dias de hoje.
Além do mais, Jay tem uma ótima presença de palco, interpretando cada música com louvor. O artista tem mesmo muito a dizer e que as dificuldades que aparecem em sua carreria são apenas mais obstáculos que são derrubados com o melhor de suas letras e melodias.
‘Alive in Brazil está também disponível em CD, sem a presença das faixas ‘Me tira daqui” e “Num labirinto”.
Nota: 




Nota: Conteúdo fornecido pelo Ocean of Noise, em antiga parceria com o Geração Internet.
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Em meio a tantos lançamentos de fim de ano, fica difícil sobrar $$$ pra comprar tanta coisa. É sempre assim: quando você acha que já comprou presente para todos da família e amigos, sempre aparece mais um.
Aí, quando você coloca a mçao no bolso percebe que não vai poder comprar tudo que gostaria para você mesmo. Então resolvi te dar uma mão. Caso goste de DVDs, principalmente aqueles de shows, não deixe MESMO de conferir o DVD que o The Killers lançou este ano e o show da última turnê de Tina Turner.
Fiz um vrebe review dos dois. Dê uma conferida aí embaixo:
THE KILLERS – Live At Royal Albert Hall
Já cheguei a uma conclusão. Brandon Flowers é um bom performer de palco.
Falo isso não apenas por ter adquirido o dvd mas por ter assistido ao show da turnê de lançamento do álbum Sam’s Town. O cara sabe conduzir uma platéia. Não, não vou compará-lo a um Fredie Mercury ou Mick Jagger.
Serie ultrajante principalmente pelo tempo de carreira de Brandon. Ele praticamente está começando. Atualmente em seu 3º cd, a banda vem se mostrando bastante concisa. Sinceramente, vejo no The Killers uma banda promessa. Falo isso por que, mesmo no 3º disco, eles ainda continuam a agradar e a ter o que dizer, fato raro em bandas atuais. Estão no dvd todos os hits que você já conhece.
Produção impecável e som de primeiríssima qualidade. A MUST HAVE =)
Olha aí Mr. Brightsite como ficou:
TINA TURNER – Live
Bem, quando o assunto é Tina turner, voce já sabe. Vozeirão, atitude e rock and roll. A ‘velhinha’ de 70 anos não tem nada de velhinha.
Antes de assistir ao dvd, fiz o download do audio para conferir como andava a voz da guerreira Tina. Minha dúvida: “Será que no alto dos seus setentinha ela vai manter o mesmo tom nas músicas? E “We Dont Need Another Hero?” Como guitar tão alto?”. Bem, comecei a ouvir.
Caras, é impressionante. A véia ainda canta no mesmo tom TODAS aquelas músicas. Todos os hits estão lá. São mais de 2 horas de shows destilando o bom e velho rock and roll que só Tina sabe fazer e cantar. Ela continua gritando muito alto. Vale destacar ainda o corpo da senhorinha: ela ainda possui aquele par de coxas! Ok, o rosto dela deve carregar 1 kilo de “massa corrida/maquiagem” mas isso não vem ao caso.
O fato é que Tina apresenta um vigor inacreditável, acompanhada sempre de suas magníficas dançarinas. Imprescindível para qualquer um que simpatize com rock and roll e uma bela voz!
Com relação ao dvd, um problema: ele ainda não foi lançado no Brasil. Se quiser assistir precisará importar por salgados R$ 98,00. O lançamento brazuca irá acontecer somente no mês de março.
Olha aí a senhorita mandando “We Dont Need Another Hero”:
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É, não tem jeito não. TIM BURTON é foda e pronto. Ponto final. E outra, Jonny Deep também. Quem poderia recriar a atmosfera de Alice no País das Maravilhas de forma tão cativante e exatamente como eu imaginava quando era criança?
Mr. TIM BURTON! Só ele, claro. Dá uma olhada no trailer aí embaixo e baba. Sério. Fiquei abismado com a semelhança que o filme tem com o ambiente e com o clima que eu imaginava aos 6, 7 anos de idade. Algo semelhante ocorreu comigo quando assisti a Senhor dos Anéis depois de ler o livro. Mas o assunto aqui é Tim Burton e não Peter Jackson =)
Alice no País das Maravilhas tem estréia prevista no Brasil somente para o dia 16 de Abril de 2010. Lá fora irá estrear 1 mês antes. Uma pena. Será que torrentes irão bombar? =)
Olha aí o trailer, que delícia!














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