Você é um fã? Bem, fãs geram conteúdo.

Ontem assisti ao programa Milenium, na GloboNews. O entrevista foi Henry Jenkins do MIT, especialista em estudos comparativos de Midia. Dentre os ários tópicos citados na conversa, o ponto principal foi a questão da Convergência das mídias, há muito em debate por especialistas.

Segundo Jenkins, não é mais possível sabermos de tudo. Há excesso de informação. As pessoas têm se mostrado aflitas com tanto para aprender, tanto para conhecer. Isso realmente não é nenhuma novidade. Jenkins ainda compara a importância da indústria dos videogames para o século 21 com a indústria do cinema no século passado e o mix cultural gerado pela sétima arte.

Seguindo esta linha, os fãs estão cada vez mais sendo menos passivos. Fãs são hoje, os maiores responsáveis pela geração de conteúdo. Ele citou ainda o exemplo do game THE SIMS, onde somente 40% do conteúdo foi criado pela produtora e o restante foi desenvolvido por fãs. Hoje, fãs são verdadeiros geradores de conteúdo, seja através da criação de extenções de games, seja através de blogs, fórums, comunidades, entre outros.

Jenkins também falou sobre a diversidade de mídias hoje disponíveis. Por exemplo, chegamos em casa e podemos assistir TV. Amanhã podemos nem ligá-la e somente acessar a Internet. Então fica complicado para anunciantes esperarem o mesm o resultado que obtinham quando anunciavam no horário nobre da TV.

Ele também citou a Wikipedia como o maior exemplo de que a Internet não deixará as pessoas sabendo de tudo, mas sim motivará o compartilhamento, como já acontece na Wikipedia, onde cada um colabora com o que sabe sobre determinado assunto, o que ele chama de “Inteligência Coletiva”.

Jenkins está lançando seu livro, “A Cultura da Convergência” no Brasil. O download do conteúdo na íntegra (somente em inglês), pode ser feito aqui. Bom proveito.

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Gengibre, um novo modo de publicarBem, como a maioria já deve saber, meu colega Rodrigo Cunha e eu (Geraldo Protta), estamos com um pouco de dificuldades em redigir e publicar novos artigos pelo GeracaoInternet.com. O Cunha, que já trabalha como um camelo, agora teve seu notebook roubado e não tem como postar de casa. Eu, nos últimos dias que antecedem a apresentação de meu TCC, mal consigo olhar pros monitores.

Mas mesmo assim, pensando em nossos leitores, resolvi publicar este post, sobre o lançamento da mais nova giringonça virtual, o Gengibre, criado por Rodolfo Sikora, desenvolvedor do iJigg, e pelo VJ Cazé Peçanha, em parceria com a Claro.

Este texto que você lê ou ouve, foi publicado simultaneamente no GeracaoInternet.com e no Gengibre.

Como me aventurei a experimentar a tal ferramenta, alguns amigos, como o Tatato, me demonstraram algumas dúvidas sobre esse novo sistema.

Pesquisando, descobri que nada mais precisava ser dito, pois já havia sido muito bem explicado pelo próprio criador. Deixo aqui no post do blog, e em meus favoritos no Gengibre, o link para o post de voz, feito pelo Rodolfo, gravado no próprio sistema que criou.

Mas deixo também uma pergunta. Quem publica em blog, “bloga”. Quem publica no Twitter, “twitta”. E quem publica no Gengibre?

Abraço e até a próxima!

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Roubo de notebooks em São PauloFui roubado. É, assaltado a mão armada. Digamos que foi a minha 1ª vez. Não dizem que tem a 1ª vez para tudo? Então. Infelizmente ela também existe para um assalto a mão armada. Em Florianópolis, terra onde vivi até o início deste ano, a única coisa que me rouparam foi um boné dos Lakers.

Estou em São Paulo desde Fevereiro. Sempre fui daqueles que falava aos quatro ventos, que morar na região dos Jardins traz uma série de vantagens, entre elas, a segurança. Quando meus pais vieram me visitar eu sempre falava: “Não se preocupem, já andei por aqui as 3, 4h da manhã, sem problemas”.

Até que aconteceu. E foi na Alameda Santos, parelela à Av. Paulista. As 20h, após sair do trabalho e chegar em um bar para mostrar para um amigo alguns projetos web. Estávamos falando sobre e, após ter discutido alguns pontos, fechei e guardei meu laptop na mochila.

Em seguida, ao lado da minha mesa, dois elementos surgem do nada (um deles com um revolver) pedindo minha mochila, meu laptop e meu telefone celular. O que fazer?

Lá se vai meu laptop com metade da minha vida dentro. Por que não fiz backup antes? Porque sou daqueles que precisa passar por uma experiência dessas para aprender. Sou daqueles que fazem engordar as estatísticas dos que acham que coisas ruins sempre acontecem com os outros, nunca comigo.

Dou graças à Deus de estar vivo. Perdi todo meu histórico valioso de emails, perdi muitas outras coisas. Coisas que posso repor. Infelizmente, a vida não permite reposição. Sendo assim, o Geração Internet segue em frente, com posts sempre escritos no final do dia aqui na empresa, já que agora escrever de casa é impossível, pelo menos por um tempo.

Geração Internet: Cuidem de suas mochilas nas ruas. Essa galera que anda roubando, tá gostando da brincadeira. Praticamente, nos arredores da paulista, qualquer um que ande de mochila, está com um laptop dentro. É fácil ser roubado.

Cheguei a uma conclusão: Laptop é sim para termos mobilidade. Mas, infelizmente, não podemos andar com eles em São Paulo. Nem dentro da mochila. Nem abrir um deles dentro de um bar. Nem dentro de qualquer outro estabelecimento, que não seja sua casa ou a empresa onde trabalha.

Acha exagero? Bem, eu já não acho mais.

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Videogames, videogames. No Brasil, ainda “coisa de criança”. Nos EUA, uma forma de entretenimento levada a sério, tanto que a média de idade dos jogadores por lá é de 35 anos!

Somente 25% deles têm menos de 18 anos e a maioria (49%) possui entre 18 e 49 anos, segundo matéria publicada no G1.

Definitivamente, lá o jogo é outro. E mais uma vez o candidato a presidência Barack Obama, está investindo em marketing de forma bastante ousada: anúncios dentro de jogos de videogames.

Muito ocupado jogando videogame para assistir a debates na TV? Bem, Barack Obama “will catch you”. O fantástico, para não dizer “fodástico” Burnout Paradise, do Xbox 360, vem exibindo um outdoor de Barack Obama nas corridas, que anuncia o portal voteforchange.com. Desde a época do Master System e Nintendo 8 bits, publicidade em jogos de corrida não é novidade.

Mas, nunca antes foi realizada propaganda política. Também, nunca antes foi utilizada propaganda em um jogo online, exibida dentro de determinado período. O outdoor de Barack Obama será veiculado nas partidas online de Burnout Paradise até o dia 4 de Novembro, em 10 Estados americanos.

O mais bacana de tudo isso é que, através destas partidas online, é possível segmentar a publicidade por Estados. Um jogador da California não verá, necessariamente, a mesma publicidade veiculada para jogadores de Washington, quando estes estiverem participando de partidas online. Além do mais, a média de idade dos “gamers” americanos é de 35 anos.s

Cada vez mais a publicidade online vem encontrando novas formas de ser veiculada. O modelo vem evoluindo através da segmentação e conteúdo relevantes. A publicidade online vem se tornando, cada vez mais divertising e menos advertising. A Interrupção vem se mostrando cada vez menos eficaz. Anunciar sem interromper, por enquanto, parece ser a forma mais efetiva de publicidade.

Vamos ver até onde o mundo online nos levará. Certamente, esse tipo de propaganda segmentada em jogos online deverá aparecer com muito mais frequencia de agora em diante.

Leia mais sobre Barack Obama e o meio online aqui.

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Como falei no post sobre o TechED 2008, evento da Microsoft focado em Profissionais de TI e Desenvolvedores, foram divulgadas algumas novidades bacanas relacionadas à Internet e ao futuro da Publicidade Online.

Porém, vou me ater a uma novidade que me chamou bastante a atenção. Por 2 motivos:

1. É algo que realmente tem muito potencial de “pegar” no Brasil;

2. A Novidade está sintonizada com a digitalização dos formatos.

Estou falando do novo serviço do portal da Saraiva. Dizer que trata-se apenas de uma loja de DVDs seria, no minimo, subestimar o produto. Em exposição exclusiva no TechED 2008, o novo serviço da Livraria Saraiva estréia por volta do mês de Novembro, ainda sem uma data definida, segundo o pessoal que estava no estande apresentando a novidade.

Mas, vamos lá. O novo portal será um ambiente onde o usuário poderá comprar filmes por um preço bacaninha e assistí-lo na própria tela do PC. Bem, ao olhar o serviço funcionando no estande da Saraiva, logicamente minha pergunta não poderia ser outra: “Quanto de banda é necessário para baixar os filmes?” A resposta: “Com 2 Mega de banda, você consegue carregar o filme no player em minutos”.

Não é que isso me animou? Mas tem mais. Segundo o que foi dito por lá, vários lançamentos que estão para ser lançados em DVD poderão ser vistos antes no portal da Saraiva. Sim, antes do lançamento! Tá bem. É só isso? Claro que não. Aliás, o melhor vem agora. Também será possível locar filmes. O pagamento será via cartão de crédito ou através daqueles famosos vale-presentes. Um mini iTunes brasileiro?

Pelo que entendi, os filmes poderão ser assistidos durante um período de 24 horas, sendo possível a renovação da locação. Peraí. Tem mais. Tem mais coisa que eu gostei. Não, eu não esqueci do preço. Bem, ele me pareceu bem justo. Camaradinha? Não né? Justo: Cerca de 19 reais a “compra” de um arquivo digital e 5 reais a locação.

Tá gostando? Bem, tem mais. Os vídeos são em High Definition. Ah, também são legendados :)

Muito bom para ser verdade? É, também acho. Mas vamos aguardar o lançamento. No estande e no telão de apresentação do serviço, que aconteceu durante a palestra de Steve Ballmer, o serviço rolava suave, sem interrupções. Realmente, bom demais para ser verdade. Confesso que estou ansioso para experimentar o serviço.

Bem, logicamente prefiro assistir à um filme em um home-theater, em uma TV de  plasma 42 polegadas. Mas, e se onde eu tiver toda essa parafernalha não estiver disponível? :)

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Primeiro ônibus que liga capitais paulista e fluminense oferecerá Wi-Fi gratuito durante outubro como teste para implementação.

Wi-Fi Bus da ItapemirimA Itapemirim, maior empresa de transporte rodoviário do Brasil, está realizando testes com equipamento para conexão de internet sem fio (denominado Wi-Fi Bus) em um dos ônibus da linha São Paulo-Rio. Por meio desse sistema, o passageiro poderá conectar seu notebook ou celular à internet durante toda a viagem.

É o primeiro teste desse tipo em uma grande empresa de ônibus, e em futuro próximo a Itapemirim pretende expandir o serviço para outras linhas.

O objetivo das áreas de Marketing e Informática da empresa, em parceria com a empresa Vex Pointer Networks, é que o equipamento (instalado no serviço Golden, ônibus prefixo nº 45.809, identificado com o adesivo “Wi-Fi Zone”) permaneça em testes durante todo o mês de outubro para verificação de cobertura e qualidade do sinal.

“Durante a realização do piloto, o passageiro necessita apenas clicar no botão conectar de seu equipamento”, explica Cássio Ricchetti, coordenador de marketing da Itapemirim. “Também nesse período estamos realizando uma pesquisa de avaliação para medir a aceitação do serviço por parte do cliente”, complementa Ricchetti.

Após a fase de testes, caso haja aprovação técnica, financeira e boa receptividade do serviço, será definido o número de ônibus a ser equipado com o Wi-Fi Bus e se haverá ou não algum tipo de cobrança ao cliente, pontos que ainda não estão fechados.


A Itapemirim é a primeira empresa rodoviária de passageiros do país a testar esse tipo de serviço.

A Viação Itapemirim foi fundada em 1953 e é hoje a principal empresa de transporte rodoviário de passageiros do país. Possui uma frota de cerca de 1.200 ônibus, a maior do Brasil, e um quadro de mais de 2.000 motoristas. Roda cerca de 145 milhões de quilômetros por ano e transporta 3,5 milhões de passageiros nesse período. Opera em cerca de 70% do território nacional, em linhas longas e curtas.

Segundo o portal IDGNow, a companhia aérea Tam, já havia anunciado, em setembro, que oferecia sinal para chamadas celulares dentro de suas aeronaves.

Via: Máquina

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Neste momento, estou ouvindo Steve Ballmer falar, no evento Tech Ed, focado em desenvolvedores. O “substituto” de Bill Gates tenta ser um show man. Foi a impressão que causou ao subir no palco. Ao som de “Eye of the Tiger” do Survivor, trila do ROCKY. Só para se ter uma idéia da ambição POP de Ballmer, o cara entrou correndo no palco, segurando um smartphone com a boca. A Platéia, ovacionou. Poderia ser diferente?

Desenvolvedores e “simpatizantes”: O portal WNews está fazendo uma cobertura bem cana do evento. Para acessar o conteúdo, clique aqui.

Mais tarde farei um post sobre algumas supresinhas que vi por aqui. Como o Geração Internet não é focado em desenvolvedores, mas em propaganda, internet e tendências, vou contar algumas coisas relacionadas à Internet. E olha que tem coisa…

Até + …

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E o negócio da música? Quando surgirá alguém com o modelo certo? Quando alguém irá mostrar o caminho certo? Quando surgirá o novo modelo de negócios que irá substituir, de uma vez por todas, a dependência dos artistas para com as gravadoras? E se esse negocio já existe?

Bem, que artistas não dependem mais de gravadoras é fato. Mas, paira ainda no ar, uma certa incerteza. Ainda há muitos conflitos relacionados a industria da música. Para onde ir? iTunes é mesmo o modelo definitivo? No Brasil, iremos pagar por um arquivo de música? Bem, é claro que não, todos sabem.

Não haverá um modelo de negócios definitivo para a industria da música. Várias formas de lucrar com distribuição estão surgindo. São diversos nichos. Cada pais do seu jeito, cada cultura ditando caminhos diferentes. Distribuição gratuíta ou iTunes?

No Brasil, há um movimento bastante interessante já acontecendo. A já famosa banda Calypso, que inclusive teve seu guitarrista eleito para participar do lamentável quadro Banda dos Sonhos do VMB 2008, realizado pela lamentável MTV, é fruto dessa nova indústria que não para de crescer. É o movimento Tecnobrega, onde artistas do Pará gravam e distribuem seus arquivos através de camelôs, vendas em shows e outras formas diferenciadas e “modernosas”.

Sobre o Tecnobrega, Ronaldo Lemos [diretor do Projeto Creative Commons] e Oona Castro [coordenadora executiva do Instituto Overmundo] lançaram, no último dia 30, o livro “Tecnobrega: O Pará reinventando o Negócio da Música”, onde é dado um panorama geral deste movimento revolucionário e que está criando novos artistas a todo momento.

“O Tecnobrega é um dos fenômenos mais impressionantes em termos de experimentalismo na produção cultural e na invenção de novos modelos de negócio. Este estudo de ponta de Ronaldo Lemos e Oona Castro vai, sem dúvida, tornar-se referência obrigatória para os caminhos da economia criativa nesse momento novíssimo que estamos vivendo”, diz Heloisa Buarque, curadora do projeto”.

Como a Internet está revolucionando não apenas a industria da música, como a indústria editorial, do cinema, le tantas outras, este livro não poderia deixar de também estar disponível também na íntegra na Internet.

Para ler “Tecnobrega: O Pará reinventando o Negócio da Música”, clique aqui e faça o download do arquivo na íntegra em PDF. Bom proveito :)

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Década de 80. Videoclipes a toda. Década de 90. Clipes ainda em pauta. Movimento Grunge. Início dos anos 00. MTV perdendo fôlego e identidade. Algo parece estar acontecendo. A Internet começa a ganhar força e a se popularizar. O MP3 aparece como algo revolucionário. Banda Larga. YouTube. “Fim da MTV”.

Talvez para você não faça sentido a expressão “Fim da MTV”. É por esta razão que a coloquei entre aspas. Quem acompanhou a MTV no Brasil desde o seu surgimento, sabe do que estou falando. A emissora hoje não passa de um amontoado de programetes sem conteúdo, identidade e o pior: atrações que não conseguem prender a atenção. Pior ainda? Sim. Não se trata mais de música. Videoclipes na MTV ficaram, praticamente, relegados a horários alternativos. Não são mais o foco da emissora. A MTV perdeu o “M” e agora é apenas TV convencional, ou seja, uma “M”.

Mas não é só isso. O YouTube simplesmente tirou muito do sentido da MTV. Temos, praticamente, todo o acervo de videoclipes a nossa mão no YouTube, a hora que quisermos. Então, o YouTube assumiu o papel da MTV? Bem, eu diria que quem fez isso foi o VH1, canal a cabo que segue a cartilha da MTV dos anos 80/90. Todos os órfãos da MTV “as we know it”, foram adotados pelo VH1.

Mas o assunto aqui não é TV. É Internet. E quando falamos de clipes na Internet, não há como não falar do YouTube e da nova geração de diretores que estão fazendo os videoclipes ficarem interessantes novamente. A Wired publicou uma lista dos mais inovadores da “Geração Internet”. Clique nos links para assistir aos clipes. Bem, vamos lá:

1. CAT SOLEN

Artista: Bright Eyes
Música: At the Bottom of Everything

2. RIK CORDEIRO

Artista: Nas
Música: Be a Nigger Too

3. MATTHEW CULLEN

Artista: Weezer
Música: Pork and Beans

4. VINCENT MOON

Artista: Animal Collective
Música: Taste

5. VINCENT MORISSET

Artista: Arcade Fire
Música: Neon Bible

6. KEITH SCHOFIELD

Artista: Brighton Port Authority
Música: Toe Jam

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