Peço perdão aos nossos leitores, mas abro aqui, uma pequena exceção para lhes escrever um “off-topic”. Sim. Hoje é uma data especial. É o aniversário de Rodrigo Cunha, fundador e autor do Geração Internet.
Cunha,
Deixo aqui, em meu nome e em nome de todos os nossos parceiros e amigos, um grande abraço, e o desejo de que você continue obtendo sucesso, e tendo essa determinação que te fez caminhar o início dessa promissora jornada.
A big hug man!
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Em tempos onde campanhas, sejam elas de propaganda de produtos, seviços ou políticas se fazem cada vez mais presentes no meio online, novidades relacionadas não param de pintar.
A mais “quentinha” está relacionada ao canal especial criado pelo Twitter para que cidadãos de todo o mundo possam debater sobre os candidados à presidência dos EUA. Trata-se de uma grande sala de debates. Lá, o internauta pode escolher acompanhar conteúdo, em tempo real, sobre o que está sendo falado dos candidatos Barack Obama, John McCain e seus respectivos vices, Joe Biden e Sarah Palin.
Caso você seja tenha tempo de sobra, pode optar por receber informações relacionadas aos quatro, também em tempo real. Grande parte do fluxo de informações é gerado pelos usuários. É muita informação! Os debates são constantes. Os candidatos apenas lançam temas.O mais bacana é poder questioná-los diretamente.
Bem bacana e prático, além de não ser necessário dar refresh na página para atualizar as informações, já que
o sistema atualiza as informações automaticamente. Acredito que, se houvesse um canal especial dedicado ao Brasil, a coisa funcionaria muito bem, já que o Brasil vem ganhando cada vez mais adeptos ao Twitter. Vejo como mais uma forma de atrair o interesse da nova geração pela política, já que esse pessoal vive conectado.
Já chamada, há algum tempo, de Eleição 2.0, ela tem um líder no segmento online: Barack Obama. Falei aqui um pouco sobre as aventuras de Barack no mundo online. O candidato faz a cabeça de muitos nerds mundo afora. E não falam que os nerds dominarão o mundo? :)
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O mundo dos gadgets só fala em uma coisa: O lançamento do Android ontem, sistema operacional do Google para telefones celulares. Ta aí uma palavra que logo deve mudar para mobile, já que reduzir aparelhos como o iPhone ou mesmo o G1, da HTC, a categoria de telefones, chega a ser cruel.
Mas agora é real, e é de verdade. O iPhone finalmente ganhou um concorrente. E que concorrente! Não que os outros não fossem, mas agora a história é diferente. O Google é uma lovemark semelhante a Apple. O Google também tem seguidores. E não são poucos. O Google é quase tão cool quanto a Apple. Ou é mais?
Em minha opinião, o Android tem, ao menos, dois pontos muito fortes, que poderão, mais para frente, se tornarem FATAIS para seus concorrentes:
1) INTEGRAÇÃO TOTAL COM O GOOGLE
Essa é a BOMBA de Hiroshima do sistema. Imagine um celular onde, tudo que o Google lançar daqui para frente terá total integração, facilidade e agilidade dentro do Sistema Operacional do Google! Ah, uma coisinha que eu ia me esquecendo: A tela do G1 é pouca coisa menor que a do iPhone. Ou é impressão minha?
2) PRESENÇA EM VÁRIOS APARELHOS
A outra bomba é que o sistema poderá rodar em vários aparelhos, diferente do iPhone, onde o sistema operacional da Apple roda apenas nele. Pelo menos em teoria, a penetração de mercado do Android será muito maior que a do iPhone. Mas ainda é cedo demais para arriscar um palpite. Eu, que sempre fui iPhone, agora já não sei mais. Preciso dar uma boa fuçada no Android para chegar a uma conclusão.
Assista, no video abaixo, uma pequena demonstração do sistema operacional rodando no G1, da HTC. Ele é o primeiro mobile do mundo a receber o sistema operacional do Google. A apresentação é no estilo Apple, como não poderia deixar de ser. Logo mais abaixo, não deixe conferir também, o 1º comercial do aparelho. Os vídeos vieram do Google Discovery, do meu amigo Renê Fraga.
APRESENTAÇÃO DO ANDROID (Genial!!!)
1º COMERCIAL DO G1 RODANDO ANDROID
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“O século 21 começa agora”, é a chamada de capa da revista Esquire, que completa seus 75 anos de vida. A edição comemorativa foi lançada com uma espécie de “capa eletrônica”, onde o texto aparece exibindo uma pequena animação, o que chama bastante a atenção por ser diferente e não pela animação em si que, na minha opinião, é bem banal.
Internamente, a revista também exibe um anúncio animado da Ford, igualmente banal na minha opinião (Carlos Merigo, do Brainstorm#9, fez um post relacionado e postou um videocast que discute este tema. Não deixe de conferir neste link).
As animações são possíveis através de um chip que exibe as imagens e executa a animação. Mas, infelizmente, a bateria que alimenta o chip dura apenas 90 dias.
A questão aqui é: tudo isso é apenas fru fru tecnológico ou seria uma forma de as revistas se mostrarem mais atrativas em seus pontos de venda, já que a concorrência com a internet se mostra cada vez mais evidente?
Quer viajar? Então vamos lá: Exclua todos os custos que isso poderia gerar, ok?
[modo viagem=ON]
Agora imagine que as revistas viessem dotadas do mesmo chip presente nesta edição da revista Esquire. Porém, através de uma versão mais complexa, este chip teria alguma espécie de conexão com a Web.
Dessa forma, alguns trechos e anúncios da revista poderiam ser atualizados em tempo real. Matérias poderiam ser completadas/atualizadas. Textos exibiriam comentários de seus leitores que acessaram o site da revista. Os anunciantes comprariam diárias de exibição nas páginas da revista.
[modo viagem=OFF]
Desnecessário? iPhones são mais atrativos? O custo para a produção de tudo isso tornaria o preço das revistas impraticável? Ou tudo isso seria uma forma de continuar praticando a coexistência dos dois meios? Escrevi esse post apenas para lançar esta questão. Pense nisso. Assista aos vídeos que demonstram a capa da revista e o anúncio da Ford, que inclusive achei bem fraquinho:
CAPA ANIMADA
ANÚNCIO ANIMADO
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Ontem, minha namorada me deixou esperando por 2 horas no lobby do condomínio! Por que? Bem, como não temos cópia das chaves do apartamento, sempre combinamos que quem sai por último de casa, sempre deixa as chaves com o porteiro. É, ontem ela esqueceu.
Logo, lá estava eu, comendo um cachorro quente bem vagabundo no lobby e bebendo água tônica da Schin, igualmente ruim. Por sorte ou conveniência, lembrei que moro no 1º andar e minha conexão wireless tem alcance até o lobby do condomínio. Como é bom ter um notebook nessas horas …
Pois bem. Ela acabou chegando depois de 2 horas. Não sei como, mas minha bateria durou “tudo isso”. Dentro desse tempo, comecei a navegar pelos meus feeds, coisa que não consigo mais fazer há tempo, assisti ao trailer de Jogos Mortais V (depois das sátiras de Todo o Mundo em Pânico, não consigo mais levar esse filme a sério, principalmente o Jigsaw).
Joguei “Mega Drive” via emulador, presenciei o momento onde o Twitter estava fazendo a sua transição para o novo layout (UAU, mas e daí? Não mudou grande coisa mesmo), joguei conversa fora via MSN (fiquei sabendo de um casal de amigos que vão casar ano que vem! Mas e daí? É, talvez eu esteja “clonando” blogs no estilo diário, aqueles que ficam contando tudo o que a pessoa fez ou fará, sabe? Mas vamos lá, chega de enrolação. Nunca enrolei tanto para iniciar um post.
Em meio a toda essa navegação, ou perda de tempo, como queiram, acabei conferindo a nova edição da revista Meio Digital, do grupo Meio e Mensagem. Quem acompanha o Geração Internet, sabe que sou entusiasta da publicação. Mesmo não trazendo muita novidade, pelo menos para “early adopters” como eu (já perceberam como eu gosto dessa palavra?), a publicação é bem bacana. É bastante útil para nos aprofundarmos em determinados assuntos deste mercado tão novo.
Há uma matéria lá bem bacana: “Profissional 2.0: Procura-se”. Fala sobre a mudança ocorrida nos últimos anos no mercado de comunicação, com a digitalização dos meios. Como os anunciantes já perceberam que anunciar somente no meio offline (revistas, jornais, TV, rádio …) não traz mais os resultados esperados e o meio online vem crescendo e tornando-se uma alternativa cada vez mais atraente, principalmente por abrir um leque maior para cross media, as agências estão demandando cada vez mais trabalho nesta área. O problema é que há no mercado uma carência enorme desses profissionais, o que fatalmente inflaciona os salários pagos. Oba :)
Isso acontece baseado em um principio básico da lei de oferta e demanda: Quando a procura é maior que a
oferta, há uma supervalorização dos escassos profissionais disponíveis. Segundo a matéria, as agências chegam a perder esses profissionais até durante o próprio processo de seleção!
Quando há muita demora, eles acabam recebendo um proposta melhor de outra agência e desistem daquela em que haviam começado o processo. Para Max Petrucci, sócio-presidente da Garage Interactive Marketing, agência que trabalha no modo “full interactive” para planejar, criar e executar ações para todas as áreas de marketing digital e de midia online, é necessário gente que conheça o marketing tradicional, mas que seja digital.
Segundo Petrucci, este profissional não existe. Há carência na formação do Profissional 2.0. Faltam cursos. Esse é o ponto. Em minha opinião, a nova geração tende a suprir essa demanda com mais facilidade. Como os novos jovens estão sendo criados no meio digital, essa gente vai achar o meio online tradicional. Para essas pessoas, o meio offline será uma alternativa de comunicação. Importante destacar que haverá coexistência dos meios e não canibalização. O cross media entre off e on será cada vez mais essencial. Enfim, os empregos para a Geração Internet estão aí! Mexa-se!
Para ler a matéria completa, acesse o site da revista Meio Digital clicando aqui. RECOMENDO!
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Primeiramente, não gostaria de utilizar o título que estou utilizando para este post. Pois bem, por que diabos não troquei e resolvi mantê-lo? Bem, blogs não rivalizam com a imprensa. Não mesmo? Não. Tem ceteza? Bem, depende do seu ponto de vista, #prontofalei.
Em segundo lugar, não gosto de ficar falando sobre esse tipo de assunto, que inclusive já foi debatido exaustivamente pela blogosfera, principalmente durante o ano passado. Mas, não pude ficar de fora depois dos boatos de ontem. Em conversa com o amigo Renê Fraga, do Google Discovery, não resisti em escrever um post relacionado.
Ontem, começou a circular na web, um boato de que o Google estaria se preparando para comprar a Valve, famosa produtora da série Half-Life ou Counter-Srike, como queiram. Mas, ontem mesmo, essa informação foi desmentida pela própria Valve. Vários blogs de tecnologia acompanharam de perto esse boato que, devido as proporções alcançadas, acabou exigindo um pronunciamento oficial da Valve.
A questão aqui não é discutir se o Google está ou não interessado na Valve afinal, onde há fumaça há fogo. The point is: o site Magnet, do portal Terra, publicou uma nota informando que o boato teria começado a circular HOJE! Porém, quem acompanha blogs de tecnologia já tinha conhecimento desde ontem, dia 17, que o boato havia sido desmentido. Então, blogs tem mais credibilidade quando o assunto é tecnologia?
Blogs rivalizam com a imprensa? Depende do ponto de vista. Rivaliza com jornais impressos? Ao meu ver não, já que esse veículo tem seu público cativo que, em sua maioria, são pessoas que nasceram sem a Internet e estão acostumadas a acompanhar notícias impressas no papel.
Já com relação a jornais online, creio que a história começa a ser diferente, principalmente quando estamos falando de tecnologia. Leitores mais antenados, preferem ler blogs a portais de veiculos tradicionais. Aí eu acredito que há uma grande concorrência que, inclusive, tende a aumentar.
Empresas de tecnologia adoram disseminar novidades através de blogs de audiência cativa, como o TechCrunch, Gizmodo, Valleywag. É simples, rápido, basta um e-mail ou um telefonema e pronto. Não é necessário todo um editorial e 1001 revisões de texto. A tecnologia é rápida. É incompatível com morosidades.
Então, cabe a você escolher. Não sou xiita. Não acho que os blogs sejam a principal fonte de informação quando o assunto é tecnologia. Vejo os blogs como a ponta do iceberg, onde tudo começa. Eles são sim os “early adopters”. Em minha opinião, são sim veículos de imprensa, apesar de a maioria da blogosfera não ser jornalista.
É cada vez mais comum blogueiros sendo convidados para coletivas de imprensa. Então, por que não enquadrá-los como imprensa, apesar de esse pensamento ainda não estar completamente disseminado e ainda vem gerando algumas polêmicas, como a que o Fugita vivenciou.
Blogs são como microempresas: têm mais agilidade e praticamente não precisam se reportar a ninguém. Problema é quando começam a se transformar em “multinacionais”. Nada contra. Blogs têm que crescer mesmo. Mas, continuemos isentos, por favor!
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A crise econômica mundial começa a afetar, aos poucos, empresas de todos os segmentos. Várias pessoas já foram demitidas de bancos americanos que estão sofrendo com a crise, o que está gerando um aumento na taxa de desemprego por lá. O Merrill Lynch, terceiro maior banco de investimentos dos EUA, que inclusive pediu concordata na segunda-feira anunciou que, aproximadamente 15.000 pessoas perderão seus postos de trabalho.
Voltemos a um passado recente. Quando a greve dos roteiristas de cinema começou a se estender mais que os estúdios previam, vários profissionais resolveram criar e ingressar em startups de tecnologia para apostar em novas formas de viabilização de seus projetos sem depender dos tradicionais estúdios de cinema. Mas o que isso tem haver com a atual crise econômica? Bem, algumas pessoas que estão perdendo seus empregos em Wall Street estão buscando startups.
Hoje o blog do colega Tiago Dória está veiculando um post sobre a atual crise econômica e as empresas de Tecnologia/Internet. Esta crise, que aos poucos vai tomando proporções mundiais, também já começa a afetar empresas de tecnologia, entre elas a Cisco, RIM e Bloomberg. Com isso, a First Round Capital, uma empresa de capital de risco, criou um site chamado Leave Wall Street Join A Startup [tradução livre: Deixe Wall Street e entre ou crie uma empresa de tecnologia/web com uma nova proposta. O termo Startup é frequentemente associado à novas empresas de tecnologia ligadas à Internet e à nova economia].
Segundo o portal criado, que lista uma série de empresas que estão necessitando de empregados, essas startups são, atualmente, mais estáveis que Wall Street. É a Economia 2.0 trazendo uma alternativa aos negócios. Acredito que, com o atual cenário econômico, muitos irão abrir empresas 2.0.
Aproveitando o tema, você tem pensado em algum projeto web promissor? Você tem aquela idéia que ninguém ainda teve? Não perca tempo. Não desista. Não tenha medo de mostrar este projeto a alguém. Não esqueça que, o maior destruidor de idéias é o medo de parecer ridículo. Acredite em você. Sonhe com a cabeça nas nuvens, mas não esqueça de manter os pés no chão.
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Já imaginou gravar um disco com a ajuda dos fãs, contribuindo na mixagem das músicas através da Internet? Hmmm. O Radiohead já fez algo similar. Já imaginou uma banda gravando faixas de seu novo álbum e disponibizando para que os fãs mixem e remixem as faixas antes do lançamento do álbum?
Se você é um entusiasta da Web, já deve ter tido várias idéias de serviços. Possivelmente já deve ter pensado em algo do gênero. Você e várias bandas. Mas poucos realizam. O Third Eye Blind, responsável pelo grande hit radiofônico Semi Charmed Life, está fazendo isso. Atualmente a banda está gravando um novo álbum. Assim que as faixas estiverem concluídas, os arquivos de audio serão dispobibilizados para que qualquer pessoa possa remixá-lo.
Música Social? Será que um dia teremos bandas sem rosto? Ok, o Gorillaz fez algo do gênero, mas todos sabíamos que Damon Albarn, do Blur, estava por trás do projeto. O que quero dizer e colocar em questão é se pessoas gravarão e remixarão faixas entre si, lançando arquivos pela web mundo afora, sem se identificar, pelo simples prazer em compartilhar arquivos.
Não, não estou falando dos MashUps Musicais. Estou falando de música orgânica mesmo, baixo, bateria, voz, guitarra, teclado. Tudo feito à distância, material original e não remixagem. Falo de uma banda que nunca será revelada, mas que poderá se destacar justamente por isso. Será que a música funcionaria assim, à distância? Você acha que os artistas devem permitir a participação de ouvintes no processo criativo? Para você isso faria com que as bandas perdessem sua identidade?
Não gosta da idéia de o produtor ser você? O que você acha disso tudo? Ok, chega de perguntas neste post! Eu confesso que me sinto um pouco confuso com a overdose de música, modelos de comercialização e bandas vindas de todos os cantos do mundo através da Web. Não consigo definir um estilo vigente, como sempre houve nas décadas passadas. Sinto como se estivéssemos vivendo os estilos musicas de todas as décadas passadas simultaneamente. É, muita informação. Tudo ao mesmo tempo agora, antes e depois.
Mas, de qualquer forma, vejo com cada vez mais otimismo o futuro da música. Estamos, mais do que nunca, na era da inovação. Problema é a substância. Inovação sem substância, sem rumo, é apenas notícia que ficou para traz.
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Entre as coisas mais legais sobre a possibilidade de criar vídeos e disseminá-los na web está o fato de os melhores, mais criativos e bem produzidos, sempre se sobressaírem sobre os demais.
Seguindo essa linha de raciocínio, de uns tempos para cá tem surgido na web vídeos futurísticos de pessoas que pegam um produto atual e imaginam como ele será daqui a alguns anos.
Um dos exemplos mais recentes é um vídeo fictício de um comercial focado no Playstation 9, publicado hoje no portal da Wired. O ano é 2078 e o console da SONY seria baseado no poder da mente, já que o dispositivo supostamente enviaria sensores diretamente para nosso cérebro. Algo na linha de The Matrix. Bem, exageros a parte, parece lógico que chegaremos em tudo aquilo que é exibido no filme The Matrix. Difícil é precisar o ano em que aquela realidade fictícia deixará de ser ficção para ser apenas, realidade. Bem, mas o que era mesmo a realidade em Matrix? :)
Este vídeo do Playstation 9 é só um reflexo deste subconsciente que já vive em nossas mentes. Os games poderão sim chegar a este estágio. Mas, na continuidade do Playstation eu não acredito. Também não acredito em muitas plataformas no futuro. Acredito em uma plataforma única. Como a SEGA, outros players concentraríam-se apenas, na produção de jogos para esta plataforma universal. Jogos seriam mais baratos. Não haverá mídia. Tudo digital.
Bem, é lógico que estou imaginando tudo isso também, da mesma forma como quem produziu este vídeo do Playstation 9. Tudo isso pode parecer uma grande bobeira, soar até ridículo e non-sense para alguns. Mas cá entre nós: Isso tudo não parece “meio lógico”?
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Ontem, Steve Jobs fez mais um show! Anunciou novos produtos, dentre eles os novos iPods e o iTunes 8. Tudo como manda o figurino. É como se os eventos da Apple fossem parte de uma grande turnê de uma bem sucedida banda re rock. E ontem, o show seguiu como os “fãs” esperavam. Caso você ainda não tenha visto, assista aqui o show evento de ontem.
Produtos e novidades a parte, o fato é que a aparência de Steve Jobs continua a incomodar. E, como não poderia deixar de ser, questionamentos acerca da capacidade de a Apple seguir sem o seu líder começam a aparecer. Este mês, por exemplo, a revista Isto É Dinheiro publica, em matéria de capa, uma foto de Steve Jobs com a seguinte chamada:
“O Enigma Apple. Especulações sobre a saúde de Steve Jobs, o gênio por trás de sucessos como o iPod e o iPhone, agitam o mundo da tecnologia e deixam no ar uma pergunta: a marca mais cultuada do setor manterá sua aura sem a presença do líder?”.
Parte dessas especulações dão conta de que Jobs esteja com uma reincidência de um Câncer no Pâncreas.
“Um uma empresa onde “só se vê Steve Jobs”, o que mais preocupa investidores, consumidores e fãs da Apple é a falta de um sucessor; além da falta de um plano de sucessão. “Jobs transformou traços pessoais em processos de negócios”, diz o jornalista Kahney, em entrevista à Revista Exame“.
O que você acha? Há quem diga que há tempos, a empresa já prepara o sucesso de Jobs. É natural. Toda
empresa que possui um líder que representa a empresa de forma marcante, está sempre preocupada em dar continuidade aquela imagem conquistada.
Mas no caso de Jobs, um substituto com novas idéias poderia tirar a Apple de seu rumo, ajustado arduamente por Jobs nos últimos anos? Eu, sinceramente, acho que sem Jobs a frente da Apple, muito será perdido, principalmente em termos de carisma e personalidade de marca.
O Branding da Apple é Steve Jobs. Sem Jobs, comparando a Apple aos Rolling Stones, é como se a banda continuasse sem Mick Jagger. Mas, como dizia Freddie Mercury, “Show Must Go On”.
Dê uma olhada no gráfico abaixo, que demonstra o “Efeito Steve Jobs” na empresa a partir de 1996, quando o bom filho à casa retornou :)







Cunha,











