Arquivo de junho de 2008

E a Blockbuster? Como fica?

por Rodrigo Cunha em 5/jun/2008 as 11:33 | Arquivo de Rodrigo Cunha

Até quando este cartão será relevante? Ele ainda é?

Blockbuster: Decadência de um modelo?

Certo. Você já deve ter ouvido, lido aqui e escutado em tudo que é canto sobre o fim das locadoras de filmes. O que acha disso? Acha delírio? Coisa de futurólogos? Coisa de geeks aficcionados por tecnologia? Pois bem, tire suas próprias conclusões. O que eu acho?

Em minha singela opinião, sempre achei que locadoras de vídeo, desde que começaram a surgir vídeos via web e o advento da banda larga e do YouTube, assim como muita gente, já vislumbrava que locadoras estavam com os dias contados. “Estar com os dias contados” talvez seja até uma expressão muito forte.

Eu diria que, aquelas que começarem a diferenciar seus serviços, oferecendo outras opções, terão algum tempo extra de vida, assim como portadores do vírus HIV têm sua vida estendida quando fazem uso do famoso coquetel. Mesmo assim, há grupos fortes jogando a toalha. Lojas da rede Blockbuster continuam a fechar em todo o mundo.

O motivo de eu estar falando novamente sobre este assunto, de certa forma, até um pouco “batido”, foi uma notícia publicada hoje no Terra, que diz: “Japão: Filmes alugados poderão ser vistos online”. O serviço será chamado de acTVila.com. Vários estúdios já estão em negociação com o serviço. Nada mais plausível. Aluguel e dowload de filmes via web. MAs e a Blockbuster?

Leia esta nota também publicada no Terra, no último dia 2. O que você acha? É mais interessante alugar um filme via web, fazer o download, ou ter que ir até a loja e fazer o download na loja, como quer fazer a Blockbuster? Bem, eu acho que a Blockbuster já perdeu o bonde faz tempo!


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A tecnologia pode ajudar?

por Geraldo Protta em 4/jun/2008 as 21:49 | Arquivo de Geraldo Protta

Muita gente culpa, e em alguns casos com razão, a tecnologia e as grandes indústrias, pelo desemprego, pelo desequilíbrio econômico, e até mesmo pela pobreza de muitos povos, mas será que este sistema capitalista, munido de toda a tecnologia por ele criada, não pode trabalhar em prol da humanidade?

Ontem, a GloboNews veiculou uma entrevista com C.K. Prahalad, autor do livro “A Fortuna na Base da Pirâmide”. Prahalad, que se tornou um dos gurus de Bill Gates, documenta os casos de empresas, não só na Ãndia como no Brasil, que descobriram o potencial dos mais pobres, tornando-os consumidores.

Como os casos citados na entrevista, a tecnologia e o uso da internet, tem uma grande e importante função nesta possível revolução.


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Lembra do “CAPACITOR DE FLUXO?”

por Rodrigo Cunha em 4/jun/2008 as 12:00 | Arquivo de Rodrigo Cunha

Saudades? Quem não tem? Saudosista eu? Sim, SO WHAT?

Muito bem. Você é um daqueles que ficou chateado e que parte de você também foi embora quando soube que o set de filmagens de DE VOLTA PARA O FUTURO foi destruído graças ao incêndio ocorrido no último Domingo, ainda há uma esperança para adentrar no mundo de McFly.

O site ThinkGeek “relançou” o famoso “Capacitor de Fluxo”, que foi utilizado no DE Lorean do filme De Volta Para o Futuro. Dê uma conferida no vídeo abaixo. A MUST HAVE! :]


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Outdoors Inteligentes*

por Rodrigo Cunha em 3/jun/2008 as 12:47 | Arquivo de Rodrigo Cunha
Cena do filme Minority Report, de Steven Spielberg.

Falar sobre a evolução da publicidade já é praxe, uma vez que novidades na área não param de surgir. A mais nova delas dos EUA e trata de outdoors, coisa que em São Paulo já não se encontra mais.

Na sexta-feira última, o NY Times publicou uma matéria relacionada a outdoors inteligentes. Na terra do Tio Sam e em outros países, estão em experiência outdoors que filmam as pessoas que olham para eles, através de câmeras que utilizam um software que analisa as características dessas pessoas e por quanto tempo elas estão olhando para a peça.

Os resultados dessa análise são dados referentes a idade, sexo. Com isso, os anunciantes podem focar melhor as suas campanhas ao exibir um anúncio personalizado em painel digital para um adolescente e outro para uma mulher de meia idade, por exemplo.

Em 1989, De Volta Para o Futuro 2 já exibia Outdoors Interativos

É impossível não lembrarmos de Minority Report, de Steven Spielberg, quando Tom Cruise anda pela cidade e adentra galerias onde as vitrines e anúncios interagem com ele, inclusive citando seu nome.
Em 1989, o filme De Volta Para o Futuro 2, também já exibia sinais de interatividade com as pessoas através de outdoors, embora de forma mais primitiva.

Costumávamos achar que essas tecnologias eram coisas para um futuro distante, como o que foi mostrado também em 2001 - Uma Odisséia no Espaço, de Stanley Kubrick, lançado em 1968. Ali, videoconferência era algo “de outro mundoâ€. Hoje …

Anúncios relevantes e contextualizados são preocupação cada vez maior dos anunciantes, uma vez que o mercado de nicho tem se mostrado cada vez mais viável, como comprova a teoria da Cauda Longa, de Chris Anderson. Os anúncios AdWords do Google tentam, ao máximo, mostrar anúncios relevantes em sites que tratam de determinado tipo de conteúdo.

Lá fora, começam a surgir tecnologias que personalizam que tipo de propaganda será exibida na TV, de acordo com o que as pessoas, em determinada residencia, assistem. É a publicidade cada vez mais integrada e sendo beneficiada pela tecnologia.

(*) Post publicado originalmente no blog da TrendHunter, onde também escrevo todas as semanas.


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Resident Evil 5 e o Futuro dos Games

por Rodrigo Cunha em 2/jun/2008 as 2:33 | Arquivo de Rodrigo Cunha


Resident Evil 5: Estupendo! Assista ao mais novo trailer!

Ainda me surpreende a evolução dos games a cada geração. Quando jogamos algum game muito bem produzido, é comum soltarmos um “Não, não. Este é perfeito. Impossível evoluir deste ponto”. Eu mesmo já disparei este comentário, mas já faz algum tempo. Foi quando joguei Resident Evil 4 que, mesmo na versão Playstation 2, era surpreendentemente bem produzido.

Pois bem. A nova geração está aí. Com a minha mudança para São Paulo em Fevereiro último, confesso que não tive mais tempo como costumava ter para apreciar e acompanhar de perto o mercado de videogames. Sou um entusiasta desta indústria. Isso é inegável. Ainda deverei comprar um Xbox360 ou Playstation 3.

Não cheguei a acompanhar de perto as “novas novidades” da atual geração, mas um deles, que venho acompanhando já há algum tempo, é Resident Evil 5, que teve seu trailer divulgado esta semana. Posso estar errado e, inclusive desatualizado com relação a esta geração, mas arrisco dizer que este Resident Evil 5 é, até agora, o game mais bem produzido e polido de toda a série.

Assistindo a algo deste calibre, me pergunto: onde os games chegarão? Como será possível superar este? Simplesmente da mesma forma que este superou o 4º episódio da série?

Um caminho possível, e que já está sendo traçado e começando a se mostrar viável, é o comércio eletrônico através de videogames. Timidamente, Grand Theft Auto 4 vem mostrando que é viável explorar este tipo de comércio através dos games. Outro game que vem se destacando, inclusive através da venda de álbuns inteiros de artistas, é a série Guitar Hero.

Muito em breve, principalmente agora que o advento dos games online através de consoles se tornaram, de certa forma, bastante estáveis em termos de conexão, o comércio eletrônico e a venda de espaço publicitário dentro desses games, tende a ser cada vez maior. Lógico, tudo dentro de um contexto. Guitar Hero e Grand Theft Auto vendem música online.

A princípio, não há nada amis relevante que vender música através de games. Mas, assim que esta atividade estiver mais consolidada, não iremos nos surpreender quando as softhouses começarem a vender o figurino de personagens e outras quinquilharias.

Mas, enquanto isso não acontece, a série Resident Evil continua a nos impressionar, sempre brindando o jogador com gráficos estupendos e um design de cenário inspiradíssimo. Bem, games são arte? Alguém aí tem alguma dúvida?


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