Arquivo de janeiro de 2008

Não vou falar do MacBook AIR!

por Rodrigo Cunha em 15/jan/2008 as 20:36 | Arquivo de Rodrigo Cunha
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AIR, tão desejado quanto uma pizza?

Não, eu não irei falar do MacBook AIR. Também não vou dizer que fiquei sem “AIR” quando vi o novo lançamento da Apple. Mesmo sabendo que o trocadilho seria infame, acabei escrevendo. Não sei porque essas coisas acontecem. Será falta de assunto?

Steve Jobs sabe como mobilizar as pessoas no sentido de fazer com que façam propaganda do lançamento de novos produtos Apple. Eu mesmo, acabo de incluir o vídeo MacBook AIR - A Guide Tour em meu Orkut. Não dá! Quando vemos algo que nos chama atenção, é impossível não propagar a mensagem. Mesmo não ganhando nada com isso. Há uma sensação de satisfação aí. É natural, espontâneo. Você abre a janela de contato no MSN com algum amigo e diz: “Já viu o novo….?”.

Poucos executivos conseguem se comunicar tão bem com o público como Steve o faz. Ele criou um personagem. E esse personagem, quando aparece, causa admiração. Faz com que as pessoas esperem algum anúncio deslumbrante.

E é aí que está o problema. Será que só eu esperava mais da MacWorld? Ou seria exagero, tolice mesmo, esperar por algo tão inovador como o iPhone? Afinal, quando trata-se de Apple, nossas expectativas vão às estrelas. Sempre há muito hype em torno de Steve Jobs.

Não cheguei a me frustrar, mas o AIR não será mais um BAM BAM BAM, como muitos já estão falando. Afinal de contas, era óbvio o lançamento de um produto assim. Se a Apple não fizesse primeiro, outra faria. Por coincidência, em um projeto que estou desenvolvendo, até citei como mero exemplo ilustrativo, o lançamento de um produto parecido, pela própria Apple, com outro nome logicamente, afinal, não sou nenhum adivinho.

Essa não, acabei falando do AIR. Jobs, você me paga. Mas por que diabos ele me pagaria? Ele sabe que, a esta altura, o lançamento já repercutiu em qualquer blog que se propõe a falar de tecnologia, design… . Isso sem falar que vários sites saíram do ar pelo excesso de informações postadas sobre o evento, como o Twitter. Experimente digitar MacBook AIR no Google :]

Quer que as pessoas façam propaganda de você? Tente aprender algo com o Steve.

Para saber o que houve com detalhes na MacWorld ‘08, tudo o que você precisa está no Google Discovery.


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De novo? É, RADIOHEAD again

por Rodrigo Cunha em 14/jan/2008 as 17:03 | Arquivo de Rodrigo Cunha

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É. Pelo visto os caras não sairão de cena tão cedo. O Radiohead, banda liderada por Thom Yorke, que no ano passado lançou o fantástico “In Rainbows” - que já virou tema de fundo de vários programas da Globo - inteiro na Internet através de um site onde os internautas decidiam se pagariam ou não pelo download, ainda é assunto nas rodas de conversa sobre os novos rumos da indústria da música na Web. Há quem diga que uma das possibilidades para a industria é a publicidade. Como? Hmmmm…. assunto para o próximo post!

Ontem, o Rafael Barifouse, em seu blog hospedado no portal da Revista Época NEGÓCIOS [não, eu não recebo jabá para falar da revista. Antes recebesse], revelou que a banda de Thom Yorke já vendeu mais de 122 mil cópias de in Rainbows” em CD. Do que mesmo? CD? Sim, não lembra mais o que é?

Exatamente, aquela coisa grande e desajeitada, incômoda de carregar na rua. Você AINDA utiliza um DiscMan. DiscMan? O que é? Ah, chega. No entanto, o que mais impressiona nem é o fato de a banda ter vendido 122 mil cópias. O que me surpreendeu é eloes estarem liderando a parada da Billboard em várias categorias, incluindo Top Rock Albums, Top Internet Albums, Top Independent Albums e, prepare-se, HOT/POP(?!?). Isso mesmo.

Ultimamente, fala-se mais da banda de Thom York do que se ouve. Virou modinha falar deles. Até revistas de negócios falam da banda. Antes de todo o auê, Radiohead era coisa de Indie. Agora está se tornando uma banda Cool. Mas isso tudo é só o início. Sabemos que a estratégia de deixar o consumidor decidir o preço do download foi puro marketing. Pelo jeito, eles gostaram da brincadeira. Sabe-se lá o que vem por aí…


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Na Web, dá-se um jeito para tudo!

por Rodrigo Cunha em 9/jan/2008 as 16:51 | Arquivo de Rodrigo Cunha

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Web, a mão que nos ampara: muito cuidado com este “chão”!
Fonte da Imagem: Andrez Rodriguez

Este post é baseado em algo que defendi no post anterior: Na Web, dá-se um jeito para tudo! E isso é fato. Indiscutível. Infelizmente, há os que se aproveitam de certas conveniências para praticar coisas não louváveis. Santos Dumont, o pai da aviação que o diga.

A questão do “dá-se um jeito” pode ser estendida por toda a rede. Como no mundo offline [ainda há esta distinção?], na Web são as mesmas pessoas que criam e destroem coisas. Ainda me surpreende o fato de que há gente colocando álbuns inteiros de fotos no Orkut para depois reclamar que alguma foto “vazou” ou está sendo utilizada por outra pessoa, como um “fake”.

Essas pessoas, ao exporem seus dados e fotos na Web, acham que aquilo faz parte delas, no sentido de propriedade. Santo Deus, como podemos falar de privacidade se aquelas fotos, no momento que são inseridas no Orkut ou em qualquer outra Rede Social, estão hospedadas em servidores que nem sequer sabemos onde ficam?

Diga para mim: você nunca teve medo de hospedar um rascunho de algum projeto que esteja tramando em um serviço de hospedagem desconhecido, daqueles que cobram uma taxa irrisória pelo serviço? Além do mais, quem garante que serviços mais tradicionais não têm acesso, no sentido de privacidade, aos dados de usuários?

Quando alguém quer algo, dá-se um jeito. É assim fora da Web e dentro dela. O que podemos fazer é ter mais cuidado com nossos arquivos. Meus projetos nunca são armazenados em servidores alheios. Toda vez que preciso guardar esse tipo de dado, peço hospedagem a amigos de confiança ou carrego os dados comigo, de um lado para o outro, dentro de um pendrive.

Paranóia? Negativo. Longe disso. Apenas me sinto melhor agindo dessa forma. É melhor do que, passado algum tempo da hospedagem de um projeto em um servidor desconhecido, ouvir algum amigo comentando sobre um serviço interessante que conheceu na Web. Surpresa! O serviço é exatamente como o mesmo que você estava planejando implantar, com os mesmos detalhes.

Ok, pode ser mera obra do acaso. Mas eu duvido que você não vá pensar: “Será? É impossível alguém ter criado o serviço exatamente da forma como imaginei”. Geralmente é sim obra do acaso. Mas e se não foi?

Já que está na Web, prepare-se para compartilhar. Prepare-se para aprender a ler coisas que você escreve em outros sites/blogs sem ter obtido o crédito devido pelo conteúdo. Meu irmão já chegou a ler em uma publicação, um texto criado por ele sem nenhum crédito à autoria dele.

Nem mesmo o nome do site. Não estou querendo dizer que isso deve ser comum. Muito pelo contrário. apenas tenha mais cuidado com os artigos que publica. Se há algo em algum deles que alguém não pode ler, fique certo de que esse alguém terá acesso.

Crowdsourcing: Um exército que não conhece derrotas
E o HULU, o mais novo portal de Séries de TV dos EUA? A questão do acesso ao portal, oficialmente restrito apenas a residentes nos EUA, já foi resolvida. Qualquer pessoa que tenha um pouco de paciência e curiosidade, vai encontrar Fóruns explicando como fazer isso ou aquilo.

É a era do Crowdsourcing, da sabedorias das multidões se encontrando na Internet para resolver questões de interesses comuns. Você acompanhou o que aconteceu com o iPhone e a questão do destravamento do aparelho.

A questão do DIGG e o tópico que ensinava como desbloquear HD-DVDs. O surgimento de programas que permitiram o download de vídeos do YouTube. As plataformas para envio de SMS gratuito… e assim vai. Agora, pela primeira vez, o consumidor realmente tem o poder nas mãos. Ele pode fazer o que quiser.

Por fim, com todo este cenário em pauta, caso você esteja pensando em criar algo na Web, entre nela oferecendo mais do que exigindo ou impondo restrições. Se você fizer o contrário, de duas uma: ou os usuários irão te ignorar ou algum jeito de fazer as coisas de uma forma mais fácil e vantajosa será descoberta.

DÁ-SE UM JEITO!


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HULU HULU! Viva a Gratuidade!

por Rodrigo Cunha em 6/jan/2008 as 23:27 | Arquivo de Rodrigo Cunha
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Os nomes de portais de serviços online estão mesmo cada vez mais inusitados. Começamos o ano de 2008 já com um desses nomes que promete fazer muito barulho.

Ele estará disponível para os americanos no início deste ano. Trata-se do HULU, um portal de vídeos online, onde simplesmente você poderá assistir várias de suas séries de TV prediletas de forma gratuita, como Heroes, Simpsons, CSI, The Office, Prison Break e até Miami Vice, além de alguns filmes. Um sonho!

O serviço, que está ainda em fase de testes apenas para usuários residentes nos EUA sob a forma de convite, foi criado por um conglomerado de mídias norte-americano: a NBC e a News Corp. Diferente do YouTube, o portal não oferece conteúdo gerado pelo usuário. Trata-se de conteúdo tradicional de TV. O modelo do negócio é sustentado pela receita obtida através de anunciantes. Ao assistir um vídeo, é apresentada logo no início, uma tela onde é exibida a marca do anunciante. No meio do programa também há um comercial tradicional de 30 segundos.

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Perceba no canto esquerdo da tela: basta escolher o episódio e assistir

Percebe-se que o negócio do HULU é a venda de publicidade. Encaro a atitude da NBC em criar o serviço como uma forma de atenuar a perda de telespectadores para a Internet. Mais uma vez, fica claro que as 2 mídias se complementam, TV e Web. A NBC continuará a arrecadar receita com a TV e agora com a Internet.

O telespectador ganha PODER. Agora poderá escolher a que horas irá assistir à sua série ou filme predileto, pelo menos de uma forma “legal”. Bem, digamos que isso sempre foi possível, através de meios “não legais”. Aficcionados por séries nunca esperam pela estréia de novas temporadas no Brasil. Sempre foi bastante fácil encontrar vasto conteúdo para download.

No entanto, fico me questionando: como será controlado esse tipo de conteúdo? Todos sabemos que, na Web, para tudo se dá um jeito. Quando o YouTube surgiu, as pessoas reclamavam da impossibilidade de realizar o download de vídeos que gostavam. Não demorou muito para que surgissem ferramentas que permitiam o “cambalacho”. Creio que não irá demorar para que aconteça o mesmo com o HULU, afinal, tudo na Web é questão de tempo. As vezes mais, as vezes menos.

Como disse James McQuivey, analista da Forrester Research, “Nós ainda estamos bem no começo do jogo do vídeo online”. A iniciativa do grupo NBC começa oferecendo algumas séries e poucos filmes, mas você consegue imaginar até onde ela poderá chegar?

Imagine um cenário onde todas as pessoas possuem banda larga de altíssima velocidade. Imagine um serviço semelhante ao da NBC, mas com um acervo descomunal que, além de oferecer séries atuais e clássicas, oferece filmes também atuais e clássicos. Agora imagine uma locadora de vídeo, com acervo de filmes e espaço limitado. Você enxerga algum futuro?

Foi divulgado há poucos dias que o iTunes irá oferecer serviço de locação de filmes. Iniciativa louvável. Mas, como diz o próprio nome do serviço, trata-se de locação. E locação é paga. Na Web, é preciso encontrar uma forma de oferecer as coisas de forma gratuita. As pessoas querem tudo para ontem.

Burocracia não combina com a velocidade que a Web permite que as coisas sejam disponibilizadas. Internet tem haver com abundância. Sempre digo isso. Talvez, baseada nessa premissa, a própria NBC retirou seu conteúdo disponível para venda no iTunes e o está oferecendo gratuitamente no HULU.

Aos poucos, os colarinhos brancos que nada entendem do mercado de Internet, irão dar lugar aos novos, que já percebem que cobrar por conteúdo na rede não é lá algo muito interessante. Interessante é viabilizar novos modelos de publicidade.

É aí que o HULU pode evoluir. Ele ainda é baseado no modelo tradicional. Em serviços como este, quem deve pagar a conta é o anunciante e não o internauta. Mas, novamente, como disse James McQuivey, “Nós ainda estamos bem no começo do jogo do vídeo online”.

PS.: Para receber um convite e testar o HULU, acesse o site http://www.hulu.com e cadastre o seu e-mail. Mas lembre-se. O serviço só está disponível nos EUA. Mas, como eu disse neste artigo, na Web há um jeito para tudo. Já há quem tenha encontrado um jeito de acessar o portal aqui do Brasil. Se você conseguiu, me avise.

UPDATE: Para acessar o HULU, caso você já tenha recebido o convite, basta fazer o download do HotSpot Shield e conectar o serviço. Como ainda não recebi meu convite, fiz o teste através dos vídeos disponíveis no blog deles. Pelo menos aqui [link Virtua de 2Mb], um vídeo de 2 minutos demorou mais de 1 minuto para carregar pouco mais de 3 segundos!!!

Assista abaixo, um vídeo demonstrando algumas funcionalidades do HULU através de um UMPC


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Obrigado. A "pirataria" me ajudou!

por Rodrigo Cunha em 3/jan/2008 as 16:28 | Arquivo de Rodrigo Cunha
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Primeiro post de 2008. Não vou tratar de misticismo e de outras coisas que muitas pessoas gostam de abordar quando estão retomando suas atividades no ano novo. Assim como o último post de 2007, o primeiro de 2008 será longo, porém, muito interessante. Vou falar de um filme nada convencional que assisti recentemente e o bem que a Internet fez a ele. The Man From Earth é o tipo de filme que você dificilmente irá assistir em uma sala de cinema. Por que?

- É um filme independente. Consequentemente, mesmo lá fora, ele estreou em pouquissimas salas;

- É um filme extremamente instigante. É o tipo de filme que prova que é possível fazer um grande filme com um orçamento limitadíssimo, a ponto de ser filmado em uma única locação! Acredite, é um filme de ficção científica sem efeitos especiais. Acredite novamente: talvez seja o maior filme de ficção do ano. E por que não, um dos maiores já feitos até agora?

- Curiosamente, o filme inteiro é rodado em uma sala de estar! E qual a relação disso com o fato de ele estrear em poucas salas de cinema? Bem, sabemos que blockbusters rendem muito mais que filmes “cabeça”. O fato de o filme ser rodado full-time em uma sala de estar, pode espantar muita gente.

No entanto, além de o filme ser bárbaro e extremamente interessante - já imaginou um filme onde o ator principal revela ter 14.000 anos de idade e resolve revelar suas experiências à todos que estão sentados naquela sala de estar, abordando assuntos delicados como religião, guerra, fé e fazendo cair vários dogmas? - ele está ficando conhecido graças ao “download ilegal”. Sim, a pirataria! Bem, não gosto de chamar de pirataria o simples fato de você baixar o filme e assistir. Considero pirataria a comercialização desse conteúdo. Mas isso é um outro debate.

O fato é que a dita pirataria tem ajudado e MUITO na divulgação deste filme. Todos sabemos que, de certa forma, a pirataria serve de publicidade não só para filmes [Tropa de Elite...], como também para games que, logo fazem com que consoles de videogame vendam como água em países onde não são fabricados. Não entraremos aqui no debate sobre os prós e contras da pirataria ok?

Estamos na era da abundância. Quando tomamos conhecimento de algo que foi lançado nos EUA ou na Europa, também queremos poder comprar por um preço justo. Uma estratégia de lançamento simultâneo de filmes para cinema não é muito simples, além de ser bastante dispendiosa. Mas estamos na Era da Abundância. A Internet tornou tudo imediato. Não precisamos esperar o lançamento do Facebook no Brasil. As pessoas já utilizam a versão americana.

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Eric D. Wilkinson, o produtor de The Man From Earth: Favorecido pelo compartilhamento do filme na Web.

Por que estou falando isso? Porque está acontecendo o mesmo com o cinema. A maioria das pessoas faz o download de um filme recém-lançado nos EUA porque não quer esperar 1, 2 meses para o lançamento por aqui. Dificilmente essas mesmas pessoas fariam o download caso o filme fosse lançado simultaneamente em todo o mundo.

Houve, recentemente, o caso do filme 3 efes, que foi lançado simultaneamente em Cinema, DVD, TV e Web. Não sei até que ponto essa estratégia funcionou, mas sem dúvida, foi uma atitude corajosa e visionária. Era da Abundância não combina com escassez. Logicamente não é assim tão simples. As redes de cinema querem exclusividade em determinados títulos. Logo depois, as locadoras e as Tvs a Cabo faturam para depois a Tv Aberta ter a sua vez. É um modelo que funciona muito bem, porém, estamos também na Era da Internet, onde quase tudo é de graça e acessível a todos. Há, de certa forma, um contrasenso.

Na indústria da música não é muito diferente. Quantos artistas você conheceu através de “download ilegal”? Quantos deles ficaram famosos graças ao “download ilegal”? Não estou levantando a bandeira da pirataria, mas não há como negar que muitos sucessos foram sucesso graças à pirataria! Isso é um fato.

Estou aqui falando essas coisas, meras suposições, mas muito disso já é uma realidade. O próprio produtor do filme THE MAN FROM EARTH enviou um e-mail ao dono do blog ReleaseLog, agradecendo a divulgação dada ao filme e a todos que compartilharam o arquivo via torrent. Resumindo, ele agradeceu a todos que fizeram o download do filme. “Vocês ajudaram a colocar o meu filme no mapa”, disse ele. O e-mail completo você pode ler aqui.

Ah, o filme recebeu nota 8.4 no IMDB. Ele também está no ranking dos melhores filmes lançados neste século. Abaixo, seguem alguns links para mais informações e download do filme:

http://www.manfromearth.com/
site oficial. Neste site, acontece algo semelhante ao modelo Radiohead. Se você realizou o download do filme, o produtor sugere que você faça uma doação. No entanto, o arquivo para download não está no site. Como o próprio produtor é a favor do download do arquivo, disponibilizo aqui um link onde o download pode ser efetuado na íntegra.

http://cinemanotebook.blogspot.com/2007/12/man-from-earth-2007.html
pequeno review do filme

http://imdb.com/title/tt0756683/
link para o IMDB


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